quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

"Barragem de Santa Águeda"

Hoje, juntei-me ao Jorge Palma para uma voltinha calma e descontraida.
Marcámos encontro para as 09h na Rotunda da Racha e fomos dar uma voltinha circular, com a intenção de pedalar na bonita estradinha panorâmica que ladeia durante alguns kms a Barragem de Santa Águeda, até Tinalhas.
Rumámos aos Escalos Baixo, Escalos de Cima e no Alto da Lousa, virámos à esquerda para a Lardosa, onde parámos, no "Tá-se Bem" para a matinal dose de cafeína.
Por ali estivemos entretidos na conversa, sobre temas banais, alheando-nos do tempo. Simplesmente absorvendo o momento.
Voltámos de novo às bikes e fomos  até à bonita Bacia Hidrográfica da Barragem de Santa Águeda, vulgo Marateca.
É um gozo pedalar pelo no asfalto daquela recentemente remodelada estrada.
Parámos no paredão para apreciar toda aquela magnitude, onde o azul sobressai dos novos verdes e dos velhos castanhos. O desaparecimento do Outono a dar passagem para a Primavera com a passagem do Inverno, no que toca a coloridos.
Um par de fotos, que nunca são de mais e continuámos as nossas relaxadas pedaladas, agora em direção a Tinalhas.
Não parámos, nem tampouco chegámos a entrar na povoação, descendo de seguida à Póvoa de Rio de Moinhos, onde escolhemos o "simpático" e bonito estradão até Caféde.
Sempre em amena cavaqueira, pondo a conversa em dia, lá encetámos o regresso à cidade.
À passagem pela zona de acesso à Tapada das Figueiras encontrámos o Filipe Salvado, que também ele tinha ido fazer uns kms de manutenção, ao encontro do Marco, que já tinha deixado na Póvoa.
Continuámos os três até Castelo Branco, onde chegámos pouco depois das 12h00, com 58 kms pedalados numa bonita e airosa manhã, ideal para estes pequenos escapes velocipédicos.
 
 
 
 
 
 



 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC
 
 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

"À descoberta da Serra de S. Miguel"

Ontem apeteceu-me ir vadiar com a minha "santa".
Acompanhou-me o amigo Carlos Sales e fomos à descoberta da Serra de S. Miguel, um "caroço" bem redondinho, guardião das castiças aldeias de S. Simão e Pé da Serra,
Das vezes que pedalei naquela zona, sempre tive a curiosidade de ir lá ao topo, onde se encontra a única antena naquela serra e um posto de vigia.
É uma local pejado de bonitos PR,s. Um deles é o espetacular PR5 (À descoberta de S. Miguel) que tem início no Pé da Serra e sobe ao alto da Serra, descendo depois à Vinagra.
Bonito, técnico e com vários miradouros naturais, faz jorrar adrenalina pela serra abaixo.
Pelas 07h30, fui buscar o Carlos a casa e fomos até Vila Velha de Rodão, pela velhinha N.18.
Parámos na Pastelaria Rodense e ali tomámos calmamente o pequeno almoço.
Deslocámo-nos depois para o Cais do Tejo, um bonito local e onde se iniciam os passeios de barco, onde estacionámos a viatura.
Preparámos as bikes e o restante material, sem stress, pois o dia estava por nossa conta. Afinal somos bikers de aventura e são estes pequenos, médios ou grandes passeios, que nos movem . . . pela aventura, pela descoberta, pelo prazer de pedalar calcorreando cabeços e vales, nesta bonita vertente lúdica.
A manhã junto ao rio, apresentava-se com um manto de neblina que cobria toda a zona, criando imagens quase surreais, nos barcos ancorados no rio e na ponte, apenas algumas centenas de metros.
Pelas 08h20 demos início ao nosso passeio, pedalando em direção à Ponte sobre o Tejo.
Pretendia tirar uma foto às espetaculares Portas de Rodão, mas estas nem se viam, nem sequer um recorte.
Fomos andando!
Virámos logo à direita, a seguir à ponte, vencendo uma forte subida paralela à Quinta da Corga até quase à Portela do Atalho.
Chegados à cumeada, deparámo-nos com uma imagem fantástica sobre o vale, enfeitado com as bonitas aldeias do Monte do Pardo e Monte do Arneiro. A neblina já tinha práticamente desaparecido.
Descemos ao vale pela caminho da Horta do Barreiro e por ali ziguezagueámos, cruzando a aldeia do Monte do Arneiro e seguindo em direção aos olivais da Fonte Longa.
Quando chegámos à mata de eucaliptal, deparámo-nos com alguns contratempos, pois o caminho tinha práticamente desparecido e a alternativa, foi um bom par de paredes e 20 metros de corta  mato com a bike às costas, para entrarmos na N.18
Uma pequena correção a fazer na próxima incursão áquela zona.
A partir da N.18 e do cruzamento para o Arneiro, iniciámos a subida ao topo da Serra de S. Miguel.
Longa, com alguma pedra roliça e com zonas onde o meu aparelhómetro indicava 20% de inclinação. Mas estávamos ali para a conquistar e conseguimo-lo.
Consoante íamos ganhando altitute, os nossos olhos íam-se dilatando com a magnitude da panorâmica envolvente. Fantástico!
Culminámos com uma foto junto à placa com o nome da serra, do VG e do posto de vigia.
À passagem por um dos miradouros naturais, ficou-me na retina um single track que desce para a Aldeia da Vinagra. Hoje a minha opção era outra. Descer pela outra secção do single track ao Pé da Serra.
E foi isso que fizémos. Brutal, adrenalínico e escorregadio. Que pica!!! Adorei!!!
Já quase no final, abandonámos o single que seguia para o abandonado Monte Cimeiro ( um local a visitar mais tarde) e contunuámos por outra trialeira para S. Simão.
Entrámos na aldeia com um sorriso de orelha a orelha. Mas depressa se desvaneceu quando entrámos na única tasca da aldeia. Não tinham pão. Lá se foi a ideia duma suculenta sandes de atum. Ficámo-nos por uma mini jola e umas bolachinhas. Havia a opção do bar da Associação dos Amigos da Aldeia, mas já lá não fomos, seguimos em direção à Salavessa.
Voltámos a subir por um bonito trilho pela falda da serra em direção à mata de eucaliptos.
No topo, virámos à direita e gozámos à brava por uma rápida descida ao Vale da Ribeira do Fivenro.
Nos últimos metros da descida, numa zona de elevada inclinação e numa curva apertada, vimo-nos mesmo num aperto, pois o terreno estava bastante deteriorado e já não havia forma de parar as bikes. Que valente susto.
Conseguimos sair dali ilesos e ambos branquinhos como a cal.
Depois de passada a tremideira, iniciámos uma boa subida à Salavessa, uma catita aldeia onde ainda predominam muitas caxas xistosas.
Parámos num café e volta o disco e toca o mesmo. Não havia pão. Chiça!!! Mais uma jola e umas bolachinhas. Lembrei-me daquela malta que costuma levar aquelas sandochas que mais parecem palmilhas. Vou ter que os "plagiar"!!!
A partir dali foi a loucura total. kms de single track quase até final.
Descemos ao Tejo que ladeámos num fantástico single track. (Rota dos Açudes). Adrenalínico e perigoso, mas não havia forma de parar. Aquilo estava a por o sangue a ferver.
Saímos da primeira secção do single nas escarpas das Fisgas do Tejo e seguimos por outro single até ao estradão, que nos conduziu de novo na N.18.
Descemos á ponte, que cruzámos e pouco depois, estávamos de novo junto à viatura, no Cais do Tejo.
Arrumámos as bikes e restante material e fomos até ao Restaurante "Ponte do Enxarrique", onde finalmente nos mandámos a uma suculenta sandes mista, tipo XL, acompanhada duma jola fresquinha.
Tinha chegado ao fim mais uma das minhas voltas vadias. 46 puros e duros kms pela Serra de S. Miguel e imediações, por trilhos e trialeiras fantásticas e com a excelente companhia do amigo Carlos Sales.
Até à cidade foi um instantinho. Deixei o Carlos em casa e ficou no ar, mais uma volta vadia na próxima semana, em dia a combinar, pela nossa vizinha Serra da Gardunha.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC
 
 
 Clip 1




Clip  2

domingo, 27 de janeiro de 2013

"Vale do Ponsul"

Hoje, apesar da previsão de dia chuvoso, como veio a acontecer, fui ter com a rapaziada das Docas.
Ali compareceram o José Luís, o Pedro Antunes, o João Caetano, o Dário Falcão, o João Afonso, o Silvério Correia e eu.
Como o percurso de hoje não contemplava a passagem por aldeias, tomámos ali mesmo, nas Docas, o cafézinho da manhã.
Era minha intenção, para hoje, fazer um "testezito" cá ao "cortiço" depois da "maleita" que me tem apoquentado e arrastei a rapaziada para um percurso um pouco mais "hard". Mas eu sei que eles de vez em quando lá dão uma "refiladelazita", mas no fundo até gostam!
Fomos então até ao Vale do Ponsul, por um percurso um pouco diferente das habituais rotas betêtistas.
Rumámos aos Maxiais, pelo Vale dos Gagos e descemos à Ribeira da Paiteira, que cruzámos e onde sucedeu o primeiro contratempo do dia. O João Caetano fez um pequeno rasgão no pneu traseiro da sua bike.
Resolvemos o problema com um reforço de câmara de ar que eu transportava no camelbag e seguimos viagem.
Os kms seguintes foram um constante sobe e desce, até que descemos à Ribeira da Pipa, com a malta a descarregar adrenalina por ali a baixo.
Uma pequena paragem para reagrupar e tomar fôlego para o par de "paredes" que seguidamente enfrentámos . . . curtinhas mas boas!!!
Descemos ao Vale do Monte do Canafixal e depois de cruzarmos a Barroca da Castanheira, tornámos a enfrentar um trio de duras rampas até à cumeada.
Voltámos a descer, agora para a Borralheira e rápidamente chegámos ao Monte do Chaveiro.
Passámos a Ribeira da Sapateira e após cruzar a N.18-1 entrámos no estradão do Monte da Ponte.
Depois de passar o Pontão da Ribeira do Cagavaio parti a corrente da minha "Santa".
Lá meti um link na corrente e seguimos viagem.
Já antes, tinha sido necessário meter um taco no pneu traseiro da bike do José Luís. Problemas que a malta foi resolvendo, com o João Caetano como mecânico de serviço. Sempre prestável! . Bem haja companheiro!
Pelo estradão, passámos pelos Montes Jambum, Pinares e Sordo e e na cumeada da nova plantação, seguimos em direção a Rio Ponsul, onde chegámos após atravessarmos a Ribeira dos Cágados.
Ali parámos um pouco para comer algo sólido e tirar a foto de grupo.
Subimos à Malhada Velha, onde nos depedimos do Pedro e do Dário, com horário mais apertado e seguimos para a Barragem das Casas, uma pequena bacia hidrográfica, ali no meio de nenhures.
Mas, desta vez ninguém parou para a habitual foto. A lama era tanta, que ninguém queria parar. Foi uma "linda dança" até ao estradão que nos levou à Casa do Estrêlo.
Subimos pela meia encosta por uma curva de nivel e chegados ao estradão principal, lá fomos subindo até ao cruzamento dos estradões que vêm do Montes do Pombal e da Granja.
Descemos um pouco para entrarmos no caminho para as Queijeiras do Monte da Rebouça e passando pela barragem e novos olivais, entrámos finalmente no Recinto da Sra de Mércules.
Já estávamos às portas da cidade.
Pelas 12h30 despedimo-nos, à entrada do Bairro da Boa Esperança, após 45 divertidos e um pouco duros kms de Btt.
As previsões meteorológicas não falharam e o tempo manteve-se chuvoso durante toda a manhã, com aquele aguaceiro que a malta costuma denominar de "molha parvos".
Uma boa molha, o fatinho bem sujinho e a bike . . . bem da bike nem falo. Para retirar toda aquela sujidade vai ter muita mão de obra.
Bons companheiros, muita diversão e uma manhã plena de btt.
Para a rapaziada das digitais, isto hoje não foi lá grande coisa. Não era um bom dia para a foto, ainda assim, lá fomos tentando registar alguns bons momentos.
 
 
 
 



Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC
 
 
 
 
 

sábado, 26 de janeiro de 2013

"Voltinha rural com a asfáltica"

Aceitando o convite do João Afonso, fui até ao local de encontro, a padaria do Montalvão, na Quinta Dr. Beirão.
Camparecemos eu, o João, hoje de "oficial de dia"e o Nuno Maia.
O Paulo Neto encontrámo-lo já à saída do bairro e o José Luís, na outra Padaria de Montalvão.
Saímos em direção à Taberna Seca e subimos aos Vilares, onde encontrámos o Álvaro Martins, que ía ao nosso encontro, por ter feito confusão com o local de concentração.
À passagem por S. Domingos já eramos seis companheiros, curiosos com o que hoje nos esperava, pois havia a promessa de novidades por parte do João Afonso.
E, de fato, a volta de hoje foi uma novidade. Bonitas passagens por ruelas de aldeias pouco conhecidas das asfálticas e, pasme-se . . . até single tracks hoje fiz com a asfáltica. Bonito, diferente, gostei!!!
Passámos pelo Cabeço do Infante e na Silveira do Figos virámos à esquerda em direção à Fonte Longa, mas não fizemos a ligação direta, virámos mais à frente para a Silveira dos Limões, por estreitas estradinhas panorâmicas e ruelas de aldeia com os seus peculiares empedrados, a puxar pela adrenalina, pelo piso algo escorregadio.
Mas a surpresa de hoje estava ao cruzarmos o Vale d'Àgua, onde, sem menos esperarmos, fizemos uma viragem à esquerda para um estreito single track, com ligação à N.233.
O percurso, de plano tinha muito pouco e num constante sobe e desce, continuámos pelo Sobrainho da Ribeira e Cerejeira, onde o Paulo Neto teve problemas com o tubular da sua roda traseira. Conseguimos encher o "boiaux", mas à passagem pela Ponte Medieval do Alvito, já tinha perdido todo o ar.
Ainda o acompanhámos até ao cruzamento da Cabeça Gorda. O Paulo seguiu em frente, atalhando em direção à cidade e nós continuámos até à Fonte Longa, o local previsto para a próxima paragem, onde chegámos após cruzarmos o Sopegal.
A paragem no Café do Zé foi obrigatória e ali  comemos e bebemos algo, para seguidamente continuarmos a nossa agradável voltinha de hoje.
 A próxima "maldadezita" era a subida do "Gaviãozinho", que nos deu acesso a rápida descida ao Rio Ocreza, agora com o caudal de águas bravas e enludradas.
Mais uma subida, agora à Sarnadinha e mais à frente, nova paragem para atestar bidons na fonte local.
A partir daqui, a estrada aplanou um pouco e seguimos em direção à cidade, pela IP2, onde chegámos, após passagem pelas Sarnadas.
A nossa entrada cá na urbe, deu-se pelas 13h, depois 83 divertidos kms, hoje para mim um pouco duros, não pela quilometragem, ou pela altimetria . . . mas, esta rapaziada anda cheia de pica, sendo acometida de alguns "tiques" de vez em quando. Mas eu até gosto. Andar de bike sem sofrimento, é quase a mesma coisa que comer sopa sem entulho. Baahhh!!!
Uma bonita volta. Diferente, agradável, divertida e com excelente companhia.
 
 
 
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC
 
 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

"Pelas bandas da Barragem da Marateca"

Desafiado pelo Luís Lourenço, combinámos encontro pelas 10h00 na Pastelaria da Padaria do Montalvão, junto à sua residência.
Juntou-se-nos o Fernando Micaelo e fomos dar umas pedaladas até que chegasse a hora de almoço.
Alguns amigos, preocupados com o meu estado físico, evitam levar-me a pedalar por zonas um pouco mais "musculadas", até que me sinta apto. Agradeço a preocupação e hoje, fiquei com a impressão de que já posso "navegar por águas mais agitadas"!
Rumámos então a Caféde e após a passagem pela aldeia, seguimos pela estradinha panorâmica até à Póvoa de Rio de Moinhos.
Bonitas estradas, quase solitárias e excelentes para usufruirmos sem grandes receios, do uso das nossas bikes, na prática deste desporto de que tanto gostamos.
À passagem pelo paredão da barragem, abrandámos substancialmente, para apreciarmos aquela explêndida panorâmica, da qual nunca me canso. Um regalo para o olhar!!!
Já na Lardosa parámos no "Tá-se Bem" para uma bebida e dois dedos de conversa e seguimos para os Escalos de Cima e Escalos de Baixo. Treze kms depois, chegámos à cidade com uns animados 56 kms, hoje um pouco mais reativos e que me souberam muito bem.
Acho que já posso aventurar-me a umas boas pedaladas!
 


Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC
 
 

domingo, 13 de janeiro de 2013

"Voltinha do molha - pé"

Hoje fui ter com a rapaziada das Docas, para a voltinha domingueira de Btt.
Ainda um pouco dorido, mas no bom caminho, creio .  . .

12 companheiros partiram das Docas, pouco depois das 08h, aos quais se juntaram mais um na Senhora de Mércules e outros dois na extrema do Monte Brito.

O João Afonso, hoje de "oficial de dia", conduziu o pelotão por uma panóplia de trilhos catitas, sem que nos afastássemos muito cá da urbe.

Rumámos inicialmente à Sra de Mércules, com passagem pela Quinta do Chinque, descendo depois à Ribeira da Sra de Mércules com respetiva subida ao Forninho do Bispo.

Entrámos em asfalto e passando pela Garalheira, Capa Rota e Fonte Santa seguimos o estradão da divisória dos Montes de Brito e S. Luís, para um pouco mais à frente cruzarmos a N240 em direção à Quinta da Espadaneira.
Cruzámos a via férrea e depois de passar por Santa Apolónia e Penedo Furado chegámos a Alcains, onde parámos, para a matinal dose de cafeína.
Saímos pela zona do cemitério, agora en direção ao Vale Capitão.

Pedalámos um pouco pela N.18 e voltámos à esquerda para o Lameiro do Salgueiro e Pontão, onde cruzámos o Rio Ocreza para o Porto Mieiro, que nos deu acesso à Póvoa de Rio de Moinhos.

Com passagem pela Fonte Nova, cuzámos a Ribeirinha, num pequeno pontão e por uma bonita trialeira e tomámos o rumo do Santuário de Nossa Sra da Encarnação.
Mais à frente, enfrentámos a subida do dia, curtinha mas boa e seguimos para a Nave Redonda e Vale do Nuno, cruzando-nos com alguns caçadores tordisqueiros, que aguardavam pacientemente a passagem daquelas saborosas aves migratórias.

Pedalámos ainda pela Quinta da Barroca da Senhora, Vale do Quinto e Moinho da Charneca, antes de entrarmos na M.551, que seguimos até entramos para o Couto do Abrunhosa e Tapada das Figueiras, onde me despedi, seguindo com o Pedro Antunes em direção à Quinta Pires Marques, onde residimos.
Foi uma manhã bastante agradável na companhia de uma "mão cheia" de amigos, 15 no total, que culminou com 62 kms bastante divertidos, sobretudo pela passagem de inúmeras charcas e atoleiros, que fomos encontrando a longo do percurso, motivando algumas cenas hilariantes.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 12 de janeiro de 2013

Começar 2013 . . . finalmente!!!

Depois de uma pequena "arrelia" que me privou durante duas semanitas das lides pedalantes, voltei ao ativo. O ideal e aconselhado seria de umas 3 ou 4 semanitas . . . mas não tenho paciência para estar tanto tempo sem pedalar. Sei que não é a melhor opção, mas . . . doer, por doer . . . que seja a fazer aquilo que gosto!
Hoje, aventurei-me a dar umas pedaladas calmas e descontraídas, na companhia de dois amigos, o José Luís e o Filipe Salvado, a quem agradeço a paciência de pedalarem hoje, um pouco abaixo da velocidade habitual. Ía um pouco receoso e ainda um pouco ressentido, mas tudo bem. No final fiquei satisfeito com a prestação e consciente de que durante algum tempo tenho que "navegar em águas calmas"!!!
Saímos da Rotunda da Racha pelas 09h00 como tem sido habitual e fomos até S. Miguel d'Acha, onde tomámos o cafézinho matinal, no Café da D. Maria.
Seguimos depois pela bonita estradinha panorâmica que liga esta aldeia á de Olêdo, calmamente, sem stress e em amena cavaqueira.
Hoje, deu para conversar durante todo o trajeto, à boa moda das saídas invernais. Isto, no que toca a esta bonita vertente lúdica, aquela com que me identifico!
Em Olêdo, tomámos a direção de S. Gens e seguimos para Castelo Branco pelo mesmo trajeto, agora em sentido inverso,
Chegámos à cidade sem que a chuva nos apoquentasse, apesar da ameaça constante e com tempo para uma derradeira paragem para uma uma bebida de despedida.
Foram 67 agradáveis quilómetros, em boa harmonia e sã camaradagem.
 
 
Fiquem bem-
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC