quarta-feira, 30 de setembro de 2015

"Para descontrair."

Hoje até não tinha planeado andar de bicicleta, mas um sms do Jorge Palma ontem à tarde, alterou-me os planos e mandou o descanso à "fava"!
Não costumo abdicar de uma voltinha de bike em boa companhia.
E como sei que com o Jorge, o andamento é controlado, aceitei o convite. Hoje não era dia para andar atrás dos "pontas de lança"!
Saímos da Racha pelas 08h00 e combinamos ir tomar café à Pastelaria Flôr do Outeiro, na Póvoa de Rio de Moinhos.
Passamos pelos Escalos de baixo e Escalos de Cima onde tomamos o rumo a Alcains, seguindo depois para a Póvoa.
Na relaxante esplanada e sob uma fantástica manhã solarenga, bebericamos o cafézinho, comemos o habitual bolinho, no meu caso, o habitual pastelito de nata e por ali estivemos entretidos na conversa, sem stress, nem pressa alguma.
De volta à bicicleta, demos uma passagem pela bonita barragem da Marateca e seguimos para o apeadeiro da Soalheira, para gozarmos com a passagem pela panorâmica estradinha que segue para a Atalaia do Campo.
Cruzamos a aldeia pela por uma das suas ruas empedradas e fomos até às Zebras por outra panorâmica estrada, virando depois à direita para a Lardosa, com passagem pelo Vale da Torre.
Ladeamos a estação da Lardosa e rumamos aos Escalos de Cima e de novo pelos Escalos de Baixo seguimos para a cidade, onde entramos ainda a tempo de uma relaxada abaladiça, na esplanada da Racha.
 Acabamos por ter a companhia do João Valente, que também tinha ir dados umas pedaladas, do David Vila Boa, que hoje tinha a loja aberta e do Marco.
Depois de um par de mini jolas e já com a horita do almoço a adiantar-se um pouco, demos por terminado o nosso passeio de hoje.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

terça-feira, 29 de setembro de 2015

"Pelo parque eólico do pinhal interior."

Hoje resolvi pôr a minha "ézinha" a ranger, pelas serranias do Parque Eólico do Pinhal Interior.
Levantei-me cedo, dei uma espreitadela pela janela da cozinha para ver como estava o tempo e depois de tomada a primeira refeição do dia, fiz-me à estrada.
Resolvi ir até à central de Transformação do Parque Eólico do Pinhal Interior com passagem pela Lisga e Isna.
Abandonei a cidade pelas 07h30 e pela Milhã segui pelo Salgueiro do Campo até ao final da reta da Esteveira, onde fleti à esquerda para o Vale Ferradas, Grade e Vale Maria Dona.
Cheguei à Azenha de Cima e depois da pequena subida, virei à dereita e desci ao Pomar para enfrentar a longuíssima subida às eólicas com passagem pela Lisga.
Uma duríssima subida sempre nos dois dígitos, apenas com um descanso antes da Lisga, para chegar aos 18% já quase no final da aldeia e à chegada à capela, transformando-se anda mais penoso pelo fato de ser empedrado.
Depois da passagem pela aldeia, há ainda uma longa distância até culminar a subida, junto à central elétrica.
Depois foi gozar a descida até à Isna, uma bonita aldeia cá do nosso belo interior.
Continuei pelo Vale da Cuba e desci à Barragem das Corgas, onde parei um pouco para apreciar aquela média bacia hidrográfica e criar peito para a segunda e também bastante longa subida até à Central de Transformação.
Nova paragem para apreciar aquela brutal panorâmica e alimentar-me um pouco.
Desci à Castanheira e com passagem pelo Souto e Casa Nova, cheguei à Sobreira Formosa, onde virei à esquerda e segui pela já bem conhecida estrada, rumo a Castelo Branco.
Passei pela Froia e parei na Catraia para comer algo mais sólido e tomar um cafézinho, seguindo depois para a Catraia Cimeira, Monte Gordo, Vale d'Agua, Sarzedas, Cabeço do Infante, Vilares e Taberna Seca, onde cheguei depois da última dificuldade do dia, com a subida desde a ponte do Rio Ocreza.
Cheguei à cidade pelas 13h15, com 116 durinhos kms, pedalados pelas bonitas e panorâmicas estradinhas do pinhal interior, cruzando castiças aldeias e vencendo um bom par de dificuldades montanhosas entre paisagens únicas.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

domingo, 27 de setembro de 2015

"Ciclocross pelo Freixial do Campo e Caféde"

Hoje depois de ter tomado a primeira refeição do dia ainda estava um pouco indeciso se haveria de ir passear a "ézinha" pelas estradas cá do nosso condado, se passear a "canic" pelos cabeços e vales cá do nosso cantinho.
Ganhou a "canic". Já "cavalgando a dita", resolvi ir ter com a rapaziada das "Tílias", mas maneirinha a escolher trilhos e eu queria exercitar as pernas e não o "lombo".
Ali encontrei o Orlando e o Pedro Pereira e foi com eles que fui hoje passear a "canic" pelos trilhos do Freixial do Campo, onde chegamos depois da passagem pelas Quintas de Valverde e Vales da Garzinda e Mindinho.
No Freixial, ainda tentamos ir acordar o Tó Bispo, mas apesar da algazarra e de tocarmos duas vezes à campainha, não fomos capaz de o acordar . . .estava ferrado ao colchão!
Seguimos para Caféde pela Nave Redonda, descemos as Três Toneladas cruzamos o Vale Coelheiro, antes de chegarmos a Café da Ti Matilde, já em Caféde, onde tomamos o cafézinho matinal.
Já temperadinhos descemos à Rabaça onde cruzamos o Rio Ocreza e fomos até Alcains entrando na estrada de Santa Apolónia já em direção à cidade, onde chegamos pelas 11h00, com 51 kms pedalados numa bonita manhã solarenga.
A abaladiça foi na esplanada da Racha e depois dum par de mini jolas e dois dedos de conversa, regressamos a casa.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 26 de setembro de 2015

"Monforte da Beira - Feira Sabores d'Aldeia"

Hoje, na companhia do Álvaro Lourenço e António Leandro, fomos até Monforte da Beira, dar uma espreitadela na Feira dos Sabores d'Aldeia - Festa da Bica e do Azeite.
Abandonamos a cidade pelas 08h00 e rumamos a Olêdo, com passagem por Escalos de Baixo, Escalos de Cima e S.Gens.
Cruzamos a aldeia e seguimos para Idanha a Nova, descendo à Sra da Graça, onde paramos no café local para a matinal dose de cafeína, (café) que segundo reza a história, é originária da Etiópia (planta) e que tomamos calmamente sentados na esplanada, dando dois dedos de conversa.
Voltamos a montar as "finórias" e rumamos agora ao Ladoeiro, que cruzamos entrando na estrada panorâmica que nos levou até Monforte da Beira.
O ambiente já era de festa quando ali chegamos com as barracas de produtos já montadas e a maioria já em atividade.
Depois de uma breve passagem, paramos no adro da igreja onde estacionamos os nossos veículos sem motor e fomos buscar um bom bocado de chouriço (paio) na barraquinha da Ilda de Malpica do Tejo e uma bela Bica de Azeite na Barraquinha da aldeia (Monforte).
Depois de se conseguir um canivete emprestado, fomos buscar umas imperiais e mesmo ali, bem sentadinhos numa das mesas ali colocadas, degustamos aqueles dois belos sabores d'Aldeia. E que bem que souberam.
Por ai estivemos algum tempo, em conversa amena e na pratica da degustação, até que devolvemos a navalhita e demos por terminada a visita aquele certame de sabores d'aldeia.
A sopinha ali cozinhada mesmo ao nosso lado nas saudosas panelas de ferro, que algumas recordações me trazem, já estava quase pronta, mas já não esperamos, senão seria uma longa manhã gastronómica.

Antes de abandonarmos a povoação fomos ainda até ao Café do Joaquim Padeiro para mais um cafézinho, que nos foi gentilmente oferecido e regressamos à cidade depois deste bonito passeio lúdico/gastronómico.

Depois do esforço dispendido nas subidas dos Enfestos de do "Puerto de los Gitanos", houve que recuperar, com uma paragem na "Ministra", para nos refrescarmos com uma bjeca, ao jeito de "abaladiça", depois de concluidos os 87 kms deste nosso porreirinho passeio de hoje, enriquecido por uma bela manhã solarenga e o saboroso petisco dos Sabores d'Aldeia.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

"Nisa"

Nada melhor do que começar o Outono com um bom par de pedaladas.
Aproveitando a disponibilidade do Jorge Palma, resolvemos ir hoje até Nisa, montando as nossas "finórias".
Abandonamos a cidade pelas 08h00 e rumamos a Vila Velha de Rodão, com passagem por Sarnadas, Alvaiade, Tavila e Gavião de Rodão.
Na esplanada da bolaria, tomamos a matina dose de cafeína, acompanhada do respetivo pastelito de nata, no meu caso, pois o Jorge não liga a pequenices e escolhe sempre algo que se veja!
Passamos o Rio Tejo e com um olhar de soslaio sobre as imponentes Portas de Rodão, demos início à subida do dia para descermos depois até à Ribeira de Nisa e nova subida até Nisa, onde voltamos a parar na esplanada do jardim.
Depois de uma bebida fresca e dois dedos de conversa, encetamos o regresso à cidade, agora em sentido inverso até Vila Velha de Rodão, onde seguimos pela N.18 até Sarnadas, com passagem pelo Coxerro e Amarelos.
Já na IP2, foi um instantinho enquanto chegamos à cidade, com tempo ainda para uma "abaladiça" na pastelaria junto ao Elefante Azul, após 100 kms pedalados numa bela manhã solarenga e um bom início de Outono.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

domingo, 20 de setembro de 2015

"A estreia da Canic"

O ciclocross é uma das minhas antigas paixões, agora repescada com a entrada desta nova "Canic", uma boa aposta da Ktm, que a "vestiu" com todos os ingredientes para a prática deste bonito desporto, que no meu caso, lhe dou apenas uso na vertente lúdica.
Como o meu companheiro da fininha de pneu cardado se encontra ausente neste fim de semana, pensei inicialmente ir dar uma voltinha a solo para me habituar a tão singela montada.
Mas acabei por decidir ir em busca de companheiros para desfrutar desta bela manhã de verão.
Fui então fazer uma visita á rapaziada que se junta nas "Tílias" para um passeio calmo e descontraído, pois a "montada" de hoje não gosta muito de radicalismos.
Juntei-me assim ao Juca, Tó Bispo, Alfredo Martins, Nuno Barata e Pedro Pereira e fomos dar uma volta de Btt, acabando eu por assumir e delinear o trajeto.
Abandonamos a cidade rumo a Alcains e pelo Vale Capitão, Quinta da Ordinha, Folha da Lardosa, Fonte Caiada, Vale do Asno e Seixeira chegamos às proximidades da Lardosa, onde não entramos, reservando essa parte para o regresso.
Cruzamos a linha férrea e pelo Vale Feito e Monte das Areias seguimos até ao Apeadeiro da Soalheira, ladeando a linha pelo Marco Alto e cruzando-a mais à frente para seguirmos para a Soalheira, pela Ponte da Godinha.
Já na Soalheira, paramos no café junto ao largo na entrada sul depois do cafézinho da praxe seguimos para o Curral das Figueiras, Rosmaninheira e Vale do Mota, onde entramos na estrada que vem do Louriçal do Campo, que seguimos durante umas centenas de metros, fletindo depois à direita para o Monte da Granja, onde desta vez viramos à esquerda para nos acercarmos da margem da Barragem da Marateca.
Pedalamos umas boas centenas de metros sempre junto à água, desfrutando daquela espetacular panorâmica, até que chegamos à passagem sobre um dos braços da barragem, da estrada que vai entroncar na N.18.
Fomos seguidamente até à Lardosa e aqui fizemos a segunda paragem do dia, para beber uma bjeca no "Tá-se Bem". 
Já recompostos fizemos os últimos kms até à cidade, com passagem de novo pelo Monte da Ordinha e Alcains.
Entrei na cidade pelas 12h45, com 75 kms pedalados numa bonita manhã de verão e desfrutando do companheirismo da malta que hoje acompanhei nestas primeiras pedaladas com a "canic".
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC