terça-feira, 30 de julho de 2013

"Passeio pelas Martianas"

Hoje, juntei-me ao Jorge Palma, Nuno Maia, José Luís, Paulo Jalles e António Leandro para mais um passeio velocipédico.
Saímos da Rotunda da Racha pelas 08h e rumámos a S. Miguel d'Acha, com passagem por Escalos de Baixo, Escalos de Cima e S. Gens.
Parámos na Pastelaria do costume para a matinal dose de cafeína acompanhada do meu já useiro e vezeiro pastelito de nata.
Seguimos depois para a Aldeia de Santa Margarida em direção às Martianas e Orca, onde virámos à direita para as Zebras.
Não entrámos na aldeia e seguimos para as Atalaias (do Campo e Póvoa) já com o azimute virado às Bombas da Soalheira para uma bebida fresca e dois dedos de conversa.
Já retemperadinhos fomos até ao Louriçal do Campo, onde atestámos os bidons na Fonte da Ditadura e pela bonita estradinha panorâmica, outrora estradão que ligava o Louriçal ao Sobral do Campo, seguimos para Tinalhas.
Desta vez não descemos à Póvoa e continuámos até ao Freixial e Juncal do Campo, pedalando seguidamente por mais um estradão alcatroado que contorna as hortas e as Quintas de Valverde até às proximidades da Ponte de Cafede, como é conhecida e que cruza o Rio Ocreza.
Subimos à Tapada das Figueiras para uma primeira visão sobre a cidade que alcançámos pouco depois após 102 kms pedalados em amena cavaqueira e hoje com um neo quarentão no grupo, o recém chegado aos "entas", José Luís. Mais uma vez parabéns amigo e que continues com esse espirito e disponibilidade, por muitos e muitos anos.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

domingo, 28 de julho de 2013

"Alvito da Beira"

Alvito da Beira
Nesta vila, presumivelmente de origem mourisca, o xisto e as oliveiras são uma constante na paisagem. Pensa-se que tenham sido os árabes a introduzir na região os primeiros olivais, que passaram a dominar a paisagem da região e deram origem a inúmeros lagares de azeite. Os moinhos de água em xisto na Ribeira do Alvito e o Poço das Andorinhas são os principais pontos de interesse na vila.
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Depois de uns dias de banha-pés na bonita Praia Formosa, regressei com vontade de dar umas pedaladas.
Pelas 08h juntei-me ao Jorge Palma, António Leandro, José Luís e Luís Lourenço, na Rotunda da Racha e fomos fazer uma visita à bonita Vila de Alvito da Beira.
Saímos em direção ao Salgueiro do Campo e passada a Reta da Esteveira e á vista da aldeia do Padrão, virámos à esquerda para a Azenha de Cima, com passagem pelo Vale Ferradas, Grade, e Vale Maria Dona.
Na Azenha tomámos o cafezinho da praxe e seguimos para o Alvito da Beira, cruzando as aldeias de Pomar, Sesmo Sesminho e Mó, onde a singularidade das paisagens naquela região me encanta.
Parámos no Bar da Praia Fluvial, um bonito espaço lúdico criado em 2007, onde bebemos umas bebidas frescas e conversámos um pouco, pois a pressa não é benvinda a estes pequenos momentos de convívio.
Subimos depois ao cruzamento para a Catraia Cimeira, onde passámos, continuando por Monte Gordo, Vale d'Água e Sarzedas, parando lá mais á frente, no Cabeço do Infante para mais uma bebida fresca e dois dedos de conversa.
A manhã apresentava-se um pouco fresca e a ameaçar alguma precipitação, mas nada de preocupante. Tínhamos tempo, motivação, momentos divertidos e um pequeno grupo de amigos, logo, o stress estava arredado desta nossa manhã desportiva.
Faltava-nos ultrapassar a última dificuldade pedalante do dia, a subida à Taberna Seca, onde poderíamos  após chegar ao alto, a começar a ter uma visão cada vez mais panorâmica da cidade.
Concluí assim mais uma das minhas manhãs lúdicas, pedalando com amigos e praticando este desporto que adoro.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC


terça-feira, 23 de julho de 2013

"Mourelo e Tripeiro"

Hoje, na companhia dos amigos Nuno Maia, Paulo Jalles, António Leandro e José Luís, fomos fazer uma visita de passagem pelas bonitas e peculiares aldeias do Mourelo e Tripeiro.
Saímos da cidade pelas 08h e fomos ao encontro do Zé Luís, na Lardosa, passando por Escalos de Baixo e Escalos de Cima.
Tomámos o cafezinho matinal no "Tá-se Bem", onde o Zé se nos juntou e seguimos para Louriçal do Campo com passagem pela Barragem da Marateca, um ícone de beleza aquática na região.
Cruzámos o Louriçal pela rua principal com o seu terrível empedrado e subimos ao Casal da Serra, parando na fonte à entrada da aldeia, para arriar um pouco da canseira da "magana" daquela subida.
Bebemos água fresquinha na fonte e depois de atestarmos os bidons, seguimos para S. Vicente da Beira, em cuja descida tenho sempre que parar ou abrandar, para com mais atenção apreciar aquela bela panorâmica até perder de vista e com a Barragem do Pisco a sobressair como uma estampa, naquela magnânima paisagem.
Parámos na pastelaria junto aos bombeiros para nos refrescarmos com umas colas e uns ice teas e eu, como já vem sendo habitual, não abri mão do meu pastelinho de nata.
Uns bons minutos de conversa na esplanada, deram-nos de novo ânimo para continuarmos o nosso passeio de hoje.
Seguimos depois pelo Casal da Fraga e Pereiros, entrando depois na estreita e panorâmica estradinha municipal em direção ao Mourelo, uma pequena aldeia, quase desprovida de habitantes e onde quase sempre me engano, no labirinto das suas estreitas ruelas.
Lá demos com a saída e fomos até à também castiça Aldeia do Tripeiro, cravada numa pequena encosta e banhada pela ribeira com o mesmo nome.
Até ao Sobral do Campo, foi um constante sobe e desce e a partir dali, as dificuldades praticamente desapareceram, para numa pedalada mais fluída, rapidamente chegarmos a Tinalhas.
Descemos à Póvoa de Rio de Moinhos onde nos despedimos do Zé Luís, que seguiu para a Lardosa via Marateca e nós virámos o azimute a Cafede, para cerca das 12h30 entramos na cidade com 89 kms pedalados num bonito e panorâmico circuito.
Manhã quentinha e boa camaradagem, contribuíram para mais um belo dia de pedaladas na companhia de amigos.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC 

domingo, 21 de julho de 2013

"Pelos trilhos da Coutada"

Hoje fui até às Docas, para uma voltinha de btt.
Não fosse as meninas do Nicola a montar a esplanada, os varredores da Câmara e alguns clientes matinais, ou ainda noturnos, aquele espaço cívico estava às moscas. Betêtistas . . . népia!!!
Tomei o cafezinho matinal . . .numa boa . . . e pouco depois apareceu o Zé Luís, com quem tinha combinado no dia anterior uma volta de btt.
Pois bem, lá fomos em direção aos trilhos e aproveitando a companhia do Zé, fui editar uns trilhos ali para a zona da Coutada.
Saímos em direção à Caseta dos Cebolais e subimos às Olelas, hoje com uma cortina nebulosa a barrar-nos a visão sobre a cidade.
Descemos ao Retaxo e com passagem pelo cemitério dos Cebolais, rumámos à Barroca do Fragoso, por uns trilhos bem catitas e com redobrada atenção, pois além de serem em descida algo acentuada, tinha algumas pequenas ratoeiras para por à prova os nossos dotes técnicos
Pouco depois alcançámos a Quinta da Lameira e cruzámos a Barroca do Melro para descer à Macarra por uma pendente de arrepiar. Ainda fiz metade mais o Zé, mas depois os "tintins" começaram a tremer e acabei por descer o resto a penantes. Chiça!!! vai lá, vai!!!
Até Alfrívida foi um instantinho, sempre em boa pedalada por estradão compacto.
Parámos  no Café "O Rato" e bebemos umas cocas para refrescar a cuca, pois o calorzinho já se fazia sentir.
Saímos do café já mais fresquinhos e um pouco mais recompostos, em direção à Vinha do Torão e Vidigueira e pouco depois, estávamos a cruzar a Ribeira dos Tamujais, sequinha nesta altura do ano, pois as suas águas são seguras pela barragem dos Tamujais, ou Coutada, como lhe queiram chamar.
Ladeámos o Vale de Pousadas e fomos até à barragem, hoje com bastantes pescadores de achigã, a tentar a sua sorte, na tentativa de enganar algum micropterus salmoide.
Ladeámos calmamente aquela bonita bacia hidrográfica em toda a sua extensão e subimos à Serrasqueira, uma peculiar aldeia disposta de forma longitudinal, que cruzámos, para subir depois ao VG da Atalaia.
Passada a estrada de acesso à Atalaia, rapidamente nos pusemos em Sarnadas, parando no Café do Canto para beber uma bjeca fresquinha, que também refresca e é mais calórica.
Dali saímos para os Amarelos e Represa, para seguirmos paralelos à IP2 até Castelo Branco.
Pelas 13h já estávamos no Café do Graça, antiga Associação do Valongo de volta de mais uma bjeca fresquinha, pois hoje o calor e o pó já tinha feito algum estrago.
Despedi-me do Zé na Carapalha e fui ver do banhinho retemperador e do belo almocinho.
Uma manhã de btt bem catita na companhia do Zé Luís, que culminou com 74 kms pedalados numa zona rasgada por umas boas dezenas de trilhos e onde hoje pedalei nuns quantos pela primeira vez.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 20 de julho de 2013

"Orvalho, Silvares e Fundão"

A convite do Nuno Maia, fui hoje pedalar por Orvalho, Silvares e Fundão.
Juntou-se-nos o José Luís e, pelas 07h, partimos em direção ao Orvalho.
A manhã apresentava-se fresquinha àquela hora matinal e as pedaladas fluíam com prazer entre conversa desportiva, com o nosso Rui Costa como figura central e algumas larachas, que iam sendo despejadas, aqui ali, sobre este ou aquele tema.
Assim dá gosto pedalar . . . de cabeça levantada!!!
Passámos o Salgueiro do Campo e a tipologia do terreno, favoreceu-nos a pedalada até ao cruzamento para o Chão da Vã, onde excetuando  a reta da Esteveira, foi praticamente sempre a subir até ao alto da Foz do Giraldo.
À passagem pela Lameirinha, um olhar de esguelha, serviu para verificar que àquela hora o café ainda se encontrava fechado e que só no Orvalho, poderíamos beber o cafezinho da praxe, por isso, nada de stress e toca a pedalar!
Apesar da longa subida, a conversa foi sempre uma constante e o trio manteve-se sempre junto.
Descemos às Casas da Zebreira e um pouco mais à frente, parámos na fonte do parque de merendas da Ribeira da Volta, para comer algo e atestar bidons.
Seguimos depois até ao Orvalho, onde parámos novamente, agora para a matinal dose de cafeína.
Já aconchegados com aquele composto cafeínico, continuámos a nossa voltinha de hoje em direção à Barroca, com paragem no Miradouro da Sarnadela para apreciar aquela fantástica paisagem sobre o Rio Zêzere, no seu curvilíneo percurso.
Tirada a foto do grupo, seguimos para Silvares e com passagem por Lavacolhos e Souto da Casa, chegámos ao Fundão onde parámos na pastelaria do costume, para mais uma bebida refrescante e no meu caso, para a degustação do pastelito de nata.
Voltámos a atestar bidons na fonte da curva do Hotel Príncipe da Beira e subimos ao alto da serra, para descermos a Alpedrinha, atestando novamente na fonte junto ao cruzamento para Vale de Prazeres, pois aquela é bem mais fresquinha.
Até à Lardosa rodou-se mais rápido e junto à rotunda, despedimo-nos do amigo José Luís e continuámos até à cidade, onde chegámos pelas 13h15, com 140 kms pedalados num bonito e panorâmico percurso, que já há bastante tempo não fazia.
Boa companhia, boas pedaladas e uma boa envolvente paisagística, valeram bem a pena ter abandonado um pouco mais cedo o "vale dos lençóis."
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quinta-feira, 18 de julho de 2013

"Passeio descontraido e rotineiro cá pelo nosso quintal"

Hoje, apeteceu-me uma voltinha calma e descontraída e sem grandes correrias. Apenas "mexer" as pernas.
Fui ter com a malta do Continente pelas 08h e quando cheguei ao local já lá se encontravam o Tó Pinto e o João Salavessa.
Entretanto chegou o "Ti João" e após um pequeno compasso de espera, fizemo-nos à estrada.
Para não variar muito, foi proposto pelo João irmos beber o cafezinho à Paulinha, nas Bombas da Soalheira.
Saímos em direção ao Salgueiro do Campo, onde virámos à direita para o S. Vicente da Beira.
Passámos pelo Juncal, Freixial do Campo e Tinalhas, sempre em pedalada calma, descontraída e em amena cavaqueira.
Lá no alto depois de passarmos pelo cruzamento do Sobral do Campo, optámos por voltar à direita por uma estradinha panorâmica que faz ligação ao Louriçal do Campo, em vez de continuarmos para S. Vicente da Beira como inicialmente previsto e isto, para aliviar um pouco o acumulado, os kms e as "pernitas" ao "Ti João". Uma decisão sensata, na minha opinião!!!
Não sou a favor de levar este companheiro a pedalar por zonas mais complicadas ou fazer grandes quilometragens, apenas para mostrar que temos um companheiro que, com 83 anos, ainda faz ver a muita gente como se pedala, etc!!!
Há sim, que "poupá-lo" e mentalizá-lo de que tem que se começar a acalmar um pouco mais, sem prescindir das suas pedaladas semanais na companhia dos amigos. São estes que tem que o acompanhar e não ele que tem que os seguir, por vezes com alguns ritmos desajustados, sobretudo quando por ali aparece alguma "lebre".
Passámos pelo Louriçal do Campo e em S. Fiel, virámos o azimute à Soalheira, onde parámos no Café das Bombas, como inicialmente previsto.
Tomámos o cafezinho da praxe e por ali nos entretivemos algum tempo na conversa, sem stress, pois ainda era cedo e tínhamos muito tempo para chegar a casa em tempo útil.
Por sugestão do Tó Pinto, rumámos às Atalaias (Póvoa da Atalaia e Atalaia do Campo) e seguimos até às Zebras, onde tomámos a direção à Lardosa.
Contornámos a aldeia pela estacão para fugir ao empedrado e às obras e seguimos para os Escalos de Cima.
Nos Escalos de Baixo, deixámos o Ti João e continuámos para a cidade, onde chegámos ainda antes das 12h, com 81 kms pedalados numa excelente manhã para "espernear" nos pedais das nossas bikes.
 
Fiquem bem.
Vemo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC 

terça-feira, 16 de julho de 2013

"Voltinha asfáltica pela Marateca e Vale Prazeres"

Hoje, na companhia do Jorge Palma, António Leandro e Vasco Soares, fomos dar uma voltinha com as "fininhas", num percurso circular com passagem pela sempre espetacular Barragem de Santa Águeda e Vale de Prazeres.
Saímos pelas 07h e rumámos a Cafede, onde entrámos na estradinha panorâmica para a Povoa de Rio de Moinhos.
Apesar da pastelaria já estar aberta, não parámos e continuámos em direção à barragem, sempre esplendorosa nas primeiras horas da manhã e ao cair do dia.
Apreciámos aquela imensidão de água inerte e  fomos até à rotunda da Lardosa, que contornámos, para mais à frente voltarmos ao contato com aquela bacia hidrográfica, agora em direção à Soalheira, onde viemos a efetuar a primeira paragem, no café das bombas, para a matinal dose de cafeína.
Seguimos depois para Alpedrinha e a meio da subida, junto à fonte, descemos a Vale de Prazeres, continuando até à Orca, onde o António Leandro atalhou para Castelo Branco, pois tinha compromissos e tinha que estar na cidade a meio da manhã.
Nós continuámos até S. Miguel d'Acha, onde parámos pela segunda vez, agora para a degustação do pastelito de nata, pois então!
Já retemperadinhos, estávamos prontinhos para os derradeiros kms que nos trariam de novo à cidade, onde, após passagem por S. Gens, Escalos de Cima e Escalos de Baixo, chegámos, ainda bem cedo e com tempo suficiente para uma "tertuliazita" na esplanada do Bar Lusitano.
Boas pedaladas, boa camaradagem e uma excelente manhã para este bonito entretenimento, que culminou com 91 kms e nos deixaram mesmo prontinhos para um banhinho retemperador, um almocinho  calórico e quem diria . . . para assistir à fantástica vitória do Rui Costa na etapa do Tour. Força Rui!!! 
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC