sexta-feira, 30 de outubro de 2015

"Uma "santa" volta vadia"

Hoje deu para me levantar cedo.
Eram 06h30 quando abandonei o vale dos lençóis e me preparei para ir passear a minha "santa", a solo e em modo vadio, como tanto gosto.
Já há algum tempo que não me atrevia a trilhar vales e cabeços em solitário, recordando alguns cantos e recantos onde já há bastante tempo não passava e quiçá, encontrar outros cantinhos para dar umas agradáveis pedaladas.
Abandonei a cidade ainda antes das 07h30 e tomei o rumo a Alcains, via Atacanha e Santa Apolónia.
Cruzei a vila e logo depois a N.18 e andei entretido nalguns carreirinhos, rumo a uma velha passagem sobre o rio Ocreza. Um velho e estreito pontão meio escondido entre os salgueiros que ladeia o rio.
Passei o rio e já nas proximidades da Póvoa de Rio de Moinhos, fui até à "Flôr do Outeiro" tomar o cafézinho martinal e degustar o delicioso pastelito de nata.
A manhã estava por minha conta, o stress já não me afeta com a mesma intensidade que em tempos idos e a paixão por uma voltinha de bicicleta ainda me faz vibrar um pouco, por isso, a tranquilidade e a contemplação da natureza, não carecem da minha parte qualquer tipo de esforço. acontecem de forma natural!
Já bem aconchegadindo entrei no estradão que segue em direção à rabaça e umas centenas de metros antes, virei à direita para Caféde.
Cruzei a aldeia, ainda meio adormecida e fui até às três toneladas, cuja conhecida dificuldade ultrapassei hoje de forma calma e descontraída, seguindo depois em direção a Tinalhas.
Não entrei na povoação e deambulei por cabeços e vales rumo ao Sobral do Campo, acabando por fletir à direita e virar o azimute à marateca, que daquele local tinha uma vista magnífica, um pouco prejudicada pela falta de brilho que o sol teimava em não ofrecer nesta bela manhã para pedalar.
O céu mantinha-se cinzento, com uma ou outra nuvem mais ameaçadora, acabando por ser ameaças vãs.
Resolvi seguir de novo em direção à Póvoa de Rio de Moinhos, voltando a cruzar o Rio Ocreza, mais a montante da vez anterior pedalando em bonitos estradões rumo à A.23, que cruzei numa passagem inferior e passndo a N.18, fui até ao Monte da Ordinha, onde virei de novo para Alcains.
Voltei a passar por Santa Apolónia e pela Atacanha, para chegar à cidade, pelas 12h15, com a "barriguinha" cheia de belos trilhos e singelas veredas.
Como o David Vila Boa tinha a loja aberta àquela hora, lá o consegui desencaminhar para me acompanhar numa bebida e dois dedos de conversa na pastelaria do João carteiro.
Uma voltinha vadia de vez em quando, faz-me ver "a coisa" noutra perspectiva, descarrega-me o stress, carrega baterias e acabo por lá deixar um ou outro pensamento dúbio, que por vezes me tolda a "mona" e baralha o pensamento.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC  

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

"Só para matar o vício"

Com o tempo instável, com previsão de aguaceiros a partir do meio da manhã, acabei por ir passear a minha "ézinha", na agradável companhia do Jorge Palma.
Abandonamos a cidade pouco depois das 08h30 e fomos tomar o cafézinho matinal à "Flôr d Outeiro", na Póvoa de Rio de Moinhos, onde chegamos após passagem por Caféde.
Depois deste pequeno repasto com o cafézinho e o bolinho, combinamos ir até Tinalhas pela estradinha panorâmica da Barragem e depois seguir para o Sobral do Campo, onde fletiriamos à direita para o Louriçal do Campo.
Mas, absortos na amena conversa que mantivemos durante todo o percurso, falhámos o cruzamento para Tinalhas e quando demos or ela, já íamos quase a chegar à Lardosa.
O espírito lúdico tem destas coisas!
Olhando em frente a escuridão das nuvens que cobriam a Serra da Gardunha eram deveras ameaçadoras, pelo que resolvemos virar de imediato o rumo à cidade. Ainda bem que não tomamos o rumo ao Sobral, senão a molha era certa.
Cruzamos a Lardosa e quase a meio do percurso entre esta aldeia e os Escalos de Cima, encontramos o Filipe Salvado e um outro companheiro, cujo nome não recordo, que também davam a sua voltinha de lazer.
Depois dos cumprimentos e dois dedos de conversa, seguimos para os Escalos de Cima e depois Escalos de Baixo para efetuar os últimos kms que nos separavam da cidade.
Chegamos ainda cedinho e alongamos a "abaladiça" no café do João carteiro, na Rotunda da Racha, onde calmamente bebericamos uma bebida, a que se nos juntou o David Vila Boa e por ali nos mantivemos durante algum tempo.
51 kms foram suficientes para matar o vício e pôr a conversa em dia, sem que a chuva nos apoquentasse, apesar da ameaça nos últimos kms.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

domingo, 25 de outubro de 2015

Ciclocross pelo Vale de Prande"

Hoje foi dia de ir passear a "manhosa", a que apresentei a "jamis" do meu companheiro de aventura, o Jorge Palma.
A manhã de hoje, estava assim reservada para uma volta descontraida de ciclocross.
O ponto de encontro foi o de sempre, na Rotunda da Racha pelas 08h00 e ali decidimos ir dar uma voltinha até ao Vale de Prande.
Abandonamos a cidade pelo Parque de campismo e com passagem pela Tapada das Figueiras e Quintas de Valverde, aproximamo-nos de Tinalhas, cruzando a M.550 junto ao santuário da Rainha Santa Isabel, por onde descemos ao Vale de Prande.
Contornamos o Vale e subimos de novo até à M.550 entrando na aldeia com paragem no Café Ginja, junto à igreja matriz, para o cafézinho matinal. 
Saimos da aldeia pelas traseiras da escola primária e ziguezagueamos por alguns trilhos bem catitas, descendo à Póvoa de Rio de Moinhos, onde tomamos o rumo a Caféde.
Não entramos na aldeia e cruzamos o rio Ocreza pelas passadouras da Rabaça seguindo para Alcains, onde entramos no asfalto até à Atacanha.
Entramos na cidade pouco depois das 11h30, após 55 kms pedalados numa manhã tranquila, sem chuva e com um clima bastante agradável.
Como quase sempre a abaladiça é a despedida e desta vez, foi no café do João carteiro, na Racha, com uma mini jola e um belo salgadinho de carne, uma especialidade da casa.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 24 de outubro de 2015

"Póvoa Rio Moinhos, Marateca e Atalaia do Campo"

Depois de uma semaninha para debelar o stress do quotidiano, nada melhor que uma voltinha descontraída com a minha "ézinha" para manter o rabinho calejado e a mente sã.
Saí de casa já depois das 08h00 e pela Milhã, fiz-me à estrada em direção à Póvoa de Rio de Moinhos, com passagem por Caféde.
parei na pastelaria "Flôr do Outeiro" e ali tomei a matinal dose de cafeína acompanhada com o respetivo pastelito de nata, calmamente, tentando antecipar a hora a que começaria a chover, pois o céu indicava que a chuva estava eminente.
À saída ainda me encontrei com o Rui e a Sandra Tapadas e um outro companheiro que não reconheci. 
Por escassos minutos não tive companhia para o cafézito!
Passeio o paredão da barragem , entrei na N.18 e ums centenas de metros mais à frente fleti à esquerda, agora com o rumo virado à Soalheira.
Cruzei a aldeia e segui para a Atalaia do Campo, pela estação, seguindo depois a estradinha panorâmica para as Zebras, onde entrei na M.558 em direção à Lardosa.
Depois de ladear a estação ferroviária, segui para os Escalos de Cima e depois Escalos de Baixo, já de regresso à cidade, onde cheguei pelas 11h15, com as primeiras pinguitas a querer molhar o asfalto.
Gostei do passeio de hoje, entretido com os meus pensamentos e planificações, que culminou após 75 kms pedalados numa manhã ameaçadora, mas que me deixou chegar a casa ainda enxutinho.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

"Ciclocross até Monforte da Beira"

Depois de tubelizar as rodas da minha Canic, resolvi hoje dar uma voltinha para testar a coisa.
Resolvi ir até Monforte da Beira tomar o cafézinho no café do "Joaquim Padeiro".
Acompanharam-me o Ruben Cruz e o Jorge Varetas.
Logo pela manhã, atrasei-me uns minutos relativamente à hora combinada, pois o pneu traseira da "manhosa" não queria vedar e durante o trajeto ainda me pôs a "bombar" um bom par de vezes.
Abandonamos a cidade pelo Quinteiro e depois de passarmos junto ao cabeço de São Martinho e pelo Vedulho de Cima descemos ao asfalto.
Voltamos aos trilhos para a passagem pelo Monte do Cagavaio e descemos ao Rio Ponsul pelas traseiras da lixeira nova.
Depois de cruzar a ponte velha sobre o rio, fletimos à esquerda e sempre por estradão somos até ao Monte Grande, ladeando o Rio Ponsul até às malhadas do Monte Escrivão.
Ladeamos a barragem do Monte Grande e seguimos para Monforte da beira pelo Monte do Grilo (Barata).
Fizemos a paragem planeada no café do "Joaquim Padeiro" e depois de cruzarmos a aldeia, saímos em direção à Serra, que subimos até às proximidades das minas para descermos depois por uma quelha até ao limite do olival.
Tomámos depois o rumo ao Monte do Caldeireiro, mas com novas aramadas e portões fechados a cadeado, resolvemos regressar por asfalto, tanto mais que a hora da "bucha" já vinha ao nosso encontro.
Chegamos à cidade pelas 12h45 depois de 62 kms pedalados num percurso misto e na agradável companhia do Ruben e do Jorge.
Obg malta pela companhia!
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

"Ao encontro do Pelotão Cavaca"

Sabendo que a malta da Covilhã e arredores, que forma o Pelotão Cavaca, vinha hoje até ao "meu território", com passagem por S. Vicente da Beira, resolvi ir ao seu encontro.
Acompanhou-me o Jorge Palma e resolvemos ir tomar o cafézinho matinal a S. Vicente.
Abandonamos a cidade pouco depois das 08h00 e rumamos ao Juncal do Campo, com passagem pelas Quintas de Valverde.
Seguimos depois por Freixial do Campo e Tinalhas sempre em andamento calmo e descontraído, aproveitando para por a conversa em dia.
Já em S. Vicente paramos na Pastelaria Amoroso para a matinal dose de cafeína e por ali estivemos entretidos na conversa, aguardando a chegada do Pelotão Cavaca.
Como já por ali estavamos há algum tempo, resolvemos ir ao seu encontro, que se deu logo a seguir, no Casal da Fraga.
A malta acabou por para também na Pastelaria Amoroso para o cafézinho e nós também paramos, aproveitando para cumprimentar a rapaziada.
Acompanhamos aquela irrequieta malta, no bom sentido, até Alcains, onde nos despedimos, rumando à cidade por Escalos de Cima e Escalos de Baixo.
Este ano já fiz alguns kms com aquele grupo serrano, onde a alegria está sempre presente.
Com alguns dos seus elementos mais aguerridos e outros mais conservadores, não há animosidade, nem bate-kom's de gema, ou mesmo da treta, quando se pedala em grupo, simplesmente cada um desfruta à sua maneira, sem querer sempre mostrar que é melhor que o vizinho! E há harmonia, uma palavra em desuso nalguns quadrantes do condado.
Foi um prazer pedalar na companhia deste animado grupo e estarei atento a outras oportunidades.
No final, eu e o Jorge completamos 75 agradáveis kms, numa boa, sem stress e em modo outonal.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC