quinta-feira, 26 de novembro de 2009

"Um trio na quarta"

Pois é!!!
Nesta quarta, tive como companheiros de pedalada o Pinto Infante, com o entusismo que se lhe conhece na descoberta de novos trilhos e o Filipe. E que dupla se juntou na quarta feira . . . Um cansa-se muito nas subidas . . . o outro diz que se atabafa!!! Que raio de coisa!!! Havia então que que criar uma ementa a nível de trilhos, entenda-se, pois aqueles "meninos" são fanáticos por coisas estreitas e pedregosas!!!
Ora, para não nos afastarmos muito cá do nosso aglomerado pois fui logo alertado de que havia compromissos para as 12h, nada melhor que ir "carpir" as bikes e o "cortiço", ali para os lados da Azinheira e Benquerenças, onde conheço uma boa meia dúzia de singles, que certamente iriam acalmar aqueles "maganos".
E assim, rumámos àquela dezena de hectares repletos de belos trilhos e singelos singles, onde nos divertimos um pouco, rumando depois para a periferia do Retaxo, tambem ela fértil em trilhos que nos fazem babar de vez em quando, mas que, derivado há hora, ficou para outra oportunidade.
Antes, fizemos ainda uma longa paragem na Padaria dos Amarelos, para a guloseima da praxe e um cafézinho a condizer.
Subimos então às Olelas e descemos pela encosta oposta, para entrarmos numa zona pouco explorada, onde nos entretivemos noutros curtos e porreirinhos singles e seguidamente nos dirigirmos para os Maxiais, agora já com um pouco mais de pressa, pois acabara de receber a notícia de que o meu néo Giant TCR Advanced, já me aguardava com alguma ansiedade. eh eh!!!
Ainda na quarta feira o fui buscar e neste momento, a máquinaa já está pronta para a fase experimental.
Chegámos à cidade, pelo trilho da antiga nacional 18 e com rápida passagem pelo Valongo, desta vez sem a paragem habitual, recolhemos, uns a casa, outro ao quartel, após 47 divertidos kms.
Já agora, só por curiosidade!! ÓH FILIPE, a tua bike já está melhor da CÓCÓNITE. Que raio de doença lhe arranjaste. eh eh eh!!!
Então as melhoras e continua a limpá-la com o pauzinho. (gargalhada)


Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC
Galeria fotográfica

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

"Só para fazer ciúmes à minha Trek Madone 6.9 Pro"

Pois é!!!
Há bikes que ao fim de algum tempo, pensam que são exclusivas, mas isso vai acabar!!!
Que o diga a minha Trek Madone 6.9 Pro.

Vão ter que partilhar o seu "amado dono".
Uma asfáltica que vai ser apelidada . . . de exteriores!!!

Fiquem bem

Vêmo-nos por aí

AC

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

"Reviver velhos trilhos"

Ontem, quarta feira e aproveitando a companhia do Mike, fui reviver alguns trilhos de antigamente, onde já não pedalava há alguns anos, sabe-se lá porquê, pois são aqui bem perto.
Saimos da cidade por Sta Apolónia e direccionámo-nos para os lados da Rabaça, onde atravessámos o Rio Ocreza, ainda sem qualquer caudal.
Pela zona da Ponte Pedrinha fui então rever esses trilhos na zona da Ribeirinha, na periferia da Póvoa de Rio de Moinhos.
Bonitos single tracks foi com o que me deparei, do que outrora eram também bonitos trilhos entre muros.
Tudo bem, não fosse a passagem da ribeirinha, bastante inquinada e uma secção do trilho impraticável derivado à vegetação, mas com uma interessaante alternativa, que o torna ciclável.
Subimos a Tinalhas, onde efectuámos a paragem no Café Beirão para a matinal dose de cafeína.
Também em velhos trilhos cruzámos a zona da Mingrocha em direcção à barragem da Marateca.
Após passarmos o paredão e verificarmos com alguma apreensão o quão baixa se encontra a cota daquela bacia hidrográfica, contornámos a Quinta da Marateca em direcção à Lardosa.
Ali parámos no nosso café preferido, o Tá-se Bem, para nos hidratarmos um pouco e comer algo.
Com passagem pela Estação, com algum equilíbrio sobre a gravilha da linha férrea, lá nos safámos e pela última vez, pois a passagem já está práticamente toda aramada.
Entrámos então pelos estradões que nos levaram até à Ribeira de Alpreade, uma zona que particularmente gosto, após passarmos pelo Vale Feito, Carapeteiro e Monte da Casinha.
Seguimos algum tempo um afluente da Ribeira de Alpreade, o Ribeiro do Vale do Freixo,, virando depois para os Cantinhos e cruzando a estrada para S, Gens, continuámos pela Fonte Serrana, Navancha Gralhais e Penedo de Ferro.
Chegámos aos Escalos de Baixo pelo Vale da Silveira e seguimos pelas quintas na Balorca até ao Monte S. Luís, onde com mais uns singles chegámos à Capa Rota.
Já em asfalto, depressa chegámos à cidade, após 76 kms em plena comunhão com a natureza, tão ao meu gosto e ontem, na companhia dum excelente companheiro de pedaladas.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

"Uma volta por Santa Águeda"

Ontem, quarta feira, fui dar uma volta de btt com o amigo Filipe, com intenção de aliviar um pouco a "musculatura" do acumulado do passado domingo.
E para isso, nada melhor que uma voltinha recuperadora pela zzona da sempre bonita albufeira de Santa Águeda, vulgo Marateca.
Saímos da Pires Marques pouco depois das 08h e por Santa Apolónia, rumámos à Lardosa, parando, como não poderia deixar de ser, no Café Tá-se Bem.
Calmamente, ali tomámos a matinal dose de cafeína, acompanhada pela calórica barrinha da praxe.
Quase sempre a par e em conversa amena, chegámos à bacia hidrográfica da Marateca, onde constatámos que a cota se encontra muito abaixo do previsível para esta do ano, o que será uma séria preocupação.
A continuar assim, não está de todo assegurado de que não voltaremos aos tempos de outrora, em que a água tinha por vezes de ser racionada . . . lagarto, lagarto, toc, toc!!!!
Porém, a verdade seja dita, é um prazer pedalar nestas condições pela zona da albufeira, onde nesta altura, é possível percorrer todo o perímetro da barragem, inserido numa paisagem espectacular.
Contornámos apenas parte da barragem e saímos para o paredão, onde mais à frente, logo a seguir à Quinta da Marateca, virámos à direita, de novo em direcção à Lardosa.
Mas desta vez, não chegámos lá, pois continuámos em direcção a Alcains e de novo por Santa Apolónia, chegámos à cidade com 68 kms percorridos moderadamente, apreciando as sempre belas paisagens, cá do nosso interior.
Uma voltinha relaxante na companhia do Filipe, que também ele, valoriza mais o btt na sua vertente lúdica.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

terça-feira, 10 de novembro de 2009

"VI Raid AC-Trilhos e Aventuras"

No passado domingo, juntaram-se na Pires Marques, 11 companheiros, ávidos de aventura e divertimento.
O percurso delineado comtemplava uma grande variedade de trilhos, onde todos se divertiram e tiveram oportunidade de conhecer novos locais e novas paisagens.
Pelas 08h15 o grupo começou a rodar em direcção ao Rio Ponsul, com passagem pelos Cagavaios e Monte do Chaveiro.
Chegados à velha ponte medieval sobre o rio, a paisagem, apesar de bonita, era desoladora com o leito do rio quase seco, coisa que eu não via há umas dezenas de anos.
Subimos para o Monte dos Cancelos e daí, por zonas mais planas, rumámos a Monforte da Beira pelos extensos campos de montado, até ao Monte do Saraiva, onde entrámos no eucaliptal que nos deu acesso à Serra de Monforte.
Numa subida com alguma inclinação e onde a pedra solta dificultava a progressão, chegámos ao alto, para em adrenalínica descida, nos mandarmos encosta abaixo, serpenteando por trilhos xistosos entre velhos olivais.
Entrámos na aldeia pela quelha que dá acesso à rua principal e daí, rápidamente chegámos ao Café do Joaquim Padeiro, onde tomámos a matinal dose de cafeína, após algo mais sólido.
O "Ti Jaquim ", como sempre e quando por alí apanha malta nova, apronta-se logo para dar largas ao seu extenso reportório de histórias malandrecas, apanhando sempre alguém desprevenido.
Saímos pela zona da igreja de Santo António e continuámos a nossa aventura em direcção ao Rio Aravil, onde chegámos após alguns kms ondulantes e numa rápida descida.
Alí fomos bafejados pela sorte, pois alguém resolveu alargar e melhorar a passagem do rio com uma máquina, o que se agradeceu, pois quando por ali passei no reconhecimento do raid, aquela entrada era bastante técnica, com um longo degrau.
Seguiu-se uma bastante comprida e nalguns locais, bastante inclinada subida, onde a avózinha entrou de serviço a periodos, para alguns, para outros, se calhar nem lhe deram descanso.
Entrámos na pacata Aldeia das Soalheiras numa curta e rápida descida, onde o pessoal bastante animado, logo rumou ao café local, junto à escola e onde com mais pormenor nos debruçámos a apreciar a bela bike do Pedro Barroca, uma SALSA douradinha, que não deixou ninguém indiferente.
Bonita e exclusiva bike e que o amigo Pedro bem merece, sabendo ambos que aquela "menina" não é para exposições, mas sim para galgar trilhos e pintar a manta por aí.
Depois de mais um aperitivo na Soalheiras, seguiu-se uma difícil subida lá bem ao alto, onde pudemos então apreciar as majestosas paisagens a perder de vista até à terra de nuestros hermanos.
Numa divertida descida chegámos então à abandonada Aldeia dos Alares, onde não estivemos muito tempo, pois derivado à quilometragem do Raid e às poucas horas que compõem os dias, havia que gerir muito bem, para conseguirmos aquilo a que nos tinhamos proposto.
Nova subida para o eucaliptal que circunda o vale do Rosmaninhal, para em descida estonteante e por trilhos fabulosos, chegarmos à aldeia, com uma rápida paragem junto ao monumento à pastorícia, para um par de fotos.
Dalí à Tasca do Fatela, foi um instantinho e a malta logo dispôs as mesas, à laia de casamento, para receber as grandes e artesanais bifanas que já há algum tempo nos esperavam. E que saborosas que estavam, bem acondicionadas em pão cozidinho em forno de lenha, bem à moda do Rosmaninhal.
Já com o papinho cheio, faltavam ainda umas dezenas de kms para o final da nossa aventura de hoje, pelo que urgia começar a pedalar.
Com o grupo já recomposto das bjecas e dos tintos que temperaram aquela carniça, pedalámos vigorosamente, de novo em direcção ao Rio Aravil, agora uns bons kms mais a montante.
Fizemos uns quantos kms pelos trilhos do GR29, mais própriamente até às Cegonhas, abandonando-os aí, para começarmos a descer para o rio.
Derivado ao atraso das chuvas este ano, o rio passou-se sem dificuldade, uns a pedalar, outros mais receosos e também fruto do desgaste já acumulado, optaram por passar a pé.
Seguiu-se a subida para a herdade dos Pardinhos, sem grande dificuldade e daí, de novo até Monforte, foi um instantinho.
Apesar de termos cruzado a aldeia, optámos por não parar, pois o final do dia aproximava-se rápidamente.
Depois da passagem pelos pedregosos trilhos do Monte do Grilo, voltámos à direita, em direcção ao Monte Grande, onde chegámos através dum técnico single track, sem qualquer perigosidade, apenas as bikes se mostravam um pouco desobedientes, nas largas centenas de metros de montes de pedra roliça.
Contornámos a margem esquerda da barragem do Monte Grande e chegámos ao estradão, onde de talega enfiada, nos esforçávamos para vencer a forte ventania que assolava aquela zona e que por infortúnio, estava mesmo de frente.
Rápidamente chegámos ao Rio Ponsul, onde nos divertimos um pouco com a passagem do rio em cima das bikes, onde quase todos passaram com distinção.
Fizemos então a derradeira subida, que com passagem pelas Rebouças, nos levou até ao recinto da Sra de Mécules, mesmo ao caír do dia, após 114 duros e apesar de tudo, divertidos kms, onde a malta pôde trocar experiências, conhecer novos trilhos, apesar de já conheceram parte das aldeias por onde passámos, e cimentar uma amizade, que assenta essencialmente na pureza de sentimentos e na madurez que na maioria dos casos acompanha a idade, o gosto por este belo e salutar desporto que é o ciclismo de lazer, nas suas várias vertentes e fundamentalmente, o respeito e o saber conviver, brincar e divertir, apenas isso!!!
Para terminar em beleza, houve ainda tempo para uma "rapidinha" no Restaurante do Abílio e depois sim, depois das despedidas da praxe, todos regressaram ás suas casas, uns mais perto, outros mais longe.
Dos 16 que inicialmente mostraram vontade de participar neste meu VI Raid, compareceram 11 amigos, eu incluído, desejando as melhoras a quem não participou por se ter lesionado. Quem receou a meteorologia, mais uma vez os senhores do tempo se enganaram, pois o dia esteve explêndido para a prática do Btt, apenas com a pequena moléstia do vento que surgiu a meio da tarde.
Assim:- Ao meu irmão Luis, ao Silvério, ao Carlos Sales, ao Nuno Eusébio, ao Francisco Pereira, ao Pedro Barroca (Salsa), ao João Caetano, ao Luís Lourenço, ao João Afonso e ao Nuno Morgado, o meu obrigado pela vossa divertida companhia e já sabem, irei a continuar a desencantar circuitos, ou travessias, que nos proporcionem bons momentos de convívio.
Para Janeiro, fica já em stanby, o VII Raid, que se denominará . . . Rota da Miga de Peixe, cujo trajecto está já definido e ultimado.
Fica dependente do tempo, ou outros imprevistos.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC
VI Raid AC-Trilhos e Aventuras

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

"Foz da Ribeira do Muro"

Hoje, na companhia do Carlos Sales, resolvemos ir dar uma voltinha circular e reviver alguns velhos trilhos, que nos levaram até às inóspitas paragens, onde a Ribeira do Muro despeja as suas águas no Ribeiro do Barco, um dos afluentes do Rio Ponsul, cuja foz se situa bem junto à Ponte que antecede a Aldeia de Lentiscais.
O dia hoje, mostrava algumas incertezas, mas acabou por nascer uma manhã solarenga, apenas molestada pela forte ventania, que em alguns locais, bastante nos dificultou a progressão.
Saímos pela Cova do Gato e passando junto ao paredão da Barragem da Talagueira, pedalámos em direcção às Benquerenças pelo Baixo da Maria.
Junto à A23, rumámos em direção aos Amarelos, passando mais uma vez pela Represa, sem a habitual paragem no Ramalhete.
Acontece que descobrimos há algum tempo, que na Padaria dos Amarelos se faziam um croissants com recheio de chocolate, que são uma delícia!!!
Por isso para aquelas bandas, a paragem para abastecimento já está oficializada.
Deambulámos depois pela zona dos Poços Fundos, em velhos trilhos e alguns pequenos singles, até que chegámos ao Retaxo.
Passámos as Olelas e fomos divertir-nos para as imediações dos Maxiais, nuns singles por ali existentes, alguns bastante técnicos, que nos deliciaram.
Descemos depois pelo estradão que segue lá para os lados de Alfrívida, mas não o concluímos virando algures à esquerda, para os Vales das Quedas e da Dona, para em trilhos pouco usados passarmos a Várzea do Sapinho e contornarmos o cabeço, onde lá em baixo, mesmo à nossa frente e num local onde a natureza é completamente selvagem, comtemplámos o pequeno açude onde a Ribeira do Muro despeja as suas águas no Ribeiro do Barco, que acompanhámos durante algum tempo, no seu curso curvilínio, até que subimos para o Cabeço do Pico e seguidamente, para a Escudeira, onde em trilhos já mais conhecidos, rumámos ao Valongo, com a paragem habitual no Bar da Associação, onde bebericámos um par de minis pretinhas acompanhadas pelos afamados tremoços XXL, aproveitando aqueles longos minutos de relaxamento para por a conversa em dia.
A hora de almoço aproximava-se e urgia chegar a casa, para o banhinho retemperador e o merecido repasto.
Uma manhã de btt à antiga, sem stress nem euforias, sem críticas nem contratempos.
Dois tipos que adoram andar de bike, trilhar caminhos e ver paisagens em locais inóspitos, onde por vezes o acesso requer alguma teimosia e desgaste físico.
54 kms percorridos, a maioria deles em comunhão com a natureza.
Acho que vou regredir e voltar às minhas voltas de antigamente, onde tudo era puro e também algo duro. Começar a separar o trigo do joio e fazer aquilo que realmente gosto de fazer . . . andar de bicicleta. . . não dar umas voltas de bicicleta, à deriva e sujeitas a circunstâncias banais!!!

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos.
AC