quinta-feira, 30 de agosto de 2012

"Coração da Gardunha"

Ontem foi dia de pedalada pela bonita Cova da Beira e não menos bela Serra da Maunça, com visita à bonita aldeia serrana de Açor, na companhia do amigo Nuno Dias.
Hoje, foi dia de fazer as "honras da casa", digamos assim e levar o meu amigo e grande companheiro Pedro Ferrão, a uma visita guiada ao coração da nossa fantástica Serra da Gardunha.
Um excelente "andador" de bike e, tal como eu, um grande apreciador de trilhos serranos, onde a beleza paisagística e os trilhos mais ou menos exigentes, nos mantêm as baterias carregadas de adrenalina e o vício de pedalar bem nivelado.
Conforme combinado, o Pedro veio ter comigo pelas 7h30 e pouco depois, rumámos à Soalheira na minha viatura.
Ainda antes de tratarmos das bikes fomos ao Café das Bombas tomar a matinal dose de cafeína, pois o percurso de hoje, não era propriamente uma "pêra doce"!!!
Descarregámos as bikes e preparámos calmamente o material necessário para sairmos à conquista dos trilhos serranos.
Saímos já próximo das 09h, sem stress, queríamos desfrutar a manhã e gozar ao máximo.
Rumámos a S. Fiel, onde demos início à subida até ao cruzamento logo após o Alto da Cruz, onde virámos à esquerda para o Casal da Serra.
Voltámos a subir, passando junto ao paredão da Barragem do Penedo Redondo até entramos no estradão que vem de S. Vicente da Beira, contornando a Serra dos Patrícios.
Descemos às Piçarreiras, onde ainda num passado recente, logo no início da descida o Silvério teve a sua  grande queda, quando por ali andávamos a divertir-nos na neve. Nunca irei esquecer esse dia! Ainda por ali andei um pouco atento para ver se encontrava algum bocado do seu capacete.
No final dessa descida pedalámos num trilho que acompanhava uma curva de nível com uma envolvente fantástica até ao Souto da Casa.
Seguiu-se nova e adrenalínica descida para o Vale das Colmeias, contornando depois o Porto dos Asnos e entrando no Casal de Álvaro Pires por uma bonita calçada.
Cruzámos a povoação e demos início à grande subida do dia, que mastigámos durante 9 longos kms, pelos Cascalhais, Ausência e Pata do Boi, até finalmente chegarmos ao Carvalhal, no cruzamento para a Barragem da Nave.
Enquanto íamos subindo íamos entretidos com a fantástica panorâmica sobre o Vale do Rabo, à nossa direita. Algumas "paredes" deram luta, com a pendente a chegar por mais que uma vez aos 20%.
Seguimos depois pelo trilho à nossa esquerda em direção às antenas. É uma pena o estado em que se encontra, tendo que desmontar algumas vezes, pela sua inciclabilidade.
Mas gozámos à farta com os troços onde conseguimos pedalar, a sua maioria, mas com zonas bastante técnicas.
Chegámos às antenas, onde fomos invadidos por aquela sensação de "dever cumprido". Agora era práticamente descer para Castelo Novo.
Lançámo-nos pelo caminho alcatroado até quase ao miradouro e virámos á esquerda para um trilho que nos brindou com paisagens magnânimas.
Chegámos à Casa da Floresta, no topo do Vale da Andorinha, para onde descemos, contornando seguidamente o vale para a derradeira descida a Castelo Novo, pelo Santeiro.
Em Castelo Novo saciámos a sede no bonito fontanário e a fome no Restaurante "O Lagarto" com uma bela bifana grelhada, bem acompanhada com uma bjeca fresquinha.
Meio empenados mas felizes! E foi assim que concretizámos os últimos seis kms até à Soalheira, passando pelos pomares do Borracheiro, ladeando a A23 e pela Quinta da Serra entrámos na aldeia de onde há umas horas antes tinhamos saído.
Bebemos no bar uma "finória" em jeito de sossega e regressámos à cidade, onde me despedi do amigo Pedro Ferrão, com a promessa de novas aventuras . . . por aqui, por lá, ou pelo caminho!!!
Poucos kms, apenas 42, mas repletos de aventura, de fantásticas paisagens, de grande companheirismo e com uma terrível vontade de dar um pouco de descanso a estes musculos já um pouco engelhados.
 
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.

AC

Clip de filme.
 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

"Pela Cova da Beira e Serra da Maunça"

Hoje, fui mais o Nuno Dias dar umas pedaladas por um dos locais por onde particularmente gosto de andar de bicicleta . . . A Cova da Beira. Claro está, que para a "coisa" ficar um pouco mais "apimentada", há que criar condições para que a adrenalina nos tolde o corpo e o suor nos dificulte a progressão. Por isso,uma incursãozita por algumas das serras vizinhas, como a Gardunha, Maunça, Açor, Zibreiro, ou Carrapata entre outras, é mais que suficiente para acabar a jornada com uma boa dor de pernas.
Desta vez escolhi a Serra da Maunça com uma visita á bonita e serrana Aldeia do Açor, em pleno Parque Eólico da Gardunha.
Fui buscar o Nuno Dias, ainda um pouco antes das 07h e rumámos ao Fundão. Estacionámos a viatura junto à Pastelaria "Arte e Tradição" e ali tomámos o pequeno almoço.
Preparámos as bikes e restante material e fizémo-nos aos trilhos com os primeiros kms em alcatrão para um conveniente aquecimento.
Passámos toda a Zona Industrial e entrámos nos trilhos na zona das Barradas para pouco depois cruzarmos a Ribeira da Meimôa para a Quinta das Malhosas.
A primeira dificuldade aconteceu nuns quantos topos pela Costa da Galinha até aos Cabris, onde efetuámos um par de descidas que nos puseram o corpinho em alerta máximo, pois além de bastante inclinadas, eram um pouco técnicas com pedra solta e alguns regos.
Encostámos ao Rio Zêzere e acompanhámo-lo até Silvares em trilhos espetaculares pelos Carvalhais e Eirinha, seguindo-se um fantástico single track pelo Vale da Silha, passando a trilhos mais abertos e com algumas passagens peculiares, pelo Crespo e Vale da Malhada.
Chegámos a Silvares e abancámos num bar onde bebi uma fresquíssima imperial preta. O Nuno experimentou a coca cola, mas não deve ter gostado, pois voltou-se para as loirinhas.
Saímos de Silvares, para enfrentar a grande dificuldade do dia.
Uma loooonga subida, onde os kms são enormes e arrastámo-nos, "serrando" por ali acima, pelo Valongo e pela Lomba, com zonas de forte pendente, chegando aos 20%.
Uma centena de metros antes de entrarmos na estrada que segue para o Açor, pelo alto da serra, não resistimos a uma breve paragem.
Um indivíduo estava calmamente a encher uns quantos bidons com a pura água que brotava duma castiça e improvisada fonte, oriunda da serra.
Dois dedos de conversa e com uma pequena garrafa que ali se encontrava, saciámos a sede em dose dupla. Que bela água. Naquele momento fez-me esquecer as "jolinhas" tão apetitosas.
Chegámos ao Souto Altinho, o ponto mais alto da nossa jornada de hoje e descemos ao Açor, onde parámos num pequeno restaurante, mais á moda de tasca, mas bastante engraçado, onde virámos mais uma "loirinha", pois o Vale da Ribeira da Enxabarda, com a sua arrepiante descida em SS aguardava a nossa passagem.
Quando estávamos de saída, uma senhora que estava no estabelecimento, perguntou-nos! Então vossemeçês vão pelo caminho de terra batida! Nós respondemos afirmativamente e ela disse . . . Mas vocês não conseguem lá passar de bicicleta. O caminho está muito mau e é muito inclinado. Com mais pica ficámos e foi com grande prazer e com adrenalina em alta, que o fizémos. Maravilhoso aquele par de kms!!!
Depois pelo vale, aquele trilho ladeando a ribeira e as hortas foi fantástico.
Chegámos à Enxabarda e, . . . pois claro . . . mais uma loirinha para acalmar a tremideira dos últimos kms.
 Já tinhamos acalmado, quando entrámos em mais um single a ladear a Ribeira da Enxabarda, agora em direção ao Castelejo. A adrenalina voltou a subir. O dia estava a ser fantástico. Já há uns anos que por ali não pedalava, desde a minha última e única participação na Maratona do Paúl. Foi bom recordar umas quantas boas pedaladas que por ali já tinha dado e que hoje "pus em dia", na excelente companhia do Nuno Dias.
Passámos pelo Castelejo e não parámos, rumando ao Freixial com passagem pela Portela.
Dali e já em plena planura, seguimos pelo Chão da Velha, passámos pela Herdade dos Quinteiros e na Quinta da Comenda, virámos o azimute ao Fundão, onde chegámos, após passagem pela Quinta dos Mestres e Aldeia de Joanes.
Tinhamos percorridos 64 kms, com uma diversidade de trilhos e paisagens fantásticas. Estávamos divertidos e contentes após uma bem agradável manhã de aventura e companheirismo.
Arrumámos as bikes, mudámos superficialmente de roupa para não sujar os banquinhos do "pópó" e fomos até à Tasca da Estação onde completamos a nossa "irrequieta" manhã de pedaladas, com uma boa bifana e um bjeca bem fresquinha.
Regressámos a casa satisfeitos e com a promessa de novas aventuras, logo que haja oportunidade.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

 

terça-feira, 28 de agosto de 2012

"Montes da Senhora"

Hoje, na companhia do Jorge Palma e do Paulo Jalles, fomos dar uma "passeata" com as nossas asfálticas até aos Montes da Senhora, uma povoação muito antiga, de fundação anterior à monarquia, provávelmente do tempo da dominação mourisca, guardada pelo belo maciço da Portela das Talhadas e Serra do Chão do Galego.
Saímos da cidade pelas 07h30 em direção à Taberna Seca descendo seguidamente ao Rio Ocreza, que cruzámos pela sua bonita ponte medieval, para enfrentarmos a primeira dificuldade do dia, na ascensão aos Vilares de Cima.
Passámos Cabeço do Infante, Sarzedas, Vale d'Água e Monte Gordo e descemos novamente, desta vez à Ribeira do Alvito, cruzando a sua ponte romana, e logo depois, a segunda dificuldade com a subida à Catraia Cimeira, onde parámos, no Café das Bombas, para a matinal dose de cafeína e dois dedos de conversa na esplanada.
Voltámos às bikes e em pedalada calma e descontraída fomos galgando kms, virando à esquerda em direção aos Montes da Senhora, após passagem pelo cruzamento do Alvito.
Cruzámos a povoação e durante vários kms, até chegarmos ao Sobral Fernando, fomos absorvendo toda aquela fantástica panorâmica criada pela Portela das Talhadas e Serra do Chão do Galego, sobre a nossa esquerda e o bonito vale, sobre a direita.
Passámsos pelas Rabacinas, outra castiça aldeia cá do nosso interior e parámos na ponte sobre o Rio Ocreza, à entrada para a Foz do Cobrão, com uma bonita perspetiva sobre o vale, que se abre logo após as belas Portas de Almourão.
Foi penosa e sempre difícil, pelo menos para nós comuns cicloturistas, a subida pela aldeia, pela sua forte pendente em piso empedrado e já em asfalto até ao miradouro, bem lá no alto.
A última grande dificuldade do dia estava superada, agora era desfrutar daquele espetacular troço de estrada panorâmica sobranceiro ao Rio Ocreza até ao Chão das Servas, onde nos começámos a desviar para a Sarnadinha.
Parámos na fonte de Alvaiade, sempre a jorrar durante todo o ano, para atestar bidons e seguimos para a Távila, onde iniciámos a descida a Vila Velha de Rodão, com passagem pelo Gavião de Rodão.
Parámos na Bolaria Rodense, um vício já adquirido, onde comemos um saboroso bolo, ainda quentinho, a acompanhar uma bebida fresca.
Rumámos então à cidade com passagem pelo Coxerro, desviando à entrada de Sarnadas para os Cebolais de Baixo e logo depois Retaxo, onde brincámos com um par de acelerações até ao antigo IP2, para paulatinamente chegarmos à cidade, onde nos despedimos do Paulo Jalles.
Eu e o Jorge fomos ainda até à Pastelaria Chocolate para bebericarmos uma bebida fresca e conversarmos um pouco.
Concluimos a nossa "passeata" de hoje após 98 kms pedalados num bonito e divertido percurso circular.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

"O Projeto do Zé"

Sorrir no limite, pedalar com esperança, é o lema do amigo José Figueiredo no seu projeto "Pedalar com Alma".
Hoje fui acompanhá-lo durante alguns kms, nomedamente, desde Sarnadas de Rodão a Alcains, numa fugaz passagem pela cidade.
Com ele já vinham desde Vila Velha de Rodão, o Paulo e o António Pequito.
O Pequito abandonou-nos em Castelo Branco e eu e o Paulo, fomos até Alcains, onde nos despedimos do Zé. desejando-lhe uma boa continuação e força para concretizar este duro e abrangente objetivo.
De referir que este amigo, foi enexcedível em Barcelos, quando um grupo de rapaziada de Castelo Branco se fez aos Caminhos de Santiago, em 2010.
Apesar de ir apenas como apoiante do grupo, nunca poderia esquecer a simpatia, a força e a vontade de ajudar, que demonstrou nesse dia. Cativou-me bastante a sua simplicidade e a forma como abraça estes projetos humanitários. Nunca poderia esquecê-lo!!!
Desejo-lhe que tudo corra pelo melhor e que a conclusão dos seus objetivos sejam uma realidade.
FORÇA ZÉ!!!

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

"Contornar a Gardunha"

Eram 07h30, quando eu, o Nuno Antunes, o Paulo Jalles, o Jorge Palma, o Luís Lourenço e o António Leandro nos juntámos na Rotunda da Racha, para mais uma manhã de pedalada com as fininhas.
Hoje, a volta foi virada a norte, contornando a  Serra da Gardunha até ao Fundão.
Saímos da cidade pela N.112 até ao Salgueiro do Campo, onde virámos para a M.550 até Tinalhas, com passagem pelo Juncal e Freixial do Campo.
À entrada de Tinalhas seguimos pela N.352 até S. Vicente da Beira, onde parámos na pastelaria junto aos Bombeiros, para o cafézinho da manhã.
Continuámos pela mesma estrada que nos levaria ao Vale Mendinho, ao cruzamento para o Souto da Casa.
Passámos o Casal da Fraga e no Alto da Paradanta, para descermos ao Vale D'Urso, com paragem obrigatória na fonte para atestar bidons.
Já na N.238, pedalámos até ao Fundão com  passagem pelo Souto da Casa.
A paragem na Pastelaria "Arte e Ofício" era obrigatória. Uma bebida fresca e um bolinho a acompanhar, souberam que nem ginjas. Desta vez até o Paulo Jales não resistiu ao bolinho de arroz.
Subimos a serra e parámos novamente na fonte, ao cuzamento de Vale Prazeres para trocar a água dos bidons, pois com o calor que se fazia sentir, esta rápidamente se punha á temperatura do chá.
Até Castelo Branco foi sempre a rolar e o café junto às Bombas da Galp, na Mina, foi o palco para a sossega da praxe, a anteceder o reconfortante banhinho e merecido almoço.
Uma bonita manhã passada entre amigos e em alegre cavaqueira, que culminou com 101 kms pedalados de forma lúdica e divertida.
 
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC
 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

"Bafareira"

Em mais uma manhã de pedalada com as asfálticas, juntamo-nos pelas 07h30 na Rotunda da Racha, eu, o Nuno Antunes, o António Leandro, o Jorge Palma e o Paulo Jalles.
Hoje o destino era a peculiar aldeia de Bafareira, banhada pela ribeira e escondida na profundeza de um dos bonitos vales entre as Serras do Muradal, Caniçal e Mougueiras.
Saímos da cidade pela N.112 em direção à Foz do Giraldo.
Passámos o Salgueiro do Campo e na Lameirinha, fizémos a primeira paragem para a matinal dose de cafeína.
Subimos então à Foz do Giraldo, onde entrámos na N.238 com rumo a S. Torcato, uma aldeia geminada ao Estreito.
Subimos até ao entroncamento das panorâmicas estradinhas para o Pião e Bafareira, virando à direita para esta última, num sobe e desce constante e com uma panorâmica espetacular.
A descida à aldeia, própriamente dito, foi com alguma dificuldade, com os travões a terem alguma dificuldade em segurar a bike pelo irregular paralelo, em descida bastante acentuada.
Bonita e castiça aldeia, cravada no fundo da encosta, banhada pela ribeira e onde o xisto impera.
Sair dali não foi tarefa fácil, com algum sobe e desce e sobretudo nos ultimos 3 kms até ao entroncamento da estrada que faz a ligação do Pomar á Lisga com a pendente a oscilar entre os 12 e 15%.
Seguiu-se a descida alucinante ao Pomar e a subida ao entroncamento da M.548, que nos deu acesso à Azenha de Cima, onde efetuámos a segunda paragem para nos refrescarmos com umas bebidas frescas.
Continuámos pelo Vale Maria Dona, Grade e Pousafoles, entrando de novo na N.112, que seguimos até Castelo Branco, onde entrámos pelas 13h, com 100 kms pedalados, hoje num passeio um pouco mais "musculado", mas repleto de aventura e boas panorâmicas pela zona do pinhal.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

domingo, 19 de agosto de 2012

"Marateca"

Hoje, fui ter com a malta das Docas.
Tive a companhia logo a partir da minha garagem do Pedro Antunes e do Álvaro, que também iam para as Docas.
Quando lá chegámos já lá estavam alguns companheiros.
Cerca das 08h15 partimos para os trilhos, hoje orientados pelo Pedro Antunes, conforme tinha prometido no domingo anterior.
Quando descíamos em direção ao Cruzamento de Caféde, um toque para o telemóvel do Fidalgo, fez juntar ao grupo mais 4 companheiros, o Agnelo Quelhas e mais 3 amigos que se juntaram ao grupo.
Éramos já 11 pedalantes, prontos para uma voltinha, hoje um pouco mais "desacumulada" e orientada para os lados da Marateca, uma das bonitas bacias hidrográficas cá do nosso cantinho.
Descemos ao Lirião e virámos em direção à Tapada das Figueiras.
Ainda alguém "deu um toque" ao Micaelo sobre os pêssegos lá da quinta, ao que ele respondeu . . . por acaso são muito bons, mas já marcharam, acrescentando de seguida que não levava a chave do portão. Azar!!! Ficámos esclarecidos!!!
Entrámos na M.551 que segue para Caféde e junto à barragem, entrámos no estradão para o Bairro do Ocreza, ao fundo do Vale da Pereira, onde cruzámos o rio para o Cabeço da Charneca.
Ladeámos Caféde e seguimos pela Quinta do Camilo, Lameiro de Caria e Quinta da Pacheca até à Póvoa de Rio de Moinhos, onde tomámos ó cafézinho matinal na "Flor do Outeiro".
Cruzámos seguidamente a povoação e saímos pela Fonte da Nora em direção a Ninho do Açor, com passagem pelo Carrapiço.
Chegámos à estrada de acesso ao Ninho, mas não entrámos na povoação, virando para um caminho paralelo, que nos levou até à bonita Barragem da Marateca, após passarmos pelas Terras da Capela e Vale Paviola. 
Entrámos para o leito da barragem junto à Quinta da Anta e brincámos e divertímo-nos pelo areal, contornando a barragem pelos seus inúmeros recortes até à M.1224, também conhecida pelo Caminho dos Moleiros.
Depois daqueles belos momentos de pedalada, rumámos à Lardosa, onde parámos no "Tá-se Bem" para  saciar a sede com algo fresco, desde que não fosse água.
Saímos já em direção a Castelo Branco, passando pela Tapada da Mouca e Quinta da Ordinha, onde virámos para Alcains, entrando na cidade pelas 12h30, com 67 kms pedalados numa bela manhã, bem solarenga, onde o convívio e a camaradagem foram uma constante.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC

sábado, 18 de agosto de 2012

"Bemposta"

Eram 6h quando abri a "pestana"!
Espreguiçei mais um pouco e levantei-me para mais uma voltinha com a minha asfaltina, na companhia do Leandro, do Nuno Eusébio, do Nuno Antunes e do Paulo Jalles.
Tinhamos combinado encontro na Rotunda da Racha pelas 07h. Este pessoal não falha e à hora indicada, já estávamos todos prontos para dar início á nossa manhã de pedaladas, que hoje, seria até á bonita e castiça Aldeia de Bemposta, a freguesia de Penamacor de mais nítido sentido romano. Foi vila e sede de concelho entre 1510 e 1836.
Mas já chega de história!
Saímos em direção aos Escalos de Baixo e virámos para Escalos de Cima, continuando até S. Miguel d'Acha, onde efetuámos a primeira paragem na padaria junto ao cruzamento para a Orca.
Ali tomámos o cafézinho matinal enquanto punhamos a conversa em dia.
Tomámos depois o rumo a Pedrogão, não entrando na povoação e virando à  direita para Bemposta e Medelim.
Não parámos em Medelim, como fazemos na maioria das vezes que por ali passamos e seguimos para Proença-a-Velha, onde mais uma vez lutámos no controle da bike e pela sujeição dos bidons, nas suas terríveis ruas empedradas.
Foi um alívio quando chegámos ao entroncamento para S. Miguel.
Seguimos para Idanha-a-Nova e descemos à Sra da Graça, onde fizémos a segunda paragem para tomarmos uma bebida fresca, pois a temperatura já se fazia sentir.
Seguiu-se o Ladoeiro, onde rolámos pelas suas longas retas, até descermos à ponte sobre o Rio Ponsul e enfrentarmos a última subida do dia aos Escalos de Baixo.
Chegámos à cidade cerca das 12h30, com 103 kms pedalados em amena cavaqueira.
Uma última paragem para a sossega na esplanada da Rotunda da Racha, foi o términus desta nossa pedalada desta bonita manhã de verão.




Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

"Covilhã"

Hoje fui acompanhar dois amigos que iam subir à Torre, na Serra da Estrela.
Juntámos-nos pelas 07h na Rotunda da Racha. Eu, o Leandro, o Nuno e o Hugo.
Eu e o Leandro, acompanharíamos estes dois companheiros até ao Fundão.
Saímos em direção aos Escalos de Baixo, passámos por Escalos de Cima e variante a Alcains, onde entrámos na N.18, que seguimos até ao Fundão, com passagem ainda por Alpedrinha.
Parámos na Pastelaria "Arte e Tradição" para tomarmos a matinal dose de cafeína e comer um dos saborosos bolinhos ali confecionados.
Já hà algum tempo que andava um pouco desconfortável com o selim da minha bike. Este já têm uns milhares de kms e estva bastante partido, pelo que em voltas de maior quilometragem já não tinha posição que me permitisse pedalar com algum conforto.
Por tal motivo e com o Leandro de acordo, acabámos por acompanhar estes amigos mais uns kms, até à Covilhã, onde pretendia dar uma espreitadela na Loja Vertente e fazer uma visita ao meu amigo Zé.
Pois bem. Despedímo-nos dos Nuno e do Hugo e em conversa com o Zé, acabei mesmo por comprar um selim que ali mesmo foi montado na minha bike. A melhoria foi notória.
Regressámos então a Castelo Branco, práticamente pelo mesmo trajeto, que concluímos pelas 13h, com 132 kms e na companhia de bons amigos.
Soube depois que o Nuno e o Hugo, subiram ao topo da serra e regressaram à cidade, sem incidentes e satisfeitos pelo excelente dia de pedaladas.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos, ou fora deles.
AC