segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

"Vale do Gamão"

Hoje, era suposto ser um dia para descansar, após uma sexta, sábado e domingo de atividade cicloturista.
Um telefonema do Carlos Sales, alterou esta situação.
Não poderia recusar um convite para dar umas pedaladas com o amigo Carlos, o meu companheiro das "voltas vadias", agora a voltar à atividade cicloturista, após uns largos meses de ausência forçada.
Combinámos juntar-nos na Pastelaria "A Ministra", na Carapalha, onde tomei o cafezinho da manhã.
Eram 09h00. Entretanto chega o Micaelo, que tinha ido levar o filho à escola e fez-nos companhia, tomando café connosco e dando também ele dois dedos de conversa.
Saímos então para os trilhos, abandonando a cidade pelo Valongo, rumando às casetas dos Maxiais e Cebolais.
Cruzámos a M.553 e subimos às Olelas, pela sua vertente mais suave, para descermos ao Retaxo, que cruzámos em direção ao Pavilhão Gimnodesportivo, onde voltámos a entrar nos trilhos.
Embrenhamo-nos pelo Vale do Gamão, onde desenhámos várias figuras, seguindo trilhos, mais ou menos enlameados e que a chuva desta noite, complicou mais um pouco.
Fomos até à Represa do Retaxo, onde parámos um pouco para nos alimentarmos, enquanto caíam alguns chuviscos.
Rumámos seguidamente à Portela da Vila e atravessámos a IP2 em direção aos Amarelos, parando na padaria local, com intenção de degustar um dos seus famosos panikes de chocolate.
Nada feito. Àquela hora, 11h15, os bolos já tinham saído para a distribuição.
Mas . . . uma das pasteleiras, lá nos informou que nos conseguia arranjar umas fatias de torta de chocolate. Eureka!!! Boa notícia! Saem duas para a mesa do canto.
Ainda quentinhas, foram uma delícia, fazendo-me esquecer o panike de chocolate.
Saímos dos Amarelos e com passagem pelo Vale do Pinto, contornámos o Restaurante do Ramalhete.
Mas já íamos aconchegadinhos com a fatia da torta e já não parámos.
Encostámos ao IP2 e pelo estradão, fomos até ao Baixo da Maria, que cruzámos para a Talagueira, por onde entrámos na cidade.
Depois de atravessar o lago da piscina praia e o parque de estacionamento, despedi-me do Carlos, pois a ele ficava-lhe mais perto pela direita e eu pela esquerda. É que a chuvinha já estava a engrossar e o fatinho da água tinha ficado em casa.
Mais uma excelente manhã de pedaladas, hoje na companhia do amigo Carlos, que culminou com uns 48 kms, numa esplêndida manhã de duas faces, ora solarenga, ora chuvosa. Apreciámos as duas!
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

domingo, 23 de fevereiro de 2014

"Uma betêtada, daquelas que a malta gosta!"

Hoje foi o Luís Lourenço a conduzir a rapaziada, o tal da "vela encharcada", e que hoje, já com velas novas, e se calhar, também com os platinados mudados, levou a rapaziada para uma série de trilhos bem catitas e também com muito "cócó . . . sem odor", mas que a malta gosta e dá pica!
Só as "Marias" é que ficam um pouco irritadas, quando nos vêm chegar a casa com o fatinho de côr diferente, daquela com que saímos logo pela manhã.
Pelas 08h, compareceram nas Docas onze companheiros, com vontade de dar umas pedaladas de btt e sem receio das previsões meteorológicas, que apontavam alguma chuva para hoje.
Eu, Vasco Soares, Abílio Fidalgo, João Afonso, Álvaro Martins, Luís Lourenço, Nuno Dias, Nuno Eusébio, Pedro Antunes, Sérgio Marujo, e Sílvio Batista, fomos os protagonistas desta bela manhã de Btt.
Saímos da cidade em direção à Caseta dos Maxiais e com passagem pelo Monte do Rei e Vale das Quedas, cruzámos a M553, para subir seguidamente às Olelas, pela sua faceta mais inclinada.
Descemos à Represa e com passagem junto ao Ramalhete, desta vez nem para lá olhámos, seguimos em direção ao VG do Palheirão, para mais à frente descer à Ribeira da Carapetosa.
A malta ia animada, como sempre, e a manhã solarenga acabou por criar um fenomenal dia de btt, com o contributo do LL, que conduziu a malta por uns trilhitos de encher o olho e transbordar adrenalina.
Subimos à aldeia, que contornámos por umas quelhas engraçadas, para seguirmos para o Vale do Morgado, onde andámos um pouco à nora em busca do trilho certo, mas que derivado ao abandono das velhas hortas, tendem em desaparecer.
Valeu-nos o trilho do javali, que nos levou a uma passagem da ribeira, que tivemos que transpor com as bikes à mão. Não havia alternativa!
Transposta a ribeira e com o caminho logo ali, continuámos para o Vale da Pereira e, após cruzarmos a ribeira do açafal pelo pontão, subimos ao arraial com o mesmo nome, outrora uma referência na zona e agora em completo abandono.
Ali parámos um pouco e tirámos a foto de grupo.
Vindo não e sabe de onde, apareceu por ali um "motoqueiro pastor", que fez questão de nos mostrar algumas das suas acrobacias. Um momento divertido!
Mas o fumo e o cheiro a gasolina mal queimada, que deixava nos trilhos, quase que nos sufocava.
Foi preciso o João Afonso dar-lhe um "raspanete à sargento", quase pondo o homenzinho em sentido.
Nunca mais o ouvimos, nem a ele nem à moto.
Pelo contrário, tivemos que partilhar uma centena de metros com um série de motoqueiros que por ali andavam num passeio dos Bombeiros de Vila Velha de Rodão.
A partir daqui, os trilhos enlameados intensificaram-se um pouco e acabaram por ser o nosso divertimento até ao Retaxo, com algumas peripécias engraçadas.
Passámos nas imediações da Atalaia e voltámos a perder momentaneamente o trilho na passagem da ribeira, cuja passagem se encontrava destruída, tendo que galgar a ribeira. Mas o trilho apareceu, transformando-se num bonito carreirinho.
Depois de cruzarmos a N18, tomámos o rumo à represa de concessão de pesca do Retaxo, com passagem pelo Vale do Feito.
A organização do passeio TT tinha naquele local o abastecimento do passeio, com uma boa aderência de participantes.
Abandonámos o local, tomando o rumo ao Vale do Gamão, a nossa porta de entrada no Retaxo, onde chegámos pela Fonte Seca.
Parámos na Taberna, uma "baiúca" à antiga e pequenina, onde a malta não cabia toda, tendo a maioria que vir beber a bjeca e o branquinho cá para fora.
Já não subimos às Olelas, rodeando-a para a Tapada da Serra, onde entrámos no asfalto, que seguimos até à cidade.
Foi uma fantástica manhã de btt, que culminou com 58 kms percorridos por trilhos catitas e divertidos, na companhia de uma boa mão cheia de amigos, sempre animados e bem dispostos.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 22 de fevereiro de 2014

"Voltinha rolante"

Hoje, foi dia de voltinha asfáltica.
Pouco antes das 08h, peguei na minha "ézinha", juntei-me ao Leandro, Álvaro e João Afonso, que me aguardavam á porta da garagem, e fomos ter com o resto da rapaziada à rotunda da Racha.
Apareceram ainda o Jorge Palma, Nuno Maia, Vasco Soares, Luís Lourenço e Nuno Eusébio.
Abandonámos a cidade em direção a Cafede, com a manhã bastante cinzenta e a ameaçar chuva.
À saída de Cafede, virámos à esquerda para a estradinha panorâmica para a Póvoa de Rio de Moinhos, continuando para a Barragem da Marateca, sempre linda, quer faça sol, quer faça chuva.
E, foi mesmo com chuvisco que por lá passámos.
Contornámos a rotunda da Lardosa, onde nos cruzámos com a malta da Covilhã, liderada pelo amigo Cavaca e seguimos para o Louriçal, onde não entrámos, virando o azimute à Soalheira, com paragem quase obrigatória nas bombas locais, para o cafezinho da manhã.
Aquela chuvinha, tipo "molha parvos", mantinha-se e a malta já estava a pensar que a iria gramar até ao final.
Depois do cafezinho tomado, tomámos o rumo às Atalaias, continuando pelas Zebras, Vale da Torre e Lardosa, já com o chuvisco a abandonar-nos e o sol a querer romper.
Passámos ainda por Escalos de Baixo e Escalos de Cima, para na reta do Lanço Grande, virarmos à esquerda, para a nossa estreia da nova estradinha e antigo estradão, que contorna a nova pista de aviação e vai entroncar na que vem da Fonte Santa.
À entrada da cidade, resolvemos ir fazer uma visitinha ao Fidalgo, pois estávamos perto.
Humm, mas alguém o deve ter avisado e ele deu à sola. Não estava em casa. Que ausência conveniente . . . éramos nove. eh eh eh!!!
Chegámos à cidade ainda antes das 12h30 com 83 kms pedalados num belo "grupeto" de malta amiga, onde a diversão e o companheirismo, são a "atração principal" nestas voltas.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

"Ingarnal"

Hoje, na sempre agradável companhia do Vasco Soares, fomos até ao Ingarnal, uma pitoresca aldeia, cravada quase no cume do Cabeço do Zibreiro, na abas da Serra da Gardunha.
O ponto de encontro foi, como é hábito, na Rotunda da Racha e, com o ponteiro horário já a abandonar as 9h, saímos em direção a Almaceda, passando pelo Salgueiro do Campo e Lameirinha.
  
Entrámos em Almaceda pelo terrivel piso empedrado e parámos na padaria local, também pastelaria, para a matinal dose de cafeína.
Desta vez, troquei o pastelito de nata por uma cremosa bola de Berlim, sendo acompanhado pelo Vasco após alguma indecisão. Como me parece ser um pouco mais virado para o chocolate, umas lindas fatias de bolo com aquela bonita cor aveludada, estavam a baralhar-lhe os neurónios. Mas no final, acho que ficou satisfeito com a decisão, pois as bolinhas de berlim, estavam divinais!!!
Atenção!!! Não me "divorciei" daqueles deliciosos bolinhos, que se assemelham a "malguinhas" . . . os pasteis de nata . . . apenas já não havia!
Comemos o bolinho, bebericámos o café calmamente e saímos da pastelaria, de peito feito, para enfrentar aqueles kms ascendentes até à Lomba, a cumeada que divide o Ingarnal, da Foz do Giraldo.
Até ao Ingarnal, a pendente não ultrapassou os 11%, com amédia a situar-se nos 5/%,  mas a partir da entrada na aldeia, estes valores alteram-se substancialmente, com a média a situar-se nos 15% e com uma pendente máxima de 18%.
Valores declarados, eventualmente superiores, são com certeza publicidade enganosa, agora muito em voga, nos télélés da moda!!!
A mim, particularmente, custam-me "c'mó catano", mas, "caracoleando", ainda lá vou chegando,
à maldita "Lomba".
A componente paisagística, vista lá do alto é simplesmente fantástica. Obriga-me sempre a uma breve paragem para absorver aquelas paisagens únicas e registá-las com a minha digital.
Já satisfeitos e com as forças um pouco recuperadas, descemos de novo a Almaceda, pois é um lugar de volta atrás, para as asfálticas" e regressámos à cidade.
No regresso, o ritmo foi um pouco mais animado, pois a hora de almoço não vinha ao nosso encontro e teríamos que ser nós a chegar a horas da segunda refeição do dia, e isso, aconteceu!
Pelas 13h chegámos à cidade, com 81 kms percorridos pelas bonitas estradas cá do nosso condado e com a visita a uma linda e acolhedora aldeia, agora um pouco abandonada . . . O Ingarnal!
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos ou fora deles.
AC