quinta-feira, 29 de maio de 2008

"Rota das Lagartixas"

Pois bem, desta vez os planos saíram um pouco gorados, relativamente ao inicialmente previsto.
De um passeio supostamente ligth para supostas afinações e ambientação à minha nova máquina, saíu um passeio speed com média horaria de 18,8 kms/h em 85 kms percorridos.
Que desperdício . . . era desta vez que ganhávamos um passeio!!! eh eh eh!
O que era para ser o teste final, acabou por ser o primeiro e para mim foi uma agradável surpresa!
Vamos então aos "entretantos"!
Em mais uma terça feira para viciados da bicla, compareceram, eu AC, Álvaro, FMike, Filipe e Carlos Sales.
No dia anterior tinha recebido um sms do Pinto Infante a informar que estava de férias uns dias e que iria pedalar connosco.
Tudo bem, mas como mora na Lardosa e para não ter que vir a Castelo Branco, rumámos até lá para nos juntarmos e darmos umas pedaladas na zona.
Mas para o primeiro dia, a "coisa" começou com algumas falhas e logo com as novas tecnologias do peso, que resolvi desta vez experimentar!!
Assim, coloquei pneus novos na bike, ou melhor pneus normais de 420 gramas e em vez de câmara de ar, pus líquido antí furo do mais diluído. (Joe's no flats)
Tudo corria às mil maravilhas, só que me esquecí de que os pneus não eram tubeless e como tal menos resistentes na carcassa e por tal motivo não podia pisar silvas e outros arbustos como se tivesse pneus tubless.
Como os pneus ainda não estavam bem acamados á jante, começaram logo a perder ar lentamente e acabei mesmo por furar, primeiro à frente e depois a trás, já no regresso a casa.
Bolas para o peso . . . para ganhar umas gramitas, fartei-me de dar à bomba!!! Chiça!!
Conclusão . . . se fosse por ai, também não ganhava a corrida! eh eh eh!!!
Mas avancemos!!!
Na Lardosa e aproveitando a companhia do Pinto Infante, o "GURU" dos trilhos da Lardosa e mestre a contornar a Barragem da Marateca, (da última vez, molhei mais os pézinhos, que os marrequinhos as patinhas. eh eh!!!) resolvemos ir pedalar nalguns dos trilhos que constituiram a "Rota dos Lagartos".
Como não percorremos os trilhos na totalidade, resolvi titular este post de "Rota das Lagartixas".
Sábiamente guiados pelo amigo Pinto Infante, lá percorremos parte dos melhores trilhos da Rota dos Lagartos, com single tracks espectaculares e para mim particularmente, aquela descida da Serra da Gardunha para o Louriçal é espectacular. Tenho de lá voltar mais umas quantas vezes.
Aquilo dá mesmo gozo pedalar naqueles trilhos com um enquadramento espectacular.
Mais uns estradões que aproveitámos para umas acelarações e mais uns singles entre pomares e quintarolas, algumas particulares, com passagens em pontes bastante primitivas e que faz com que o btt seja o meu "escape" preferido.
Para mim só ver em filmes e ouvir histórias de amigos, não chega. . . tenho que lá ir e encher o peito de gozo e adrenalina. Viva o Btt!!!
Mas por ser terça feira, também há algumas limitações, alguma rapaziada vai trabalhar de tarde e por vezes "temos de dar ao canelo" para chegar a horas e foi o que aconteceu.
Só que quando a malta acelera, por vezes surpreendemo-nos a nós próprios e desta vez, alguém foi apanhado desprevenido . . . que o digam o FMike e o Carlos!!!
Desculpem lá rapaziada, não foi por mal . . . da próxima deixamos as "talegas" em casa e vamos só com o prato de 32 dentes e a avózinha. eh eh!!!
Foi mesmo loucura, desta vez nem as "cartilagens" rangeram pedindo uma paragem para a "mésinha" de "sagrespan". Mas não há azar, fica em falta e da próxima vez . . . "catrapumba . . . já está no papo. eh eh!!!
A falta deste produto milagroso faz mesmo falta nas longas distâncias, se não vejamos!!!
O FMike com aquela desculpa da sandes XXL, níveis de glucémia no "amarelo", blá, blá, blá . . . não convenceu ninguém, aquilo da prisão de perna foi mesmo falta duma oleadela "sagrespan".
O Carlos Sales como ainda não está bem ambientado, acabou por lhe afectar a visão e no cruzamento para a Tapada das Figueiras, teve um ataque de cegueira e seguiu em frente acabando por ser recuperado já próximo do portal do frigorífico e ainda bem e a tempo, pois "ceguinho" como ia, ainda acabava por dar um abraço ao rápido para Santa Apolónia (Lisboa)!!!
Está provado que não temos capacidade para fazer tantos kilómetros a "sêco".
Os efeitos secundários são terríveis e podem tornar-se perigosos . . . temos mesmo que injectar de quando em vez uma "bjecada" de "sagrespan"!!!
Bom, posto isto, resta-me dizer que após deixarmos o amigo e companheiro Pinto Infante lá para os lados da Póvoa, chegámos a Castelo Branco sãos e salvos, fruto da boa camaradagem, alegria e boa disposição e do imenso prazer que nos é oferecido pela prática do bom Btt.

Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
Até lá
AC
Fotos

Rota das Lagartixas

terça-feira, 27 de maio de 2008

"Gavião # Alcains"

No passado dia 24 desloquei-me ao Gavião (Alentejo) a convite do Carlos Pio, que me transportou, assim como a minha bike, para nos juntarmos à malta do ProjectoBtt que partira no dia 22 do Cabo da Roca numa aventura memorável até Alcains numa distância de cerca de 360 kms, repartidos em 3 etapas.

- Cabo da Roca # Santarém.
- Santarém # Gavião.
- Gavião # Alcains.
Juntaram-se aos "projectistas" SS, JorgeMariaBolacha, Peregrino, Angelfish, (o único elemento feminino) Did, PGuedes e Pepe, os Papaléguas de Alcains, José Luís, Carlitos, João Alexandre, Raptor e eu AC, para os acompanharmos na derradeira etapa de Gavião a Alcains.
Chegámos ao Gavião pelas 07h30.
Pouco a pouco a malta foi descendo da Pensão onde estava alojada e foram feitas as apresentações, seguindo-se o pequeno almoço dos projectistas.
Ainda antes da partida foi necessário efectuar alguns ajustes nas máquinas, que já acusavam o desgaste da qulometragem já percorrida e da dureza do terreno derivado ao tempo instável dos dias anteriores que acumulou bastante lama nos trilhos, tornando-os mais pesados e escorregadios.
Tivemos que adiar a partida abrigados na garagem onde pernoitaram as bikes porque entretanto começara a caír uma chuvada, que mais parecia um dilúvio.
Quando abrandou lá nos fizemos aos trilhos num constante fintar de charcos de água e pequenos lamaçais.
Fomos percorrendo kms em trilhos inseridos em zonas de imensa beleza e maioritáriamente sem dificuldades, ou não estivéssemos no Alentejo. O real problema seria quando entrássemos nos trilhos da Beira Baixa, com um perfil mais irregular e pedra mais escorregadia e onde as grandes descidas estão sempre associadas a grandes subidas.
As bikes, na sua maioria, queixavam-se constantemente do acumulado de kms com ruídos e chiadeiras provocados por desgaste de pastilhas de travão e desafinações dos mais diversos componentes.
Pior estava a bike do PGuedes com o veio do link da suspensão traseira partido, obrigando-o a paragens constantes para ajuste dos respectivos parafusos.
Entre boa camaradagem, alegria e boa disposição, lá fomos conquistando kms até chegarmos ao sopé da Serra que nos separava de Vila velha de Rodão, onde nos esperava o retemperador almoço, mas para o conquistar, teriamos primeiro que conquistar um colosso de subida, com uma inclinação XXL e um traçado bastante técnico.
Chegados ao meio daquela parede, concluímos que era impossível a progressão e todos se apearam mais metro menos metro.
Foi então completado aquele sofrimento empurrando as "monturas" barreira acima, onde os últimos metros eram terríveis mesmo a empurrar a bike.
Para culminar a conquista do "cume", o S. Pedro brindou-nos com uma valente descarga de água "diluviana" que nos ensopou até ao "tutano"
Ainda esboçámos abrigar-nos num "jovem" pinhal, mas não havia nada a fazer, não havia onde nos abrigar e a melhor solução era pedalar até Vila Velha que já estava ao nosso alcance e sempre a descer.
Ainda houve um furo na bike de um dos companheiros que teve que substituir a câmara de ar debaixo de chuva.
Descida abaixo foi um salve-se quem puder.
O trilho mal se via debaixo da autêntica ribeira que se formou com as águas pluviais, que desciam rápidas e lamaçentas causando-nos, ora aqui, ora ali, alguns calafrios.
Eu pessoalmente não conseguia "enxergar" nada, pois tinha os óculos embaciados, acabando por os tirar. Depois foi as bátegas de água que batiam nos olhos dificultando-me a visão e para acabar em beleza, acabei por ficar quase sem travões, tendo que reduzir o andamento e apear num ou outro local mais inclinado, pois não conseguia segurar a bike.
Quando chegámos ao Restaurante, a cena foi hilariante com a malta encharcada a entrar no restaurante deixando-o num estado lastimoso. Parecia que tinha sido atingido pelas cheias.
Mas mesmo assim, sentámo-nos à mesa e comemos a nossa merecida refeição.
Uns lançaram-se ao franguinho assado, outros às bifanas e creio que todos se deliciaram com um caldinho verde que aqueceu verdadeiramente o corpo e a alma.
Seguiu-se uma sobremesa e café, pagámos e fizemo-nos aos trilhos, pois a hora já era tardia.
A partir dalí é que a porca torcia o rabo, pois a última metade da etapa era a mais dura.
Após alguns kms planos seguiu-se uma longa subida que nos levou até à Atalaia, nivelando depois até às Sarnadas.
De Sarnadas até Alcains, foi um sobe e desce constante com passagem na bela e já abandonada Aldeia de Benquerenças Velhas e contornando a cidade de Castelo Branco chegámos a Alcains, tendo eu rumado a Castelo Branco à chegada à Pedra da Légua.
Foram 105 kms de bom Btt, na sua verdadeira essência!!!
Depois dum belo banho retemperador juntei-me à malta na Quinta dos pais do Didier em Alcains, onde fomos presenteados por um soberbo repasto que nos deixou a todos deliciados.
À alegria natural, acrescentou-se um pouco de alegria "artificial", fruto da bela pinga que acompanhou todo aquele "manjar" e creio que foi nessa noite que foi batido o recorde dos "vivas".
Houve "vivas" para tudo o que nos veio à lembrança.
Depois dum belo dia de "pedaladas" entre amigos, una noite memorável com um jantar inesquecível.
Obrigado por me terem convidado e deixado partilhar a vossa companhia!!!
Contem comigo quando precisarem!!!
Aguardo com ansiedade a próxima travessia Alcains # Cabo da Roca.

AC
Veja mais em:
Fotos 3ª. Etapa
Gavião # Alcains

sexta-feira, 23 de maio de 2008

"Cai uma "FAÍSCA" nos trilhos do interior"

Já chegou!!!
Não directamente da Tailândia, mas sim aqui do lado, dos "nuestros hermanos" a minha nova "burra" .
Apenas adquiri o quadro e vai ser montado à "minha moda!!!"
A partir da próxima terça feira vai começar a rolar na voltinha semanal para as primeiras afinações, estando previsto o seu "baptismo de fogo" para o "III RAID AC-TRILHOS E AVENTURAS", presumívelmente no dia 15 de Junho de 2008 numa distânica prevista de mais de 90 kms por trilhos de encher o olho e paisagens de rara beleza e com passagem por um bom punhado de aldeias típicas cá bem do nosso interior.
Vem desfrutar o Btt no seu melhor.
Raid em autonomia e em plena comunhão com a natureza.
Há várias hipóteses de "fuga" para os menos atrevidos e que queiram participar.
(Comboio em Vila Velha de Rodão)
(Vários cruzamentos de estrada alcatroada)


Atrevam-se!!!


Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC

quinta-feira, 22 de maio de 2008

"Monforte da Beira, ir e voltar"

Mais uma terça feira de pedalada e prazer imenso, desta vez com destino marcado para a bela aldeia beirã de Monforte da Beira.

Compareceram na Pires Marques, AC, Filipe; João Valente e Marco, movidos pela busca de aventura e novos trilhos em pleno contacto com a natureza, contagiante nesta altura do ano.
Estávamos nós a fazer algum tempo, não viesse por ali algum companheiro atrazado, quando chega o Marcelo sem a sua habitual montura, pois hoje não era dia de pedalada para ele.
Aproveitámos a sua presença para tirar a foto de grupo à rapaziada pedalante e após dois dedos de conversa abalámos, pois o destino era longínquo.
saímos pelo S. Martinho, contornámos a lixeira em direcção ao Monte Chaveiro e Ponte Romana do Rio Ponsul, para subirmos ao Monte dos Cancelos.
Já no alto, continuámos pelo Monte do Negrete, Marmelos, Marmelitos, Barrelas e contornando a Serra do Carregal, entrámos em Monforte da Beira com destino marcado ao Café do "Joaquim Padeiro".
Encostámos as bikes e sentámo-nos para sorvermos calmamente um par de bjecas, roermos umas barritas, com excepção do João Valente que não vai nessa da barrita e "aconchega-se" sempre com uma sandocha de fabrico artesanal. (Óh João se a ASAE te topa!!!)
Já com a musculatura relaxada e os estômagos preenchidos de líquidos e sólidos, empreendemos o regresso a cidade.
Subímos à serra pela vertente mais fácil e descemos em direcção ao Monte Grande para acelerarmos pelo longo estradão até ao Monte da Granja, onde virámos a direita em direcção ao Rio Ponsul.
Já com o rio à vista deparámos com outro betêtista isolado que pedalava em direcção ao rio.
Era para inicialmente irmos de novo em direcção à ponte, mas a curiosidade mata e resolvemos ir indagar que era aquele companheiro solitário em tão inóspita paragem.
encontrámo-lo num cabeção do areal comtemplando o rio. Disse ser de Lentiscais e que para lá voltava.
Como não era muito falador e não mostrou interesse em acompanhar-nos, seguimos o nosso destino atravessando o rio para o lado do areal do Monte do Pombal.
Sulcámos uns trilhos por ali disfarçados e que são já nossos conhecidos para entramos no estradão no Monte Sordo até encontrarmos a subida para a Rebouça, que nos fez arfar um pouco.
Como já havia vários a queixarem-se dos joelhos, cotovelos, joanetes e outras articulações, não tivemos outro remédio do que nos dirigir-mos com a possível brevidade à "Farmácia do Abílio" vulgarmente conhecida como o Restaurante da Sra de Mércules e "emborcarmos" uma Sagrespan adulta, para lubrificar as articulações. Ufff, que alívio!!!
Isto de andar de bike sem a respectiva medicação, já começa a ser um sacrifício. "Betêtista sofre!!!"
Tudo nos "conforme" e toca a regressar a casa que já eram horas de almoço.
Chegámos à cidade pelas 13h com 59 kms percorridos e como já é habitual neste grupo, em contacto com a natureza, em explêndidos trilhos, com boa camaradagem e boa disposição.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos

AC>

domingo, 18 de maio de 2008

"Rota dos Lagartos > Lardosa"

Era com alguma curiosidade que aguardava o passeio de Btt da Rota dos Lagartos, organizado pelo meu amigo Pinto Infante, pois este ano tinha-nos prometido uns single tracks espectaculares na bonita área que envolve a Barragem de Santa Águeda (Marateca).
E a curiosidade transformou-se em prazer, ao pedalar naqueles trilhos sábiamente escolhidos e que só o poderiam ser, por alguém que pratica btt.
Aqueles trilhos não estão em qualquer mapa e alguns foram mesmo inventados, o que mostra a vontade de inovar e agradar à malta que se desloca aos seus passeios. E a malta agradece!!!
Creio que não houve ninguém que não ficasse satisfeito com o que a "Rota dos Lagartos" lhes proporcionou este ano, a não ser o facto de durante os 50 kms do percurso não ter sido avistado nenhum exemplar. Pudera!!! A lagartagem neste dia estava toda concentrada no Vale do Jamor, lá para os lados de Oeiras!!!
Desloquei-me à Lardosa na companhia do amigo Fidalgo e após ter ido ao secretariado e dar por ali umas voltas revendo alguns amigos, constatei que mais uma vez e não sei porquê, a malta de Castelo Branco, com as devidas excepções, não apareceu, tanto mais que este é um dos eventos de qualidade cá do nosso "arraial", entre outros.
Não me refiro óbviamente a "farnéis" e outros "apêndices" dos passeios, pois quando lá vou é para pedalar e participar, apesar de também gostar de encostar às "boxes" quando há boa comida e bebida, mas sim à beleza das paisagens criadas pela Barragem da Marateca e pelos belos e bem escolhidos trilhos, com muitos single tracks, uns bem "molinhos" e outros mais "rijinhos", que foram uma "delícia" para quem gosta de pedalar.
Pessoalmente adorei o percurso escolhido e onde este ano efectuámos a subida quase até à Casa do Guarda por S. Fiel, onde o arfar da subida se transformou em adrenalina na descida para o Louriçal com singles de rara beleza e descidas entre pinhal, simplesmente espectaculares.
Neste passeio não me dediquei lá muito à fotografia e estou arrependido, pois não pude aqui expressar o que tento dizer por palavras.
Comecei logo nos kms iniciais com problemas no desviador dianteiro, acabando por ficar apenas com o prato pequeno, quando o cabo se soltou.
Com a ajuda do Fidalgo consegui ultrapassar esse obstáculo e pôr de novo o desviador a trabalhar correctamente.
Depois durante o percurso fui perdendo parafusos da pedaleira, chegando ao final apenas com um parafuso.
Inicialmente fiquei com a impressão de que tinha a pedaleira grande empenada, talvez por ter batido nalguma pedra, mas já teria certamente perdido um ou dois parafusos e preguiçoso, apenas parei quando a corrente já se entalava entre o prato grande e o médio.
Com tudo isto vinha a "deitar fumo pelas orelhas" e com as pinguitas de água caídas do céu que de vez enquando tentavam dissolver alguma lama que vinha agarrada ao "fatinho", resolvi deixar ficar a digital na "gaiola"!!!
Mas vou lá voltar e com calma tirar umas fotos e postar aqui no blog, para a malta recordar e alguns verem o que realmente perderam!!!
Depois foi o merecido banhinho de água quente e o repasto final bem confeccionado e bem regado, à moda de cada um, para no final tomar o cafézinho no bar do Clube e dar dois dedos de conversa na companhia de amigos, alguns que já não via há algum tempo.
O relógio foi andando e pelas 16h10 foi o regresso cá ao nosso "burgo" para uma deslocação rápida para o sofá e calmamente assistir à final da Taça de Portugal.
Mais um dia para a guardar na "prateleira" das boas recordações, que um dia, que espero seja longínquo, quando encostar a "bicla", será onde me entreterei a rever alguns dos bons momentos que vivi e partilhei na companhia de amigos.
Fiquem bem
Vêmo-nos nos trilhos
AC