domingo, 28 de setembro de 2014

"Hoje fomos a Monforte da Beira"

Com a chuva a amolecer os trilhos, as "Docas" começaram a encher.
Quero com isto dizer, que a malta gosta mesmo é de sujar o fatinho e, foi isso mesmo que hoje fomos fazer até Monforte da Beira . . . sujar o fatinho pelos belos trilhos de montado que antecedem aquela típica aldeia beirã.
Para que tal acontecesse, compareceram hoje, além de mim, o João Afonso, Abílio Fidalgo, Álvaro Lourenço, João Caetano, Nuno Dias, Nuno Eusébio, Nuno Maia e Pedro Roxo.
O percurso de hoje ultrapassava os 60 kms e como tal, para que a hora de chegada coincidisse com a habitual de almoço, era necessário aumentar um pouco a "lenga - lenga" do costume.
Alguns contratempos contribuíram para atrasar um pouco a coisa, mas tudo correu dentro da normalidade.
Abandonámos a cidade pelas 08h15 em direção à Srª. de Mércules, onde entrámos nos trilhos.
Passámos pelo Forninho do Bispo e num sobe e desce rompe pernas, subimos ao VG do Alcaide para seguidamente nos lançarmos encosta abaixo até ao Monte do Jambum.
Pelo largo estradão, passámos a Ribeira do Cagavaio e depois do Monte da Ponte entrámos na N.10-8, que segue para Malpica do Tejo.
Cruzámos a ponte sobre o Rio Ponsul e virámos à direita subindo o Monte do Pardal, onde fletimos depois à esquerda para o Monte do Picado.
Aqui voltámos ao asfalto, para encurtar um pouco o percurso inicialmente delineado e pela M.554, fomos até ao Monte da Farropa, onde voltámos aos trilhos.
Pela cumeada do Monte da Represa e pelo belo terreno de montado, seguimos até ao Monte do Caldeireiro, que cruzámos até ao antigo estradão agora alcatroado, que liga Malpica do Tejo a Monforte da Beira.
Seguimos depois para a Malhada e descemos à Cachaça, continuando até às Morteiras, que contornámos, para entrar na zona dos olivais da serra de Monforte.
Subimos a serra por uma quelha onde a pedra roliça, algo molhada e com uma inclinação a puxar pelo "arfanço", deu luta até ao cruzamento para a Mina da Tinta, situada na crista dos Galeguinhos, não muito longe do castelo.
Descemos a Monforte da Beira pela encosta dos olivais e fomos até ao Café do "Joaquim Padeiro", onde tomámos o cafezinho da praxe.
Hoje o tempo era curto e a paragem foi pouco longa.
Saímos da aldeia em direção ao Monte do Barata e à entrada do eucaliptal, virámos à direita para o Monte Grande, passando junto à margem esquerda da barragem. Uma bonita imagem!
Esta barragem é servida pelo ribeiro do Vidigal e foi este ribeiro que ladeámos até à Malhada do Sordo, sempre em boa velocidade, para ganhar algum tempo.
Mas alguns contratempos foram-nos criando alguns atrasos.
O Nuno Dias, começou com um furo lento na roda da frente e de vez em quando era necessário parar para meter ar.
Depois foi a roda de trás e à passagem pelo Monte do Barata, o pneu da frente acabou mesmo por sofrer um rasgão, tendo sido necessário algum improviso para que pudesse continuar. Vivam os "zip ties"!!!
O João Afonso à passagem pelo Monte da Represa foi fazer um xixizinho e só alguns kms mais à frente é que se lembrou que tinha esquecido da "pochete" no local. Enfim . . . tudo faz parte destas pequenas aventuras e acabam mesmo por as enriquecer!
Depois da Malhada do Sordo seguimos o estradão que ladeia o Rio Ponsul, com passagem pelas Malhadas da Várzea até à sua antiga ponte medieval.
A partir daqui, o grupo separou-se e eu, o João Caetano, Pedro Roxo, Nuno Eusébio e Nuno Maia, voltámos aos trilhos, pelo percurso delineado e os restantes seguiram por alcatrão até à cidade.
Subimos pelo Monte do Clérigo até à lixeira nova e cruzamos a estrada para o eucaliptal, voltando de novo ao asfalto e, um pouco mais à frente, entrarmos de novo nos trilhos para o Vedulho de Cima.
Ladeámos o Monte de S. Martinho e entrámos na cidade pelo Quinteiro.
Despedi-me da rapaziada que me acompanhou, pois iam para o outro lado da cidade e regressei a casa, donde saíra umas horas antes.
Uma bela manhã de btt com um excelente grupo de amigos, partilhando trilhos e convivendo em alegre cavaqueira, pelos bonitos terrenos de montado até Monforte da Beira e regresso.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

"Manhã descontraida"

Hoje resolvi ir de novo ao encontro da rapaziada do "Pelotão Cavaca", que hoje "estendia o seu território" até à Aldeia da Mata.
Depois de estudar o plano do passeio que o amigo Cavaca sempre coloca à disposição de toda a gente, quer no seu blog, quer através do facebook, saí ao seu encontro, pelas 08h15, entrando no percurso ao contrário, desde os Escalos de Baixo.
Continuei por Escalos de Cima e Lardosa e vim a encontrá-los após o cruzamento para o Louriçal do Campo.
Depois dos cumprimentos da praxe, seguimos juntos, de novo pela Lardosa e alto da Lousa, entrando na aldeia, em direção à Mata.
Aqui aproveitámos para tomar o cafezinho matinal e onde alguns não resistiram em "assaltar" a carrinha da padeira que ali se encontrava parada.
Os belos bolinhos eram deveras chamativos e houve quem não resistisse!!!
Sempre em conversa amena, ora com um ora com outro companheiro, lá fomos conquistando quilómetros.
Voltei a passar os Escalos de Baixo e nos Escalos de Cima, seguimos para Alcains, onde me despedi da rapaziada que regressava á Covilhã.
Foi agradável a companhia destes amigos e verificar como se mantém unidos com o passa do tempo. Um exemplo para que muito contribui o amigo e voluntarioso Cavaca e que a maioria da malta reconhece.
Como não sou um grande fã da N.18, sempre que posso e tenho alternativa, passo ao lado. E foi o que fiz.
Continuei o meu passeio de hoje, com passagem ainda por Cafede e terminando com 83 kms pedalados na excelente companhia dos amigos covilhanenses, numa bela manhã para a prática desta salutar modalidade.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC 

domingo, 21 de setembro de 2014

"Mais duas desmamadas"

Hoje foi dia de desmame para duas belas Canyon's, a do Nuno Maia e a do Rui Salgueiro.
Pelas 08h00, nas Docas, apareci eu, o Nuno Maia, o Rui Salgueiro e o Vasco Soares e logo ali, no Café Sical, tomámos o cafezinho matinal.
Por ali apareceram também o Rui Pina, o João "carteiro" e outro companheiro, que não sei o nome, que iam dar uma volta de btt com os filhos. Um bonito momento.
Apenas experimentadas, as novas Canyon, foram hoje ao encontro do seu primeiro desafio e mostrar, se realmente estão dentro da expetativa dos seus felizes proprietários.
Nada melhor do que ir até ao quintal experimentar. É quase que um campo de treino para novas bikes. Há um bocadinho de tudo, assim o dono esteja à altura do desafio!
Abandonamos a cidade pela piscina praia e depois de passarmos o parque auto do Jumbo, seguimos para a Talagueira, fletindo depois para o Baixo da Maria.
Descemos à Canabichosa e aí estava a primeira subida, digna desse nome, em direção às Benquerenças, onde não entrámos, seguindo para o Vale das Ferrarias.
Depois de um par de passagens catitas e um belo par de singles, cruzámos a Ribeira dos Fetos Reais, por um dos seus velhos pontões de pedra de xisto.
Seguimos para o Monte Baixo, uma velha aldeia abandonada, mesmo ali às portas das Benquerenças de Baixo e subimos ao VG do Canto Redondo, em direção à Azinheira, uma outra abandonada aldeia, também nas imediações de Benquerenças.
Continuámos pelo estradão que ladeia a A23 e mais à frente passámos o IP2 para a M553.
Passada a ponte sobre a via férrea, entrámos no estradão que segue para as Olelas, para enfrentarmos a segunda boa subida do dia.
A manhã, bem convidativa para uma boa betêtada, mantinha a malta animada e com vontade de trilhar por aí, pois os caminhos estão no ponto.
Entrámos nos Cebolais de Cima e parámos na pastelaria junto às bombas para nos refrescarmos com uma bebida fresca, pois o sol, estava bem quentinho!
Tomamos o rumo ao Cabeção e numa bela descida, chegamos à cumeada da Varzea das canas, para onde descemos em boa velocidade.
Depois de passarmos o Ribeiro do Barco, tivemos que ultrapassar a última boa subida e também a mais longa, que nos levou até aos Maxiais.
Já estávamos praticamente à porta de casa e passado o Monte do Rei, entramos na cidade pelo Valongo, com uma última paragem no Café Por do Sol, para uma rápida abaladiça, em jeito de comemoração das duas mais recentes bikes a "malhar trilhos" cá do burgo.
51 kms foram suficientes para atestar as boas prestações daquelas belas e "carbónicas" hard trail's made in germany, um luxo que a Canyon pôs no mercado, com umas bonitas linhas e cores simples, que não ferem o olhar e estão sempre na moda. Haja unhas!!!
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 20 de setembro de 2014

"Encontros Beirões"

Durante toda a semana o tempo manteve-se instável e pouco propício a umas voltinhas de bike.
Houve uma ou outra aberta, de manhã ou à tarde, mas para mim, ir até ali à esquina e voltar não me satisfaz. Por isso, esperei pelo fim de semana e pela sempre agradável companhia da rapaziada que regularmente se junta na Rotunda da Racha, para um bom par de pedaladas, independentemente da quilometragem.
Compareceram hoje, além de mim, o Jorge Palma, António Leandro, Nuno Eusébio, Pedro Roxo e Álvaro Lourenço.
A partir de Alcains, o grupo engrossou com a presença do José Luís, que veio ao nosso encontro.
Sabendo que o pelotão do amigo Cavaca, iria hoje transpor a Gardunha e "pisar o nosso território", resolvi fazer-lhe uma surpresa e ir ao seu encontro com a rapaziada.
Fomos até Alcains e entrámos na N.18 pela variante à vila, seguindo sempre por esta estrada até encontramos o grupo que, tanto quanto sabia, apenas mudava de direção na Lardosa, em direção à Orca.
Viemos a encontrá-los logo a seguir ao cruzamento norte da Soalheira e já todos juntos fomos até à Orca.
Conversei um pouco com o Cavaca e com o Guilhermino, elementos do núcleo duro daquele "pelotão", pois a restante rapaziada, apenas a conhecia dos posts do blog Cavaca e facebook.
Mas de certeza que vamos partilhar mais kms!
É bom ver a malta unida num só e único objetivo . . . pedalar e divertir-se, partilhar e conviver com amizade, alegria e companheirismo. É isso que fica e que marca a diferença. Isto sim . . . é uma conquista que não está ao alcance de qualquer um. Tudo o resto é como a neblina. Desaparece logo que o sol começa a brilhar!
Feitas as despedidas, logo após a chegada à Orca, tomámos o cafezinho no café logo ali à entrada.
havia rapaziada que tinha compromissos e por isso não foi possível acompanhar o grupo até à Aldeia de Santa Margarida.
Fomos seguidamente até S. Miguel D'Ácha, descemos a S. Gens e subimos aos Escalos de Cima.
O Nuno Eusébio, que ia almoçar à Póvoa de Rio de Moinhos, acompanhou o Zé Luís que regressava à Lardosa, e nós, continuámos em direção  cidade, onde chegámos pelas 12h00, com passagem ainda por Escalos de Baixo.
A paragem habitual no Café Lusitano, não foi esquecida e depois da mini tertúlia e "abaladiça" regressámos a casa, com 87 divertidos kms na companhia de amigos, num encontro de beirões . . . os do lado de lá da Gardunha e os do lado de cá.
Foi um prazer e ficou o apontamento para algumas aventuras em conjunto. O tempo o dirá!!!
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC