quinta-feira, 29 de março de 2012

"Penamacor"

Depois de alguns dias de contenção cicloturistica, fui hoje, na companhia do Jorge Palma e do António Leandro, até Penamacor.
Vila típica e relaxante e que prima pela sua paisagem natural magnífica e onde a calma e paz de espírito imperam.

Eu e o Jorge saímos da cidade pouco depois das 08h e o Leandro juntou-se a nós já quase no final da reta do Lanço Grande, quando tentávamos resolver uma pequena avaria na bike do Ti João, que mais uma vez nos chamou a atenção e nos pediu ajuda. Um homem que faz juz ao refrão da velha canção beirã . . . Eu nasci na beira sou homem pequeno, sou como o granito, bem rijo e moreno!!!

Problema temporáriamente rsolvido e lá fomos, cada um ao seu destino.
Nós virámos seguidamente para os Escalos de Baixo e de Cima e depois da subida de S. Gens, parámos no Café da D. Maria em S. Miguel D'Acha, para a matinal dose de cafeína.
Continuámos por Pedrogão de S. Pedro e subimos a Penamacor, com nova paragem na esplanada do café "Paraíso", onde calmamente bebericámos uma coca cola e conversámos sem pressa alguma e sem stress.

O regresso foi feito pelo mesmo percurso, em sentido inverso, terminando no ponto de partida pelas 13h, com 108 kms percorridos, metade dos quais contrariando o vento que mais uma vez nos dificultou a jornada, mas que não nos arrefeceu os ânimos, nem nos privou da habitual camaradagem e boa disposição.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

sábado, 24 de março de 2012

"Rosmaninhal"

Como préviamente combinado com o Jorge Palma, hoje fomos até ao Rosmaninhal . . . uma aldeia enorme, antiga vila, de largas ruas e casas pobres, situada numa região de aspeto extremamente rústico e isolado.

Saímos da cidade pelas 08h e rumámos ao Ladoeiro, com passagem em Escalos de Baixo.
Na aproximação a esta aldeia, encontrámos o Ti João dos Escalos que seguia ao encontro da rapaziada que se costuma juntar na Rotunda do Continente.

Fez-nos sinal de paragem e pediu-nos a opinião sobre uma fissura na forqueta da sua bicicleta.
Ao ver aquilo fiquei surpreendido e preocupado com a integridade física daquele octogenário amigo e ainda fogoso pedalante.

Ambas as hastes da forqueta apresentavam fissuras e davam a indicação que poderiam partir a qualquer momento.

Aconselhámo-lo a voltar a casa, pois estava a umas escassas centenas de metros e pedir que lhe levassem a bike á oficina. Ainda tentou ir assim até Castelo Branco, mas conseguimos demovê-lo.
Se até ao Ladoeiro o vento já dera uma indicação do que seriam as dificuldade de chegar ao Rosmaninhal, a partir dali, foi um suplício com o forte vento sempre de frente, pois a zona era bastante descampada e pouco arborizada.

Mas lá chegámos, parámos no café à entrada, para nos alimentarmos e tomar a matinal dose de cafeína.

Seguimos depois em direção ao Côto dos Correias, numa estrada panorâmica, com uma envolvente espetacular. Uma pequena aldeia cuja única rua é a estrada que a atravessa, entre bonitas construções em xisto.

Rápidamente descemos à ribeira das Cegonhas, que cruzámos para apanhar a também bonita estradinha panorâmica para Monforte da Beira, após descida ao Rio Aravil, numa zona de onde guardo tantas recordações, na passagem do rio e em jornadas de pesca e de caça, de há muitos anos, quando ainda era um velho e poeirento caminho.

Em Monforte fizémos nova paragem no Café do Joaquim Padeiro e ali comemos mais qualquer coisa para afrontar os últimos 24 kms e cujo final "arfante" não conseguimos evitar.

Eram 13h quando entrámos na cidade, com 101 kms pedalados, hoje bastante dificultados com o vento, mas gratificantes pela paisagem, pelo isolamento e quietude daquele recanto de aspeto rústico e isolado e pela companhia do amigo Jorge, com quem particularmente gosto de pedalar, pela sua filosofia e forma como desfruta destas lúdicas manhãs de cicloturismo.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

sexta-feira, 23 de março de 2012

"Monte Fidalgo"

Hoje foi dia de vadiagem. Era para ir ver o Tejo, mas fiquei-me pelo Monte Fidalgo.

Sai cerca das 08h, passei pela Piscina Praia, pela barragem da Talagueira e depois do Baixo da Maria, desci à Ribeira da Canabichosa.

Subi até ao alto, já nas proximidades das Benquerenças e voltei a descer, desta vez às Ferrarias, entrando depois na aldeia

Com passagem pela Azinheira, fui até à Represa, parando no "Ramalhete" para a matinal dose de cafeína.

Já com o corpinho composto, dei uma volta pelos Poços Fundos e com uma fugaz passagem pelos Cebolais, tomei o estradão que passa pelo VG do Pato, descendo seguidamente a Ladeira de S. Gens para a Vidigueira.

Passei pelo Vale dos Lagares e subi ao VG de Entre Caminhos para descer ao Muro Queimado, entrando seguidamente no Monte Fidalgo. Já não me apeteceu ir até ao Tejo, pois ainda teria que gastar muita energia para regressar à cidade.

Saí da aldeia pelo Juncalinho e pelas Bromelhas, desci para a Ribeira de Alfrívida, com passagem pela Sra dos Remédios.

Na Macarra, virei à esquerda para o Chão da Amoreira e depois de passar a Ribeira do Barco, subi aos Maxiais pelas Espantalhosas.

Depois de cruzar o Vale da Dona e das Quedas, cheguei à Caseta dos Maxiais, onde apanhei o estradão que ladeia a linha férrea até entrar na cidade, com 86 kms de muita pedalada por vales e cabeços, numa manhã vadia e cheia de adrenalina.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

quinta-feira, 22 de março de 2012

"Passeio descontraído"

Hoje, juntei-me ao Filipe e ao Micaelo e fomos dar uma voltinha com as nossas asfaltinas. Calma, descontraída e sem stress!!!

o Micaelo idealizou a volta e fomos dar uma espreitadela à Barragem da Marateca, onde ainda há muito pouco tempo estive também de visita, mas que não me canso de ver.

Saímos em direção aos Escalos de Baixo, seguimos por Escalos de Cima e, na Lardosa, parámos no "Tá-se Bem" para a matinal dose de cafeína e dois dedos de conversa.

Rumámos então até à Barragem, pelo paredão e continuámos em direção a Tinalhas, pela estradinha panorâmica que circunda parte da barragem, onde se nota já o aparecimento da primavera, ainda que, com o seu habitual colorido ampalidecido com a falta de chuva que este ano se tem feito sentir.

Continuámos por Freixial e Juncal do Campo e à entrada do Salgueiro, virámos o azimute à cidade, onde chegámos pelas 12h30, com 62 kms pedalados calmamente, em ambiente contemplativo e sã camaradagem.

Uma pequena paragem no Café da Rotunda da Racha para a habitual "sossega" e ficou a promessa de novos passeios quando houver oportunidade.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

terça-feira, 20 de março de 2012

"Serra da Gardunha"

No passado domingo, acompanhando a rapaziada das Docas, fiz uma passagem pela Serra da Gardunha, subindo de S. Vicente da Beira às Lameiras e descendo ao Louriçal do Campo por Casal da Serra e depósitos da Antinha.

Aguçou-me o apetite e fiquei com vontade de lá voltar.
Hoje e aproveitando a companhia do Carlos Sales, fomos até às Fragas da Penha, com passagem pelas Quintas do Vale de Prazeres, cumeada do Alto da Serra e antenas da Cortiçada.

Pelas 07h30 fui buscar o Carlos com a minha "ramona", carregámos as bikes e fomos até ao parque de estacionamento do restaurante no cruzamento das Atalaias.

Logo ali, atestámos o corpinho com a dose matinal de cafeína, pois estava um frio de rachar e um vento gélido.

Passámos nas traseiras do restaurante com rumo a Vale de Prazeres, pedalando por bonitos trilhos pela Gândara, Monte das Carvalhas e Melânia.

Subimos ao VG da Casa Alta e descemos para as Termas da Touca, onde entrámos em trilhos entre hortas, pelo Trapeiro e Relvas, para entrarmos na povoação por uma das suas típicas ruelas, onde o Carlos desempenhou o papel de cicerone, pois os seus pais são dali.

Parámos na pastelaria e comemos um bolinho e um nectar, para aconchegar o corpinho, pois as planuras estavam na fase final.

Fomos até à estação e seguimos um carreirinho sempre à beira da linha, até às Quintas do Monte Leal, onde entrámos num trilho com uma inclinação apreciável e coberto de caruma e pinhas que nos levou ao estradão junto às antenas e VG da Cortiçada.

Seguimos sempre pela cumeada do Alto da Serra, até cruzarmos a estrada, quando esta começa a descer para o Fundão e por trilhos entre carvalhais, passámos a Catraia do Falcão, subindo depois ao VG da Coutada e num sobe e desce, chegámos a Parque de Merendas da Casa do Guarda de Alcongosta,

Continuámos a subir, agora até ao VG e Posto de Vigia do Cavalinho, onde parámos para apreciar aquela arrebatadora panorâmica a 360 graus. Simplesmente espetacular.

Continuámos depois para o Alto da Penha e descemos para a Casa da Floresta, onde virámos à esquerda para o Vale da Andorinha e com passagem pelo Santeiro, chegámos a Castelo Novo.

Passámos pelos pomares do Borracheiro e depois de passar a ponte sobre a A23, cruzámos o Escaldado e chegámos de novo ao cruzamento das Atalaias, onde tinhamos estacionado a "ramona".

Arrumámos as bikes, mudámos de roupa e entrámos no restaurante onde nos mandámos a uma bela bifana e uma bjeca fresquinha.

Foi uma explêndida manhã de pedaladas, preenchidas com 44 adrenalínicos kms, por bonitos trilhos e espetaculares paisagens.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC
.o0o.
Clip de filme.

domingo, 18 de março de 2012

"Até à encosta da Gardunha"

Domingo é habitualmente dia de btt. E, não fugindo à regra, fui hoje até às Docas para dar umas pedaladas com a rapaziada que por ali se costuma concentrar.

Juntámo-nos 13 companheiros, entre eles, o Pedro Antunes, que hoje orientou a malta numa incursão à encosta da Serra da Gardunha, num bonito percurso circular.

Saímos já depois das 08h em direção à Tapada das Figueiras e Quinta de Valverde, onde virámos o azimute para os lados da Póvoa de Rio de Moinhos, com passagem pelo Penedo do Corvo, Cadavai e Santuário da Sra da Encarnação.

Cruzámos a estrada para Tinalhas e pela Quinta do Senhor da Serra, Carrapiço e Vale Cabreiro, subimos ao VG do Talhadouro.

Continuámos pelo Chão dos Moinhos e Casa Branca e após ladearmos a Barragem do Pisco, passámos o Vale Feitoso e pela Devesa, chegámos a S. Vicente da Beira, onde parámos na Pastelaria junto aos Bombeiros, para a sessão do "abatanado". Creio que já sou dos poucos que ainda não aderiu à moda do abatando. Mas, para mim, ainda é muita água para tão pouco café!!!

Subimos depois à Tapada do Tamanco, por uma bonita ruela de empedrado, continuando até às Lameiras com os seus velhos castanheiros, agora desprovidos da beleza que os caracteriza e descemos ao Casal da Serra, por um novo trilho, pelo menos para mim, com uma ou outra parte mais técnica, mas que creio que toda a malta adorou. Foi uma passagem bonita e em descida, foi bem "curtida"!!!

Do Casal da Serra, entrámos no estradão que desce ao Louriçal do Campo, pelos depósitos de água da Antinha, numa descida bem adrenalínica, agora um pouco melhorada, relativamente à última vez que por ali passei.

A hora de almoço já se aproximava e com alguns companheiros a denunciarem compromissos, passámos rápidamente pelo Casal da Pelota, após alguma hesitação na escolha do trilho certo e entrámos no asfalto, onde os conta kms das nossas bikes começaram a mostrar leituras de velocidade mais rápidas.

Voltámos aos trilhos nas proximidades da Lardosa e já pelos useiros e vezeiros estradões da zona, rápidamente chegámos a Alcains, com a aceleração da praxe, entre Santa Apolónia e Atacanha.

E assim, o horário foi cumprido, com chegada à cidade pelas 13h, após 76 kms de boas pedaladas, num grupo divertido e animado.

Eu o Fidalgo e o Luís Moreira, fomos ainda passar os "beiços" por uma jola, à laia de despedida, com encontro marcado para uma próxima oportunidade.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC