quinta-feira, 29 de novembro de 2012

"Passeio pela Marateca"

Hoje foi dia de voltinha com a "asfáltica"!
Juntei-me ao Jorge Palma e ao Paulo Jalles pelas 09h na Rotunda da Racha e fomos passear até à bonita Barragem da Marateca.
Saímos em direção a Caféde e após a passagem pela povoação, virámos à esquerda para a estradinha panorâmica que nos levou à Póvoa de Rio de Moinhos.
Aqui tomámos o cafézinho matinal e respetivo bolinho na pastelaria na zona nova e seguimos até à Barragem da Marateca, onde parámos para apreciar aquela bonita panorâmica.
Continuámos até entroncarmos na N.18 e umas centenas de metros mais à frente, voltámos à Marateca, pela estrada do Louriçal. 
Sensivelmente ao meio, voltámos à direita para outra estreita estradinha, entre hortas, até à Soalheira.
Cruzámos a povoação e seguimos de novo até à N.18 continuando até à Lardosa.
Daqui, fomos até Escalos de Cima e logo depois, Escalos de Baixo, já em direção à cidade, onde entrámos após 67 kms pedalados uma fria manhã de inverno e com um sol maravilhoso.
Um passeio sem stress e com agradável companhia.
 
 
 
 
 
 
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Viagem pelos "Ossos da Terra" e à descoberta dos "Segredos do Vale de Almorão"

Aproveitando a disponibilidade e a vontade do Abílio Fidalgo para dar umas pedaladas de Btt fora do "quintal", convidei-o para ir comigo editar uns trilhos em redor da Serra das Talhadas.
Saímos da cidade já perto das 09h e rumámos à bonita aldeia de xisto da Foz do Cobrão, onde tinhamos a intenção de ingerir a matinal dose de cafeína.
Quer o café da Foz do Cobrão, quer o da entrada de Sobral Fernando estavam fechados. Andava tudo à azeitona, aproveitando o dia que se previa solarengo.
Preparámos as bikes e o restante material e depois de cruzarmos a aldeia, entrámos na estrada para a Ladeira, para um pouco mais à frente entrarmos nos trilhos.
Aquela zona ainda apresentava alguma nebulosidade, mas depressa se desvaneceu.
Acompanhámos o rio Ocreza, agora com um grande caudal, até à ponte que dá acesso ao Vale da Mua. Um pouco antes da ponte, dei de caras com um amigo e antigo colega, que por ali andava na apanha da pouca azeitona nalguns dos olivais que por ali tem nas encostas do rio.
Logo a seguir à ponte subimos quase até ao Vale da Mua e descemos de novo ao rio pelo vale da Ribeira da Fraga. Lindíssimo, com as suas inúmeras cascatas.
Voltámos a acompanhar o rio, agora em sentido ascendente, passando pela Azenha da Várzea das Pedras, um bonito local para um momento gastronómico.
Subimos depois até ao Chão do Covão e, não bastasse as subidas atrás de subidas, tivemos ainda que enfrentar as forte corrente da Ribeira da Sarzedinha.
Chegámos à Pedra do Altar e entrámos no café local para a ansiada sessão cafeínica, acompanhada duma saborosa tarte de nata.
Seguiu-se um pouco de alcatrão até ao Vale Clérigo e voltámos aos trilhos.
Alguns já desaparecidos, outros transformados em horta e ainda um outro alterado pela máquinas de corte florestal, criaram-nos alguns embaraços. Mas nada que não fosse resolvido. Apenas se perdeu tempo a criar alternativas ao track inicial.
Passámos pelo Espinho Pequeno e descemos de novo à Ribeira da Sarzedinha junto á bonita Azenha com o mesmo nome. Ainda esboçámos uma visita mais pormenorizada, mas o tempo já era escasso e ficaram na retina uns bonitos cantinhos a visitar mais tarde e um bonito single, com passagem numa bela ponte pedonal.
Lá mais para a frente, lá irei criar umas alternativas ao track de hoje e dar uma olhada mais demorada, com "olhos de ver". Há por ali um bom manancial de trilhos para explorar. Haja vontade . . . e pernas!!!
Longa subida às Giesteiras, com continuação até aos Montes da Senhora, cruzando a Ribeira da Froia, também ela com um grande caudal.
Continuámos até à Catraia Cimeira e passando pelo Chão Redondo, entrámos numa bonita e rápida descida até ao Lagar, subindo de novo à N.233, ao encontro duns trilhos que utilizei num dos meus raides, descendo seguidamente ao Casal da Ribeira, onde encostámos à Ribeira do Alvito até aos Carregais.
Aqui seguimos uns dos PR's até ao alto da serra para finalmente entrarmos na última, adrenalínica e espetacular descida, com uma envolvente paisagística fantástica, até ao Sobral Fernando.
Arrumámos as bikes e respirámos um pouco. Foram apenas 56 kms mas com bastante dureza. Mas alguns dos trilhos, a paisagem e toda aquela envolvente montanhosa, valeram o esforço. Também eu fui um pouco surpreendido pelo acumulado positivo (2067 D+), mas adorei!!!
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC
 
Clip de filme.
 

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

"Granja de Belgais"

Hoje foi dia de "fininha"!
Na companhia do Jorge Palma, saímos pelas 09h00 com as nossas asfálticas para um passeio calmo e retemperador.
A ideia de hoje, era irmos até à Granja de Belgais e  absorver as belas paisagens proporcionadas pelo Vale do Rio Ponsul.
Fomos iniciamente em direção a Caféde e seguimos até Alcains.
Cruzámos a povoação e passámos pelos Escalos de Cima em direção aos Escalos de Baixo, onde parámos para tomar a matinal dose de cafeína.
Aqui estivémos cerca de meia hora à conversa, alheando-nos completamente do tempo e usufruindo desta magnífica manhã para a prática do ciclismo.
Já de novo em marcha, fomos então até ao alto da Monheca, onde virámos à direita para a Granja de Belgais.
O acesso a este bonito local faz-se por uma estreita estrada panorâmica e com bom piso, onde, como hoje, com um céu limpo, se alcança até á zona da raia e até às primeiras formações montanhosa na nossa vizinha Espanha.
A descida ao vale é bastante bonita nesta altura do ano, com um grande plano sobre o Vale do Ponsul, onde o verde impera nas amplas zonas de pastagem em ambas as margens do rio.
Chegámos à entrada da Granja e pouco mais fizémos que dar a volta e regressar aos Escalos de Baixo, mirando agora toda aquela panorâmica por um ângulo diferente.
Chegámos à cidade com 62 kms pedalados numa bonita manhã solarenga, tirando prazer nestas curtas voltinhas lúdicas com as nossas asfaltinas.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

"Camões, Martim Branco e Barbaído.

Hoje, apesar do céu bastante nublado e a ameaçar umas pingas, fui mais o Carlos Sales dar umas pedaladas.
Num lamento, o Carlos lá disse que nunca tinha ido à bonita Aldeia de Xisto de Martim Branco.
Claro! Já nem dormia descansado se o não levasse lá!!! eh eh eh!!!
Combinámos juntar-nos pelas 08h30 na Pastelaria "A Ministra" e foi por essa hora que nos encontrámos.
Após o cafézinho da manhã lá rumámos aos trilhos.
Passámos a Piscina Praia, contornámos a barragem da Talagueira e tomámos o rumo do Monte da Barreira, com passagem na Abeceira e Casas do Formigo.
Mais à frente virámos para a Casa do Rouxinol. Ía com ideia de nos divertirmos pela trialeira utilizada pela malta do TT, mas vi logo que hoje estava impossível. A malta tinha lá andado no dia anterior, ou no fim de semana passado e estava tudo revoltado. Descemos pelo trilho normal.
Passada a Ponte de Ferro, junto à Azenha do Santo, subimos ao Palvarinho onde efetuámos a primeira paragem para beber uma coca e comer algo. (hoje não houve bjecas para ninguém . . . aderi temporáriamente à greve da restauração pela redução dos 23% do IVA. eh eh eh!!! )
Depois dum bom momento de conversa, cujo tema foi a caça e o associativismo, voltámos aos trilhos, agora em direção ao Rio Tripeiro e Praia Fluvial do Muro (já foi!!).
Um local sempre aprazível e mais ainda, nesta altura do ano.
Lá molhámos o pézinho na larga travessia do caudal e subimos à Serrasqueira, que ladeámos em direção aos olivais da Bedaneira.
 
Abdicámos do recém alcatroado estradão para a Aldeia de Camões e fomos por trilhos até às Alagoas, onde descemos à néo ponte para subir à aldeia.
Já na cumeada, entrámos num antigo trilho, bastante enlameado, que nos levou até às proximidades do Vale de Ferradas, mas, logo após a travessia da Ribeira do Goulo, voltámos à direita e fomos até ao cruzamento da N.112, com a Estrada de Santa Clara, que vem da Azenha de Cima até ao Padrão.
Cruzámos a N.112 e por estradões, fomos até ao Martim Branco, onde nos entretivemos numa visita mais pormenorizada. Foi catita!!! Btt cultural.
Visita feita e estava na hora do regresso.
Divertimo-nos um pouco numa scção de singles de um dos PR'S locais e descemos à Várzea do Porto do Conde, onde de novo cruzámos o Rio Tripeiro, mas desta vez, pelo pontão.
Passámos pela Várzea Fundeira e seguimos pelo estradão que segue para o Barbaído, aldeia conhecida como o "centro do mundo". Parámos na castiça tasquinha local, não para os braquinhos traçados da última vez, mas sim  para uma nova coca e algo mais sólido. (aqui, ainda estava em greve dos 23% do IVA na restauração)
Saímos da aldeia por uma bonita quelha e entrámos no asfalto para contornarmos a Serra de S. Brás.
Já na reta final, antes do cruzamento com a N.112, entrámos de novo nos trilhos.
Passámos a Ribeira do Vale Santo e contornando a Serra do Lobo, chegámos ao Vale da Zebreira Grande, que antecede a subida ao Juncal do Campo.
Passada a aldeia, cruzámos a M.550 para a Fonte do Ferro seguindo depois pelo Escorregadoiro, Lameiro do Velho e Quinta de Valverde até entrarmos na M.551, que seguimos até virarmos para a Tapada das Figueiras.
Dali à cidade, foi um instantinho.
71 kms, uma manhã divertida e a animada companhia do Carlos Sales, preencheram esta cinzenta, mas muito gozada manhã de pedaladas.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

domingo, 18 de novembro de 2012

"Malpica do Tejo"

Hoje era dia de "rancho melhorado" e união de família. Por isso, fui fazer duas horas e meia de "asfaltina", pois ainda tinha que ir de viagem.
Por outro lado, já estava na hora de tirar o cheiro a mofo à fininha!.O dia hoje amanheceu bonito e apetecível para um bom par de pedaladas.
Saí de casa pelas 08h e tomei o rumo de Malpica do Tejo. Parei na ponte sobre o Rio Ponsul, olhando para o recanto onde habitualmente os pescadores esperam pacientemente enganar algum peixe.
Nada. Ainda era cedo e as águas iam um pouco revoltosas e barrentas. Mas dizem os entendidos, que assim é bom para a pesca do barbo. Será!!!
Continuei as minhas pedaladas, hoje quase pachorrentamente, com um outro olhar sobre os campos, agora bastante encharcados, derivado á pluviosidades dos últimos dias.
Todas as ribeiras levavam hoje bastante água.
Cheguei a Malpica e parei no café Sacul, onde calmamente beberiquei a malguinha cafeínica à conversa com o meu primo Arlindo.
Que dia prazenteiro para dar aos pedais!!! Sai da aldeia pela caminho do S. Bento e continuei até ao cruzamento para Monforte da Beira, olhando aqueles vastos terrenos de montado a perder de vista.
No cruzamento, virei à esquerda já em direção à cidade.
 Passei de novo o Rio Ponsul, onde efetuei nova paragem e, desta vez, lá estavam um par de pescadores com as canas armadas à espera do toque!
Ali estive um pouco à conversa com um deles que estava quase debaixo do tabuleiro da ponte. Até áquele momento ainda nada! nem um toque.
Bom. faltavam os últimos kms e os mais penosos, que fui anulando calma e lentamente até chegar á cidade. Deu-me gozo esta voltinha de hoje. 52 kms calmos e descontraídos a fazer tempo para o banhinho e a hora de abalada.
Às 10h30 estava em casa. Pena que as previsões para o resto da semana não sejam muito animadoras.
 
 
 




Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
 AC
 


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

"Uma Santa Volta"

Hoje era dia de teste e afinações na Santacruz Tallboy. Uma 29er FS que veio substituir a Trek Top Fuel 9.9 SSL de roda 26.
Há um ano que dei as minhas primeiras pedaladas numa 29er. Testei alguns modelos e fiz as minhas escolhas. Esta Tallboy é uma delas. Depois do "feeling" nos 81 kms de hoje, fiquei rendido. É uma 29er criada de raiz pela malta da Santacruz e de fato, o seu sistema VPP aliado ao novo sistema CTD das Fox, deixaram-me maravilhado no comportamento desta máquina. Haja pernas e ela não se nega!!!
Esta noite, parecia um "puto" à espera do seu primeiro brinquedo. Dormi aos "repelões"!
Pelas 08h00 e após as afinações da praxe, fiz-me aos trilhos.
Saí em direção à Caseta dos Maxiais e subi às Olelas pela subida do Campo e Tiro. Prova superada. Gostei!!!
Desci à Represa e andei a "trilhar" pelos Poços Fundos até chegar à Barragem (Represa) do Retaxo, seguindo agora en direção às Sarnadas.
Fui em busca dos velhinhos singles dos Rodeios e Vale do Homem e desci para a Ribeira do Açafal, para subir depois à Tojeirinha.
Cruzei a ponte sobre a A23 e passei pelo Cerejal, onde parei no restaurante local para comer algo sólido e beber o cafezinho matinal.
Dois dedos de conversa com um fornecedor do café que ali se encontrava, que também ele é viciado em btt, pedalando algumas vezes com a malta dos Pênêvês.
Dali segui para o Tostão por um trilho "desabitual", que me obrigou a algumas "afinações" no track inicial, mas gostei.
Desci à ribeira e dei início a uma longa subida até ao Monte do Vale da Pereira, virando o azimute à Atalaia.
Cruzei a aldeia e a N.18 e desci à Foz do Vale.
Depois de passar a Ribeira do Barranco do Muro, fui vale acima, passando pelo Monte dos Ratinhos, até ao VG do Mulato.
Embrenhei-me pelos eucaliptais do Vale do Gamão até chegar ao Retaxo, onde subi de novo às Olelas, por outro trilho "desabitual", descendo à estrada de ligação aos Cebolais e, voltando a passar pela Caseta dos Maxiais, rumei à cidade, onde cheguei, após 81 divertidos kms e bastante satisfeito com as prestações da 29er Santacruz Talboy. "Espetei" hoje, com 1900 D+ nesta "Santa", mas a(s) Cruz(es) ainda me doem!!!
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

terça-feira, 13 de novembro de 2012

"Outono na Estrêla III"

Respondendo a um convite do Agnelo Quelhas, enviado para a comunidade betêtista, fui este fim de semana fazer a travessia em btt, de Castelo Branco à Guarda, cruzando a Serra da Gardunha e a Serra da Estrêla.
Juntei-me assim ao grupo composto pelo Agnelo Quelhas, Pedro Quelhas, Dário Falcão, Marco Messias e Carlos Pinto.
À partida, juntaram-se ainda o Pinto Infante, que nos acompanhou até ao sítio das Lameiras, na Serra da Gardunha, regressando depois pelo Casal da Serra e o Silvério Correia que nos acompanhou até ao Souto da Casa.
Esta aventura, com o cunho do Agnelo e apelidada de "Outono na Estrêla III" levou-nos à bonita Serra da Gardunha, que subimos pela vertente da Cruz das Oles e descendo ao Porto dos Asnos, pela Piçarreira,  seguindo pelo percurso de PR (pequena rota) até ao Souto da Casa, onde  almoçámos, umas bifanas e umas sandes mixtas, no Restaurante o Pipo.
O Silvério regressou á cidade e nós continuámos esta fantástica aventura, que nos levaria neste primeiro dia, até às Penhas da Saude, onde ficaríamos alojados num dos chalés do Hotel Serra da Estrêla.
Até ao Freixial, seguimos por belos estradões, sempre com os olhos postos no horizonte, onde lá ao longe, num pontinho ainda bem distante e que a nossa vista ainda não conseguia alcançar, lá estava o final de etapa, na magnânima Serra da Estrêla.
Chegámos ao Telhado e contornando o Pesinho, entrámos no Peso em direção á Coutada, para uma terrível subida pela Portela ao Cabeço dos Couçinhos.
Antes da subida o Carlos Pinto teve que nos deixar por se começar a sentir mal, sendo rebocado pelo Fidalgo que o veio buscar ao cruzamento para as Cortes.
A subida foi longa e terrível. Um bom teste à nossa capacidade de sofrimento e resistência.
Esta subida veio entroncar na que vem de Unhais da Serra.
Entretanto a chuva veio juntar-se ao vento gélido que já nos apoquentava há algum tempo, criando uma intempérie, que se tornou um terrível teste á nossa capacidade de sofrimento e superação.
Os kms passavam muito lenta, lentamente e o corpo que suportava toda aquela roupa encharcada, ainda mais dificultava a progressão.
O final do dia apanhou-nos em plena ascensão, privando-nos da beleza do bonito Vale da Alforfa, vulgo Vale de Unhais e do belo Covão do Ferro e a sua "vizinha" Barragem do Padre Alfredo.
Cheguei ao chalé a tiritar de frio. Valeu-me aquele belo banho com água quentinha.
O jantar foi uma grata surpresa, com um esparguete cozinhado pelo nosso guia e mentor desta aventura, a que se juntou a carne á bolonhesa já confecionada de véspera e uma série de iguarias que ajudaram na horas seguintes, bem divertidas e de bom companheirismo. O TNT do Dário, foi como que a orquestra desta tertúlia, pois a longo do tempo, lá foi soltando a língua á rapaziada. Não fosse o cansaço acumulado e a necessidade de repouso, para enfrentar o dia seguinte e aquele TNT teria ficado apenas com as iniciais. Mas pouco faltou!!!
O dia acordou bonito, com um sol brilhante, mas com um frio de "rachar". Lá fora, a água tinha solidificado. Tudo o que era humidade estava gelado e tivemos que nos agasalhar bem.
Vindos de Castelo Branco, juntaram-se ao grupo o Nuno Eusébio, o Nuno Dias, o Luís Lourenço e o José Luís, que nos acompanharam neste segundo dia.
Demos então início à segunda etapa desta bonita travessia, subindo aos Piornos e descendo por asfalto até à curva que antecede a entrada norte para a Nave de Santo António, entrando depois num trilho fenomenal, pela Lagoa Seca, Fojo e Cadaval, com uma soberba vista sobre o Vale Glaciar. Simplesmente espetacular!!!
Descemos para a estrada do Poço do Inferno, onde a malta ficou de "boca aberta" com tamanha beleza proporcionada pela folhagem luminosa de tons de Outono que cobria a estrada na sua tonalidade. Um verdadeiro espetáculo a que ninguém conseguiu ficar indiferente.
Mas daqui para a frente, foi quase uma constante.
A descida a S. Gabriel foi algo fantástico. Um trilho longo e curvilínio pejado de ouriços e castanhas, caidos das largas dezenas de castanheiros que o ladeavam. Uma loucura para qualquer mortal.
Depois de S. Gabriel seguiu-se uma penosa subida até á Cruz das Jogadas, com inclinação considerável e bastante enlameada, endurecendo-a bastante.
A passagem pelo Covão da Ponte e Sra de Assedasse, foram a rampa de lançamento de mais uma longa subida pelas Lombas da Rachada e do Pedriqueiro até à Portela do Folgosinho.
Já pela cumeada, entrámos em velocidade de cruzeiro absorvendo as belas panoramicas sobre o alto do Folgosinho a caminho de Videmonte, onde parámos para almoçar à base de petiscos regionais.
O percurso inicial seria pela Santinha e Mondeguinho, mas optou-se e muito bem, em encurtar a etapa, pois o desgaste do dia anterior e a dificuldade da longa subida, de cerca de 22 kms até à Santinha, fariam certamente que a noite nos apanhasse antes de concluir o percurso. Além de que aquela subida iria certamente "matar" a malta!!!
E práticamente, para concluir esta belíssima travessia, seguiu-se a passagem pela zona dos Pisões e a subida à Aldeia dos Trinta.
Até à Guarda já foi sempre por asfalto, com passagem pela bela Barragem do Caldeirão e Maçainhas.
Entrada triunfal nas instalações dos Bombeiros da Guarda, que nos facultaram um bom banhinho quente, que muito agradecemos.
O Pedro Quelhas reservou-nos para o final, um belo petisco no Restaurante "A Boleta", onde a malta confraternizou e mais tarde se despediu, com a emoção de um fim de semana bem passado, numa travessia fantástica e na companhia de amigos e bons companheiros.
Venha a próxima!!!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC
 
 
 


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