terça-feira, 30 de agosto de 2011

"Nisa"

Quando hoje, me juntei à rapaziada do "Continente", já ali se encontravam alguns companheiros e uma companheira, a Tê.
Um grupo bem composto e que, por sugestão de alguém, rumou hoje a Nisa, para o cafézinho da manhã.
Excepção feita à Teresa, que não nos acompanhou, pois a quilometragem e o acumulado do percurso, ainda são um pouco exagerados para ela, tanto mais que regressou agora duns diazitos de férias, segundo disse.

Fiquei com pena que tenha ficado só e ter de fazer a sua voltinha a solo, mas . . .!!!
Grupo divertido e hoje, um pouco "arrebitado", proporcionou bons momentos de camaradagem e companheirismo.
O percurso foi feito por Sarnadas, Alvaiade, Távila, Gavião de Rodão e Vila Velha e, no regresso, pelo mesmo percurso, com desvio pelo Coxerro até Sarnadas.
Um bom par de "stickadas", bem à moda do "Continente", trouxe a malta aos "repelões" até Castelo Branco, onde chegámos pelas 12h30, com 100 kms pedalados numa manhã que começou algo cinzenta, com o nevoeiro a baixar bastante a temperatura normal para esta época do ano, terminando com a malta já a sentir os efeitos do calor, que refrescou com uma última paragem nas Bombas das Sarnadas.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

"XIV Raid AC-Trilhos e Aventuras"

A "Cambada", mais uma vez se juntou para uma aventura, desta vez, ali para os lados de Vila de Rei.
Conquistar novas serranias, visitar outros locais, alguns bastante peculiares, pedalar por trilhos diferentes, sempre aliado à boa disposição, camaradagem, e forte amizade, que une esta rapaziada, sem interesses subjetivos, onde os acumulados, tempos e médias horárias, nada nos dizem e que substituímos pela parte gastronómica, que quase sempre nos acompanha nestas nossas pequenas aventuras.
De Castelo Branco, saímos, eu, o Silvério, o Pedro Barroca, o Nuno Eusébio e o Tiago, com a minha "ramona" carregada com as bikes.
Passámos pela Sertã, onde nos esperava o meu irmão Luís e o Luís Bandeiras.
Tomámos o café, na "galhofa", imagem de marca deste grupo e rumámos à castiça Aldeia da Relva, no sopé da Serra da Melriça.
Já tudo combinado com o "Ti Aniceto", para manter a comidinha quente, que nós íamos pintar a manta alí para os "cabeços" e já vinhamos!!!
Já saímos tarde, já com os ponteiros do relógio a caminhar para o lados das 10h00.
Uma saída em descida, para pouco depois zuiquezaguearmos pelas aldeias de Casal Formoso, Borreiros e Fundo da Lameira em direção ao Vale da Urra.
Andámos aos "esses" pela Ribeira do Bostelim, ora passando para um lado, ora passando para o outro, por bonitos trilhos, até que virámos o azimute à Pracana da Ribeira. Subidas e descidas, mantinham o pessoal entretido e até já havia quem dissesse . . . Isto é como as estações do ano, mal acaba o inverno, começa logo o verão!!!
Sempre em terreno bastante ondulado, passámos Pero Gonçalves e ladeámos os Juntos, chegando à Vinha Velha, já com o Robalo à vista e o palato já a trabalhar, em busca do delicado sabor da pinga do "Ti Cabaço", o velhote cá do "rapaz".
Chegámos, cumprimentámos e fomos agraciados com um "repasto" na modesta adega, onde a pinga não faltou e era à descrição.
Comeu-se, bebeu-se e assim se passou um bom momento de descontração e gastronomia.
Estava na hora de continuar, pois a Serra de Santo António, com a sua bonita ermida, esperava-nos.
Saímos em direção aos Martinzes e começámos a rodar sobre a direita, até chegarmos ao início da "bela" subida, ermida e posto de vigia.
Depois de um longo "arfanço", lá estávamos nós a "mirar" todo aquele bonito panorama, que nos envolvia, num raio de 360 graus.
Descemos a serra e rumámos à Capela, onde iniciámos a subida à Sanguinheira, aproveitando alguns companheiros para atestar os camelbags com àgua.
Sempre em subida, que ía endurecendo consoante íamos ganhando altura, em direção às eólicas da Serra do Bando, lá a fomos conquistando até chegarmos ao aprazível local da "Mina do Ti Guilherme", lá bem no alto e no meio de nenhures. Um oásis!!!
Ali comemos algo, bebemos daquela saborosa e fresca água da serra. Alguns companheiros aproveitaram para se refrescarem nos diminutos tanques de água fresca, em "pelota", pois por alí, não havia vivalma e foi mais um momento de diversão que animou a rapaziada!!!
Saímos dali, em descida, para o Chão do Brejo e logo depois o Chão do Lopes Pequeno em busca do único café do percurso, na Aldeia D'Eiras, onde abancámos e nos refrescámos com umas bebidas fresquinhas.
A segunda parte do percurso era para mim a mais exigente e também a mais bonita.
Todo o percurso era bastante exigente, não tanto pela sua orografia, mas também pelo tipo de piso, muito pedregoso e bastante árido, com muitas zonas onde tinhamos que aplicar os nossos dotes técnicos.
Com tudo isto, chegámos finalmente a um dos momentos do dia, a bonita Aldeia de Xisto de Agua Formosa.
Por ali pedalámos pelas suas estreitas ruelas, em busca da beleza das suas bem arranjadinhas casas de xisto. Uma visão fantástica!!! Fica-se com vontade de lá voltar.
Parámos na fonte, à saída da aldeia, para atestar camelbags e segui-se o espetacular single track, que nos deu acesso ao estradão que nos levou para o Vale do Gil, onde toda a malta já procurava com os olhos, a visão do VG da Melriça, situado no ponto mais alto da serra do mesmo nome e o Centro Geodésico de Portugal.
Esse momento chegou e, apesar de algum cansaço que já se fazia sentir, ninguém desistiu. Não foi uma conquista fácil, pois subir, tinha sido uma constante até ali!!!.
Contornámos a Serra a 180 graus, por um soberbo trilho, frondoso na sua maioria, até à viragem final, pela pista de downhill, que teve que ser a "penantes", havendo como alternativa, o asfalto, mas só o meu irmão optou por essa solução.

Contornada a Serra da Melriça e conquistado o Centro Geodésico de Portugal, faltava-nos a descida mais longa e adrenalínica desta nossa aventura e, que nos conduzia ao ponto de partida, a Aldeia da Relva.

Descida longa, técnica e com inclinação quanto baste, fez-nos esquecer o cansaço e as horas em cima da "dita". Foi a loucura, com a rapaziada a chegar junto às viaturas com um sorriso de orelha a orelha.
Para mim é quanto basta, para compensar a busca e o trabalho, neste caso, por prazer, em busca de locais onde a malta se possa divertir e pintar a manta. Desta vez, o traçado do percurso, esteve a cargo do meu irmão Luís, que criou um percurso bem desenhado e que foi do agrado de toda a rapaziada. Obrigado Luís!!! Na próxima vez que dermos uma voltinha, deixo-te ir à frente, eh eh eh!!!
Na Relva e já depois das bikes acondicionadas, esperava-nos a bela piscina para mais uma sessão das "diabruras da cambada", que não perdem a oportunidade de um bom momento de diversão e liberdade.
Seguiu-se um belo e longo repasto de "bufet" com uma boa meia dúzia de "pratos à escolha e a "atestar", quantas vezes nos desse na gana.
A loirinha, era à descrição, pelo canudo "bico de pato" e self service, assim como qualquer outra bebida.
Havia ainda as entradas, a que ninguém passou cartucho e sobremesas, que foram bem "atacadas" no final.
Uma excelente tertúlia entre bons amigos, onde as distâncias não são nossas inimigas, nem servem como desculpa para nos" arruinarem" o orçamento e, sobretudo, onde as bikes são para nós, "veículos" de aproximação, convívio e divertimento e não para competir. Não somos talhados para isso!!!
O protagonismo, também nos passa ao lado. Não gostamos de emoldurar para pendurar na parede.
Fazemos . . . e pronto, já está!!! À próxima oportunidade, lá estamos de novo. "Um toque de corneta" e lá esta a "cambada" junta de novo, para mais uma diabrura.
Queres dar umas pedaladas diferentes, aparece!!! Não é necessária filiação, nem é necessário que sejas amigo "do coração", virtual, curioso, ou até inimigo. Não tens que te desvincular de grupos a que pertenças, nem pagas nada!!! No final, basta um aperto de mão e até á próxima, se quiseres!!!
Aqui não se compete, pedala-se. Não há primeiros nem últimos, nem ninguém repara na bike que usas, ou no jersey que vestes.
Simplesmente, aproveita a aventura e diverte-te . . . à antiga!!! Sem STRESS!!!
Fiquem bem.

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.

AC

sábado, 27 de agosto de 2011

"Termas de Monfortinho"

A uma dúzia de dias da 18ª. Edição "Serra Acima", este ano transformada em "Desafio Audace", com dois dias de "duras" pedaladas entre Marinhais/Castelo Branco (189 kms) e Castelo Branco/Torre (100 kms), andam alguns companheiros a treinar para a participação na edição deste ano.
Não tinha anda a certeza se poderia acompanhar a rapaziada, mas à última da hora lá me "desenrasquei".
Quando cheguei ao local marcado para hoje, a célebre "Rotunda da Racha", lá estava a malta. Mais do que esperava.
Assim, pouco depois das 07h00, eu, o Leandro, o Nuno Antunes, o Pedro Barroca, o Paulo Jalles, o Marco e o Paulito, demos inicio a esta manhã de pedaladas em direção às termas de Monfortinho, com passagem por Escalos de Baixo, Ladoeiro e Zebreira, onde parámos para o cafézinho matinal.
O Paulito, bastante atrazado em relação a grupo, tomou outro rumo, na Zebreira, não nos acompanhando no restante percurso.
Nas Termas de Monfortinho, parámos no café Belinha, para tomar uma bebida fresca e dar dois dedos de conversa.
Já de regresso, fizémo-lo por Penha Garcia, Medelim, Proença-a-Velha, S. Miguel D'Acha, S. Gens e Escalos de Cima.
Eu e o Pedro ainda fomos por Escalos de Baixo, para evitar o mau piso da outra estrada, tornando a juntar-nos à entrada do Lanço Grande. Entrámos na cidade pouco depois das 12h30, com 144 kms pedalados, hoje um pouco mais "vigorosos", mas a intenção era mesmo essa, um treino para fugir à rotina e com um objetivo.
Amanhã é dia de Btt, com o meu "XIV Raid AC-Trilhos e Aventuras", onde a previsão aponta para mais uma "diabrura da cambada", com algumas surpresas para os amigos que me acompanham nestas aventuras "caseiras".

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

"A solo no meio de nenhures"

Hoje e como tinha planeado, fui fazer o reconhecimento do segundo troço para a ida a Fátima nos dias 8 e 9 de Outubro próximo.
Já tinha efetuado o reconhecimento de Castelo Branco ao Vale da Mua, por trilhos diferentes do ano passado.

Agora fui do Vale da Mua ao Robalo, onde a malta vai beber um "caneco" e petiscar algo.
Trilhos completamente novos, a estrear para as bikes e, paisagens lindíssimas e agrestes.
A Ribeira da Pracana, vai ser nossa companheira, durante algum tempo, a Serra da Galega, vai-nos "amolgar" um pouco a "carroçaria", a Serra do Santo vai-nos fazer sombra, durante um bom par de kms em trilhos que nos vão encher o olho e a Serra do Bando, vai-nos proporcionar paisagens magníficas.
Saí da cidade pelas 07h10, pedalando e divertindo-me em plena comunhão com a natureza, durante 66 kms, por vales e cabeços, apreciando a liberdade e gozando aqueles belos trilhos e paisagens por onde passei, até à casa do meu pai, no Robalo, onde a minha "Maria" me foi buscar, após um salutar almoço em família.
No próximo reconhecimento, vou pedalar bem nas entranhas e nalguns singles, duma das mais belas aldeias de xisto do pinhal interior e, ao som e com a visão fantástica dumas magníficas cascatas de beleza inquestionável.
No último reconhecimento, assim espero e se tudo correr bem, darei uma vista de olhos ao bonito Convento de Cristo, antes da incursão à Rota dos Saurópodes, na Serra D'Aires, com os seus singles de cortar a respiração, isto se ainda houver "caneta" para controlar toda aquela adrenalina.
Não te acanhes e sobretudo, não desperdiçes uma boa aventura, seja lá por que motivo for!!!
8 e 9 de Outubro. Dois dias de divertimento e companheirismo rumo a Fátima, em autonomia!!!. Sem stress!!!

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

terça-feira, 23 de agosto de 2011

"Bela manhã de cicloturismo"

O que está a dar, é o 13. E foram treze os companheiros que hoje se juntaram para uma voltinha com as asfálticas.
O Nuno Antunes e o Arménio, ambos emigrantes na Suiça e de férias em Portugal, tinham combinado ir até à Torre, na Serra da Estrela e voltar. Uma bonita tirada de 170 kms!!!
O grupo, acompanhou estes amigos até ao Fundão, onde parou na Pastelaria do costume, para o cafézinho matinal.
Pelo caminho perdemos dois companheiros, o Salvado e o Joaquim (francês), que regressaram mais cedo.
Despedimo-nos destes dois corajosos compaheiros e regressámos à cidade, mas por percurso diferente.
Passámos pelo Souto da Casa e Vale Mendinho, para pararmos uns kms mais à frente, na fonte do Vale D'Urso, para beber água fresquinha e atestar bidons.
Subimos ao Alto da Paradanta, passámos o Casal da Fraga e parámos de novo em S. Vivente da Beira, para refrescar gargantas na Pastelaria junto aos Bombeiros.
Até Tinalhas a pedalada foi mais fluida, com o terreno a proporcionar umas boas pedaladas, descendo seguidamente à Póvoa de Rio de Moinhos, onde apanhámos o velho estradão, agora alcatroado, que dá acesso a Caféde.
Até Castelo Branco, foi um instante, com a rapaziada a passar a barreira dos 100 kms, no meu caso 101, numa manhã divertida e bastante mais fresca que as anteriores.
Amanhã, vou efetuar o reconhecimento de mais um troço do percurso deste ano para a peregrinação de Outubro, a Fátima, até à Serra do Santo, ali para os lados da Amêndoa.

Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC