terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

"Gaviãozinho"

Dias como o de hoje não se podem desperdiçar com preguicites matinais pelo "vale dos lençois", pois lá dizem os antigos, que deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer . . . mas também dizem . . . olha para o que eu digo e não para o que eu faço!!! Às vezes, também fico um bocadinho preso aos lençois!
Hoje levantei-me todo "catita", pois ao encostar o nariz à janela fiquei satisfeito com o sol radiante, que fazia prever uma bela manhã para um bom par de pedaladas.
Tomei o pequeno almoço nas calmas, fui buscar a bike e aí vai ele estrada fora.
A primeira ideia que me veio à cabeça, foi Vila Velha de Rodão e a sua famosa bolaria.
Saí da cidade pelo Bairro da Carapalha para entrar na variante à Zona Industrial até à rotunda junto às instalações da Ford, onde segui pela Ip2 até Sarnadas.
Aqui saí para a N.18 até Vila Velha de Rodão, com passagem pelo Coxerro.
Parei na Bolaria Rodense e tomei o cafézinho da praxe acompanhado por um ainda quentinho pastel de nata. Maravilha!!!
Subi depois ao Gavião de Rodão e continuei até à Távila, sempre em suave subida e com uma bela panorâmica sobre a zona fabril da vila e o Vale da Açafa.
Passei sob a A23 e entrei em Alvaiade, onde a panorâmica mudou, tornando-se agora mais montanhosa com a Serra do Perdigão e Talhadas a preencherem o horizonte, enquanto pedalava, cruzando ainda a Sarnadinha e descendo ao Rio Ocreza.
Estradinhas panorâmicas e com muito pouco trânsito. Um regalo para um cicloturista como eu, que gosta de pedalar de cabeça levantada e mirar os horizontes.
Subi depois até às "portas" dos Bugios e virei à esquerda para o Gaviãozinho para enfrentar o seu pequeno "col" como alguma rapaziada lhe chama. Curtinho, mas aquece! Tipos como eu, claro . . . pois há aqueles que nem se apercebem de que "aquilo" é uma subida". 15% para mim já me fazem dar um bom par de assopradelas!!!
Parei lá no alto, mesmo à entrada da pequena povoação, para um olhar mais demorado sobre aquela bonita cordilheira montanhosa, que já tive o prazer de a pedalar em Btt, em toda a sua extensão. Desde Vila Velha de Rodão, até à Catraia Cimeira. Tem por lá uns "dói-dóis", mas faz-se. As magnânimas paisagens que se avistam das suas cumeadas, são algo que perduram no tempo.
Depois de comer uma bolachinha e molhar a garganta, segui para a Fonte Longa e desta vez não parei no "Café do Zé" e segui para Santo André das Tojeiras.
Já no cruzamento com a N.233, na Silveira dos Figos, virei o azimute à cidade.
Passei o Cabeço do Infante e Vilares e desci ao Rio Ocreza, para enfrentar a última dificuldade do dia . . . a subida à Taberna Seca.
Até á cidade foi um instante e os 81 kms de hoje foram bastante agradáveis e ao meu gosto. Com o olho posto no que me rodeia e parando, quando e onde me dá na gana, sem correr o risco de estragar o "treino" a um ou outro companheiro mais compenetrado.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles
AC

domingo, 24 de fevereiro de 2013

"Na senda dos Tamujais"

Depois de uma semana atípica, com a chuva a preencher práticamente todos os dias da semana, não tirei "o rabinho da canastra" mantendo-me sempre na espetativa.
Ontem o dia já convidava a umas pedaladas, apesar do vento um pouco forte, mas hoje, esteve um dia maravilhoso para a prática da modalidade.
E a prova disso, foi o lindo "raminho" que se apresentou nas Docas. 17 companheiros prontos para sujar o fatinho por esses trilhos ainda enlameados e pululados de pequenas charcas de água, que nos faz chegar a casa com outras cores, que não aquelas com que de lá saímos, logo pela manhã e ainda, sujeitos aos "raspanetes" das nossas "Marias".
Já passavam uma "mão cheia de minutos" das 08h00, quando iniciámos as nossas pedaladas, hoje em direção à bonita e neo Barragem dos Tamujais, ali às portas dos longos olivais do Vale do Lucriz.
Malta animada e barulhenta, sempre em alegre cavaqueira, foi o mote durante práticamente todo o percurso.
Saímos da cidade pela zona da Talagueira e hoje, por ser domingo, com a malta do costume a "dar banho à minhoca" nas inquinadas àguas da barragem, que recebe os despejos de várias unidades fabris da zona industrial. O peixe por ali de ser alguma espécie de "amorfo", digo eu!!!
Mal por mal, prefiro o bacalhau escamudo!!!
Nesta zona deparámos com outro numeroso grupo, que me pareceu a rapaziada das "Tílias" e adiantámo-nos, por um trilho mais curto em direção ao Baixo da Maria.
Subimos à Santinha e ladeámos o IP2 até à Represa, onde parámos, no Ramalhete, para a cafézada da manhã.
A passagem seguinte foi pelos Amarelos e depois de cruzar o IP2, seguimos pelas traseiras das Bombas das Sarnadas em direção à pequena represa, junto à estrada de ligação aos Cebolais de Baixo.
Passámos pelo estreito pontão e enbrenhámos-nos nos trilhos, entre eucaliptal, até à Foz do Vale e descemos para a Ribeira do Prior, que ladeámos por umas centenas de metros, para cruzá-la depois e subir à cumeada para desfrutar da bela panorâmica sobre a Barragem dos Tamujais.
A malta gostou e registou o momento com as digitais.
A ideia inicial foi aqui um pouco alterada, relativamente aos trilhos a percorrer, para que se pudesse ganhar algum tempo e minimizar um pouco o sofrimento com um  par de subidas que ficaram em standby, para uma outra oportunidade.
Contornámos então parte daquela pequena bacia hidrográfica, até ao paredão, onde a malta se juntou para uma foto de grupo.
Para acelerar um pouco e ganhar algum tempo, seguimos pelo estradão alcatroado pelo Sobral, cruzando os extensos olivais do Vale do Lucriz, passando pelo pequeno povoado e arraial do monte, em direção ao Vale de Pousadas.
Como demorámos um pouco pela barragem, já não entrámos na povoação, seguindo pela Vidigueira em direção à Vinha do Torão, ali mesmo às portas de Alfrívida.
Não entrámos e seguimos para a Quinta da Lameira, para enfrentar a dura subida do Cabeço do Bordalo.
Ultrapassada esta pequena superação, seguimos em direção ao Retaxo, onde tomámos o azimute à Serra das Olelas, que depois descemos por uns carreirinhos já de todos conhecidos até à estrada.
Mais à frente virámos à direita e seguimos pela cumeada do Vale das Quedas até ao Vale da Dona, onde passarmos o Ribeiro do Cinzeiro em direção ao Monte do Rei, que ladeámos, para já com a cidade à vista percorrermos os derradeiros kms e entrarmos na cidade pelo Bairro do Valongo, com 65 kms pedalados numa bela manhã solarenga, apesar de um pouco fria e na companhia de uma boa "ranchada" de amigos.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

"Rota do Leitão"

A convite do João Caetano lá fui até ao Vale Clérigo participar em mais uma Rota do Leitão.
Uma organização informal, de amigos para amigos e que culmina de faca e garfo em volta de um estaladiço bacorito, ou mais, como foi o caso, regado com um categórico néctar de Baco, (que me perdoem os mais conservadores) que até faz andar os coxos e falar os gagos com fluidez. Por outro lado . . . põe os sãos a coxear e a gaguejar.
Saí de Castelo Branco na companhia do Álvaro e do Dário e juntámo-nos à restante rapaziada na estrada para o Peral, numas instalações onde iríamos posteriormente tomar banho.
Regressámos de bike ao Vale Clérigo, onde tomámos o cafézinho matinal e sobre a batuta do Pedro Tavares, o mentor desta manifestação Gastrodesportiva, lá demos início ao passeio.
A chuva começou a cair com mais alguma intensidade, dando indícios de que vinha para ficar, mas nós também . . . e ficámos até final!
Saímos para os trilhos em direção ao Espinho Grande, sempre animados e descemos à Ribeira da Sarzedinha, que cruzámos, subindo depois à abandonada aldeia de Giesteiras Fundeiras.
Passámos pelas Giesteiras Cimeiras e pelo Ripanço, para encostarmos à Ribeira da Froia, no bonito local da Azenha do Marcelino e seguimos quase sempre paralelos à ribeira até à ponte, já na Praia Fluvial.
Subimos à bonita Aldeia das Oliveiras, numa volta circular, voltando ao asfalto, onde eu e mais alguns companheiros optámos por seguir até final, pois a chuva e o estado dos trilhos já me causavam algum mau estar, por estar ensopadinho até a osso e já com a sensação de frio. Foi apenas uma medida preventiva.
Seguimos até à Sobreira Formosa onde seguimos a estrada para as Moitas e Vale Clérigo.
Bons momentos de convívio com as peripécias dos "habituès", com destaque para o sempre alegre José Luís, não com as imitações do momento da nova moda do Gangnam Style, mas à sua moda, a Lama Style. Incorrigível no que toca a companheirismo e animação, este amigo!!!
Depois do banhinho retemperador, seguiu-se o soberbo almoço, servido na castiça adega e onde não faltaram as entradas e o bom convívio. A animação prometia!
Com o "treininho" já terminado de volta dos jarrinhos de branco e tinto, sentámo-nos à mesa.
Não demorou muito a aparição do "dito cujo" tão ansiosamente aguardado!!!
O leitão estava simplesmente divinal. E aquele acompanhamento de batatas no formo e migas de couve, os doces, com destaque para aquela deliciosa tigelada, e aquele fantástico tinto, deixaram-me completamente "fora do contexto".
Um grande obrigado ao Pedro Tavares por esta "luxúria" gastronómica e pelo belo passeio e, ao João Caetano pelo convite.
Um grande grupo de amigos e um evento de eleição, onde a amizade, o companheirismo, o divertimento, o desporto, na sua vertente lúdica e a boa gastronomia, fazem uma excelente simbiose.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 16 de fevereiro de 2013

"Volta Além Tejo"

Hoje era dia de ir tomar o cafézinho matinal a Nisa.
pelas 08h, juntaram-se na Rotunda da Racha o Jorge Palma, o Álvaro, o Leandro, o José Luís, o Vasco e eu.
Saímos da cidade pela zona industrial e em ritmo de passeio, seguimos até Vila Velha de Rodão, com passagem por Sarnadas, Alvaiade, Távila, e Gavião de Rodão.
Se logo à saída, o dia dava indícios de vir a ser solarengo, depressa verificámos que tal não iria acontecer.
O frio tomou conta desta manhã velocipédica e a partir de Sarnadas, tivemos a companhia do nevoeiro, que nos acompanhou quase até Nisa.
Passámos a Ponte sobre o Rio Tejo e aquele belo monumento das Portas de Rodão, mais parecia uma fotografia desfocada a preto e branco.
Iniciámos a subida e pedalada a pedalada, lá chegámos a Nisa, onde tomámos o cafézinho numa das várias pastelarias existentes  na praça principal.
Encetámos o regresso à cidade, com um frio que chegava a ser arrepiante e de novo em Vila Velha de Rodão, seguimos pela N.18, passando pelo Coxerro e Sarnadas, onde entrámos no IP2, seguindo o percurso inverso.
Apesar do frio e das neblinas, esta manhã de asfáltica foi bastante agradável, na companhia de bons amigos e bastante animada, culminando com 100 kms a dar ao pedal e em amena cavaqueira.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles
AC

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Volta pelas Atalaias"

Mais uma vez na companhia do Jorge Palma, lá fomos dar mais uma voltinha com as nossas asfálticas.
Saimos com é habitual durante a semana, pelas 09h, da Rotunda da Racha.
Rumámos a Caféde, onde virámos para a estradinha panorâmica que nos levou até à Povoa de Rio de Moinhos, onde tomámos o cafézinho matinal no café da zona nova.
Seguimos depois em direção à Barragem de Santa Águeda, onde não resisto a um par de clics com a minha digital, neste caso com o telemóvel.
Registado o momento, voltámos às pedaladas rumo ao Louriçal do Campo, onde virámos para a Soalheira.
Subimos à N.18 e mais à frente, na Póvoa da Atalaia, seguimos para a Atalaia do Campo, onde abanámos bem o "cortiço" no terrível empedrado da aldeia, até entrarmos na estradinha para as Zebras.
Com a M.558 reparada à pouco tempo, foi uma maravilha e um instantinho enquanto chegámos ao Vale da Torre, onde parámos no Bar da Junta para colmatar um pouco a secura e comer as bolachinhas que ainda levávamos no bolo da jersey.
Continuámos para a Lardosa e após cruzar a ponte sobre a via férrea tomámos o azimute aos Escalos de Cima e Escalos de Baixo, chegando à cidade um pouco antes das 13h, com 81 kms pedalados numa bonita manhã para a prática desta lúdica modalidade.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

"Voltinha até ao limite"

Alto lá! Não é nada disso que estão a pensar e que o título sugere.
Foi de facto uma voltinha até ao limite . . . mas até ao limite da nossa querida Beira Baixa.
Uns metros mais à frente e estaríamos no Alto Alentejo.
Ao limite também . . . mas do pecado da gula, pois não conseguimos resistir aos bolinhos da Bolaria Rodense, em Vila Velha de Rodão. E foi esta vila, à beira tejo plantada, que fomos hoje visitar, nas nossas habituais pedaladas de asfáltica.
Sei também que ando a tentar desfazer-me duns três quilitos, no mínimo, que me andam a aponquentar e a prejudicar a performance.
Também sei, que disse que me ía dedicar mais um pouco e cortar na "ração", blá, blá, blá, mas . . . se for daqui a um par de dias, também não fará grande diferença. eh eh eh!!!
Posto isto, vamos lá narrar a história do passeio de hoje.
Pelas 09h, juntei-me ao Jorge Palma na Rotunda da Racha e rumámos a Vila Velha de Rodão, pela Ip2 e N.18, com passagem por Sarnadas de Rodão e Coxerro.`
A manhã apresentou-se solarenga, mas algo fria.
À passagem pela Serrasqueira, verificámos que uma densa neblina cobria toda a zona para onde nos dirigíamos e a temperatura desceu substancialmente, alertando-nos que o inverno ainda anda por aí e que a roupinha, por vezes ainda é escassa, apesar das primeiras impressões ao sair de casa.
Levar um corta vento dobrável num dos bolsos da jersey, não pesa muito e de vez em quando até faz jeito.
O frio enregelou-nos de tal maneira, que "o paleio" acabou ali e os óculos passaram a ser um estorvo.
O calorzinho dentro da Bolaria Rodense e os olhares de soslaio sobre todos aqueles bolinhos nos expositores, deram-nos outro ânimo e afastaram de vez aquela sensação de mal estar, dando lugar a uns bons momentos de tertúlia e "o paleio" regressou, enquanto bebericávamos o cafézinho matinal e saboreávamos aquele "naco" de doçaria.
Logo no início do passeio de hoje, as minhas perninhas chamaram-me à atenção para a imprudência de ontem, mas até Vila Velha de Rodão, a coisa até correu bem, fora o frio e o nevoeiro.
A segunda parte, com subida à Távila é que foi mais complicado. As pernitas doíam-me enquanto tentava aguentar a roda do Jorge. Mas a "coisa" aqueceu e normalizou.
A partir de Alvaiade, foi práticamente sempre a rolar pelo IP2 até Castelo Branco, com a derradeira paragem no bar das bombas em Sarnadas, para colmatar a secura.
Chegámos à cidade pelas 12h30, após 65 kms a dar ao pedal e em amena cavaqueira.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

"Paiágua"

Depois de uns dias a "cirandar" pelo norte e com passagem por bonitos locais montanhosos, apeteceu-me hoje, ir pedalar num percurso um pouco mais sinuoso.
Saí de casa pelas 09h e resolvi ir tomar o cafézinho matinal à Paiágua, uma pequena aldeia sitiada num dos vales guardados pela Serra da Pedragueira.
Passei pelo Salgueiro do Campo, Padrão e Lameirinha, para mais à frente virar à esquerda para a Paiágua.
Ali parei, no único café da aldeia, onde me entretive um pouco à conversa com o dono do estabelecimento, curioso por me ver por ali, enquanto bebericava o café.
Subi depois uma terrivel e estreita rua empedrada e escorredia, derivado à relva e musgo acumulados, até à estreita e panorâmica estrada, pela qual segui, passando pela Silvosa e Vinha, duas pequenas aldeolas de gente simpática, que sempre me cumprimentam quando por ali passo, na única ruela da aldeia, estreitinha e empedrada.
Depois de um esforçado sobe e desce com rampas na casa dos dois dígitos, seguiu-se a rainha de todas elas, a subida ao alto da Cardosa, com passagem pelo interior da aldeia. Cheguei lá acima todo dorido.
As últimas calorias acrescentadas em tempo record, não me auxiliaram mesmo nada! Ando mesmo a tentar desfazer-me delas . . . mas a coisa não está fácil! Andam por aqui, pelo menos uns três quilitos a estragar-me a performance!!!
A partir da Cardosa a coisa acalmou substancialmente, acabando mesmo por fazer uma série de kms em boa descida até ao Pé da Serra, com uma bonita panorâmica sobre as serranias circundantes.
Chegado ao Pé da Serra, passei pela Magueija e Azenha de Cima em direção às Sarzedas, onde parei no fontanário à saida, para encher o bidon de água e comer uma bolachinha.
O azimute já estava virado à cidade, com passagem pela Silveira dos Figos, Cabeço do Infante e Vilares de Cima, com a cidade já a mostrar-se lá ao longe.
A descida ao Rio Ocreza foi nas calmas, admirando o rio entre os eucaliptos que ladeiam a estrada e gozando esta bela manhã solarenga. O passeio de hoje já se aproximava do fim, assim com a hora para degustar o almoçinho que já deveria estar na fase inicial de preparação.
Faltava ainda um último "osso para roer", a subida à Taberna Seca.
A musculatura já acusava o esforço anterior, mas aguentou relativamente bem a subida. Depois foi tudo mais fácil até à cidade, onde cheguei pelas 12h45, com 77 kms pedalados em solitário, por bonitos locais cá do nosso bonito interior.
 
Fiqauem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC