quarta-feira, 29 de setembro de 2010

"Rodeios e Vale do Homem"

Hoje, eu e Carlos Sales, fomos dar umas pedaladas lá para os lados dos Rodeios e Vale do Homem.
Saímos de Castelo Branco pouco depois das 08h e rumámos às Benquerenças, com passagem na agora quase despida, Barragem da Talagueira, Baixo da Maria e estradão que acompanha a A23.
Nas Benquerenças demos um pouco de gosto ao pedal, num dos seus inúmeros singles e, passando pela Represa, depressa chegámos aos Amarelos, pois a vontade era mesmo degustar um dos seus famosos panikes de chocolate, na Padaria local.
Mas se por vezes, estes já sairam para a distribuição, desta vez, ainda não estavam em condições de serem "mordidos". Tivemos que nos contentar com um palmier, que acompanhámos com um concentrado de pera, pois ainda era cedo para as bjecas.
Rumámos seguidamente ao Vale do Homem e logo depois, Rodeios, com passagem num bonito par de singles, para nos embrenharmos pedalando num bonito vale, algo inóspito e sem vivalma, até chegarmos às Sarnadas.
Cruzámos a N.18 e continuámos até Cebolais de Baixo, onde chegámos com a adrenalina no máximo, após a conclusão dum técnico single track, que apenas dá hipótese com tempo seco.
Alí parámos no Café Estotil e bebemos algo fresco, pois apesar das temperaturas mais amenas, ainda se fazia sentir o calor de final de verão.
Até aos Cebolais de Cima, foi um instantinho, subindo agora às Olelas, para descarregar o resto da adrenalina na descida pelo lado do campo de tiro até junto à ponte sobre a via férrea.
Depois foi seguir o trilho que a ladeia até ao Valongo, onde parámos no Café da Associação para a bjecazinha e a tremoçada da praxe.
Assim se passou mais uma manhã de divertida, na companhia do amigo Carlos, pedalando por vales e cabeços, durante 60 kms, em amena cavaqueira.
Hoje, mais uma vez me esqueci da digital, tendo que recorrer ao telemóvel para tirar um par de fotos. (estou mesmo a ficar velho. Isto já é brancas a mais)
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

domingo, 26 de setembro de 2010

"Pelo Lurgo da Nogueira"

Hoje, na companhia dos amigos Pedro Barroca, Luís Lourenço e João Caetano, fomos dar uma voltinha de Btt para os lados da Ribeira de Alpreade, pela zona do Lurgo da Nogueira.
Saímos da Pires Marques pouco depois da 08h e tomámos a direcção de Alcains, com passagem pelo Alagão, Curral do Prego, Monte Brito e Espadaneira.
Saímos de Alcains pela estação e rumámos aos Escalos de Cima, subindo ao novo depósito de água da Lousa, entrando na aldeia e parando no café da simpática velhota, para a matinal dose de cafeína.
Saímos pelo lado do cemitério e após uma incursão pela Terra Navancha, descemos à Ribeira de Alpreade, subindo depois ao Lurgo da Nogueira, sempre ladeando a ribeira.
Passámos a Vigia e pela Tapada dos Gralhais tomámos a direcção da Mata, que ladeámos pela capela de S. Pedro, tomando seguidamente o trilho que nos levou ao novo restaurante "A Bigorna", pela Tapada do Zé Lopes.
Com o cheirinho intenso a leitão no forno, bebemos umas imperiais.
Já em direcção à cidade, passámos pela Balorca, Monte S. Luís, Fonte Santa e Capa Rota e, logo que entrámos na cidade, procurámos logo estacionamento para as bikes na zona da esplanada do Bar da Boa Esperança, onde abancámos e queimámos cerca de uma hora a embutir umas bjecas em amena cavaqueira.
Foi uma manhã divertida, onde durante 65 kms praticámos um dos nossos hobis preferidos, o btt, na sua vertente lúdica e bebemos umas bjecas. (não tenho a certeza se isto também é desporto!?)
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

sábado, 25 de setembro de 2010

Treino de asfáltica transibérico"

Tinha combinado com o Silvério irmos hoje efectuar um treino longo, com as nossas asfálticas, para afinar a performance para o próximo dia 2 de Outubro, na ligação Seixal > Castelo Branco. 250 kms em total autonomia. Apenas as bikes e uns trocos para nos abastecermos numas tasquitas pelo caminho.
Fomos até ao Modelo, onde a malta se junta para as pedaladas asfálticas e desafiámos a rapaziada para nos acompanharem durante alguns kms, até tomarmos o cafézito matinal, separando-nos seguidamente.
Aderiram ao desafio, o Mike, o Álvaro, o Joaquim Cabarrão, o Leandro e o Paulo Jalles, que nos acompanharam até S. Miguel DÁcha, onde parámos no café da Dª. Maria.
Eles seguiram por Idanha-a-Nova e nós continuámos o nosso treino de hoje, por Àguas, Aldeia do Bispo, Aranhas e Valverde del Fresno, onde parámos no Restaurante da Laura para comermos um bocadillo e um par de colas.
Seguimos depois em direcção a Moraleja, mas optámos depois por continuar por Cilleros, pois por Moraleja, a quilometragem extendia-se para lá dos 240 kms e nós já nos contentávamos com os 190 inicialmente planeados.

Rumámos então a Cilleros e junto às bombas de combustível, virámos para a velha estrada para as Termas de Monfortinho.
Logo que passámos a ponte internacional, dirigimo-nos logo ao Restaurante Beira Baixa, onde já estamos viciados nos pregos ali confeccionados, que são uma delícia. Bem aviadinhos e com pão caseiro.
Já estávamos em Portugal e faltavam os últimos 72 kms para chegarmos a casa.
Ainda com um ritmo aceitável, passámos por Zebreira, Ladoeiro e Escalos de Baixo, para entrarmos na cidade, com 195 kms, bem pedalados e enriquecidos com a companhia do Silvério. Bom rapaz!!! Além da catrefada de defeitos que tem, o pior deles, é mesmo ser spontinguista!!! eh eh eh!!!
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

"Castelo do Bode > Fátima"

Está concluído, em termos gerais, o percurso que este ano me irá conduzir a Fátima, na companhia de alguns amigos, em Btt.
Hoje, acompanhou-me o amigo Carlos Sales, para concluir mais esta tirada, que acabou com 95 kms percorridos em Btt, de Fátima ao Castelo do Bode, por asfalto e regresso por trilhos.
Pelas 07h já estava à porta do Carlos. Carregámos a bike e rumámos a Fátima, onde deixámos a carrinha estacionada no Parque nº. 2.
Após os preparativos da praxe, começámos as nossas pedaladas de hoje, em direcção ao Castelo do Bode, sempre por asfalto.
Com uma única paragem em Vale dos Ovos, no snack bar da bomba de combustível para "morder" algo mais sólido e tomar a primeira dose cafeínica do dia, chegámos à barragem pelas 10h10.
às 10h15, iniciámos o regresso pelos trilhos que farão parte da ligação Castelo Branco > Fátima, em Btt.
Passámos em bonitas povoações, umas airosas, outras nem tanto, bonitos locais de interesse turístico, com especial realce para o imponente Aqueduto de Pegões, que em tempos idos abastecia o Convento de Tomar.
Divertimo-nos em grande nos bonitos e algo técnicos trilhos da Serra D'Aire, com passagem no Parque Eólico do Bairro - Sobral, onde pela primeira vez avistámos a magnífica Catedral, na Cova da Iria.
Ficou-me ainda na retina a bonita e alva zona de merendas, sobre uma antiga mina de água, onde ainda existe uma bomba manual, bastante antiga e, outra um pouco mais moderna, que utilizámos para tirar a água com que nos saciámos, apesar de um pouco ferrenha.
Não me vou alongar mais sobre a nossa aventura de hoje, apenas que nos divertímos em pleno, com alguma passagens em trilhos espectaculares, cruzando ainda neste trajecto, doze povoações e ladeado outras tantas.
O dia 9 de outubro já está quase a chegar. Só espero que o tempo não nos pregue nenhuma partida, pois algumas passagens terão uma dureza acrescida com o terremo húmido.
Mas não será nenhum problema que não possamos ultrapassar.
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

"Reviver velhos trilhos"

Hoje, na companhia do Luís Lourenço, fui dar mais uma voltinha de Btt de quarta feira.
Saímos da Pires Marques, pouco depois das 08h e fomos reviver alguns trilhos, onde já há algum tempo não pedalava.
Entrámos nos trilhos no single nas traseiras da Avenidauto e rumámos ao Curral do Prego.
Passámos no Monte Brito e Vinha do Marco, para entrarmos seguidamente nos Escalos de Baixo, onde aproveitámos para injectar, via oral, a primeira dose de cafeína do dia.
Já mais aconchegadinhos, tomámos o rumo de Escalos de Cima, com passagem no Vale Figueira.
Continuámos pelas Antas e Cancelinha, entrando na zona onde se semeia o célebre feijão pequeno, já colhido nesta altura do ano, e que estará presente no primeiro fim de semana de Outubro, na festa que lhe é destinada, na Lardosa. A festa do Feijão Frade.
Aí, encontrámos um bonito rebanho de borreguinhos, alguns com poucos dias, que por ali saltitavam, enquanto que outros dormitavam.
Com um percurso em zigue-zague, passámos a Folha da Lardosa e tomámos a direcção do Vale das Casas, já com intenção de fazer uma visita ao Jorge, na queijeira onde são feitos de forma artesanal, os famosos queijinhos "caganitas".
Enquanto o Jorge, um aficionado das touradas, nos falava com sabedoria das lides tauromárquicas, nós, também com alguma mestria degustávamos um dos famosos Caganitas e um Corno, (queijinho duro como cornos!!!) escorripichando de vez em quando, uma pinguinha de bom tinto, para o copinho de plástico.
Um bom momento de convívio, que tivemos que abandonar, para continuar a nossa pequena aventura de hoje.
Passada a zona da Grulha, continuámos as nossas pedaladas pelo Pontão e Porto do Milénio, antes de entrarmos na Póvoa de Rio de Moinhos, virando à direita, agora com rumo a Tinalhas.
Cruzámos a Ribeirinha e a Mingrocha para entrarmos num velho single no Tagarral, parte dele já completamente absorvido por alta vegetação e algumas silvas, pelo que, tarde será que alí volte a passar.
Chegámos então a Tinalhas, onde parámos para beber uma bebida fresca no café junto à igreja.
Seguidamente rumámos à fonte, onde o Luís atestou o bidon e descemos de novo em direcção à Póvoa de Rio de Moinhos, onde tivemos de novo dificuldade em ultrapassar uma zona de silvas, marmeleiros e vides, numa vereda junto às hortas, em estado de abandono.
Depois da Etar da Póvoa, virámos à direita, com azimute orientado à Quinta da Pacheca.
Contornámos Caféde e deliciámo-nos no técnico single do Moinho de Baixo em direcção à Lage Geraldes.
Passámos seguidamente Alcains e chegámos a Stª. Apolónia, pela Pedreira, onde entrámos em asfalto até à Atacanha.
Já com a cidade no horizonte, foi um instantinho enquanto chegámos ao Pinheiro Manso, onde me despedi do Luís Lourenço, excelente companheiro, que comigo partilhou os 67 kms da jornada de hoje.
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

domingo, 19 de setembro de 2010

"Por Vale Ferradas e Vale do Tripeiro"

Hoje, na companhia do Silvério, do Pedro Barroca e do João Afonso, fomos dar a usual volta domingueira.
Saímos da Pires Marques, pouco depois das 08h e rumámos a Vale Ferradas, para desfrutarmos de uns quantos trilhos espectaculares, que por ali abundam.
Com passagem por Santa Apolónia, tomámos a direcção das passadouras da Rabaça e subimos a Caféde, onde tomámos a matinal dose de cafeína no Café da D. Júlia.
Cruzámos as Quintas de Valverde e com passagem pelo Freixial do Campo e Juncal, descemos ao Vale Sando, agora em direcção ao Chão da Vã.
Espreitámos o único café da aldeia, mas este, como vêm sendo hábito, estava fechado a meio da manhã. O pessoal anda agora atarefado com as vindímas.
Subímos à cumeada e entrámos numa sequência de trilhos muito pouco trilhados e apontámos azimute ao Vale Ferradas, Pousafoles e Grade, entrando seguidamente no estradão que nos conduziu à Malhada do Servo.
O próximo objectivo era a Mendares, logo seguida dos Pereiros, para nos lançarmos na adrenalínica descida a um dos açudes do Tripeiro, num dos seus profundos vales.
A subída foi algo difícil, seguindo depois por vários trilhos entre eucaliptal, bastante curvilínio, até chegarmos ao Palvarinho, onde parámos para nos refrescar com uma bebida fresca no café junto à igreja.
Descemos depois à Ponte de Ferro, vencendo seguidamente a penosa subida ao alto do Rouxinol e, cruzando o Monte da Barreira, por trilhos diferentes dos habituais, pois estes encontram-se agora vedados, chegámos à cidade pela Cova do Gato.
72 kms de trilhos, alguns bem divertidos, ocuparam a minha manhã de hoje, na companhia de bons amigos, que tal como eu, gostam de praticar btt, sem grandes limitações, onde a amizade e o divertimento são inseparáveis.
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Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

"Penhascoso > Barragem do Castelo do Bode (Paredão)"

Hoje, na companhia do amigo Pedro Barroca, fui efectuar o reconhecimento de parte do percurso, que este ano percorrerei para ligar Castelo Branco a Fátima em Btt.
Foi a 3ª. Secção deste bonito pecurso, que retomei em Penhascoso e terminei no paredão da Barragem do Castelo do Bode.
Um dia bastante trabalhoso, pois eu e o Pedro tivemos que rectificar por diversas vezes o trajecto inicial, derivado a caminhos já pouco cicláveis e outros que simplesmente desapareceram.
Fui buscar o Pedro pelas 07h30. Carregadas as bikes, rumámos ao Penhascoso, onde deixámos a carrinha e iniciámos as pedaladas.
Logo para começar, o pneu da frente da minha bike, não queria vedar. Montei-lhe uma câmara de ar e problema resolvido.
Após rolar umas dezenas de metros, uma grande barulheira no disco da roda traseira. Estava a começar bem!!!
Tirei a roda e verifiquei que a mola que segura as pastilhas, tinha sido torcida pelo disco, por estas já se encontrarem com dois terços de desgaste.
Mas como sou um "rapazinho" precavido, lá rebusquei no camelbag e encontrei num par de pastilhas e respectiva mola. Uns minutos e uma ligeira dose de paciência e resolveram o "embróglio"
Iniciámos então o reconhecimento dos trilhos.
Após cerca de três kms, o trilho, que seria uma vereda, simplesmente desapareceu após um aterro junto a umas hortas.
Arranjámos alternativa para ultrapassar a zona das hortas, mas, quando chegámos ao outro lado, o trilho que nos levaria até às proximidades da aldeia da Queixoperra, tinha sido lavrado na sua quase totalidade, pelo que optei por abandoná-lo e fazer aquela secção por alcatrão.
Depois da Queixoperra, entrámos então nos trilhos, bastante bonitos, até ao Porto de Macão, onde a Barragem da Lapa nos surpreendeu pela sua beleza.
Passámos Entrevinhas e chegámos ao Sardoal, onde pretendo terminar a primeira etapa.
Continuámos até ao Carvalhal, agora em alcatrão, pois por trilhos, são paredes atrás de paredes e, até com a dita às costas, é dificil transpô-las.
Seguiram-se então uma série de trilhos de imensa beleza na zona da Brunheta, sendo o ponto alto do dia, o majestoso single track a ladear a Ribeira da Brunheta, entre exuberante vegetação, que nos fez disparar a adrenalina, pois requer a máxima atenção, apesar de não ser muito técnico. Uma caída à ribeira, não seria lá muito agradável!!!
Subimos à Carreira do Mato, onde parámos no Snack Bar do Zé, para atacarmos à dentada um par de sandes mistas e um trio de imperiais negrinhas, que nos fizeram sentir um torpor pela espinha dorsal. Tivemos que abandonar o local com alguma dificuldade, pois já só apetecia ficar ali todo o dia a "mamar naquela pipeta".
Seguiu-se uma inclinada descida, por sorte alcatroada recentemente, onde a velocidade aumentou substancialmente, seguindo-se uma também inclinada subida à Aldeia do Mato, onde pela primeira vez tivemos contacto visual com um dos recantos da albufeira do Castelo do Bode.
Passámos a Praia Fluvial, lindíssima e, sempre em subida, passámos os lugarejos de Vale dos Chãos e Outeiro, para finalmente chegarmos a Martinchel, já com a panorâmica sobre a albufeira da Barragem a ocupar quase todo o nosso campo visual.
Descemos pelo Parque de Campismo e terminámos sobre o paredão da Barragem a nossa aventura de hoje, no tocante a trilhos.
Faltava ainda o regresso ao Penhascoso, onde tinhamos deixado a viatura estacionada.
Sempre por asfalto e num constante sobe e desce, lá chegámos junto à carrinha.
Rápidamente carregámos as bikes, que já nos tinham dado uma "bela esfrega" e fomos até ao Café/Restaurante onde no início tinhamos tomado a dose de cafeína e tragámos uma dilatada sandes de carne assada, acompanhada de novo trio de negras bjecas, que rápidamente nos repuseram as calorias gastas nesta bonita aventura.
Rumámos à A23 e cerca de uma hora depois já estávamos na Carapalha no café defronte da residência do Pedro, de novo a repor os níveis de hidratação com um par de imperiais, desta vez branquinhas para variar.
Foi um dia em cheio, com a sempre agradável companhia do Pedro Barroca, que culminou com 78 kms a pedalar por trilhos e paisagens excelentes, que certamente irão enriquecer a peregrinação a Fátima deste ano, uma das minhas obstinações anuais.
Aos amigos que me queiram acompanhar, devem entrar em contacto comigo nos próximos dias, pois o alojamento no Sardoal baseia-se numa única residencial, que, apesar de já ter reservado todos os seus quartos, estes são apenas quatro, suportando no máximo doze pessoas.
A partir daqui, ficará à responsabilidade de cada um!!!
Informo ainda que este ano o percurso é, no meu entender, muito superior ao do ano transacto, quer em termos de trilhos, quer em termos paisagísticos, mas agravado por um acumulado também ele bastante superior, pelo que, uma boa condição física é aconselhável.
A leitura mensal da Bike Magazine e umas boas classificações nos passeios cá da zona, podem ser insuficientes para levar a "bom porto" esta peregrinação. eh eh eh!!! (avisei . . . missão cumprida!!!)
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Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC