terça-feira, 29 de abril de 2014

"Uma volta pelas Martianas"

Hoje estava mesmo uma daquelas manhãs, convidativas para um bom par de pedaladas.
Optei pela minha "ézinha", em detrimento da "santa", ou do "trambolho" e fiz-me ao asfalto.
Levantei-me pelas 07h30, tomei calmamente a primeira refeição da manhã e abandonei a cidade em direção aos Escalos de Baixo, para uma voltinha circular, com passagem pelas Martianas, onde já não ia há algum tempo.
Cruzei os Escalos de Cima e continuei para S. Gens, para a primeira pequena dificuldade do dia, com a subida a S. Miguel D'Acha, onde pretendia tomar o cafezinho matinal.
Parei na padaria/pastelaria na saída norte da aldeia e ali estive feito estátua ao balcão, à espera que o "cavalheiro" resolve-se atender-me.
Quando é a esposa, a coisa melhora um pouco, mas aquele tipo, não nasceu mesmo para "aquilo".
Já tinha dito para mim mesmo que nunca mais ali parava, mas . . . enfim!!!
Hoje foi o empurrãozinho para a derradeira decisão. Como costumo dizer . . . a uns pago, a outros, dou o dinheiro! Acabei por me ir embora sem tomar o café.
Segui em direção à Aldeia de Santa Margarida, pensar no cafezinho e, quando entrei na povoação, segui até ao café existente na rua principal, onde já muitas vezes parei. Mais uma desilusão. Já se encontrava fechado.
Não quis voltar atrás continuei para as Martianas. Ao passar na aldeia, reparei que o café estava aberto, mas não quis parar, optando por parar na Orca.
Parei então no café junto à rotunda da Orca e finalmente, consegui a minha dose matinal de cafeína. E que bem que me soube!
Quando fui pagar, só tinha uma nota de 20€. O dono do café disse logo . . . Eh pá, não tenho troco!
Então agora como é!!! Deixe ficar . . . vá-se lá embora, paga para a outra vez! ´"C'um catano . . . isto hoje não estava lá a correr muito bem com a malguinha do café. Mas tudo bem! Lá tenho que passar por ali brevemente para pagar a dívida!
Meio arreliado, segui até às Zebras, onde virei o azimute às Atalaias, continuando para a Soalheira, desta vez sem a paragem no café das bombas.
No cruzamento do Louriçal segui pela estrada da barragem, que entronca na N.18.
E, pela N.18 continuei até à cidade, pois queria chegar a horas de tomar o banhinho retemperador, almoçar e refastelar-me pachorrentamente no sofá, para ver a terceira etapa da Volta à Turquia, hoje com uma boa chegada em alto.
Uma bonita manhã primaveril, 94 kms de bike e umas bonitas paisagens, ajudaram a preencher o meu dia de hoje.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

domingo, 27 de abril de 2014

"Retorno à Primavera"

Hoje foi dia de Btt.
Pelas 08h fui até às Docas, onde alguma malta se costuma juntar para umas pedaladas campestres.
Quando cheguei ao café Sical, apenas o Filipe Salvado estava presente.
Entretanto chegaram o Vasco Soares e o Pedro Roxo e logo a seguir o Nuno Eusébio e o Luís Lourenço.
Um pouco mais tarde juntaram-se o Pedro Antunes e o Abílio Fidalgo.
Decidimos ir pedalar nos trilhos utilizados para a meia maratona de Alcains no passado dia 13 do corrente mês.
Saímos em direção à Milhã por asfalto e já na estrada que segue para Cafede, entrámos nos trilhos para passarmos pelo alto da Tapada das Figueiras, cruzando depois a estrada para o Monte da Massana, onde viemos a entrar no percurso da meia maratona.
Entrámos no pinhal que limita o Monte do Rouxinol e descemos às Tabuinhas, onde cruzámos o rio Ocreza, pela ponte, para subirmos seguidamente ao Couto.
Ladeámos a Casa do Pregado e antes de descermos para a Barroca do Sapateiro, o Fidalgo teve que abandonar o grupo por avaria no cepo da sua bike.
Tinha ficado com o cepo preso e como não é muito adepto das fixies, regressou a casa por asfalto, que veio a apanhar junto à Quinta de Valverde.
Subimos ao alto do Mouco e serpenteámos pelo Vale Escudeiro e Vale da Garzinda e depois de passarmos o Moinho Velho de Valverde e a Lameira do Velho, subimos ao VG de Santa Catarina.
Voltámos a descer, agora para a Nave Redonda e depois de cruzar o ribeiro, subimos para a entrada de um dos belos momentos do percurso. Uma excelente vereda, onde a rapaziada de Alcains se esmerou para recriar um velho carreirinho já há alguns anos abandonado, por ter sido absorvido pelo mato e pinhal, tornando-se inciclável. O Cadavai ficou mais rico!
Aquele bonito trilho, que desemboca na descida, conhecida da malta das bikes como as três toneladas.
Seguimos depois o estradão para Caféde e parámos no Café da Ti Matilde, para nos refrescarmos com um par de mini bjecas.
Dali, seguimos para as passadouras da Rabaça, que desta vez não foi preciso saltitar, pois a mesma rapaziada construiu um pontão em madeira, o que facilita bastante aquela travessia, enquanto durar.
Cruzámos depois o Monte Fidalgo, apesar e não me dar muito bem com aqueles corpulentos animais, de cabeça cornuda e viemos a passar sob a A23, para rumarmos à Atacanha.
Junto à Quinta dos Carvalhos, eu e o Filipe, despedimo-nos da rapaziada que seguia por asfalto para outra zona da cidade, uns por para ali residirem e outros para darem uma lavagem às bikes, que hoje apanharam um bom banhinho de lama.
Foi uma manhã divertida, que culminou com 47 kms de bons trilhos e boa diversão, hoje enriquecidos por um belo dia de primavera.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sexta-feira, 25 de abril de 2014

"Monsanto, aldeia histórica de Portugal"

Apesar da reunião da malta ter sido na Rotunda da Racha, hoje foi dia de resposta a um convite efetuado pelo Nuno Maia, para uma volta até Monsanto, a aldeia mais portuguesa de Portugal.
Por isso, detentora do galo de prata, troféu cuja réplica que ainda hoje, permanece no cimo da Torre de Lucano, um dos seus mais conhecidos monumentos.
Nove companheiros, responderam à chamada, eu, o Jorge Palma, Nuno Maia, Vasco Soares, João Valente, Rui Salgueiro, Nuno Eusébio, Luís Lourenço e Chris Chapman, um simpático inglês, que veio de Proença-a-Nova partilhar connosco este agradável passeio asfáltico.
Depois de um compasso de espera por alguém que pudesse vir mais atrasado, iniciámos a volta de hoje, rumo ao Ladoeiro, com passagem por Escalos de Baixo.
Parámos no Café do Valente para o cafezinho da manhã e seguimos para Alcafozes via Sra da Graça, onde mudámos de direção, agora para a barragem de Idanha, passando pelo cruzamento.
À entrada para Alcafozes, na rotunda de acesso, virámos o azimute para Medelim e, no alto, após a passagem pelo cruzamento de Idanha-a-Velha, virámos à direita para e estradinha panorâmica que nos levou a Monsanto, com passagem pelo Carroqueiro e Eugénia, onde demos início à subida àquela bonita povoação.
Parámos no miradouro, onde pudemos apreciar uma fantástica paisagem, a perder de vista e onde tirámos a foto de grupo, para mais tarde recordar.
Descemos à Relva e seguimos para Medelim, continuando para Proença-a-Velha, onde a malta sempre sofre um pouco com a passagem pelo seu terrível empedrado.
À saída da aldeia, tomámos o rumo a S. Miguel D'Acha e descemos a S. Gens, com o ritmo a aumentar substancialmente até Castelo Branco. Apenas abrandou um pouco à passagem pelos Escalos de Cima, para reagrupar. "O cheiro a comida tem lá porras!!!"
Chegámos à cidade com o badalo da torre do relógio a malhar nas 13h e com 112 kms pedalados num grupo animado e bem disposto.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quinta-feira, 24 de abril de 2014

"Até ao Vale da Ribeira do Alvito"

Ontem à noite, ainda dei uma espreitadela pela meteorologia, que apontava chuva fraca para hoje.
Como já não gosto muito de "molhar o fatinho", fui-me deitar a pensar que de manhã estaria a chover ou o piso molhado.
Hoje de manhã, quando me levantei, pelas 07h30, fui encostar o nariz á janela e deparei-me com uma bonita manhã, com poucas nuvens e com poucos indícios de chuva.
Resolvi então ir dar umas pedaladas asfálticas, escolhendo o bonito Vale da Ribeira do Alvito, como zona a visitar.
Já com a primeira refeição do dia tomada e com a licra vestida, peguei na minha "ézinha" e fiz-me à estrada.
Deixei a cidade pela Milhã, rumando ao Salgueiro do Campo e, após ter passado a reta da esteveira, virei à esquerda, seguindo por Vale Ferradas, Grade e Vale de Maria Dona, até chegar à Azenha de Cima, onde pretendia tomar o cafezinho matinal no café/mercearia ali existente.
Quando cheguei à porta do estabelecimento, tive que dar meia volta, pois este encontra-se encerrado e parece que não torna a abrir, baseando-me no papel colocado na porta, "Vamos fechar".

Tomei então o rumo ao Pomar e subi ao Sesmo, continuando pelo Sesminho e Mó, chegando pouco depois ao Alvito.
Esta é uma secção onde adoro pedalar. pela peculiaridade das aldeias que "ornamentam" a estrada e pela bonita panorâmica criada pelo Vale da Ribeira do Alvito, que apreciei até ao alto, já no cruzamento para a Catraia Cimeira, onde vim a parar, nas bombas de combustível, não para atestar a bike, mas para a matinal dose de cafeína.
Agora um pouco mais liberto do incomodativo vento que me dificultou a progressão até ali, acabei por ficar ameaçado pela chuva, pois entretanto o céu encheu-se de nuvens ameaçadoras, que de vez em quando me borrifavam com umas pinguitas, à laia de aviso, para regressar rápido a casa.
Agora com o vento a favorecer um pouco, nalgumas seções do percurso, segui pelo Monte Gordo, Vale D'Àgua, Sarzedas, Cabeço do Infante Vilares de Cima e Taberna Seca, chegando a casa pelas 12h00 e com 90 kms pedalados, um pouco antes do S. Pedro começar a aliviar a água contida nas ameaçadoras nuvens, que me seguiram na segunda metade do meu passeio de hoje.
Obrigado S. Pedro, por me deixares chegar a casa enxutinho.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

terça-feira, 22 de abril de 2014

"Mourelo e Tripeiro"

Hoje foi mais um dia de passeata a solo, com a minha "ézinha".
Saí da cidade pelas 08h30 e rumei aos Escalos de Cima, com passagem pelos Escalos de Baixo.
O friozinho parece que voltou e a chuva também parece andar à espreita. A primavera tarda em assentar e proporcionar-nos, pelo menos a nós cicloturistas, alguma continuidade nas temperaturas amenas e dias solarengos.
No alto da Lousa, tomei a N.18-7 em direção à Lardosa, hoje em ritmo mais calmo e descontraído apreciando parte da bonita cordilheira onde se encontra inserida a Serra da Gardunha.
Com uma rápida passagem pela N.18, entre a Rotunda da Lardosa e o cruzamento para o Louriçal, rumei a esta aldeia cruzando um pequeno braço da albufeira da Marateca, hoje com as suas águas um pouco "braviscas" derivado ao vento, que até a mim me incomodava um pouco, mas não impedia de desfrutar de toda a panorâmica que me envolvia, agora favorecida pelas bonitas cores primaveris.
Atravessei o Louriçal do Campo e segui pela estrada panorâmica que segue para S. Vicente da Beira, pelas faldas da encosta sul da Serra da Gardunha.
Em S. Vicente da beira parei na Pastelaria Amoroso para tomar o cafezinho da manhã, mas desta vez abdiquei do bolinho, pois não havia nenhum que me agradasse, optando pelas bolachinhas "low cost" que levava no bolso traseiro do jersey.
Já saciado e morto o vício da cafeína matinal, continuei o meu passeio passando pelo Casal da Fraga em direção aos Pereiros, onde logo a seguir, virei o azimute à castiça e quase abandonada Aldeia de Mourelo.
De estradinha ondulante e curvilínea continuei pedalando até chegar á vista da bonita Aldeia do Tripeiro, parando cá no alto para apreciar aquela bonita paisagem da aldeia cravada naquele pequeno promontório e ladeada pela ribeira a que deu o nome. 
Quando por ali passo, tenho sempre de fazer esta paragem e apreciar aquele belo recanto.
Subi depois ao Sobral do Campo e continuei por Tinalhas, Freixal e Juncal, até ao alto do Salgueiro, onde tomei o azimute à cidade.
Pelas 12h20 tinha já arrumado a minha "ézinha", que comigo partilhou estes gratificantes 91 kms e, pensava já no retemperador banhinho e no almocinho, para repor calorias.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles
AC 

segunda-feira, 21 de abril de 2014

"Passeio pascal"

Domingo de Páscoa é dia de estar com a família, mas também de partilhar alguns momentos com os amigos.
A manhã, apesar da previsão meteorológica indicar aguaceiros, resolvi juntar-me ao Luís Lourenço, Paulo Jalles, António Leandro, Jorge Palma, Nuno Eusébio e Paulo Neto para uma descontraída manhã passeando as nossas "meninas" numa voltinha curta e abrangente, relativamente á amizade e camaradagem.
Regra geral, a malta que por aqui se junta é divertida e fala pelos cotovelos. Mesmo pedalando, há sempre tempo para umas larachas e conversetas sobre os mais diversos temas, onde a bicicleta é rainha.
Como hoje era dia de chegar bem cedo, fomos até à Soalheira beber o cafezinho matinal.
Abandonámos a cidade pela zona da Milhã e rumámos a Cafede, onde virámos para a estreita estradinha panorâmica para a Póvoa de Rio de Moinhos.
Seguimos depois pela estrada que segue para a Lardosa, com passagem pelo paredão da Barragem da Marateca, bela como sempre.
Na rotunda que dá acesso á Lardosa, seguimos apenas algumas centenas de metros pela N.18, e virámos de novo em direção à Marateca, pela estrada de ligação ao Louriçal do Campo e, sensivelmente ao meio do percurso, virámos à direita, para outra estrada panorâmica que nos levou até à Soalheira, pela zona das quintarolas.
Cruzámos a aldeia e parámos no bar das bombas de combustível para a habitual pequena tertúlia da manhã, com o cafezinho e as barras, energéticas ou não, a ocuparem parte do tempo, entre dois dedos de conversa.
Dali, resolvemos encurtar a volta e regressar à cidade pela N.18, ontem com pouco tráfego, chegando à cidade pelas 11h00, com 60 kms pedalados numa bonita manhã pascal e na companhia de bons amigos.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC