domingo, 29 de abril de 2012

"Subida à Sra da Graça > Monte Farinha"

Organizado pelo amigo José Cavaca, decorreu ontem a subida ao Monte Farinha, vulgo Sra da Graça, em Mondim de Basto.
21 entusiastas deste salutar desporto aderiram de pronto a esta bonita aventura, tendo eu e o Silvério Correia ido de Castelo Branco.
A concentração foi em Orjais, na residência do Sr. Fernando Prata, de onde partimos já depois das 07h.
Distribuidos por várias viaturas e as bikes acomodadas numa viatura comercial, rumámos a Amarante, onde demos início a esta explêndida aventura.
Os bombeiros locais acolheram-nos, facilitaram-nos o parqueamento das viaturas e disponibilizaram o balneário para que tomássemos banho com água quentinha no final.
O meu obrigado aos Bombeiros de Amarante.
A chegada a Amarante deu-se cerca das 10h30 e depois de preparadas as bikes e restante material, lá partimos em direção ao alto do mítico Monte Farinha.
Sempre em alegre cavaqueira, lá fomos conquistando km após kms em direção a Fermil de Basto, localidade de viragem para Mondim de Basto, onde efetuámos uma paragem para a ingestão cafeínica.
2 kms depois, foi a viragem para o alto da Sra da Graça, que cada um conquistou ao seu ritmo.
Fiz a subida na companhia do Silvério, que a conquistou pela primeira vez e, para mim, foi gratificante rever de novo todo aquele explêndor paisagístico. Tinha subido àquele local pela última vez em Agosto de 2008.
A alegria estava estampada no rosto de todos os meus companheiros e, já todos juntos, cada um absorveu à sua maneira aquele mítico local, onde a envolvente paisagística é deveras espetacular.
Tirámos uma foto de grupo para mais tarde recordar e descemos de novo a Mondim de Basto, onde parámos para reagrupar.
O regresso era para ser feito por outro percurso, mas o piso bastante degradado, demoveu-nos e optámos por regressar pelo mesmo percurso que tinhamos percorrido até ali.
Acabou por não ser bem assim, pois à passagem por Fermil de Basto, seguimos em frente em vez de tomarmos a direção de Celorico de Basto.
Ainda fizémos uma boa "mão cheia" de kms, uns mais do que outros, até que demos pelo engano, pois já tinhamos passado por Muxões e iamos em direção a Fafe.
regressámos então a Fermil e tomámos o rumo certo até Amarante, onde chegámos na altura em que começou a chover.
Foi um percurso maravilhoso, ainda que tivesse que ser alterado pelo estado da estrada que o amigo José Cavaca tinha delineado, na qual iríamos pedalar ladeando o bonito Rio Tâmega.
Depois do banhinho tomado, fomos até ao bar e lanchámos pois a tarde já ia adiantada.
Estava preparada uma surpresa final!!!
Já com toda a malta reagrupada de novo na casa do Sr Fernando Prata, seguiu-se uma GRANDE e animada Tertúlia entre amigos, onde a animação e o companheirismo foram a nota presente.
Já agora, tenho também que realçar o feito de outro elemento que nos acompanhou desde a Guarda e que cumprindo todo o percurso, também ele subiu ao alto da Sra da Graça e connosco regressou. Um belo e suculento LEITÃO, com que nos deliciámos acompanhando uma enorme panóplia de outras iguarias, que se apinharam na mesa onde nos sentámos, para devorar aquele belo repasto.
Alegria e boa camaradagem não faltaram e senti-me previlegiado por poder fazer parte deste belo lote de amigos e companheiros do pedal.
O regresso a casa foi feito já com o relógio a querer começar a contar outro dia e com a chuva, que pacientemente aguardou que acabássemos a nossa jornada ciclística a jorrar em força até passarmos a Gardunha.
Um dia que vou guardar no baú das boas recordações!!!












Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles
AC


quinta-feira, 26 de abril de 2012

"Orca"

Quando pela manhã dei uma espreitadela pela janela da cozinha, não gostei!
Parecia qua a chuva iria começar a cair a qualquer momento.
Seguiu-se a indecisão do vais, não vais, mas, acabei msmo por ir. Ia mesmo convencido de que desta vez não escapava . . . ia mesmo apanhar uma "molha"!!!
Eram 09h quando dei as primeiras pedaladas em direção à Orca, aldeia cuja designação atesta a importância do lugar desde os primeiros tempos de povoamento na Península Ibérica.
De fato, Orca é designação para um Dólmen bastante peculiar. Um monumento megalítico formado por uma anta de câmara poligonal e um corredor envolvido por uma mamoa.
Mas já chega de história!!!
Agora a pedalar, passei pelos Escalos de Baixo e de Cima e desci a S. Gens, onde afrontei a primeira subida do dia, a S. Miguel D'Acha.
Fugindo um pouco a velhos hábitos, não parei desta vez no Café da Dona Maria, mas sim na Pastelaria "Flor do Outeiro" ao cruzamento para Vale de Prazeres.
Ía com o sentido no "pãozinho de Deus" e no néctarzinho de pêra, que caíu que nem "ginjas"!!!
Já aconchegadinho, rumei então à Orca, descendo ao vale e passando a Ponte Medieval sobre a Ribeira do Taveiró, cheguei à Orca após concluir a suave subida.
Paragem na fonte para atestar bidon e continuei para Vale de Prazeres, onde passei pela subida do dia até á fonte, á meia encosta da Serra da Gardunha.
Desci para Alpedrinha e após passar o cruzamento das Atalaias, virei à direita para a Soalheira, onde parei, no Café das Bombas, para a dose cafeínica, que saborei, com tempo, espaço e sem stress.
Cruzei a Soalheira por algumas estreitas ruelas em paralelo, apreciando o traçado de algumas casas peculiares, até que cheguei ao largo principal, com a sua minuscula rotunda e pequena estátua em homenagem aos sapateiros. Fiquei hoje a saber, depois de tantas e tantas vezes que por ali passei, que a Soalheira é a terra dos sapateiros. E esta, heim!!!
Pela estreita estradinha das hortas, rumei à Barragem da Marateca, que contornei até ao paredão, seguindo depois para a Póvoa de Rio de Moinhos.
Sempre bonita, aquela extensa bacia hidrogáfica, cuja beleza pode ser espreitada em qualquer dos seus ângulos.
Marquei depois o azimute a Caféde e entrei na cidade pelos Buenos Aires, com 91 kms pedalados pelas bonitas estradas cá do nosso interior e, mais uma vez, de fatinho enxuto, apesar do céu bastante nublado a ameaçar chover a qualquer momento. Creio que o S. Pedro gosta de me ver por aí, pedalando numa boa!!!
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC


terça-feira, 24 de abril de 2012

"Rota das Barragens"

Hoje, como préviamente planeado, fui vadiar com minha asfaltina pelas barragens da Pracana e do Fratel.

Acompanharam-me neste bonito dia de pedaladas, os amigos José Luís e Vasco.
Juntámo-nos pelas 08h e partimos à aventura, cruzando a cidade pelos suburbios e variante ao IP2.
Passámos Sarnadas de Rodão, Alvaiade e Perdigão e parámos no Vale da Mua, para a matinal dose de cafeína.
Se até aqui, o trânsito nos apoquentou um pouco, a partir daqui fomos quase sempre reis e senhores das bonitas estradas panorâmicas e observadores previlegiados de toda aquela panorâmica, em constante sobe e desce por vales e serras de imensa beleza.
Depois do cafézinho no vale da Mua, virámos à esquerda e o Peral era logo ali. Continuámos a nossa pedalada de hoje passando o Monte Rodigo, Lameira do Martins e chegámos a S. Pedro do Esteval, onde avivei a memória de antigas pedaladas, nos caminhos de Fátima e subida à eólica do Castelo Velho, também conhecida pela viúva.
Passámos pela Ladeira e fábrica da conhecida água Vitalis e mais á frente, pela pequena estância termal, onde demos início à subida à Venda Nova para descermos seguidamente aos Envendos.
Aqui, entrámos numa saltitante estradinha que, pelo Maxial, nos conduziu ao imponente paredão da barragem da Pracana, onde parámos para apreciar aquela bonita bacia aquática e toda a sua envolvente paisagística.
Mais uma durita subida a Gardete, foi o que se seguiu, para passarmos sob a A23 e descermos à barragem do Fratel, onde parámos no parque de merendas para apreciar aquela grande represa de água e geradora de eletricidade.
Mais um par de fotos, pois outra subidita se seguiria e lá fomos nós, desta vez em direção ao Monte Claro, pela antiga estrada que ladeia o IP2 e que uns kms mais à frente a atravessa numa passagem inferior.
Bonita estrada, práticamente sem trânsito, que nos levou a Nisa, após passagem pelo Monte Claro.
Aqui efetuámos a paragem principal para comermos uma saborosa bifana, acompanhada pela bela "loirinha", o nosso "trampolim" para os derradeiros 50 kms que nos separavam de Castelo Branco.
Até Vila velha de Rodão, foi um instantinho e depois, foi "mastigar" a já nossa conhecida subida, sem grande dificuldade, até Sarnadas de Rodão, onde fechámos o circuito, com uma derradeira paragem no restaurante das bombas, para mais uma bebida refrescante.
A chegada à cidade, deu-se cerca das 14h30 e para a sossega, parámos ainda na "Selva Urbana" para uma última bebida de despedida, ficando no ar a promessa de novas sessões de vadiagem lúdica e bons momentos de convívio.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

sábado, 21 de abril de 2012

"III Clássica da Primavera 2012"

11 Colinas.
11 Secções de Pavé.
144 kms de puro divertimento e sã camaradagem.

Foi assim que comecei o primeiro dia deste fim de semana algo atípico, no que ao tempo diz respeito, com a minha participação na "III Clássica da Primavera pela Cova da Beira", delineada pelo amigo José Cavaca, para partilhar com os amigos e com quem quisesse aparecer.

Saí de Castelo Branco cerca das 07h15 e rumei ao ponto de encontro. O Bar Periferia, junto ao Refúgio.

O José Luís, ainda a "ressacar" do dia passado na Sra de Mércules, também apareceu, mas, acabou por abandonar em Peraboa.

O grupo inicialmente composto por 11 elementos, aos quais se juntaram mais 3 nas proximidades do Fundão e outro nos 3 Povos, perfazendo um bonito pelotão de 15 elementos, preencheram algumas das panorâmicas estradas do concelho, com a sua alegria de pedalar e bem conviver espalhando um bonito colorido, neste sui generis pelotão de amigos.

A partida, foi pouco depois das 08h30 e descemos ao Fundão, com passagem por Tortozendo, Dominguizo e Alcaria.

Passado o Fundão, virámos para Alcongosta e por uma seção de Pavé bastante escorredia, demos inicio à descida em direção às Donas, continuando por Valverde, Peroviseu, Ferro, Peraboa, Capinha, Salgueiro, Quintãs e Escarigo, onde efetuámos uma paragem para tomarmos um cafézinho.

Alguns companheiros por ali residentes, por ali ficaram e os restantes, seguiram o traçado desta bonita clássica, pedalando ainda por Monte do Bispo, Caria, Belmonte, (por baixo) Quinta do Pessegueiro, Maçainhas, Gaia, Gonçalo, Vale Formoso, Orjais e o Refúgio, onde finalmente chegámos.

Um maravilhoso dia de pedaladas, na companhia de bons amigos e verdadeiros praticantes deste nosso bonito e lúdico desporto . . . o Cicloturismo!!!
Hei-de aparecer mais vezes, concerteza!!!

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

quarta-feira, 18 de abril de 2012

"Calvos, Vilares e Palvarinho"

Na companhia do Carlos Sales, fomos hoje efetuar uma voltinha mais curta, pois havia que estar em casa mais cedo.

Saímos já perto das 08h30 e fomos em direção às Benquerenças, com passagem pela Piscina-Praia, Talagueira e Baixo da Maria, descendo seguidamente à Ribeira da Canabichosa para subir uma rampinha que acabou de vez com o frio matinal.

A passagem pelas Benquerenças foi fugaz e virámos o azimute à Azinheira, entretendo-nos nalguns dos imensos carreirinhos que por ali abundam, para, após passar o VG do Canto Redondo, descermos à Foz da Líria.

Passámos esta Ribeira e o Rio Ocreza e subimos aos Calvos, continuando agora em direção à Nave.

Virámos à direita nesta aldeia e por diversos estradões, chegámos aos Vilares de Baixo e logo depois Vilares de Cima, onde parámos no Café junto à estrada, para a matinal dose de cafeína.

Por ali nos entretivemos um pouco na conversa com a proprietária do café, até que voltámos a carregar os camelbags, que já era hora de regressar.

Cruzámos a estrada e após passagem pelo VG do Mestre chegámos aos Pereiros, onde demos início à bonita descida entre mata de pinhal, até ao Ribeiro da Cilha.

Aqui entrámos no caminho que vai dar ao estradão que desce à Praia Fluvial do Muro, vindo da Serrasqueira.
Subimos ao Palvarinho, onde tencionávamos parar para tirar o pó da garganta, mas o café estava fechado.
Descemos então à Ponte de Ferro e subimos ao Penedo Gordo. Mais à frente, virámos para o Monte da Barreira e com passagem pelo Lombardo, entrámos na cidade, pela Cova do Gato, com 54 kms pedalados numa manhã hoje um pouco menos luminosa e com ameaça constante de chuva.

Ainda chegou a molhar os óculos, mas não passou daí. Desta vez ainda nos safámos de molhar o fatinho!!!

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

segunda-feira, 16 de abril de 2012

"Maratona SelindaBtt"

Neste Domingo, fui até à Sertã na companhia do Carlos Sales, para participarmos na Maratona da SelindaBtt.

Uma zona que conheço e onde já passei bons momentos de convívio e pedaladas.
Este ano, este grupo de amigos abraçou o formato maratona de um só dia, abandonando o anterior XL, a que estávamos habituados, a dois explêndidos dias de convívio.

Mas a experiência e a capacidade de bem servir e organizar mantêm-se e a prova, foi este belo dia passado pelos trilhos da Sertã e que culminou com o já habitual super almoço no Restaurante Ponte Velha.

Eu e o Carlos saímos de Castelo Branco pouco depois das 07h e rumámos à Carvalha, na Sertã, onde o meu irmão Luís já nos esperava, para em conjunto participarmos na maratona.
Fomos tomar o cafézinho da praxe e pôr a conversa em dia.

Entretanto o Carlos Farinha juntou-se a nós e foi este quarteto que pedalou e conviveu durante os 65 kms do evento.

Sempre animados e na cauda do pelotão, fomos convivendo, registando paisagens com as nossas digitais e não desperdiçando uma migalha nos dois bons abastecimentos ao longo do percurso, onde comemos, bebemos e convivemos.

A corrida contra o tempo já não faz parte da nossa filosofia, e como tal, tentámos aproveitar o que de melhor nos ofereceu esta manifestação desportiva.

Excelentes trilhos com muitos e diversificados single tracks, com alguns a "rasgarem-nos" sorrisos de orelha a orelha.

Lindas paisagens com verdejantes vales rasgados por ribeiras serpenteantes e com águas cristalinas, proporcionaram-nos bons e lúdicos momentos.

No final, um bom e farto repasto, deixaram-nos com vontade de voltar na edição de 2013.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC
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Clip filme I
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Clip Filme II

quinta-feira, 12 de abril de 2012

"Cascata da Fraga da Água D'Alta"

Hoje, saí de casa pelas 08h45 e rumei ao Orvalho, com intenção de efetuar uma visita à Cascata da Fraga da Água D'Alta.
O ano passado fiz por ali uma "brincadeira" em Btt com um grupo de rapaziada e hoje, fui com a minha asfaltina em solitário.

A manhã apresentava-se radiante e com bastante sol, apenas manchada pelo forte vento que se fez sentir e que me fez sofrer durante dois terços da jornada.
Passei pelo Salgueiro do Campo e na Reta do Esteval mais uma vez olhei para aquele enorme empreendimento em olival a perder de vista e que certamente irá ser uma mais valia para a região.

Depois foi subir até à Foz do Giraldo, com passagem pela Lameirinha. O vento frontal, aliado ao recente corte da mata de eucaliptos, tornou a subida um pouco mais penosa.
No alto da Foz do Giraldo recordei alguns bons momentos do café junto à paragem, quando até ali pedalávamos e confraternizávamos com a sua proprietária, cujo nome agora não recordo e que era uma excelente contadora de histórias.

Lembro-me também de ela numa das minhas visitas ao café me ter contado com vaidade, uma sua ida à televisão onde contou algumas das suas histórias. Velhos tempos!!! Agora já pouco se confraterniza nestes recantos, pois estragam-se as médias horárias e corre-se o risco de beliscar a performance e o acumulado positivo, pois do negativo niguém fala, ficar um pouco desacumulado. Ressalvo aqui as devidas excepções, pois claro!!!

Mas a partir daqui estes pensamentos esfriaram, pois o tempo mudou radicalmente com o frio a chegar ao corpinho, devido às nuvens baixas que iam despejando aquela aguadilha, tipo chuvinha molha-parvos. E foi assim até ao Vilar Barroco.

Passei pelas Casas da Zebreira e, chegado ao Orvalho, nem parei, pois veio-me à recordação a tentativa de furto das bikes, junto ao café ao lado das bombas, no cruzamento para o Fundão. Nessa altura, estava acompanhado do Nuno da Suíça e do Pedro Barroca.

A partir do Orvalho entrei na bonita estradinha bastante panorâmica e agora melhorada com um novo tapete de alcatrão, do tipo grosso modo. Pedala, mas mantêm a boca fechada, senão mordes a língua!!!

Cheguei finalmente à cascata. Com sapatinhos de estradista, lá fui aos saltinhos até lá abaixo, até junto da cascata, correndo o risco de partir uma travessa dos pedais e ficar com um grave problema. Mas aventura é aventura e tudo o que é muito calculado, para mim não é aventura!!!
Lá estava ela, a cascata . . . ou melhor . . . o que deveria ser a cascata. Apenas uns modestos fios de água. Até às cascatas já chegou a crise!!! A falta de chuva que se tem feito sentir, tem um efeito nefasto nestes cantinhos paradisíacos. Mas ela está lá e ainda este ano por lá hei-de passar, talvez de btt, num percurso que mais tarde planearei. Agora estou apenas concentrado na minha Transpirenaica, já no próximo mês.

Abandonei aquele belo local e sempre olhando à minha direita, o lado mais bonito, com aquelas bonitas montanhas e profundos vales, proporcionando imagens singelas, num ou noutro local, onde o sol mais incidia.
Absorto naquelas explêndidas paisagens, lá fui pedalando e assim passei por Vilarinho, Vilar Barroco e Póvoa da Ribeira.

Voltei a passar pela foz do Giraldo e até Castelo Branco, fiz o percurso inverso.
Foram 103 kms de pedalada com a minha "asfaltina", num percurso que adoro fazer, sobretudo, pela sua componente paisagística.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC