quinta-feira, 31 de março de 2011

"Gaviãozinho"

Hoje era dia de enfrentar a "subidinha" do Gaviãozinho, que apesar de não ser muito longa, tem umas boas dezenas de metros de bom arfar . . . 13 a 15%,

Saímos da cidade pelas 08h e, pela variante da Carapalha, rumámos a Vila Velha de Rodão, onde tomámos o cafézinho matinal, na Padaria da Zona Industrial.


A manhã estava belíssima, apenas com uma ou outra "bola" de nevoeiro" na zona de Vila Velha.

Subímos à Távila, uma subida que pessoalmente gosto de fazer, por ser de inclinação moderada e constante.


Passámos sob a A23 e entrámos em Alvaiade, descendo seguidamente à Ponte do Rio Ocreza, onde parámos para uma foto e explicar ao meu companheiro de jornada, o Silvério, alguns dos locais, onde tenho planeado a passagem de um dos meus Raids AC.


Nova subida, agora até ao cruzamento para o Gaviãozinho, virando seguidamente à esquerda, onde após uma rápida descida, iniciámos a arfante subida ao Gaviãozinho.

Lá no alto, viragem à direita para a Fonte Longa, onde desta vez, o Café do Zé, não teve a "algazarra" da nossa presença e seguimos para Santo André da Tojeiras, agora com um ritmo um pouco mais rápido.


Depois de Santo André, passámos pelo Cabeço do Infante e parámos em S. Domingos para uma bebida fresca, que já apetece e comer algo mais sólido.

A paragem foi breve e continuámos, já em direcção à cidade, com passagem pelos Vilares, descendo de novo ao Rio Ocreza, para afrontar a também arfante subida à Taberna Seca.

Já com a cidade no nosso campo visual, chegámos pelas 11h35, com 80 kms pedalados com as nossas "anoréticas", numa bela manhã para a prática do cicloturismo.

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Fiquem bem

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.

AC

quarta-feira, 30 de março de 2011

"Foz da Ribeira do Muro"

Hoje a volta estava programada para ser um pouco de contemplação e sem stress, como costuma ser quando pedalo apenas na companhia do Silvério.


Comigo, anda sempre mais calmo! Porque será! Este passeio de hoje foi delineado para estarmos na cidade, pelas 12h, pois o meu companheiro de hoje tinha compromissos.


Saímos pelas 08h e rumámos às Benquerenças. Demos umas pedaladas divertidas, num par de veredas até á abandonada Aldeia da Azinheira e direcionámos as bikes aos Amarelos, para o "lanchinho" da ordem, com passagem pela Represa.

Com calma e sem pressas, aproveitando esta linda manhã primaveril, degustámos calmamente o bolinho, tomámos café e por ali nos mantivemos algum tempo na conversa.

Saímos depois em direção ao Retaxo e com uma fugaz passagem pelo Vale das Quedas, subimos às Olelas, tomando depois a direcção dos Maxiais.

Não chegámos a entrar práticamente nos Maxiais, apenas uma passagem na zona dos palheiros e descemos para a Várzea do Sapinho, ao encontro da Foz, onde Ribeira do Muro despeja as suas águas pluviais na Ribeira do Barco.

Depois, foi sempre a subir, já em direcção à cidade, com passagem pelo Cabeço do Pico e Escudeira, até chegarmos finalmente a Valongo.

Desta vez, não efetuámos a habitual paragem no bar da associação e continuámos, pois o Silvério tinha compromissos.

Parámos sim na Pastelaria na Avenida do Brasil, ao Ribeiro das Perdizes, pelas 11h55, onde bebemos a bjeca da sossega, após 50 kms em plena harmonia com a natureza.

Fiquem bem

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.

AC

terça-feira, 29 de março de 2011

"Martianas"

Hoje, na companhia do amigo Silvério, fomos dar uma voltinha com as "anoréticas".

Saímos pelas 08h e rumámos a S. Miguel D'Acha, com passagem pelos Escalos de Baixo e de Cima.

Em S. Miguel, parámos no Café da D. Maria, onde tomámos o cafézinho matinal e demos dois dedos de conversa.


Até aquela povoação, o nevoeiro ainda nos aponquentou, nalguns locais de percurso, mas a partir dali, o sol tomou conta da manhã.

Tomámos a direção da Aldeia de Santa Margarida, que cruzámos, continuando agora para as Martianas, aldeia onde também passámos no passado domingo, o meu Raid de Btt.


Nas Zebras, virámos à direita para a Atalaia do Campo e Soalheira, onde desta vez não parámos, continuando até S. Fiel, onde apanhámos a estrada da barragem até à rotunda da Lardosa.

Castelo Branco era já o nosso próximo objectivo e rolámos até lá.

Nas traseiras da estação de serviço da A23, juntámo-nos ao Salvado, que também já ía de regresso, continuando juntos até à cidade.

Pedalámos 92 kms em boa harmonia e ritmo descontraído.

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Fiquem bem

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.

AC

segunda-feira, 28 de março de 2011

"XI Raid AC - Trilhos e Aventuras ( Serra da Gardunha e Cova da Beira)

Ontem, foi o dia do meu "XI Raid AC - Trilhos e Aventuras", que decorreu pela bonita Serra da Gardunha e grandiosa Cova da Beira. Participaram neste raid, os amigos, Silvério, o meu irmão Luís, o Tiago, o João Afonso e o Luís Lourenço.

As previsões meteorológicas, não eram lá muito animadoras, mas o que é facto, é que o S. Pedro tem colaborado comigo, nestas minhas aventuras. E hoje, assim foi. Andámos sempre ao lado da chuva, mas livrámo-nos dela!!!

A saída, desta vez, foi do Café Tá-se Bem, na Lardosa, onde tomámos a dose matinal de cafeína. Preparámos as bikes e demos inicio a mais uma das nossas aventuras, sem pressas e com a malta animada.

Rumámos ao sopé da serra, com passagem pelos Lameiros de Almeida e Soalheira, atingindo o sopé em S. Fiel, onde demos inicio à longa subida até às antenas da Gardunha, passando pelo Alto da Cruz, Casa da Floresta e Baldeira.

Seguiu-se a descida para o Fundão, com a primeira fase bastante adrenalínica e algo complicada, com o caminho bastante deteriorado, pelas últimas intempéries, até à Serra da Senhora.


A segunda parte, foi mais calma, mas a descida para a Quinta da Serrana, foi bastante escorregadia e com as mimosas, que quasem tapavam o caminho, a obrigarem-nos a algumas manobras mais arriscadas.

No Fundão, demos de caras com alguns estabelecimentos fechados, valendo-nos um companheiro, também de bike, que nos indicou o sítio ideal. A Petisqueira do Júlio, onde abancámos e comemos umas soberbas bifanas XXL e bebemos umas apetitosas imperiais.

Já com as energias repostas, rumámos então aos trilhos da Cova da Beira, saindo do Fundão em direcção à Quinta das Nogueiras, onde tive problemas com o meu shifter de mudanças.

Lá desmontei a "coisa" e felizmente, era apenas o parafuso que tinha desapertado uns passes de rosca, não puxando o cabo. Problema resolvido e toca a pedalar!!!

Por trilhos bastante lamacentos, apontámos o azimute à Capinha, ziguezagueando pela Tapada da Marmeleira, Quinta da Corga, Ladeiras da Ponte, Porto das Cerdeiras e Cabeço das Paulas, até que chegámos à povoação.

Na Capinha, parámos logo no primeiro café e bebemos mais uma bjeca, para arrefecer motores e olear a canalização. Agora com os valores normais repostos, seguia-se a Mata da Rainha como próximo objectivo.

pedalámos por belos trilhos e locais, como a Nave Redonda, Ponte da Capinha, Insulas, Vale da Águia, VG da Ferreira e Quinta com o mesmo nome, Vale do Monteiro, Nave da Mata, Quinta da Farsa, Caparossa e Vale das Vacas.

Nova paragem no café, onde a malta das "anoréticas" costuma reabastecer. Desta vez ficámos agradados com um belo bolo de chocolate, que estava em cima de uma mesa e comêmo-o quase todo à fatia. Que delícia!!!

Os níveis de açucar, também já estavam repostos e as Martianas, aguardavam a nossa passagem.

E foi para lá que rumámos, com passagem pela Madureira e Serrinha. Desta vez não parámos, pois as horas iam passando e o dia ia avançando rápidamente em direcção á noite.

Saímos das Martianas para a Lage do Abelheiro e Poço do Castelhano, entrando depois na Atalaia do Campo, vislumbrando-se já o final deste raid.

Passámos então pelo Vale Topinho, Fadagosa e Monte das Areias, chegando finalmente à Lardosa, após 103 kms de boas pedaladas, bons e divertidos momentos. O pessoal com outros compromissos regressou a casa, após a bjeca de despedida. Eu, o Luís Lourenço e o Tiago, não conseguimos resistir a uma convidativa travessa de ameijoa, que acompanhámos com um par de bjecas, ficando mais um pouco no Tá-se Bem. Um final merecido, após o esforço dispendido em mais um Raid AC.

A Sierra de Gata, está já impaciente, esperando-nos para o Trilogia3, lá para o final do mês de Abril, ou princípios de Maio. A dureza e a espectacularidade aguardam-me, assim como aos amigos que me queiram acompanhar e gozem desta filosofia de praticar btt. Autosuficientes e com espírito de aventura.
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Fiquem bem.

Vêmo-nos nos trilhos

. . . ou fora deles.

AC
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sábado, 26 de março de 2011

"Voltinha rolante"

Após a volta de ontem com o Silvério, hoje, fui ter com a rapaziada que se junta junto à rotunda do Continente.
Apesar do tempo chuvoso, ainda se juntou um bom "magote". Eu, Filipe, Joaquim Cabarrão, Jorge Palma, Fernando, Joaquim, Silvério, Nuno Eusébio, Leandro e Tó Pinto.
Apareceu ainda o Marcelo, com uma "relíquia" dos velhos tempos. Confraternizou um pouco connosco e continuou a sua voltinha.
A indecisão do costume, quanto a percurso da volta, sendo desta vez o Fernando a tomar a iniciativa.

O Tó Pinto rumou aos Escalos de Baixo, ao encontro do Tí João e nós lá partimos, finalmente, com, ou sem rumo, não cheguei a saber.
Com andamento moderado e com os picos do costume, que vão animando a rapaziada, lá seguimos em direcção ao Juncal do Campo. Seguiu-se Freixial e Tinalhas, virando depois à esquerda para o estradão alcatroado da Barragem da Marateca, sempre sujo da m**da das ovelhas, até que chegámos à Lardosa, já debaixo duma boa descarga de água, pois desta vez, o S. Pedro não se inibiu e descarregou mesmo em cima da malta.

Parámos no Café e tomámos a matinal dose de cafeína e esperámos que a chuva parasse.
Saimos agora em direcção aos Escalos de Cima e, com passagem nos Escalos de Baixo, chegámos à cidade, pelas 11h15, com 62 kms pedalados e o fato molhado. Uns, regressaram logo a casa e eu, o Joaquim Cabarrão, o Fernando, o Silvério, o Jorge e o Nuno, parámos ainda no Café da Rotunda da Racha, para a bjeca da sossega.
Amanhã espero que o S. Pedro seja mais nosso amigo e não descarregue, durante o percurso do meu "XI Raid", por trilhos da bonita Serra da Gardunha e Cova da Beira.
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos
. . . ou fora deles.
AC

sexta-feira, 25 de março de 2011

"Serra de S. Miguel"

Hoje, na companhia do Silvério, resolvi ir dar umas pedaladas com a "anorética" e subir ao alto da Serra de S. Miguel.
Saímos da cidade pelas 08h00 e rumámos aos Lentiscais com a ameaça de chuva eminente.
Como ontem, não nos atrevemos, hoje, resolvemos contrariar o S. Pedro.
Passámos o Rio Ponsul, lançando um fugaz olhar à abandonada ponte medieval, a necessitar de um amparo de uma qualquer instituição, responsável pelo nosso bonito património.
Chegámos aos Lentiscais e continuámos, sem a habitual paragem, no Café do João do Pescaça e, rumámos a Vila Velha de Rodão, com passagem em Alfrívida e Perais.
Parámos sim, na padaria na zona industrial, para a matinal dose de cafeína e um apetecível bolinho.

Por ali nos entretivemos um pouco na cavaqueira e, valha-nos Deus . . . desta vez falámos de política, no lugar das nossas "queridas" bikes. Algo deve estar a correr Mal.
Até Vila Velha, o ritmo foi bastante vivo e a média horária fez-nos sentir algum orgulho, para simples cicloturistas, que somos. Mas agora havia que acalmar um pouco. Subir sim, mas degrau a degrau.
Seguia-se a subida à Serra de S. Miguel, ou o extremo sul da Serra das Talhadas, como quiserem chamar-lhe!!! Com o piso recentemente asfaltado, as dificuldades na sua ascenção, diminuiram e, ainda bem.
Lá no alto e à nossa esquerda, estava a altaneira torre-atalaia, conhecida como o Castelo do Rei Wamba, com uma bonita lenda á sua volta, que aqui não vou contar. (Dêm um pulinho à wikipédia!!!)
Sobre a nossa direita e lá no fundo, a bonita e branquinha Aldeia Ruiva.
Demos então início à descida, passando o cruzamento da citada aldeia e seguimos a estreita estrada, até ao Perdigão, onde entroncámos no velho e ainda abandonado IP2, por onde pedalámos até Castelo Branco.
Fizémos uma última paragem no bar das bombas de combustível das Sarnadas para beber algo, pois ainda era cedo.

Chegámos à cidade pelas 12h15, com 85 kms pedalados, sempre sob a ameaça de chuva, que felizmente se conteve.
Obrigado S. Pedro. Desta vez foste um "bom santinho" para a malta!!!
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AC

quarta-feira, 23 de março de 2011

"Vale do Gamão"

Hoje, era dia de btt. Tinha préviamente combinado com o Carlos Sales e com o Silvério uma voltinha para hoje. O Nuno Dias, juntou-se ao grupo e iniciámos o nosso passeio, logo com a dose matinal de cafeína, na Pastelaria "A Ministra", na Carapalha.
Seguimos depois em direcção ao Valongo, onde começou efetivamente a nossa pequena aventura de hoje.
Pelo Monte dos Barreiros e Vale dos Gagos, chegámos aos Maxiais.
Cruzámos a aldeia e continuámos pelo Monte do Rei, passando seguidamente pela Caseta dos Cebolais, subindo às Olelas pelo lado do complexo.
A descida á Represa, foi rápida e, apontámos o azimute à zona dos Poços Fundos, onde zuiguezagueámos, nuns quantos trilhos engraçados, até que chegámos ao Retaxo.
Depois de atravessar a aldeia, continuámos para o Vale do Gamão, seguindo até ao Açude das Sarnadas, onde parámos um pouco, para restabelecer energias e comer algo mais sólido.
Continuámos agora em direcção às Sarnadas, com passagem pela Fonte Nova, já com intenção de efetuar uma paragem na Padaria dos Amarelos, para a useira degustação do panike de chocolate.
Saímos para o Vale do Pinto e com nova passagem pela Represa, rumámos ao Monte Baixo, pois já há algum tempo que não galgava os calhaus do seu famoso single.
Com passagem pelas Benquerenças de Baixo, passámos pela Quinta da Lomba, tomando a direção do Baixo da Maria.
Abandonámos os trilhos na Talagueira e entrámos na cidade pelo Lago das Piscinas, com 57 kms pedalados, em bonitos trilhos e excelente companhia.
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Fiquem bem.
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AC

terça-feira, 22 de março de 2011

"Cardosa"

Hoje, sai de casa pelas 08h45, com intenção de efetuar uma voltinha um pouco mais "musculada".
Rumei à Paiágua, com passagem pelo Salgueiro, Padrão e Lameirinha. Desta vez não parei na Lameirinha, como é hábito, e continuei, subindo a pelas estreias ruas, empedradas, até chegar à estradinha que faz a ligação à Cardosa.

Encontrei a estrada bastante perigosa. Não bastasse a sua estreitez e algumas boas "paredes", estava agora cheia de "lixo" do pessoal da madeira, que por ali anda no corte da floresta.
nalgumas zonas, as anteriores chuvadas, trouxeram à estrada, bastante terra e pedra solta, pelo que todo o cuidado foi pouco.
A chegada à Cardosa é terrivel, com a sua desgastante subida, sempre acima dos dois dígitos, chegando aos 15%.
A performance ainda não está no seu melhor e a ventanía que hoje se fez sentir, fez-me sofrer um bom bocado.

Seguiu-se a descida para o Pé da Serra . . . e ainda bem que foi a descer, pois a subir é terrível . . . e logo á frente, na Azenha de Cima, fiz a minha única paragem, para o cafézinho matinal.
Segui depois em direcção às Sarzedas, continuando pelo Cabeço do Infante, Vilares e Taberna Seca, até finalmente chegar à cidade, já com um bom desgaste, pois desde a Cardosa até Castelo Branco, a forte ventanía, foi o meu pior inimigo.
Foram 77 kms bastante desgastantes, mas, como diz o ditado . . . quem corre por gosto não cansa!!!
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Fiquem bem
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. . . ou fora deles.
AC