domingo, 21 de fevereiro de 2016

"Um passeio à moda antiga"

Hoje fui ter com a rapaziada do "Continente"
Inserido num grupinho de seis companheiros saímos para parte incerta, no meu caso, pois para mim não é importante para onde se vai, mas sim com quem se vai. Pedalar, para mim, tanto faz ser para norte ou para sul, para este ou para oeste . . .o que importa mesmo, é dar umas pedaladas!
Saímos em direção ao Salgueiro do Campo e no alto, a malta separou-se.
Os mais jovens lá foram dar uma volta certamente mais musculada e nós, a classe 6, fomos para a usual domingueira, neste grupo, pelo quintal cá do condado.
Passamos pelo Juncal, Freixial , Tinalhas e alto do Sobral, para virarmos seguidamente à direita para a estradinha panorâmica que nos conduziu ao Louriçal do Campo.
Cruzamos a aldeia pelas suas ruelas interiores e com passagem por S. Fiel, seguimos para a Soalheira, para tomar o cafézinho matinal nas bombas locais.
Um momento relaxante e em boa conversa amena por ali nos manteve alguns minutos.
Subimos depois ao entroncamento com a N.18, que seguimos já em direção à cidade, num carrossel ligeiramente ondulante e sem qualquer dificuldade.
Passada a passagem superior sob a A23, juntaram-se ao grupo o Paulo Neto e o Fabio, que também eles já iam de regresso.
Após meia dúzia de kms aceleram o ritmo e despediram-se da malta, pois nós íamos mesmo numa boa e um pouco lentos para aquela rapaziada, que gosta de rodar um pouco mais os "cranques"
Pelas 12h00 estávamos de regresso à cidade, com 67 kms pedalados, após este simpático passeio, hoje numa manhã um pouco mais fria e acinzentada, mas ainda assim, bem catita para um bom par de pedaladas. 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 20 de fevereiro de 2016

"São Vicente da Beira"

Com partida da Rotunda da Racha, pelas 09h00, fui hoje, na companhia do Jorge Palma dar um passeio asfáltico, tranquilo e sereno até São Vicente da Beira.
Com saída pela Milhã, ao alto do Salgueiro, onde fletimos à direita seguindo para S, Vivente, com passagem pelo Juncal e Freixial.
Depois do cafézinho tomado na pastelaria do costume, cumprimentamos o Nuno Maia e o Paulo Ribeiro que iam dar uma volta mais musculada e que na altura passavam no local.
Cruzamos a serra pela encosta e descemos ao Louriçal do Campo, tomando depois o rumo à N.18 via Barragem da Marateca.
Entramos na N.18 que seguimos até Castelo Branco, onde entramos pelas 12h30, com 67 kms, pedalados numa bela manhã solarenga.
Depois da abaladiça no café das brasileiras, rumei a casa, rejuvenscido com mais uma bonita voltinha asfáltica.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

"Rota do Bucho/2016"

Pelo segundo ano consecutivo, resolvi editar a Rota do Bucho, com um passeio pelos trilhos de Malpica do Tejo, uma bonita aldeia onde tenho raízes, que termina à mesa com um belo bucho de ossos à boa moda malpiqueira.
Convidei um "magote" de amigos, dos quais dezasseis disseram presente.
O ponto de reunião, foi desta vez na Pastelaria Cantinho dos Sabores, na Rotunda da Racha, onde tomamos o cafézinho matinal.
Pelas 08h20 partimos em pelotão auto rumo a Malpica do Tejo, onde o Rui e a Sandra Tapadas já nos aguardavam.
A previsão era de vento forte e alguns aguaceiros e desta vez o S. Pedro não nos "despontou", mandou mesmo umas belas rajadas de vento e umas belas bátegas de água, que nos atingiram por três vezes, um pouco no início desta pequena aventura, sensivelmente a meio, quando estávamos à vista de um local de abrigo, a aldeia de Lentiscais e no final, em jeito de banho.
Pelas 09h00, como planeado, abandonávamos a aldeia rumo ao Monte do Couto do Alberto, entrando nos trilhos após contornar a pequena capela de S. Bento. Depois da primeira passagem escorregadia, descíamos para a Ribeira das Lameiras, quando o David Vila Boa, que seguia na minha roda, caiu aparatosamente, quando se soltou um pé do pedal e se entalou entre a roda e uma perna da suspensão.
Coisa feia, mas felizmente sem grandes danos físicos.
Optou e bem, por ir receber tratamento médico ao hospital, acompanhado por um dos elementos do grupo, seu familiar, ficando a malta esperançada que nada de grave se tratasse e que rápidamente regressasse a nossa companhia.
Agora com menos dois elementos, reiniciámos o passeio transpondo a ribeira e subimos à cumeada do Malhapão, tomando o rumo à Farropa, onde entramos em asfalto, para atalhar um pouco o percurso, recuperando algum tempo. 
No cruzamento da N.18-8 com a M.554, voltamos aos trilhos entrando no Monte do Picado de Cima, seguindo depois pelo Picado de Baixo e Pardal até aos Lentiscais, onde chegamos após cruzar a Ribeira do Valmedra, parando no bar do Centro Social para uma bebida, enquanto o S. Pedro efetuava nova descarga.
O sol inundou os campos em substituição da chuva e nós voltamos aos trilhos, com nova passagem pelo Monte do Pardal, por outros recantos e com algumas passagens engraçadas, cruzando depois a estrada para nos embrenharmos num trilho catita, no Monte do Néo, até à travessia da Ribeira da Farropinha.
O caudal ainda era bem transponível, inclusivé a pedalar para alguns mais afoitos e seguiu-se a subida ao Monte dos Judeus, a mais exigente do dia.
Já no alto, contornamos parte dos eucaliptais dos Montes da baliza, por um largo estradão, que nos levou até à Lameira da Azinheira, para mais um momento divertido com a travessia do lameiro.
Por um trilho animado, subimos à cumeada, onde viramos à direita para o Monte dos Andréus e, lá mais à frente, fletimos à esquerda para a Boidade, onde nos divertimos em mais uma travessia, onde cada um escolhia a sua trajetória num terreno gradeado em direção ao Monte Velho Perto.
Ainda antes de chegar ao seu antigo e abandonado arraial, viramos à esquerda para um rápido e alucinante trilho que nos conduziu à Brada d'Ouro, sempre em sentido descendente.
Um pouco de sobe e desce pelo Monte do Vale Covo levou-nos à velha quelha de Ferreira, para terminar em beleza e de forma divertida a nossa passagem pelos trilhos, subindo depois a Rua do Reduto até ao Largo da Carreira, onde tínhamos estacionado as viaturas e perto do local de tertúlia.
Debaixo duma pancada de água, rápidamente mudamos a fatiota e fomos acomodar-nos na mesa préviamente preparada para nos receber no simpática e acolhedora "Tasca Maria Faia", para o apetecido Bucho à Malpiqueira, superiormente cozinhado e apresentado pelo "Chefe Artur"
As entradas de tábuas de queijo, lagostins do rio, enchido e prova de azeite, tudo produto regional, foram "bravamente" atacadas pela malta e bem oleadas pela bela "pinga" de Foz Coa.
 mais tarde chegaram as bem apresentadas travessa de cozido de ossos e respetiva guarnição que igual tratamento tiveram por parte destes bravos guerreiros de terra e lama, que nem a chuva e forte vento os fizeram demover de tal contenda.
Uma rica tarde de tertúlia à boa moda antiga, bem animada e enriquecida por um elenco de luxo, que já "treina" para o próximo combate, agendado para terras mais a oeste.
Resta-nos agora descansar uns dias, para que possamos estar à altura da próxima gesta.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC 

domingo, 7 de fevereiro de 2016

"Volta vadia pela Guarda e Sabugal"

Está na hora de começar a sair um pouco fora da área da capoeira, pois outros objetivos me esperam lá para o verão, se a "coisa" correr bem.
Hoje, na agradável companhia do Paulo Ramos, fomos dar um passeio asfáltico, rumo à cidade da Guarda, com regresso pelo Sabugal.
Pelas 07h30 fui buscar o Paulo à Carapalha e rumamos a Penamacor, onde deixamos a carro, no parque das bombas de combustível.
Depois das bikes preparadas demos inicio ao nosso passeio, com o azimute virado à Capinha, onde fletimos à direita para Caria,
Passamos a aldeia e lá mais à frente, contornamos Belmonte, entrando na N.18, subindo à cidade da Guarda, com passagem pela Catraia da Torre, Gaia, Vendas e Santa Cruz.
A aproximação à cidade em bicicleta é sempre um momento que me apraz bastante, pela sua ascendente moderada e linda panorâmica sobre o vale.
Contornamos a cidade pela cintura externa até à rotunda que dá acesso à N.233, que nos levou até ao Sabugal, com passagem pelo Sortelhão, Santana da Azinha, Catraia, Adão, Pêga e Vale Mourisco.
Fizemos um pequeno desvio entrando no Sabugal e fomos até à Tasca do "Tó", que por azar, hoje estava fechada.
Íamos em busca dos balhós, panados, carapanitos de escabeche, ou outros petiscos, que bem ornamentam a montra no balcão da tasca.
Ficamo-nos pela pastelaria um pouco mais acima, que também faz us petiscos e comemos um belo prego, que acompanhei com a bjeca da praxe.
Que bem soube!
Já mais aconchegadinhos, iniciamos a última parte da nossa pequena aventura de hoje, passando ainda por Santo Estevão, Terreiro das Bruxas, Vale da Senhora da Póvoa e Meimão, antes de darmos por terminado o passeio de hoje, com achegada ao local de partida.
Guardamos as bikes e restante material e regressamos a Castelo Branco.
Para trás, ficaram 129 kms pedalados na companhia do Paulo Ramos, num percurso bastante agradável e divertido.
Fiquem bem.
Vemo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 6 de fevereiro de 2016

"Vila Velha de Rodão, Gaviãozinho e Santo André das Tojeiras"

Pelas 08h15 já pedalava em direção a Vila velha de Rodão, com passagem por Sarnadas e Coxerro.
A manhã nasceu cinzenta e ameaçadora de aguaceiros, mas ficou-se pela nebulosidade.
Cheguei à Bolaria Rodense, e cumprindo o que já vai sendo tradição comi desta vez um pastelito de nata a acompanhar a malguinha do café, pois os pãezinhos com chouriço ainda não tinham chegado à montra.
calmamente absorvi a dose cafeínica e degustei o pastelito antes de reiniciar a jornada com a subida a Tavila, cruzando a vila e Gavião de Rodão.
Já no alto, rumei a Alvaiade e Sarnadinha, descendo depois à ponte sobre o Rio Ocreza, onde parei para dar uma mirada naquele bonito recanto e ganhar peito para a subida ao cruzamento para o Gaviãozinho.
Depois de uma breve descida, lá esta ela a "magana" da subida à povoação, com pendente a nunca baixar dos dois dígitos, mas que serviu para renovar o ar dos pulmões em modo arfante.
Até à Fonte Longa foi ainda sempre em sentido ascendente, mas agora bem mais moderado, seguindo depois para Santo André das Tojeiras.
A ausência de vento na manhã de hoje, foi uma boa ajuda para um a pedalada mais fluida e descontraída.
Entronquei mais à frente na N.233 e rumei à cidade, passando por Cabeço do Infante, Vilares e Taberna Seca, vencendo a íltima dificuldade do dia com a subida a esta última povoação.
Pelas 11h15 estava a entrar na cidade, com 89 kms pedalados num bonito percurso circular, recheado de estradinhas interessantes e belas panorâmicas.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC