quarta-feira, 28 de julho de 2010

"Só para matar o vício"

Hoje, na companhia do Micaelo, fui dar uma voltinha calma e descontraída por trilhos pouco complicados, pois a "calinada" que se fazia prever não tardou muito em se fazer sentir.
Com passagem pelo Curral do Prego e Monte Brito, parámos nos Escalos de Baixo para a matinal dose de cafeína.
Continuámos em direcção à Mata, onde não entrámos, apontando antes azimute aos vales que antecedem a Nogueira e pelo estradão da cumeada, chegáamos à Lousa, com nova paragem para refrescar o "radiador" que fervia por todos os cantos. Um Ice Tea de limão bem fresquinho, acalmou um pouco a temperatura corporal.
Sempre em amena cavaqueira, lá íamos palmilhando kms, pondo a conversa em dia sobre variados temas.
Pedalámos depois até à zona do Berrão e seguidamente para as Hortas dos Escalos já em direcção a Castelo Branco, pois andar pedalando lá pelo campo com estas temperaturas, não é lá muito para quem se preze. Mas vício é vício e há que mantê-lo!!!
A chegada à cidade deu-se calmamente e ainda com tempo de sobra para "emborcar" um par de bjecas bem fresquinhas numa bela esplanada com vista priveligiada.
48 kms ocuparam-nos durante a manhã, numas boas e descontraídas pedaladas, mantendo assim activo este velho vício de pedalar por aí.
Lá diz a minha "Maria" . . . Com este calor!! Tu és maluco!!! Ao que eu respondo calmamente . . . Sou maluco, mas um maluco saudável!!!
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

sábado, 24 de julho de 2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

"Foz da Ribeira do Muro"

As previsões de que o tempo hoje iria estar um pouco mais amenizado, foram goradas.
As altas temperaturas mantiveram-se, e hoje, como se ousa dizer na gíria, estava uma grande calinada.
Mas nem isso nos impediu, eu o FMike e o Nuno Eusébio de ir dar umas boas pedaladas, desta vez até ao vale onde desagua a agora sêca Ribeira do Muro.
Saimos da Pires Marques pouco depois das 08h00 e com passagem pelo Bairro do Montalvão, rumámos ao Vale da Escudeira, circundando-o por uma das cumeadas até chegarmos à foz da Ribeira do Muro.
Rodeámos o cabeço e por um bonito vale onde ainda sobrevive um dos velhos olivais, que cruzámos e onde o seu dono se aprestava para lhe dar algum "carinho", subimos ao estradão que faz a ligação entre os Maxiais e Alfrívida, seguindo-o em sentido ascendente até aos Maxiais, onde entrámos por um técnico single que deliciou a rapaziada.
Continuámos por umas veredas onde gozámos um pouco o prazer de dominar a bike, rumando seguidamente às Olelas, transpondo-a para o lado do Retaxo.
Mais uns trilhos, com algumas partes onde o mato já dificulta um pouco a progressão, mas nada de grave e a gente até gosta.
E um arranhãozinho de vez em quando, ajuda-nos a justificar a saída de bike!!!
O Nuno já começava a ficar chato, reclamando por comida e algo fresco para acalmar a goela e lá rumámos aos Amarelos, com a imprescindível paragem na Padaria local para arrefecer o "radiador" e degustar o panike da praxe.
Com excepção do Mike que sacou da sua colecção de sandes embrulhadas em papel de alumínio e aí vai disto.
Já dizia o meu velhote . . . mais vale alimentar um burro a pão de ló!!! Efectivamente aquele corpinho requere muito alimento.
Dos Amarelos encetámos o regresso à cidade já a pensar na bjeca fresquinha na Associação do Valongo.
Demos ainda uma escapadinha a um par de singles nas Benquerenças para manter os níveis adrenalínicos e junto ao cruzamento dos Maxiais resolvemos acabar em asfalto pela antiga N18, pois queríamos ampliar o tempo de esplanada na companhia da bela Sagres e assim aconteceu.
52 kms de trilhos variados e para todos os estilos, preencheram esta minha manhã betêtistica na companhia de bons amigos em amena cavaqueira.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

terça-feira, 20 de julho de 2010

"2011 Specialized SHIV"

Specialized SHIV, o novo maquinão de contra relógio para 2011 da marca do S rasgado
.o0o.

domingo, 18 de julho de 2010

"Aniversário dos Pênêvês"

Mais um ano mais um aniversário deste divertido grupo de Btt sediado em Proença-a-Nova e que dá pelo nome de "PÊNÊVÊS".
Um dia dedicado aos sócios do clube e alguns amigos convidados, dos quais eu fui um dos priveligiados.
Boa rapaziada, amantes do btt na sua versão mais versátil, onde a animação e o companheirismo são a sua imagem de marca.
De Castelo Branco partimos eu e o João Afonso e quando chegámos a Proença, já por ali havia bastante animação na sede do clube, junto à central de camionagem.
Esperava-nos um pequeno almoço, a que não nos fizemos rogados. Reencontrei alguns amigos que já não via há algum tempo e logo ali tive a percepção de que o dia iria ser animado.
Pelas 08h30 partimos e como já é apanágio daquela rapaziada, não poderia faltar uma sessão de "eólicas" e como tal, toca a penar por ali acima, valendo-nos o facto de a subida ser feita na sua maioria em alcatrão.
Criaram-se dois grupos, um chamado mais lento e o outro ligeiramente mais lento. eh eh eh!!!
Passeámo-nos pelos escorregadios estradões de "serrisca" ao longo das eólicas, apreciando as magníficas paisagens sobre aqueles vales profundos pejados de pequenas aldeias.
Seguiram-se uma sequência de pequenas subidas e descidas que animoaram a malta, para depois "rasgar" por ali abaixo até à Mó e seguidamente Cerejeira, onde no aprazível lugar da Couca, bem conhecido pela sua praia fluvial, iríamos passar à segunda fase, a mais apetecida . . . a gastronómica.
O banho foi à antiga e ao belo prazer de cada um. Uns na pequena bacia da Couca, outros logo ali na ribeira e outros debaixo duma torneira colocada a dois metros de altura. Aquilo a que se pode apelidar dum bom banho "artesanal", mas que divertiu bastante a rapaziada.
Almoço farto, com uma boa sardinhada, grelhados e bebida à descrição, não faltando no final a bela melancia para acalmar um pouco o álcool das bebidas mais "proteicas", compuseram a segunda parte deste bonito convívio.
À terceira parte já não pude assistir por compromissos cá deste lado, mas iria ser deveras animada com a "guerrilha" que se seguiria com a tarde de paintball.
Um especial agradecimento à rapaziada dos Pênêvês, através do Tavares e do "Litle John", (João Caetano) pela explêndida manhã que me proporcionaram e já agora, não se esqueçam cá do "velhote" para o ano. Pois com comidinha e companheirismo desta qualidade, a minha presença é certamente garantida.

Um abraço a toda a rapaziada e a gente vê-se por aí, nos trilhos, ou fora deles.
Fiquem bem.
AC

sábado, 17 de julho de 2010

"LOOK 695 2011"

"Ai se eu consegui-se dar a volta ao Pai Natal!!!!!"
Disponível a partir de Setembro.
Aquela, que no meu entender, será a grande atracção
no FESTIBIKE deste ano.
A ver vamos!!!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

"VIII Raid AC Trilhos e Aventuras"

11 de Julho de 2010, dia do meu 57º aniversário.
Resolvi desta vez preencher o dia, fazendo umas das coisas que realmente gosto . . . de pedalar!!!
Delineei um percurso no bonito palco da Serra da Estrela, valendo-me de umas quantas voltas que por ali dera outrora e com alguns acertos, 88 kms esperavam-me, assim como a evenualidade dum encontro imediato com o "homem da marreta" que dizem os crentes, por ali costuma deambular. Mas nada disso aconteceu!!!
Convidei alguns amigos e ampliei o convite a quem me quisesse acompanhar através deste blog.
E assim se reuniu um bonito grupo de nove elementos prontos a viver mais uma aventura, desta vez pelos bonitos trilhos e magníficas paisagens do Parque Natural da Serra da Estrela.
A saída e chegada foi programada para Orjais, terra do amigo Silvério, que já merecia uma "arrancada" daquelas bandas. E se assim foi pensado, melhor foi executado, pois o Silvério logo tratou de "roubar" algum tempo à cama ao seu padrinho e presidente do clube local para nos abrir a porta do citado clube e assim podermos tomar o cafézinho matinal e comer algo.
Mas este "menino" resolveu fazer-me uma surpresa e antes de darmos início à nossa aventura, presenteou-me com um singelo bolo de aniversário, com velinhas e tudo. Obrigado Silvério!!!
Fiquei sensibilizado!!! É nestes pequenos momentos, que sobressaiem os grandes amigos. Espero que quando fizer os 58 anos me ofereças um bolo de chocolate, com cobertura de açucar e o emblema do GLORIOSO a ornamentá-lo. eh eh eh!!!
O meu irmão Luís, figura já "habitué" nos meus Raids e cuja presença me orgulho, ofereceu-me uma miniatura de bicicleta em metal feita por ele artesanalmente e que vou guardar com carinho.
A todos os outros amigos, a vossa presença e a alegria de convosco partilhar aqueles bonitos trilhos, foi a minha melhor prenda.
Bom . . . agora vou parar com esta conversa lamecha, pois já tenho o teclado do PC inundado com as lágrimas que nele caiem gota a gota!!!
Para esta aventura, alinharam o Silvério, o meu irmão Luís, o Nuno Eusébio, o Pedro Barroca, o João Afonso, o Luís Lourenço, o Francisco (Chiquinho da Covilhã) o "néo" nos meus raides, Sérgio Marujo e eu, obviamente.
Saímos de Castelo Branco pouco depois das 06h30 e pelas 07h30 já estávamos no Clube de Orjais de volta da "malguinha do café", com excepção do Silvério que exige sempre um caldeiro, usualmente apelidado de "abatanado", pois é um elemento que necessita de muita cafeína para mover toda aquela musculatura, ainda por lapidar. eh eh eh!!!
Logo para início da nossa aventura "mastigámos" cerca de seis kms de subida com uma inclinação considerável, mas que toda a malta superou sem problemas de maior. Mas valeu a pena.
Lá do alto, as imponentes paisagens sobre os vales circundantes, eram impressionantes.
Seguiu-se uma descida radical ao alto de S. Gião. Suportámos uns quantos kms de trilho poeirento derivado à passagem de maquinaria na extracção de madeira, mas logo fomos compensados com excelentos trilhos, aliados a bonitas paisagens até Verdelhos.
Tomámos algo fresco naquela localidade, onde nos cruzámos pela primeira vez com malta do Géo-Raid, que participava na 2ª. etapa do evento.
Dalí continuámos a subir durante intermináveis kms até junto da ermida de Nossa Sra do Perpétuo Socorro, onde pouco mais à frente, entrámos no caminho alcatroado até ao pitoresco lugar do Poço do Inferno, onde comemos algo mais sólido e atestámos os camelbags.
Tornámos a subir até ao alto, entrando depois na terrível subida, mais pela sua tecnicidade que pela inclinação, que nos levou à cumeada sobre o lindíssimo Vale Glaciar do Rio Zêzere, onde pedalámos até atingirmos a estrada que vem de Manteigas aos Piornos.
Após cruzarmos a estrada, entrámos no acesso ao Relvão, onde nos divertimos naquele trilho, todo ele cheio de pequenas ratoeiras, originadas pelos constantes tufos de erva rasteira e areão, que deliciou a malta.
Tirámos uma foto de grupo na isolada igreja naquele local e passámo-nos para o outro lado, iniciando uma longa e adrenalínica descida com início defronte da Barragem do Padre Alfredo, contornando todo o Vale Glaciar da Alforfa e Unhais da Serra. Uma descida toda ela cheia de pequenos perigos, que nos fizeram disparar os níveis adrenalínicos.
Apontámos depois o azimute à Bouça, indo ao encontro da sua bonita ribeira, onde após transpormos algumas dificuldades, nos deliciámos nas suas temperadas águas, que bebemos sem temor, pois a sede não dava tréguas e não se podia desperdiçar oportunidades de hidratação, tal era o calor que se fazia sentir.
Estávamos já perto das Cortes, inserida numa sequência de bonitas paisagens, mas tinhamos que continuar a subir.
Depois duma passagem nuns trilhos singelos, à laia de single, seguiu-se uma "penante" subida em largo estradão, para virarmos depois à direita, agora em direcção à zona do Pião.
Divertidos a pedalar naquela sequência de curvas e contra curvas, acabei por passar a zona onde deveria de virar para o Pião, mesmo ao centro duma apertada e inclinada descida e quando dei por ela, já não valia a pena voltar atrás, pelo que continuámos até ao Parque de Merendas, subindo depois em asfalto à Rosa Negra.
Até Cantar Galo foi um instante, pois seguiu-se uns kms de trilhos quase sempre a descer e a vontade de beber algo fresco animou-nos a um pedalar mais afoito.
Depois dumas bjecas num Café da povoação, lá continuámos a nossa aventura, cruzando a Vila do Carvalho e subindo ao Cabeço do Ribeiro do Boi.
Já de novo em direcção ao Alto de S. Gião, os ânimos iam-se acentuando com o diminuir dos kms.
Do alto de S. Gião a Orjais foi quase sempre a descer e em boa velocidade.
Esperava-nos um bom banho retemperador, cortesia do Presidente do Clube local, seguindo-se um lanche ajantarado com febras assadas ornamentadas com pickles e limão e regadas com umas cervejolas que entravam na mesa como se de uma linha de montagem se tratasse. Para alguns claro!!! Outros mantiveram-se fiéis à bebida adocicada, não tanto pela reposição dos níveis de açucar, mas porque tinham que conduzir no regresso a casa.
Foi uma bonita aventura, mais uma vez rodeado de bons amigos que me acompanharam neste Raid serrano.
Foram de facto 88 kms com alguma dureza, mas que toda a gente superou, uns com mais, outros com menos dificuldade.
Mas onde todos certamente foram unânimes, foi no bonito panorama proporcionado pela magnificiência daqueles vales, glaciares ou não, pululados de pequenas e grandes povoações. Daquelas encostas verdejantes e escarpas acinzentadas. Dos picos recortados nas suas formas assimétricas. Certamente um dia para mais tarde recordar!!!
Mais uma aventura "made in AC", desta vez na bonita Serra da Estrela.
Outras se seguirão, pois o meu espírito de aventura tarda em ficar saciado.
Sei que alguma rapaziada gosta de saber se custou muito, ou se foi assim assim.
Desta vez também não vou postar essas "tretas", mas como são bons rapazes, junto-vos uma imagem com alguns dados que vos poderão interessar.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC
Galeria Fotográfica
"VIII Raid AC - Trilhos e Aventuras"

segunda-feira, 5 de julho de 2010

"Ciclismo Randonneur"

Tomo a liberdade de transcrever na íntegra um post retirado d'OXICLISTA sobre a forma de ciclismo randonneur, muito original e a cujo desafio me alio, alargando-o aos puros aventureiros, ou simples "aprendizes".
AUDAX OFICIALIZADO
Os verticais Pedro e Albano cometeram a proeza de conseguir trazer para Portugal o Ciclismo Randonneur.
Defino este tipo de ciclismo de média e longa distância como aquele onde interessa atingir a meta ou objectivo, cada qual ao seu ritmo, mas aproveitando as descidas e minimizando o tempo de paragem.
Não cabem, em definitivo, aqueles ex-pseudo-profissionais que copiam os óculos ao Cipollini e os modos de vedeta ao Ricco.
Não cabem os cagões que fazem do ciclismo uma forma de exercer a respectiva personalidade pouco sofisticada, apertando na subida quando sabem que o colega está no limíte, ou que vão na roda durante 130 kms para a 300 metros da chegada para o almoço acelerarem o andamento, só para mostrarem que foram os primeiros a chegar.
O Ciclismo Randonneur ou Audax é para gente teimosa nos objectivos, inteligente na gestão dos meios, honesta nos métodos, solidária com os colegas e orgulhosa de chegar, mesmo em último lugar, desde que dentro do tempo limíte.
É uma forma completamente nova de pormos à prova o nosso carácter. E a nossa capacidade física. Noutros países, existe uma predominância dos escalões etários superiores aos 45 anos e muitas mulheres. Que, devagar, devagarinho, chegam ao fim como todos os outros.
Fazer 200 Kapas a 30 à hora há por aí muita gente. E a maior parte dela, boa gente. Mas fazer 300 Kapas a 22 à hora, ou 400 Kapas a 18 à hora...a ver vamos.
Publicamente assumo que, ou a pedalar, ou a trabalhar na preparação dos brevets, o Pedro Alves e o Albano Simões podem contar comigo. O que eles conseguiram é de tal modo relevante para esta forma de ciclismo alternativo que seria um desperdício terrível que a oportunidade se gorasse por falta de massa crítica. Conto com o No-Flats. Isto é à imagem dele. O Frinxas de certeza que vai adorar. O Torpedro, não sei. Ele tem que ver primeiro se arranja peúgas a condizer. O Vaza de certeza que alinha. Mais não seja para experimentar. O Cavaca e restante pessoal da Serra, muito provávelmente. Os farinheiras do Divor, em especial o Piteira e o Ricardo, que os outros não têm tempo. Até o manhoso do Napoleão se vai pôr à prova. Olhem quem...um desafio destes e o Napoleão a deixar passar a hipótese de escrever a crónica da vida dele...só quem não o conheça. Em Mangualde não sei nada do ZEL nem do Amandio há já uns meses. O Dr. Rui "Ozzi" Ferreira não tem tempo. Digo eu. Será uma pena. Mas temos o Gomes e os Azuribikes. O AC dos Trilhos. O Ribeiro lá de cima. Os Vergonhas, o Pedaladas (palpita-me que isto seja um fato à medida dele), o Benfiquista das Caldas, até o Rui "Apenantes" Ruim. Ele não vai resistir ao desafio. E outros que por aqui não refiro desde já apenas porque me esqueci e tenho que editar o poste, não posso ir ver caso a caso. Compreende-se, está bem?
Rapaziada, vamos lá passar a palavra. Anda por aí muita malta das maratonas de BTT que assumirá o desafio pessoal dos 300 kapas em estrada. E depois logo se verá se querem experimentar os 400 Kapas.
Pelo meu lado estou tramado. Agora que comprei uma mota, vou ter que começar a dar ao pedal novamente.
Parabéns Pedro e Albano. Já me está a doer o nalgueiro, ainda não me sentei nela.
Fiquem bem.
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC

sexta-feira, 2 de julho de 2010

"VIII Raid AC-Trilhos e Aventuras"

No próximo dia 11 de Julho decorrerá no bonito palco da Serra da Estrêla o meu "VIII Raid AC - Trilhos e Aventuras".
Trata-se dum track gps já existente há alguns anos e que de ano para ano tenho vindo a adiar.
O percurso percorre algumas das mais carismáticas zonas da Serra, onde a beleza das suas paisagens não deixa ninguém indiferente.
É um percurso com alguma dureza e apenas aconselhado a betêtistas já com algum "calo" nestas andanças.
Serão 88 kms puros e duros de btt adrenalínico, com belíssimos trilhos e paisagens magníficas.
Sairemos de Orjais em direcção ao Cabeço da Malhada para descermos depois a Verdelhos.
Depois duma subida onde pedalaremos durante muito tempo a contabilizar kms, desceremos ao Poço do Inferno para nos refrescarmos e apreciarmos aquele pitoresco recanto.
Subiremos de novo, desta vez à cumeada por onde durante alguns ondulados kms apreciaremos o bonito Vale Glaciar do Zêzere.
Entraremos depois no Relvão e Nave de Sto António, agora em direcção ao Covão do Ferro para depois descermos a estonteante descida pelo Vale Glaciar da Alforfa em direcção a Unhais da Serra, apreciando o seu bonito Vale Glaciar.
Contornaremos as Cortes e apreciaremos o bonito local das azenhas da Ribeira da Bouça, agora em direcçaõ ao Pião.
Passaremos por Cantar Galo e Aldeia do Carvalho e subiremos ao Cabeço do Ribeiro do Boi, onde Orjais começará de novo a aparecer no nosso horizonte.
Um percurso espectacular e aberto aos amigos que me queiram acompanhar, em completa autonomia.
Não me compete aqui dizer o que devem ou não devem fazer, mas apenas, que cada um será responsável por si próprio e tratar da sua própria logística, de forma a que tudo corra pelo melhor e sem grandes contratempos.
Contudo, após saber quantos irão participar nesta aventura, ajustaremos a forma de nos deslocarmos para Orjais e o respectivo regresso.
A saída está programada para as 06h30 do Parque Infantil da Pires Marques.
Se queres embalar nesta aventura contacta-me para eu poder contar contigo.


Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos,
ou fora deles.
AC