domingo, 31 de janeiro de 2016

"Passeio soalheiro"

A manhã nasceu hoje bem soleada e soalheira, convidando a um bom par de pedaladas.
Hoje, além da habitual companhia do Jorge Palma, tivemos também a presença do Nuno Maia para um passeio descontraído pelas estraxinhas cá do nosso quintal.
Fomos até à Flor do Outeiro, na Póvoa de Rio de Moinhos tomar o cafézinho matinal, passando por Cafede, numa estrada despejada de transito e de bonita panorâmica.
Depois do cafézinho tomado tomamos o rumo ao paredão da Barragem da Marateca, hoje lindíssima, com as suas águas a espelharem o azul do céu e a brancura das nuvens que o vestiam.
Mais à frente, já quase na rotunda da Lardosa, encontramos o Rui Salgueiro, também ele a aproveitar esta belíssima manhã solarenga com umas cativantes pedaladas.
Juntou-se a nós e em amena cavaqueira, fomos até à Soalheira, que cruzamos, seguindo para a Atalaia do campo, pela estreita e panorâmica estradinha do apeadeiro.
depois da longa seção de "pavê" na travessia da aldeia, continuamos sempre por estradinhas de encantar, para quem pratica esta lúdica modalidade, até às Zebras, não chegando a entrar, fletindo á direita para a Lardosa, com passagem pelo Vale da Torre.
Contornamos a povoação pela estação ferroviária e seguimos para os Escalos de Cima e, pelos Escalos de Baixo, viramos o azimute à cidade, onde chegamos pelas 12h30, após 74 agradáveis kms, num bonito percurso circular.
Seguiu-se a abaladiça no café do João carteiro, agora sem o Rui Salgueiro, que seguiu direto para casa, concluindo a jornada de hoje com uma mini pretinha, à laia de despedida e uns minutos de conversa.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 30 de janeiro de 2016

"Paiágua, Cardosa e Sarzedas"

Hoje, na companhia do Jorge Palma, fomos dar umas pedaladas pela bonita estradinha do pinhal, que liga a Paiágua à Cardosa.
Saímos da cidade pelas 09h00 e rumamos à Paiágua, com passagem pelo Salgueiro do Campo e Lameirinha.
No velho café/mercearia local tomamos o cafézinho da manhã e mantivemos animada conversa com o proprietário, pessoa de bom trato e conversa fácil.
Abandonamos a aldeia e seguimos para a Cardosa por uma panorâmica e estreita estradinha, bem ondulada e curvilínea, com passagem pelas pequenas aldeias de Silvosa e Vinha.
Um dos bonitos momentos do nosso passeio de hoje.
A chegada à Cardosa, foi como sempre, arfante e de pendente sempre a superar os dois digitos, que teve continuação até ao entroncamento com a M.548.
Já bem mais aliviadinhos foi sempre a descer até ao Pé da Serra, onde encostamos á bonita Ribeira da Azenha, sempre com bonitos recantos, aqui e ali,  na nossa passagem pela Azenha de Cima, Monte Goula e Gatas.
Passamos as Sarzedas e paramos no chafariz, à saida da vila, para o Jorge atestar o bidon de água.
Agora com um ritmo mais fluido, passamos o Cabeço do Infante e Vilares, para descermos à velha ponte medieval sobre o Rio Ocreza e enfrentarmos a última dificuldade do dia com a subida à Taberna Seca.
Até à cidade foi um instante e, pelas 12h45, tinhamos praticamente completado o nosso passeio de hoje, com 76 sofridinhos kms por algumas das belas estradinhas cá do nosso condado.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

"Sarzedas, Pousafoles, Barbaído e Escalos"

Com a cidade rodeada de nevoeiro, resolvi ir dar a minha voltinha asfáltica.
sai da cidade pelas 09h20 rumo ao Cabeço do Infante, onde tomei o cafezinho da manhã, no Café Silva.
À passagem pelo Ribeiro da Seta, o nevoeiro intensificou-se e acompanhou-me na passagem pela Taberna Seca, na descida e subida do Rio Ocreza. 
Já com o cafézinho tomado, segui para as Sarzedas e virei à direita para a Aldeia de Gatas, um passagem sempre bonita ladeando a Ribeira da Azenha.
Na chegada à Azenha de Cima, fleti à direita e com passagem pelo Vale Maria Dona, Pousafoles e Grade, entronquei na N.112 que segui pela Esteveira, descendo depois á ponte sobre a Ribeira do Tripeiro, para um pouco mais á frente virar à esquerda para o Barbaído.
O nevoeiro voltou a aparecer e até ao Freixial do Campo, a manhã voltou a tornar-se cinzenta e húmida.
Com a estrada sempre molhada e algo escorregadia, segui para Tinalhas e depois de cruzar a aldeia desci à Póvoa de Rio de Moinhos em direção a Alcains.
Passei pelo interior da vila e segui para os Escalos de Cima e seguidamente Escalos de Baixo, antes de entrar na cidade pelas 12h00, após 82 kms pedalados numa manhã bem cinzenta e húmida, apenas com uma ou outra espreitadela do sol, vencido pelas várias bolas de nevoeiro que acabei por cruzar.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

domingo, 24 de janeiro de 2016

"Voltinha soalheira"

A manhã nasceu soalheira e,convidativa a um bom par de pedaladas asfálticas.
Hoje com a companhia do Jorge Palma, abandonamos a cidade pelas 09h20 e resolvemos ir tomar o cafézinho matinal a Oledo.
Passamos os Escalos de Baixo, Escalos de Cima e descemos a S.Gens, subido depois a S. Miguel d'Acha.
No interior da aldeia, viramos à direita e desfrutamos da bonita estradinha panorãmica que liga aquela aldeia á de Oledo.
Já nos metros finais da paragem programada, tive um furo na roda traseira, que serviu para não perder a prática nestas pequenas contrariedade.
Rapidamente resolvido, paramos no Café "O Caçador", onde bebemos o "abatanado" e a bolachinha que ciosamente levamos no bolso do jersey.
Calmamente bebericamos o café e pusemos a conversa em dia.
Depois da foto da praxe, rumamos a cidade, descendo a S.Gens para enfrentar a última subida do dia aos Escalos de Cima.
Fletimos depois à esquerda para os Escalos de Baixo e entramos na cidade pelas 12h45, não prescindindo duma breve paragem, a abaladiça, no café do João Carteiro.
Com 67 kms pedalados numa bela manhã solarenga, demos por terminada a nossa voltinha domingueira.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 23 de janeiro de 2016

"Varandas do Tejo"

Com um mês atípico para a prática do meu hobby preferido, este ano de 2016 não teve a entrada que desejaria que tivesse, mas a "coisa" vai entrando nos eixos.
Hoje, mesmo com a teimosia do S. Pedro em não deixar o sol abrilhantar este bonito recanto de terras beirãs e acinzentar a manhã de hoje com um denso nevoeiro que cobria a cidade, pelo menos a minha zona habitacional, fui pedalar!
Acompanhou-me o Álvaro Lourenço e em modo "arrastão", um termo que gostamos de utilizar nestas voltinhas lúdicas e contemplativas, fomos passear até ás bonitas varandas do tejo, assim também é conhecida Vila Velha de Rodão.
Terra antiga e de natureza prodigiosa, vive à beira rio, bem guardada pelas suas imponentes "portas", um belíssimo monumento natural, onde o Tejo encaixa e estreita, forçando a passagem em direção à sua foz.
Abandonamos a cidade já depois das 08h30 e rumamos ao Cabeço do Infante, para a matinal dose de cafeína, com passagem pela Taberna Seca e Vilares.
No Café Silva, tomámos o cafézinho da manhã, como planeado e seguimos por Santo André das Tojeiras, Vale da Pereira, Bugios, Sarnadinha, Alvaiade, Tavila e Gavião de Rodão até Vila Velha, onde fizemos uma segunda paragem na Bolaria Rodense, para um lanchinho matinal.
Desta vez não resisti ao belo cheirinho do pãozinho com chouriço, ainda quentinho, que degustei com prazer.
Um bom momento de conversa amena, puseram-nos de novo em forma para o regresso à cidade, que fizemos pela N.18 e IP2, com passagem pelo Coxerro e Sarnadas. 
pelas 12h45 estávamos de novo na cidade, após 75 agradáveis kms, pedalados por algumas das bonitas estradas cá do nosso condado.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

domingo, 17 de janeiro de 2016

"Por Cebolais de Cima, Vila Velha de Rodão e Alvaiade"

Tinha planeado ir hoje levar a minha "santa" ao campo.
A coitada anda um pouco stressada, pois já estamos para lá de meados de janeiro e a dita ainda não fez a sua aparição em 2016.
Mais ainda não foi hoje, pois quando cheguei à garagem, voltei a inclinar-me para a minha "ézinha". Não me apetecia sujar o fatinho.
Ainda não fui "aprovado na inspeção", e como tal, vou aguardar mais uns dias até saber os resultados finais. Depois logo se vê!
Mas hoje fui para o asfalto.
Saí de casa pelas 08h15 e com passagem pela variante à Rotunda a Ford, fui até aos Cebolais de Cima, já a pensar no cafézito e pastelito de nata na Pastelaria Dayana.
Saboreei calmamente a "cafeína" enquanto ia mordiscando a pastel. Tinha a manhã por minha conta!
Com a passagem pelos Cebolais de Baixo desci a Alfrívida, onde virei à direita para o Vale de Pousadas.
Cruzei a povoação e já quase no cruzamento com a M.355 parei para apreciar o bonito empreendimento rural vocacionado para o olivoturismo e com um belíssimo restaurante aberto ao público.
Já no alto do Lucriz, junto às barragens, tive que abrandar para deixar passar três belíssimas corsas que cruzaram a estrada. Ali fiquei um bom momento a vêlas desaparecer no horizonte, pois naquele local existe pouca arborização. Valeu a pena sair mais cedo da cama hoje!
Depois de passar junto à Herdade da Coutada, entronquei na N.18 e com passagem pela longa reta do Coxerro, cheguei a Vila Velha de Rodão, hoje sem a habitual visita à Bolaria Rodense, por se encontrar fechada aos domingos.
Seguiu-se a longa subida à Tavila, depois de cruzar o Gavião de Rodão.
Um pouco mais à frente, em Alvaiade e já no IP.2, foi seguir em pedalada ritmada e descontraida até à cidade, onde entrei pelas 11h15, após 73 kms bem agradáveis e relaxantes, numa manhã fria e em alguns momentos, com uma ou outra nuvem algo ameaçadora de chuva.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 16 de janeiro de 2016

"Pelo nosso interior quase desconhecido"

Hoje, resolvi ir dar uma voltinha por cantos e recantos, servidos por belas estradinhas panorâmicas e cruzar algumas das nossas bonitas aldeolas cá do nosso bonito interior.
Abandonei a cidade pelas 08h15 e rumei às Quintas de Valverde, seguindo a estreita e bonita estradinha que faz a ligação ao Juncal do Campo.
Cruzei a aldeia, pela sua rua principal em sentido descendente, estreita e curvilínia, e no entroncamento com a N.112 segui até à ponte sobre a Ribeira do Tripeiro, onde fleti à esquerda para o Chão da Vã.
Passei pela aldeia e segui até à Aldeia de Camões, onde fleti à esquerda, cruzando a ponte sobre a Ribeira de Camões seguindo pela espetacular estradinha panorâmica até ás proximidades de Sarzedas.
Subi à vila e desci para o Casal das Águas de Verão onde tencionava tomar a matinal dose de cafeína no Café "O Pinta", mas este estava ainda fechado.
Voltei à estrada e segui para santo André das Tojeiras, onde tomei o cafézinho da manhã.
Com passagem por mais um belo "naco" de estrada, com uma panorâmica espetacular, segui ara o Outeiro e, mais à frente, parei no Vale da Sertã para dar dois dedos de conversa com um simpático ansião, que me tirou umas dúvidas sobre uns caminhos onde pretendo passar mais tarde numa ligação que pretendo efetuar em btt.
 Foi bastante proveitosa e bem animada a conversa com aquela simpática pessoa, que até me convidou para um "copito", que até recusei, vá-se lá a saber porquê! Mas nesta altura do campeonato, ando-me a "dopar" com produtos farmacêuticos e a fazer uma "carrada" de exames e tenho de ir declinando um pouco este tipo de convites. 
Passei pela Lomba Chã e fui até à Nave, onde encontrei o meu amigo e ex-colega António Santos, onde parei para mais uns minutos de conversa, declinando outro convite para um "copito".
Segui depois para S. Domingos, onde entronquei na N.233, que segui até à cidade, com passagem pela Taberna Seca.
pelas 11h45, estava na cidade, após 75 kms pedalados de forma descontraída e em plena comunhão com a natureza, visitando alguns dos meus cantinhos preferidos.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC