terça-feira, 31 de janeiro de 2012

"Orca"

Hoje, na companhia do Jorge Palma e do Filipe, fomos dar uma voltinha "alcatrónica".
Saímos da cidade pelas 09h30 e tomámos o rumo à Lardosa, com passagem por Escalos de Baixo e de Cima.
Parámos no "Tá-se Bem" para o cafézinho da manhã, seguindo depois por Vale da Torre, Zebras e Orca.

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Este troço de estrada está em manutenção, para levar um tapete de alcatrão, que espero seja para breve, pois é um percurso panorâmico e onde a rapaziada das asfálticas poderá afastar-se um pouco das vias paralelas à A23, logo, ao bulício dos automobilistas a furtarem-se ás portagens das SCUT.
Na Orca, virámos à direita e fomos até S. Miguel D'Acha, continuando por S. Gens e de novo Escalos de Cima e Escalos de Baixo, entrando na cidade pelas 13h, com 73 kms percorridos numa manhã primorosa, apesar de um pouco fria e na companhia de rapaziada que gosta de dar ao pedal, para descontrair, como diz o meu irmão Luís.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

domingo, 29 de janeiro de 2012

"Lurgo da Nogueira e Vale de Ronções"

Hoje, juntaram- se para a voltinha domingueira de Btt, 16 companheiros com vontade de dar umas pedaladas por esses campos fora, em sintonia com a bonita manhã com que hoje fomos brindados.
Pouco depois de termos dado início a esta nossa pequena aventura, o Fidaldo, preocupado com a "avózinha", disse que sem ela não ía a lado nenhum!!!
Pois é, a avózinha, talvez porque dela exigem bastante trabalho, começou a perder parafusos e o nosso amigo Fidalgo, teve que regressar à "base" para resolver o problema, pelo que ficámos privados da sua companhia.
O numeros pelotão lá partiu para os trilhos com o ponteiro a passar pelas 08h15.
Com rumo aos Escalos de Baixo, localidade onde tomaríamos a matinal dose de cafeína, passando pelo Alagão onde ficaram surpreendidos com a dimensão da obra para a construção do novo aérodromo de Castelo Branco.
Entrámos no Curral do Prego, onde tivémos acesso ao Monte Brito e logo depois à Vinha do Marco, que antecedeu a nossa paragem para a dose de cafeína nos Escalos de Baixo.
Saímos da aldeia pela Quelha do Cemitério e já no alto, ao malhão do Vale da Silveira, tomámos o estradão para a Mata, onde não entrámos, cruzando a estrada e seguindo com direção ao Lurgo da Nogueira, por uma série de trilhos, onde pessoalmente gosto de dar umas pedaladas.
Já no Lurgo e nas proximidades da Ribeira de Alpreade, o Pedro Antunes teve uma "desavença" com a sua bike, que o atirou ao chão, numa queda que poderia ter tido outras proporções. Felizmente não foi grave.
Encostámos depois à Ribeira de Alpreade, num bonito trilho, tipo "rompe piernas", como dizem os "nuestros hermanos", que nos levou a um dos locais mais bonitos daquela zona. O Vale de Ronções!!!
O grupo ia animado e composto por grupetos, como é normal quando se juntam mais de uma dúzia de companheiros a pedalar. E assim fomos ganhando kms, dando rotação aos pedais até chegarmos à zona do Barro Vermelho e, com passagem pelas Hortas dos Escalos, chegámos à Estação de Alcains, já com os olhos postos na cidade, onde chegámos com 59 kms pedalados num numeroso a animado grupo.
Uma última paragem na Rotunda da Racha, aos Buenos Aires, separou os com mais sede, dos com menos sede, para uma mini tertúlia, com as "jolas" da praxe.
O Fidalgo, já com a "avózinha" pronta para o que der e vier, acabou por ir também dar a sua voltinha, juntando-se-nos no final para a habitual "sossega".
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC
Clip de vídeo:

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

"Serra da Carrapata e da Gardunha"

Hoje, era um dos dias não muito convidativos para dar umas pedaladas.
Algumas nuvens a acomodarem-se no céu e um vento forte e frio. De cortar orelhas!!!
Mas nem isso me demoveu.
Saí de casa pelas 07h15, fui buscar o Carlos Sales e rumámos ao Fundão.
Como já vem sendo habitual, tomámos o cafézinho matinal e o bolinho da praxe, na pastelaria.
Preparámos as bikes e restante material e fomos para os trilhos.
Hoje iríamos subir à Serra da Carrapata e pelos Enxames, à Serra da Gardunha.
Saímos do Fundão pela Quinta das Nogueiras, com o relógio já a passar pelas 08h30 e encostámos à Ribeira de Alcambar até práticamente à sua foz, na Ribeira da Meimoa, passando pelo Tendeiro e Quinta do Cortiço.
Cruzámos a estrada e passámos a ponte sobre a ribeira e fomos agora em direção a Alcaria, pela Tapada dos Frades e Barreiros.
Passámos sob a A23 e subimos pelo Estreitinho à Torrinha, Penedia e Monte Serrano, descendo depois à Quinta das Paiãs, para pouco depois, entrarmos na Aldeia do Ferro, que cruzámos sem qualquer paragem.

Saímos para a Quinta do Azevedo e passámos no Brejo e na Caverna, por bonitos trilhos repletos de velhos castanheiros, misturados entre mata de carvalhos, já em plena Serra da Carrapata, gozando depois com a adrenalínica descida à Barragem da Capinha.
Entrámos seguidamente na povoação, onde efetuámos a primeira paragem para comer e beber algo, num café local.
Rumámos depois à Quinta da Várzea, mas, ao chegar junto à Ribeira da Meimoa, não foi possível cruzá-la. O caudal era de tal maneira, que só de "cacilheiro"!!!
Voltámos atrás e tivemos que passar a ribeira pela Ponte da Capinha, onde virámos à direita e, por asfalto, fomos até aos Enxames, com passagem pelo Santuário da Sra do Fastio.
Passámos os Enxames e entrámos no estradão que passa pelo Cascalho e Magalão, para ascendermos então a brutal parede para o Alto da Serra.
Ainda consegui pedalar até à passagem inferior sob a via férrea, mas a partir daí e até dois terços da subida, já não houve "caneta".
Custou-me mais esta subida a empurrar a "dita", que subir às antenas da Cortiçada pela Fatela.
Uma das "partidinhas" dos "risquinhos" no Google Earth.
O meu "instrumento" marcou como pendente máxima 30%.. Ainda me doi os dedos grandes dos pés de empurrar a bike em bicos. Chiça!!!
Quando a pendente suavizou tivemos que parar para descansar um pouco e "mandar tralha para o corpinho", pois ainda faltavam uns kms para o final da aventura de hoje.
Andámos lá pelo alto da serra a ziguezaguear por trilhos bem porreirinhos, até chegarmos ao estradão que desce das antenas e que seguimos, até á curva de cotovelo da estrada que vem de Alpedrinha.
Já com algumas nuvens a ameaçar lançar água, descemos por asfalto até ao cruzamento para S. Macário e descemos às Donas pelo Folhadeiro, entrando seguidamente no Fundão, onde horas antes iniciámos esta explêndida aventura.
Arrumámos as bikes e restante material, vestimos roupa enxuta e fomos até à Tasquinha do Nicolau, onde desta vez comemos uma bifana acompanhada duma "jola".
Aquela "subidorra" fez-nos perder o apetite, mas não a vontade de voltar à Gardunha e Cova da Beira, onde gosto bastante de pedalar. Tenho andado a protelar estes últimos anos, por este, ou por aquele motivo. Mas agora, haja oportunidade e estou sempre disponível para dar umas pedaladas pela bonita Serra da Gardunha e outras serrinhas que por ali pululam e que também têm trilhos fantásticos.
Contas feitas. Foram 65 kms pedalados na companhia do Carlos, nesta esquisita manhã, bastante fria e ventosa, mas ainda assim, cheia de aventura e adrenalina.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC
Clip de vídeo:

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

"Por terras de montado"

Eram 07h30 e eu a olhar para o teto do quarto. Nahhh!!! Isto não é vida.
O facto é que me apetecia ir "vadiar" um pouco.
Pequei no "Tanganho", pensei um pouco e decidi ir até à zona de montado, pedalar por entre sobreiros e azinheiras ali para os lados de Monforte da Beira.
Já há uns tempos que ando para dar uma olhada a uns trilhos ali para os lados do Monte Barata e Vale de Paio e hoje, foi o dia.
Pelas 08h30, pus pés no pedal e fui em direção ao single do Quinteiro, onde entrei nos trilhos.
Passei no Monte do Forninho do Bispo e fiz todo o sobe e desce até ao VG do Alcaide, lançando-me seguidamente descida abaixo até ao Monte do Jambum, onde entrei no estradão para o Monte da Ponte e Ponte do Ponsul.
Subi depois ao Monte do Pardal e com passagem no Picado de Baixo e de Cima, entrei no asfalto, que segui até ao VG da Farropa, onde tomei a direção do VG da Sapateira, mesmo ao malhão do Monte da Granja dos Castelos.
Continuei as minhas pedaladas e desci para o Monte do Barrelas e, contornando a Serra do Carregal, cruzei o asfalto no cruzamento da estrada de ligação Monforte - Malpica e desci á Ribeira da Cachaça, que ladeei até ao Monte do Saraiva.
Passei as ruínas do casario do Monte do Lopes e tomei a direção do Monte Barata, que contornei, rumando seguidamente ao VG da Castiça.
Os trilhos por aquela zona começam a ser escassos para a malta do pedal, pois está quase tudo aramado e com grandes portões fechados a cadeado, pelos senhores da caça. Qualquer dia, nem os proprietários lá conseguem entrar!!!
Tive que seguir para a Casinha do Chicharro, onde apanhei o estradão que vem do Galisteu, até ao Malhão do Couto do Javiel, onde virei à direita e, de novo tive que seguir encostado às aramadas até ao Lameiro da Caiada onde desci para a Feiteira, pedalando depois pelo bonito trilho entre paredes e sobreiros, pelas Hortas de Alcains, entrando em Monforte da Beira pela Capela de Santo António.
Parei no Café do Joaquim Padeiro e por ali me mantive algum tempo à conversa com o Tó, filho do Joaquim Padeiro, enquanto bebericava uma bebida e comia algo mais sólido.
A pressa não era muita e os trilhos iam esperar por mim!!!
Saí de Monforte em direção ao Monte da Sancada, a pensar na sobremesa. Comer um par de laranjinhas colhidas no laranjal. Mas alguém se tinha antecipado!!! Encontrei ali estacionada uma carrinha de "ciganos" e não quis parar. Também deviam de andar a "comprar" laranjas. eh eh eh!!!
O destino era agora o Monte Grande e a sua bonita barragem. Já me estava a "lamber" por pedalar no single da pedra redonda, por mim desencantado há dois anos atrás.
Mas fiquei-me pela intenção, pois toda aquela zona tinha sido recentemente lavrada, pelo que tive de encontrar caminho alternativo e pela planície, lá cheguei à barragem. Estive por ali um pouco a olhar para aquela bonita panorâmica. Fiz um par de disparos com a minha digital e fiz-me ao trilho.
Passei ao fundo do arraial do Monte Grande e segui o estradão paralelo ao vale até ao malhão do Monte da Granja dos Castelos, onde encostei à Ribeira do Vidigal, pelo extremo oposto, até à Malhada do Sordo, entrando depois no vale da margem sul do Rio Ponsul, pelo lado do Monte do Escrivão, até à ponte medieval.
Cruzei para a ponte nova pela velha fábrica de tijolo e fui até ao Monte Clérigo, onde subi até à lixeira da Valnor, voltando a cruzar a estrada, agora para o S. Martinho, voltando a entrar na cidade pelo single do Quinteiro, com 82 kms pedalados por belos montados de sobro e azinhal, com uma ou outra subidita para apimentar a "coisa" e sobretudo, com a satisfação de um dia bem passado, sem stress e a meu belo prazer.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC
Clip vídeo:

domingo, 22 de janeiro de 2012

"Serra de S. Brás"

Hoje de manhã, resolvi juntar-me à rapaziada das Docas, para a voltinha domingueira de Btt.
Juntámo-nos oito companheiros, ávidos por umas boas pedaladas, tanto mais que a manhã de hoje estava mesmo apetecível para a prática da modalidade.
Desconhecia completamente o percurso e nem me incomodei muito em saber de antemão.
Sabe bem de vez em quando seguir o guia!!!
Saímos da cidade por asfalto até ao Penedo Gordo, onde entrámos nos trilhos, em direção à Ponte de Ferro.
Subimos ao Palvarinho e pelo Casal da Bica, chegámos ao Salgueiro do Campo.
Passámos seguidamente pela Cruz das Almas e com uma fugaz passagem pelo Vale do Santo, subimos à Serra de S. Brás. Subida que nunca tinha feito e que, a pedalar, ficou ainda por fazer. Um espinho cravado, que tenho que arrancar!!!
Descemos a Serra e tomámos a direção das Ferrarias, já com os olhos postos no Ninho do Açor, onde parámos para o cafézinho da manhã.
Do Ninho seguimos em direção à estrada de ligação à aldeia, pois o trilho delineado estava agora lavrado, obrigando a malta a alterar ligeiramente o percurso.
Antes da subida a Tinalhas, virámos para o Vale de Prande, contornando-o, virando depois à esquerda para subirmos até às imediações do Santuário da Rainha Santa Isabel e mais à frente, rumámos ao VG do Buzio, para descermos depois ao Freixial do Campo.
Por Santa Catarina e Quintas de Valverde, chegámos de novo ao asfalto, que seguimos até à Tapada ds Figueiras, onde mais à frente, o Dário e outro companheiro, tiveram um encontro imediato com um arame, provocando-lhes uma aparatosa queda, felizmente sem danos de maior.
Virámos depois para o Lombardo e entrámos na cidade pela Cova do Gato, com uma última paragem na Pastelaria do Montalvão, junto ao Continente, para a "jola" de despedida.
Uma manhã bem passada, em companhia de rapaziada animada e divertida, durante 64 kms por bonitos trilhos e excelentes paisagens.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC