domingo, 31 de agosto de 2008

"A amizade não tem prazo de validade"

Pois é!!!
A amizade não tem prazo de validade, foi uma frase que me ocorreu para definir um grande homem, amigo e um verdadeiro cicloturista.
Nada mais, nada menos que o TI João dos Escalos, que no passado dia 26 de Agosto, completou 78 anos de idade e que continua a pedalar de forma a fazer inveja a muitos!!!
E como ele diz . . . ainda "bate a prancha" as uns quantos que o queiram acompanhar a devorar quilómetros com a sua "asfáltica" .
Como amigo que é, não esqueceu os amigos e pessoalmente, ou através de recados, lá foi endereçando convites para com ele irem dar umas pedaladas e comemorar o seu aniversário, ficando estipulado ser numa Pastelaria no Fundão no passado Sábado dia 30, onde o aniversariante gosta de ir, por simpatizar com a sua proprietária, por sinal pessoa bem simpática e afável.
Lá se reuniram um belo grupo de amigos do Ti João e uns mais à frente e outros mais atrás, lá o acompanhámos até à cidade do Fundão e também no regresso até aos Escalos, só alguns, porque outros tinham compromissos e as horas iam passando.
Em alegre cavaqueira lá nos fomos divertindo com as peripécias do Ti João e algumas das suas aventuras, contadas à sua moda, de forma simples, tal como ele, uma pessoa simples e brincalhona.
Na Pastelaria fomos servidos com uns bolinhos miniatura e bebida ao gosto de cada um e no final com um bonito Bolo de Aniversário a que se seguiu o usual cântico dos parabéns.
Apesar de sorridente, notava-se que o Ti João estava algo emocionado e feliz por saber que tem muitos amigos.
Muitos não puderam estar presentes, outros não foi possível contactá-los e ainda houve quem não pudesse ir inicialmente por impedimento, mas que foi mais tarde ao seu encontro.
Mas também não faltou a surpresa e os amigos reuniram-se para lhe oferecer uma singela lembrança de aniversário com uma frase a condizer com o momento e assinado pela maioria dos amigos presentes.
São momentos como este que nos fazem reflectir e pensar que afinal andar de bicicleta de forma lúdica e com verdadeiro espírito de cicloturista, pode dar longevidade.
Não acreditam!!! Perguntem ao Ti João como consegue andar daquela forma em jornadas quase sempre a rondar os 100 kms e por vezes mais??
Pessoalmente é para mim um prazer pedalar e privar com este amigo e companheiro ocasional nalgumas ocasiões em que nos juntamos para pedalar em grupo e um exemplo de simpatia e simplicidade e amigo de todos que com ele compartilham o gosto pelas bicicletas.


"Parabéns TI João e que conte muitos anos fazendo aquilo que mais gosta de fazer . . . pedalar com os amigos!!! Até breve.


(Obs) No sábado não levei comigo a minha "digital" pelo que me vali de algumas fotos tiradas por amigos e que servem para ilustrar um pouco o Aniversário deste grande amigo."


Fiquem bem
Vemo-nos nos trilhos
AC

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

"Virado a sul"

Acabado de chegar dumas mini férias nos Alto Pirinéus, lado francês, onde me fiz acompanhar da minha "asfáltica" para dar umas pedaladas em alta montanha, aproveitei a "embalagem" para matar já alguma saudade da minha "trilhadeira", encostada lá no fundo da garagem.
Assim, resolvi juntar-me à malta no Parque Infantil da Pires Marques, o nosso local de partidas e algumas chegadas das lídes betêtisticas.


Domingo, 24
AC, Fidalgo, Nuno Diaz, Jorge Palma, Álvaro e Pedro Antunes, seis companheiros menos escrupulosos aos alertas coloridos, quando a temperatura sobe ou baixa, o vento sopra ou não sopra, mais ou menos forte, resolveram dar umas pedaladas e "trilhar" um acumulado de quilómetros em busca de aventura e divertimento.
Como o AC já tinha chegado ao "Cais", calhou-me mais uma vez escolher um percurso para atormentar a musculatura.
Virámos a sul!!!
Rumámos aos Maxiais, onde não entrámos, optando por cruzar a antiga N.18 para apanhar o estradão que nos levou a mais un apeadeiro conhecido . . . o do Retaxo (Represa) . . . não para apanhar o comboio, mas para tomar o cafézinho matinal no restaurante "O Ramalhete", a sala de espera para quem viaja na REFER e o local de passagem, com paragem obrigatória, para os betêtistas de "baixa competição".
Dois dedos de conversa, um "olho" no jornal desportivo sempre à disposição e lá fomos nós em direcção à bonita aldeia de Amarelos, apesar de amarelos irmos nós de tantas nuvens de "lama em pó" termos já atravessado, normalmente os mais atrasaditos. eh eh eh!!!
Ao chegar o caminho alcatroado que desce para a estação de Sarnadas, uma surpresa, desta vez voltámos à direita para a Carapetosa onde pudemos fazer um teste "in loco" aos travões das nossas monturas na descida para a ponte sobre o Rio Ocreza, que dá acesso às Ferrarias.
O cheiro a "ferodo" inundou a zona e já parados na estreita ponte pudemos constatar que os discos de travões até tinham mudado de cor. Tinham agora uma cor violácea e derreteriam o que lá se encostasse!!!
Umas fotos da praxe, conversa banal e uns "xixizinhos" a grande altitude, com o cuidado de verificar se debaixo da ponte não existiria alguma "célula" do "BOOM" tão querido e desejado na nossa zona, (???) foi o tempo suficiente para arrefecer os "discos" e ganhar coragem para a subida às Ferrarias.
Chegados à aldeia, pedalámos no percurso por mim delineado aquando do meu "Raid", desta vez em sentido contrário, com passagem ainda na Aldeia de Calvos onde se inicía a bonita descida à foz da Líria e consequente subida às Benquerenças, desta vez as "Velhas", quase local de culto da rapaziada do pedal, alguns, cuja "crença" mais não é que a miragem daquela beleza acastanhada do seu casario xistoso em ruínas, agora inserido em paisagem verde desmaiado e aquele belo e pedregoso carreiro entre lages onduladas, que nos faz "babar" de prazer.
Castelo Branco estava à vista e para chegar a casa pouco mais faltava que alguns kms e a ansiada paragem no Bar da Associação do Valongo para o parzinho de bjecas, ornamentado por aquelas sementes de plantas fabáceas, vulgarmente conhecidas por "tremoço", que sempre põe alguém em "deliriun, deliriuns". Não acreditam?? Perguntem ao Fidalgo!!!eheheh
Um percurso circular no trajecto e longo na amizade que une esta rapaziada do pedal, que se junta periódicamente para umas pedaladas de prazer e aventura.


Terça Feira, 26
No passado Domingo, alguém comentou o belo passeio efectuado na terça feira anterior, ainda na minha ausência, ao Castelo do Rei Wamba.
Da malta presente, havia quem ainda não tivesse tido a oportunidade de efectuar esse passeio e outros, queriam repetir.
Assim, AC, Álvaro, Fidalgo, Jorge Palma e Filipe puseram "pés" à obra e mais uma vez rumaram a sul em direcção ao altaneiro Castelo do Rei Wamba, guardião das bonitas Portas de Rodão.
Num percurso mais linear e a pretender evitar alguns contratempos com alguns "ziguezagues" mesmo perdendo alguns belos "carreirinhos" e passagens "suí generis" em povoações algo fora da rede viária, seguimos quase sempre paralelos à A23, ou IP2 até a Alvaiade, onde ainda paralelos à IP2, fomos entroncar na antiga estrada para a Foz do Cobrão para subir à Portela da Milhariça, onde se encontra a passagem superior sobre a A23 e que dá acesso à Serra do Penedo Gordo, onde "palrando" e "bufando" chegámos ao cruzamento para o acesso alcatroado ao Castelo do Rei Wamba.
O espaço agora arranjadinho e bem arejado, impunha silêncio . . . aquelas majestosas paisagens faziam-nos transportar para sonhos inacabados !!!
O Tejo, atragantado à passagem pelas Portas de Rodão, alargava posteriormente ao mesmo tempo que a nossa visão se perdia no horizonte, sempre acompanhada pela linha da Beira Baixa, onde ainda pudemos apreciar o aproximar do comboio, agora em miniatura, criada pela distância e altura a que nos encontrávamos.
A sul, a planície começava a delinear-se com o início do Alto Alentejo e a norte a ondular-se com a Beira Baixa.
Se não fosse de Btt certamente não teria o previlégio de ir ao encontro destes momentos de prazer e comunhão com a natureza, pois de carro certamente e à semelhança de tantos outros, consideraria um desperdício deslocar-me aqui tão perto para apreciar um monumento tão singelo . . . imbuído naquela de . . . lá longe é que é belo . . . o norte, o sul, além, acolá, eu sei lá!!! Mas uma coisa é certa!!! De btt comecei a descobrir lindos recantos que inicialmente só pensava existirem noutros locais e que agora concluí que . . . tantos kms que fiz para ver coisas lindas, é verdade, mas que tão ou mais bonitas temos aqui, neste nosso belo recanto cá bem do nosso interior.
Têm dúvidas??? Apareçam às terças e domingos na Pires Marques, pelas 08h para pedalar. Mas sem as "choraminguices" das subidas, das descidas, dos kms, do tenho que cá estar a horas para ajudar a esposa a descascar as batatas, blá blá blá!!!
Apareçam só para se divertirem, desfrutar e imbuídos de espírito de aventura!!! O resto acontece naturalmente!!! Vão por mim!!!
O regresso fez-se pela Barragem do Açafal em direção à Atalaia e Sarnadas de Rodão onde entrámos nos trilhos iniciais até à cidade. A hora era digna e uma boa refeição esperava-nos certamente, mas antes teríamos que cumprir, é claro . . . com a usual "peregrinação" ao Santuário (Associação) da Nossa Senhora do Valongo, onde sentadinhos "comungámos" por duas vezes após 80 torturosos kms, antes da merecida refeição.
Desta vez conseguimos cumprir a promessa e trazer em harmonia o nosso companheiro Filipe a horas decentes. Batiam as 13h, quando entrámos no perímetro urbano da cidade.


E pronto!
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

domingo, 24 de agosto de 2008

"Estou de Volta"

Como já vem sendo habitual há alguns anos a esta parte vou passar uns dias de férias ao sul de França (Altos Pirinéus), pois sou um amante confesso da alta montanha, que muito me fascina.
Desta vez levei comigo a minha asfáltica com intenção de "trepar" três dos grandes mitos do ciclismo mundial . . . Hautacam/Tramassel, Tourmalet e Soulor/Aubisque.
Alojei-me em Ayzac-Ost junto a Argelés-Gazost uma maravilhosa cidade dos Altos Pirinéus e um centro nevrálgico do ciclismo, uma autêntica peregrinação de malta para trepar os grandes mitos do ciclismo.
Delineei um dia para uma subida e outro para recuperação, apesar de ter de efectuar as subidas ao Tourmalet e Aubisque em dias seguidos derivado às más previsões meteorológicas com chuva e nevoeiro.

Dia 18 - Hautacam/Tramassel
Dia previsto para a subida ao Hautacam e Col du Tramassel.
Como não consegui arranjar a tempo um carreto 27 para simplificar um pouco a dureza das subidas a que me tinha proposto, tive que utilizar a cassete 12/25 montada na minha bike.
Um bocado apreensivo no início, mas com o "galgar" dos kms fui ganhando confiança.
Assim com a minha asfáltica Look 595 ProTeam equipada com pedaleiro compact e cassete 12/25, como companheira, dei início à minha aventura.
Saí de casa pelas 08h30, cruzei Argelés e entrei na D100 que logo à saída da cidade dá início à subida ao Hautacam/Tramassel, durante 17 intermináveis kms, onde a pendente média nunca baixou dos 7%.
O 1º. km serve para tomar contacto com aquele colosso e os 4 seguintes mantêm-se entre os 7 e 8% de média num traçado bastante curvilínio e até Artalens com uma pequena rampa a 12% após passar as povoações de Ayros, Arbouix e Souin.
Depois de abandonar o núcleo de St André, seguiu-se o traçado mais exigente de toda a escalada com 3 kms em pendente média entre os 9 e o 10% em sucessivas curvas de ferradura.
Depois de passar uma ladeira rochosa comecei a ver lá no alto o final do meu suplício, mas a pendente ainda se mantinha a rondar os dois dígitos.
Nos últimos 3/4 kms a pendente baixou paulatinamente dando algum descanso às pernas já a denotar algum cansaço.
Foi com um sorriso nos lábios que entrei no Parque Auto da Estação de Ski do Hautacam.
Um dos meus objectivos estava cumprido.
Ali me mantive um pouco a apreciar aquela ampla e espectacular paisagem.
Foi uma subida impressionante e não vou esquecer nunca aquele panorama impressionante sobre les Gaves de Pau, consoante ia ganhando altitude.
Dia 20 vou "mandar-me" á minha conquista do Col do Tourmalet pela vertente de Luz-St Sauveur.


Dia 20 - Col du Tourmalet
Este foi o dia programado para a subida ao "Rei dos Pirinéus" . . . o mítico Col du Tourmalet!
A subida começou para mim a partir de Pierrefitte-Nestalas, onde saí para entrar na D918.
Sempre em ascensão cheguei a Luz -St Sauveur, onde a "coisa" começa a complicar-se com a pendente média a rondar os 6%.
Com a estrada molhada e a pendente a subir de média, havia que encontrar rápidamente um ritmo de subida que me levasse ao alto, pois era esse o meu grande objectivo.
Pensei algumas vezes no carreto de 27 dentes, o jeitão que me dava, pois ao czt para Betpouey esgotei a cassete numa rampa de 13%.
Mas nem me senti muito desgastado e tinha boas sensações.
Lá fui subindo ultrapassando uns e sendo ultrapassado por outros "locos de las cumbres" como dizem os espanhóis e ao passar o Bar-Restaurante "La Gaubie" o nevoeiro desceu repentinamente e apenas conseguia ver uns 10 metros à minha frente.
Fui subindo e o tempo passava, sem saber onde me encontrava na realidade, pois a visibilidade era quase nula.
Atormentava-me não saber se já estava perto, ou se ainda faltavam muitos kms.
Fiquei assim impossibilitado de apreciar o Macizo de Neouvielle, que sabia ficar à minha esquerda e o Midi de Bigorre à minha frente. Ansiava ver aquele grande Z que antecedia a chegada ao "Olimpo" do ciclismo . . . e poder olhar para a estátua erguida a Octave Lapize a 2115 metros de altitude e dizer. Finalmente cheguei e cumpri o meu segundo objectivo!
A cerca de 3 kms do final, o nevoeiro deu lugar a um dia soleado e fui obrigado a parar. Os meus olhos depararam com uma paisagem surreal e parecia ter chegado ao céu. Era de facto uma paisagem não visível a qualquer terráqueo. É necessário ir lá a cima para ter esse previlgégio.
Encontrava-me acima das núvens e desta irrompiam imensos picos montanhosos criando uma imagem de sonho. Só por isso valeu bem o esforço.
Outro companheiro olhava também extasiado para aquela paisagem e a quem pedi para me tirar uma foto.
Olhando para o alto já vislumbrava o alto e um sorriso aflorou-me nos lábios. Apesar do cartel que indicava a pendente média de 10% já nada me impediria de conquistar aquele cume e pedalei em direcção à glória . . . aquele momento que muitos desejamos, mas que alguns não têm coragem de enfrentar. Um dos meus sonhos iria ser realizado . . . A subida ao Col du Tourmalet que tantas vezes vi subir os gandes do ciclismo mundial em directos do Tour de France e outros como eu quando ali passava de carro e dizia para a minha esposa . . . Não hei-de abandonar a bicicleta sem um dia subir ao Tourmalet. Missão cumprida!!!


Dia 21 - Col du Soulor/Col d'Aubisque
Dei início à minha última façanha nestas mini férias em Ayzac-Ost, subindo à parte alta de Argelés-Gazost para entrar logo de seguida no espectacular Val d'Azun, o Éden dos Pirinéus, "um vale selvagem e luminoso, o País dos Moinhos em pleno Lavedan, a mão aberta nos seus sete vales" como citava Vitor Hugo.
Os primeiros kms foram um pouco pesados pois as minhas pernas ainda acusavam o desgaste do dia anterior na subida ao Tourmalet, com os seus 2115 m de altitude.
Até Arras-en-Lavedan a pendente média manteve-se sempre nos 8% com algumas rampas nos dois dígitos.
Ao chegar às belas pradarias do Val d'Azun tive então oportunidade de aliviar os músculos um pouco doridos, pois nos kms seguintes a pendente nunca ultrapassou os 5%.
Durante este percurso tive oportunidade de ver alguns dos mais belos vales dos Pirinéus . . . e então de bicicleta é coisa de outro mundo . . . simplesmente fantástico!!!
Para trás ficaram as belas localidades de Aucun e Marsous. Mas o pior estava para chegar e o descanso acabou junto à bonita igreja fortificada de Arrens, o centro do Val d'Azun e seguiram-se 7 terríveis kms onde a pendente média se manteve sempre nos 8, 8,5%, com várias rampas acima dos 10% e uma delas, junto a uma ponte metálica de cor verde a atingir os 17% de inclinação.
Um km mais à frente comecei a vislumbrar o final desta 1ª. parte, o Col du Soulor, o casario dos Bares e Restaurantes que indicam o ponto mais alto.
Mas ainda tinha que penar 4 kms até atingir o cume e foi com plena satisfação que parei a minha "asfáltica" junto à placa indicativa do Col du Soulor a 1474 m de altitude.
Por ali me mantive algum tempo alimentando-me e hidratando-me para continuar o objectivo a que me tinha proposto. Na mesma tirada, atingir o Col d'Aubisque!
As pernas doiam-me mas não me iriam impedir de pedalar os ainda 11 kms que faltavam para o Aubisque.
à minha frente encontrava-se o impressionante "Cirque Du Litor" com os seus vales profundos e verdejantes e as suas altas montanhas que pareciam ir abater-se sobre mim a qualquer instante. Estava extasiado!!!
Olhei ao longe a montanha em cujo cume estava assinalado o Col d'Aubisque e aquela soberba estrada que cortava e perfurava a montanha em dois explendorosos túneis escavados na rocha.
Não havia volta a dar, não ía perder esta oportunidade. Sempre levava o telemóvel para chamar a "assistência familiar", caso houvesse algum imprevisto.
É indescritível a beleza do "Cirque du Litor". Sentí-me um previligiado por pedalar naquelas paragens.
Apenas os 5 últimos kms me fizeram sofrer bastante, pois ainda estava machucado do dia anterior, mas consegui o meu objectivo. Atingí o Col d'Aubisque com os seus 1740 m de altitude numa subida fantástica.
Tão depressa não vou esquecer esta semana fantástica.
Voltarei para conquistar outros cumes, talvez o Col d'Aspin, Luz-Ardiden ou Pla d'Adet, quem sabe!!!


Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC