terça-feira, 31 de julho de 2007

"Pelas passagens da Rabaça"

Pensamento:
" A vida ou é uma aventura ousada ou não é nada"
(Hellen Keller)

altimetria

percurso no google

Apesar do alerta amarelo relativamente às temperaturas previstas para hoje, a manhã manteve-se um pouco mais fresca que nos dias anteriores.


Pelas 08h juntámo-nos na Pires Marques: AC, Filipe e Dino para mais uma voltinha de btt, ou não fôssemos nós verdadeiros amantes da modalidade e para quem as variantes temporais apenas espicaçam a aventura, apesar de existir sempre bom senso, ou quase sempre, quando o calor aperta ou o dia indicía intempérie.



Lá fomos nós dar a voltinha das terças feiras, conscientes das temperaturas actuais, com quilometragem e horário reduzidos além do grau de dificuldade, pois o nosso objectivo é apenas a manutenção, viver a aventura e conviver com amigos, não qualquer outro motivo fútil. Apesar de teimosos, ainda não perdemos o bom senso.


Saímos pelo celebérrimo portal do frigorífico em direcção a Sta Apolónia. Ali virámos à direita entrando em belos e diversos trilhos entre muros, silvados e pasto alto até às passadouras da Rabaça, onde agora se passa com facilidade, em virtude do Rio Ocreza não correr nesta altura do ano. Depois de tiradas umas fotos para a posteridade, dirigímo-nos a Caféde, onde entrámos num café local para tomar o cafézinho da praxe.


Fomos recebidos pela simpática dona do café, que nos presenteou com uns apetitosos bolinhos de mel, que nos fez esquecer as industrializadas barrinhas energéticas.



Já aconchegadinhos e como ainda não eram 10h, pedalámos mais um pouco até às imediações da Quinta de Valverde para depois tomarmos o caminho de regresso, pois o calor já apertava.Entrámos na EN.551 até apanharmos o cruzamento para as Hortas do Ribeiro, passámos o Parque de Campismo e chegámos a Castelo Branco pelas 10h35 com 34 kms percorridos calmamente e mesmo só para matar o vício e despachar algumas toxinas.




Domingo, dia 5 hà pedalada. Comparece pelas 08h no P. Infantil da P. Marques.
Até lá
AC

domingo, 29 de julho de 2007

"Por trilhos dos Cagavaios"

Pensamento"
"Não è a montanha que nos faz desanimar, mas a pedrinha que trazemos no sapato"
(autor desconhecido)

.o0o.

Hoje, logo pela manhã, o calor já se fazia sentir como que um pré-aviso para a manhã tórrida que se avizinhava, tanto mais que a meteorologia apontava para o dia de hoje temperaturas na ordem dos 40 graus

Mesmo assim, 8 companheiros compareceram para matar o vício desta modalidade que nos encanta e tanto nos faz sofrer: o btt de lazer!!! AC, Pedro Marquês, Dino, Martim, Agnelo, Filipe, Álvaro e Marco.Saímos da Pires Marques procurando trilhos onde predominasse a sombra e cursos de água para atenuar o calor e rumámos ao single das palmeiras, passando no sopé do Cabeço de S. Martinho e contornámos a velha lixeira, agora desativada, para nos embrenharmos nos trilhos dos cagavaios numa sucessão de três curtas descidas rápidas até entramos no eucaliptal numa curva em gancho à direita onde se notou logo uma temperatura um pouco mais baixa.Por ali pedalámos sempre serpenteando e vendo a barroca lá no fundo cheia de mato serrado habitat natural de veados e javalis e que por vezes se conseguem avistar, não sendo o caso de hoje.Chegámos à EN.18 ao início das curvas dos Enfestos, descendo uma centena de metros para logo virármos à direita para apanharmos o trilho sempre em descida rápida para o limite do Monte do Chaveiro, entrando de novo na EN.18, desta vez para irmos fazer uma visitinha à "tasca" da "Ti Amélia", figura pitoresca daquela zona de pescadores de rio e que apesar do casario envolvente se encontrar quase todo em ruínas, a "Ti Amélia" insiste em manter a "tasca", que outrora foi famosa nos afamados petiscos de peixe do rio.Bebi uma "bjeca" tão fresquinha e saborosa, que até se me encaracolaram o pêlos das pernas!!!. Não fosse o que ainda nos esperava e ainda por ali ficava um tempinho na "bebericação".

Atravessámos depois a velha ponte sobre o Rio Ponsul a necessitar de obras, após as chuvadas do passado inverno que lhe destruiram o pavimento e as grades protectoras, para que possa mostrar toda a sua beleza e explendor, pois è um belo monumento e seguimos paralelamente ao rio alguns kms até ao Monte do Escrivão.
Atravessámos o rio para o areal do Perquilhas e que bem soube molhar o pézinho.
Entrámos depois num velho trilho que nos conduziu ao estradão principal para o Monte do Pombal, onde pedalámos até próximo do monte, virando depois à esquerda para enfrentarmos a longa subida para a Rebouça e onde o calor mais se fez sentir derivado ao esforço, apesar da inclinação não ser exagerada.
Depois de virar-mos novamente nà esquerda, seguiu-se um sobe e desce até ao recinto da Senhora de Mércules, onde chegámos pelas 10h45 e hora ideal para terminar o passeio pois o calor já abrasava.
"Abancámos" no restaurante do Abílio onde nos mantivemos algum tempo "bebericando" e arrefecendo com o ar condicionado para depois culminarmos o nosso passeio de hoje, com 27 kms percorridos em velocidade de cruzeiro, pois com estes dias calorosos há que ter contenção.
Mas divertimo-nos com novos trilhos, que a malta ainda não conhecia e óptimos para dar umas pedaladas descontraídas, com umas descidinhas e umas subidinhas sem grande técnica, para não adormecer e manter o nível.
Terça Feira, dia 31, há pedalada. Concentração pelas 08h na Pires Marques.
Até lá
AC

sábado, 28 de julho de 2007

"Uma volta descontraida"

Pensamento:
"Que sentido tem corrermos quando estamos no caminho errado"
(provérbio alemão)

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Sexta Feira recebi um "toque" do Rui Beato a dizer que vinha passar o fim de semana a Castelo Branco e para irmos pedalar no sábado.
Convite aceite.
Pelas 08h, como préviamente combinado, lá estava eu a chegar ao P. Infantil da P. Marques, onde o Rui já me esperava.
Cumprimento da praxe e decidimos ir pedalar em zona calma e sem muito relevo, tanto mais que para o dia de hoje eram esperados 39 graus de temperatura, apesar da manhã se apresentar bastante ventosa.
Saímos pelo portal do frigorífico em direcção a Sta Apolónia, em conversa amena e sem pressas, já com o intuíto de ir tomar café à Lardosa.
Alí chegados, pedimos dois cafés e sentámo-nos à mesa onde nos mativemos algum tempo na conversa e sem pressas, tanto mais que o nosso objectivo era mesmo só pedalar de forma calma e descontraída e apreciar a paisagem.
Rumámos seguidamente à Barragem de Santa Águeda com passagem pelo Monte do Satão e parámos no pontão onde o Rio Ocreza entra na barragem, para nos deliciarmos com as belas paisagens que dalí se avistam.
Resolvemos depois tentar a passagem próximo da margem por trilhos feitos pelo vai vem dos pescadores, só que a barragem ainda tem muita água e não se consegue fazer as ligações entre os diversos trilhos, pelo que tivemos que subir e inventar outros trilhos, autênticos single tracks, que iamos perdendo aqui e ali até chegarmos a uma zona lavrada recentemente onde tivemos que empurrar as biclas até um caminho umas centenas de metros mais à frente, depois de saltarmos a aramada por duas vezes.
Seguimos depois o caminho, agora asfaltado, que nos conduziu ao paredão da barragem em cujo final parámos para beber uma "bjeca" fresquinha na "tasca" ambulante ali montada pelo Carvalho, um invisual que me impressionou pela forma expedita como se move, indo buscar as cervejas ao frigorifico, tirando-lhe as cápsulas e recebendo o dinheiro, reconhecendo por tacto a quantia que lhe tinha sido depositada na mão. Impressionante a forma como consegue viver com o seu infortúnio!!!
Lá bebemos as "bjecas" bem fresquinhas e retomámos a nossa voltinha de novo em direcção à Lardosa, que contornámos em direcção a Alcains, pelo Monte do Pôr da Vaca, parando de novo en Sta Apolónia, pois o calor já estava a fazer estragos e estávamos a ficar desidratados e com falta de água.
Depois de abastecidos e termos bebido uma quantidade considerável daquele milagroso líquido, rumámos a Castelo Branco, já à vista, onde chegámos pelas 13h00, com 68 kms percorridos de forma calma e descontraída apreciando as belas paisagens proporcionadas pela bacia da barragem de Santa Águeda.
Amanhã, domingo, vou dar mais uma voltinha com a malta, com concentração para as 08h, no P. Infantil da Pires Marques.
Até lá
AC
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terça-feira, 24 de julho de 2007

"Na senda dos veados"

Pensamento:
"Certas derrotas preparam-nos grandes vitórias"
(autor desconhecido)

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Hoje, quando saí de casa pelas 07h55 para me juntar à malta na Pires Marques, dei com uma manhã ventosa e algo desagradável, acabando por se recompôr ao longo do dia.
Fui o primeiro a chegar, seguindo-se o Micaelo, o Arlindo e por último o Dino.
Já tinha falado com o Micaelo e com o Arlindo para irmos tomar o café ao "Joaquim Padeiro" a Monforte, mas decidimos alterar o trajecto, por o Dino ter que estar em Castelo Branco por volta das 12h.
Assim, resolvemos ir tomar o café ao "Pescaça" nos Lentiscais, saindo da cidade pelas 08h15, pelo single das Palmeiras, S. Martinho, ladeando as lixeiras velha e nova, descendo seguidamente para o Monte do Chaveiro que contornámos para a ponte nova do Ponsul.
Virámos à direita para o Monte do Picado e subimos aos Lentiscais, onde mais uma vez batemos com o nariz na porta do café "Pescaça", tendo que recorrer ao alternativo.
Depois do cafézinho e já com as forças algo recuperadas, dei um "lamiré" ao pessoal se queriam fazer uma incursãozinha aos montes da Baliza, para vermos algum veado. A resposta foi unânime. Bora lá!!!
Saímos dos Lentiscais por alcatrão, mas por pouco tempo, pois algumas centenas de metros mais à frente, saímos para a Herdade da Princesa e descemos por um trilho repleto de ramos e pequenos toros de eucaliptos por ali deixados aquando do corte destes, culminando numa parte um pouco mais inclinada e pedregosa e com pouca visibilidade derivado à falta de presença humana.
Logo que chegámos ao final do trilho, tivemos o primeiro avistamento. 4 belos veados saíram da barroca em direcção aos eucaliptos. Pouco depois 3 fêmeas também na mesma direcção e logo de seguida um outro imponente veado, também saído da barroca foi ao encontro dos restantes. Foram 2 ou 3 minutos que ficámos extasiados a olhar tal grandiosidade, em plemo "habitat" natural e sem ter que pagar por isso. Que beleza!!!
Cruzámos a barroca, denominada Barroca do Lobo e subimos pelos esteiros dos animais, a pé, que de outra forma não era possível, até chegar aos eucaliptos, onde já foi possível montar nas bikes.
Pouco tempo depois, mais 3 veados cruzaram o caminho em corrida, mesmo à nossa frente, sendo possível observar toda a sua imponência e altivez. Lindo de se ver!!!
Por ali pedalámos tirando uma foto aqui e ali e quando saímos do eucaliptal, mais uns quantos veados, tendo apenas observado 3, mas eram mais, corriam em direcção a um matagal próximo. Foi extasiante!!!
Avistei no total 14 veados em pouco mais de 30 minutos, além de outras espécies, na maioria perdizes, ao longo de todo o percurso.
È uma zona com muito potencial e onde pedalar è um enorme prazer. Sentimo-nos deveras fundidos com a natureza em toda aquela imensidão quase sem vestígios humanos, apenas aqui e ali sinais de abandono de alguns montes rurais, completamente em escombros e um ou outro "palanque" de caçador de esperas nocturnas.
Mas para se ter direito a estes pequenos previlégios è necessário sair debaixo do manto urbano, esquecer o relógio e algumas pequenas mordomias.
Pedalar nestas circunstâncias è certamente um prazer em fase de extinção. Cada vez vão aparecer mais parques ditos naturais e defensores da natureza (que natureza defenderão eles, na verdade??) e particulares a fecharem e chamarem seus grande parte dos caminhos públicos ainda existentes e não asfixiados por "aramadas" de utilidade duvidosa a clamar por um qualquer subsídio estatal!!!
Chegados ao talefe da Baliza, foi descer rápidamente para o Monte do Néo e subir a técnica subida para o arraial, onde viemos a cruzar a E.N para entrar novamente no Monte do Picado, retomando o troço que nos levara aos Lentiscais, agora em sentido inverso, até ao Ponsul.
Passámos a ponte e virámos à direita para o Monte da Ponte para mais à frente nos estafarmos na subida para o Forninho do Bispo, entrando na cidade pela Sra de Mércules, cerca das 12h15.
À entrada do Bairro da Boa Esperança eu e o Micaelo despedimo-nos do Dino e do Arlindo e ainda parámos num café para bebermos duas "bjécazinhas" bem frequinhas, que arrefeceram o radiador quase em ebulição e limparam um pouco o pó alojado nas gargantas. Até a voz ficou mais fina!! eheheh!!!
Foi sem dúvida uma volta bastante agradável e fascinante, apesar de algo dura, quer pelos animais avistados, quer pelos trilhos percorridos, onde não faltaram os singles, as descidas e subidas técnicas e outras bastante rápidas, os estradões e trilhos pisados apenas por alguns bêtetistas priveligiados para quem o BTT é também sinónimo de aventura.
Domingo, 29 há pedalada. Concentração no P.Infantil da P. Marques pelas 08h
Até lá
AC
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segunda-feira, 23 de julho de 2007

"Reviver a Rota do Gaio"

Pensamento: "Se não levarmos a poesia e a beleza connosco, è inutil percorrermos o mundo. Em nenhum lugar as encontraremos"(Emerson)

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altimetria

Percurso no Google

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22 de Julho de 2007
Um dia para recordar!!!
Um grupo numeroso de amigos amantes do pedal, acompanhados maioritáriamente pelas respectivas famílias, compareceram no Palvarinho para reviver a Rota do Gaio, um dos passeios, senão o melhor passeio organizado no Concelho.
O Roberto, mais uma vez nos brindou com uma manhã prolongada, cheia de convívio e boa disposição e com um final à mesa dum restaurante local para saborearmos um apetitoso prato de leitão à bairrada, que estava divinal, com opção de febras para quem não gostasse de leitão.
A concentração foi junto ao restaurante no Palvarinho.
Uns partiram pelas 08h de Castelo Branco logo montados na bike: Eu, o Roberto, O Marcelo e o Norberto e os restantes nas suas viaturas particulares.
Os familiares juntaram-se a nós após a conclusão do passeio, pelas 12h30.
Foi bom reviver alguns dos belos trilhos que deram nome à Rota do Gaio e agora partilhados num formato mais lúdico, onde a camaradagem e o convívio existiram durante todo o trajecto, com muitas brincadeiras e peripécias, algumas protagonizadas pelo "badalo" do Micaelo, ou pela "corneta" do Paulo.
È assim que eu gosto e vejo o BTT.
Uma forma salutar de pedalar e compartilhar os trilhos com os nossos amigos e nalguns casos envolvendo a família, como foi este reviver da Rota do Gaio.
Gostaria que este convívio, agora organizado pelo Roberto, seja o primeiro de muitos que se venham a realizar na região e para isso, todos nós, os que gostamos verdadeiramente de BTT, na sua verdadeira essência, temos que contribuir para que tal aconteça.
Obrigado Roberto por me teres proporcionado a mim e à minha família este belo momento de convívio.
AC

Terça feira hà pedalada. Concentração às 08h no P. Infantil da Pires Marques.
Até lá
AC


terça-feira, 17 de julho de 2007

"Puro BTT"

Pensamento:
"Se encontrares um caminho sem obstáculos, pensa que talvez não te leve a nenhum lugar"
(autor desconhecido)



altimetria

percurso no google

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08h05.
Lá estava eu a chegar ao ponto de encontro. Apenas o FMike ás voltinhas aguardando algum companheiro para dar umas pedaladas.
A manhã estava convidativa para uma volta de BTT. E porque não uma volta à antiga?? Sem objectivos definidos!! À aventura!!! Sem tempo para chegar; média horária para manter o ego;classificação para me iludir; algo para ganhar!!!
Desafiei o FMike para descermos às profundezas, lá para os lados do Cabeço do Pico e não esperava outra resposta. "Bora lá"!!!
Calmamente e sem stresses pedalámos em direcção ao Valongo para apanharmos os trilhos para os Maxiais, onde pretendíamos tomar o cafézinho. Ideia gorada. O único café que conheço na aldeia, ainda estava fechado.
Saímos dos Maxiais pela zona da Fonte do Laranjinha e começámos a descer para o Ribeiro do Muro pelo trilho usado na Maratona da ACCB, onde já próximo do ribeiro virámos à esquerda por um trilho espectacular até ao pontão, onde parámos para tirar umas fotos.
O FMike teve então a ideia de puxar uma corda presa a um dos tubos da ponte. Desastre total!!! O tubo servia de ninho a um enxame de abelhas, daquelas que são bravas... mas mesmo, mesmo bravas e lá vai disto. Umas quantas desalmadas, saíram em formação cerrada e toca a ferrar na malta, pondo-nos a gesticular, que mais parecia a dança da chuva dos peles vermelhas no tempo do velho oeste.
A vontade de sair dalí era tanta que só quando ia montar a bike è que reparei que não era a minha. Azar meu!!! ainda tive que lá voltar para ir buscar a minha. E o FMike com um sorrisinho matreiro. está registado.eheheh!!!
Depois deste caricato episódio, continuámos pelo trilho sempre a ladear o Ribeiro do Muro, envolvidos em belas e espectaculares paisagens, até chegarmos a um entrocamento de caminhos, onde ouvimos um barulho à nossa direita e quando olhámos, uma agradável surpresa!!!


Um imponente veado tinha saído do matagal junto ao ribeiro e subia encosta acima sem grandes pressas dando tempo a que pudéssemos tirar uma foto.
Ficámos um pouco parados a olhar para o local onde aquele tinha desaparecido, talvez esperando que voltasse. Mas queriamos mais.
Demos então a volta ao cabeço na esperança de o voltarmos a ver, agora na outra encosta, mas o veado evaporou-se.
Continuámos a nossa aventura por outro trilho, que de repente se transformou num belo e técnico single track, que acabámos por não explorar na totalidade por ir em direcção à fundura, para os lados do Ribeiro do Barco. Ficará para outra oportunidade.
Seguiu-se uma subida inclinada e um pouco técnica, para umas centenas de metros mais à frente entrarmos na sucessão de descidas para as Casas Velhas, onde parámos para mais umas fotos.
Continuámos a descer, desta vez para o Ribeiro da Pipa, perto do local onde desagua, no Ribeiro do Barco e subimos para a extrema do Monte do Canafixal, continuando para o Monte do Fagundes, outrora um arraial com muita vida e agora em escombros e um pequeno ponto, algures no meio de extensos eucaliptais.
Em pedalada calma e em conversa amena, chegámos ao Valongo. Eram 11h. Hora ideal para recarregar baterias. Apontámos a "proa" das "binas" em direcção ao bar da Associação do Valongo, onde nos deliciámos com um belo par de "bjecas" bem fresquinhas, que até fizeram tremer a espinha e foram seguramente, o melhor antibiótico para as "ferroadas" das abelhinhas.
Já com o corpinho bem acondicionado e desengelhado, rumámos ás nossas "maisons" na Pires Marques, onde chegámos pelas 12h com 36 agradáveis e bem explorados kms, onde parámos, conversámos, demos trabalho à digital, avistámos um belo "Cervo", bebemos um par de "bjecas", modelo nacional e chegámos a casa em muito bom estado geral.
Uma voltinha ao alcance de qualquer um. Da próxima vez não se acanhem. Ok!!!
Os cracks são da bola, ou para "martelar" software. Nós andamos de bike e o nosso lema è pedalar e conviver!!!

domingo, 15 de julho de 2007

"Uma volta domingueira"

Pensamento:
"Segredo para uma vida longa: pouca cama, pouco prato, muita sola de sapato."
(autor desconhecido)

percurso no google

altimetria


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Hoje não era minha intenção ir pedalar.
Saí na sexta feira para Espanha e só pensava regressar domingo, mas acabei por regressar ainda no sábado à noite.
Como o vício alimenta a alma, não resisti e hoje pelas 08h lá estava eu a chegar ao local habitual de encontro, já acompanhado pelo Àlvaro.
No parque estava o Arlindo, o Dino, o Nuno Diaz, o Filipe e pela 2ª. vez no grupo e 1ª. comigo, o Ricardo.
Hoje era o Àlvaro que nos conduzia até ao Martim Branco, sua terra Natal.
Mas acabámos por não chegar à aldeia, por escassez de tempo.
Saímos pelo portal do frigorífico e seguímos por Sta Apolónia, Casal da Contenda, Folha da Lardosa e parámos na povoação (Lardosa) para tomar café.
O dia apresentava-se nublado e eram esperadas umas pingas para acalmar o pó dos caminhos.
Saímos pela zona do Tanque em direcção à Barragem de Santa Águeda, passámos pelo Monte do Satão, pelo espectaculat trilho entre mimosas e voltámos à esquerda no Monte do Mota.
Parámos no pontão onde o Rio Ocreza se adentra nas águas da barragem criando belas paisagens.
Após uma foto de grupo, continuámos para o Freixial do Campo, passando pela Barroca do Lobo, Vale Carvalho, Ferrarias e Vale Sando.
Depois da espectacular descida para o vale, o Ricardo deu a 1ª. queda do dia, ficando com algumas escoriações.
Subímos para o Freixial e fomos ao café habitual, onde a "Ti Guilhermina" nos presenteou com uns deliciosos bolos caseiros para acompanhar as cocas, que nos saciaram a "gula".
O Ricardo já vinha bastante desgastado e esta paragem fez-lhe bem, porém, o andamento a partir daí foi reduzido substancialmente para que nos pudesse acompanhar.
Passámos a Barroca da Senhora e a Quinta de Valverde e na descida para o pontão da Ribeirinha, o Ricardo voltou a cair, ao deixar a bike "ir ao rego", sem consequências graves.
Como já vinha bastante cansado, fez o regresso à cidade por asfalto, acompanhado pelo Arlindo e eu e o Nuno Diaz fomos andando devagar esperando pelo resto da malta que ficou a acompanhar o Dino que tivera um furo à saída do Freixial.
O grupo, com excepção do Ricardo e do Arlindo, voltou a unir-se junto ao Parque de Campismo e chegámos a Castelo Branco cerca das 13h, com 67 kms percorridos.
Resumo:
3 furos: Ricardo e Dino 2x
2 quedas: Ricardo 2x


Terça Feira, dia 17 há pedalada. Comparece pelas 08h na Pires Marques.

Até lá

AC

sexta-feira, 13 de julho de 2007

"Uma voltinha à noite"

Pensamento:
"A prática è um professor excepcional"
(Plínio)



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A convite do Micaelo, compareci nas Docas pelas 20h30 para uma voltinha nocturna.
Numa noite agradável e com temperatura amena, fomos 7 os que respondemos à chamada: AC, Rarn, Pjfa, Dotsh, FMike, João Valente e outro companheiro, que não recordo o nome.
Antes da partida, tomámos a bica no Café Sical, tirámos a foto de grupo e saímos com intenção de ir beber uma "bjeca" à Lousa.
Saímos pelo portal do frigorífico, passámos a Atacanha e virámos à direita para vermos as ruínas da Capela de S. Bartolomeu, uma da trilogia que compõe as Capelas da Sra de Mércules, Sant'Ana e S. Bartolomeu, esta última em ruínas, repleta de mato e silvas e única que não foi recuperada.
Passámos a linha férrea, desta vez no sentido transversal (eheheh) para as traseiras do Parque de Desportos Motorizados e cruzámos a EN.233 para o Monte Brito.
Entrámos nos Escalos de Baixo pela zona da Fonte e saímos para as quelhas pelo cemitério e campo de futebol com o azimute apontado lá para os lados da Lousa.
Entrámos na povoação pelo depósito e descemos para o Largo da Igreja para saciarmos a sede no bar da União Lousense.
Não uma, nem duas, mas sim três em série curta, foram as "bjecas" que foram sugadas por cada um destes viajantes da noite, para amenizar a temperatura corporal.
O Dotsh telefonou à esposa para o ir buscar e o Pjfa regressou com ele, pois tinham compromissos e nós, agora reduzidos a cinco, voltámos à escuridão, ténuemente rasgada pelos nossos lampiões e regressámos à cidade, desta vez por Escalos de Cima e Alcains.
Ao entrarmos no asfalto, em Sta Apolónia, houve umas acelerações, pois o pessoal ainda trazia garra de pedalar, e eu e o FMike acabámos por nos perder do resto da malta, quando em vez de virar na cruz de pedra, continuámos até à N.18 e voltámos, ficando na dúvida se eles estavam para a frente, ou para trás.
Já junto ao portal do frigorífico confirmou-se que eles já estavam para a frente e fomos ao seu encontro.
Tinha ficado combinado acabarmos a volta nas Docas, com uma última "bjeca" mas derivado à hora tardia, eu e o FMike ficámo-nos pela Pires Marques e o João Valente e o outro companheiro foram ao encontro do Rarn.
Chegámos a Castelo Branco pela 01h com 57 kms percorridos numa noite divertida.
Haja mais!!!

Domingo não posso comparecer na P. Marques, mas haverá lá malta para pedalar.
"INTÈ"

terça-feira, 10 de julho de 2007

"Uma volta a três"

Pensamento:
"Nas montanhas da verdade nunca se faz uma escalada inútil"
(autor desconhecido)

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Percurso no google

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Após a ida à Gardunha no passado domingo, hoje seria uma volta de recuperação activa.
Mas como diz o outro! "Vai lá vai, que até a barraca abana!!!!"
Quando cheguei à Pires Marques, o Filipe já lá estava com uma "plateia" de canídeos abancados no relvado da placa central da rotunda. Houve casamento canídeo!!!.
Passado pouco tempo chegou o Dino.
Mais ninguém?? Só nós os três?? Disse para os meus botões. Lá se foi o descanso activo!!!
Bom, o andamento acabou mesmo por ser superior ao habitual, mas foi certinho. Deu para aguentar e acabei por chegar em bom estado.eheheh.
Saímos pelas 08h10 rumo às Piscinas Municipais e pela passagem nas traseiras da Padaria de Montalvão tivémos acesso aos terrenos que circundam a Barragem da Talagueira, hoje deserta de pescadores.
Continuámos em direcção a Benquerenças, passando pelo Baixo da Maria.
Não chegámos a entrar na povoação e virámos à esquerda para o depósito para apanhar o caminho paralelo à A23 até à Represa, onde parámos para tomar café.
já com o corpinho mais composto por uma bica cheia, pedalámos em direcção aos Amarelos, passámos junto à estação e chegámos à estrada para a Carapetosa, virando à esquerda para as Sarnadas.
Dalí descemos para a estacão e cruzámos a EN.18 em direcção à Fonte Nova, onde apanhámos o trilho para as bombas de combustivel junto ao IP2.
Porém, por sugestão do Dino e como ainda era cedo, voltámos de novo à Fonte Nova, agora por outro trilho e rumámos aos Cebolais de Baixo, onde apanhámos o trilho para a Sra da Guia, onde parámos no bebedouro para nos refrescarmos, comer algo e descansar um pouco.
Seguidamente cruzámos o Retaxo e subimos às Olelas, para nos deliciarmos com a descida para a ponte sobre a via férrea, que acompanhámos paralelamente até Castelo Branco, onde chegámos pouco depois das 11h, com 53 kms percorridos.

Domingo, dia 15 junta-te à malta pelas 08h no Parque Infantil da Pires Marques.
Até lá
AC

domingo, 8 de julho de 2007

"2º. Raid AC - Trilhos e Aventuras # Uma Visita à Gardunha#"

Pensamento:
"Se todos nós fizéssemos as coisas de que somos capazes, ficariamos espantados connosco mesmos"
(Thomas Edison)

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Percurso no Google

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Um pouco antes das 08h, já estava no local de partida para o 2º. Raid AC - Trilhos e Aventuras "Uma visita à Gardunha", acompanhado do Álvaro e do Ricardo que se juntaram a mim à porta da minha garagem.
Apareceram para o Raid, o João Valente, o Micaelo, o Roberto, o Agnelo e o Joaquim Cabarrão.
Campareceram também o Dino, mas apenas para nos acompanhar durante algum tempo, até chegar a hora de regressar à cidade, pois não iria fazer o Raid completo, assim como a Álvaro por estar de serviço de prevenção e o Ricardo.
Lá partimos os 9, uns com destino à Serra da Gardunha e outros até á zona da Barragem de Santa Águeda, onde regressariam por outro trajecto.
Saímos em andamento suave, pois a quilometragem era um pouco "xxl" e um bom aquecimento é essencial nestas "andanças"
Passámos pela Atacanha e virámos à esquerda para cruzarmos a EN.18 e continuar, com rumo à zona de Valverde, seguindo depois pelo Vale Coelheiro até à Ermida da Nossa Sra da Encarnação, onde esperámos pelo Dino e Agnelo, que falharam um cruzamento e seguiram em frente.
Já com a malta toda junta, contornámos a Póvoa de Rio de Moinho, pelas hortas e apanhámos o estradão que nos levou pelo Vale Carrapiço até ao Vale Paviola, onde se deu a separação do grupo.
Eu, o João Valente, o Micaelo, o Roberto e o Agnelo tirámos "azimute" em direcção à Serra da Gardunha e o Álvaro, o Ricardo e o Dino regressaram a Castelo Branco, com um novo elemento, o Joaquim Cabarrão, que se tornou a baldar.
Entretanto apareceram mais 2 betêtistas, que disseram ser da Póvoa Rio de Moinhos e que nos acompanharam durante alguns kms até à zona do Talhadouro.
Entrámos no largo estradão que vêm de Sobral do Campo para o Louriçal e a seguir ao Monte do Cotovio, virámos à esquerda para atacarmos a subida ao Casal da Serra, agora bastante deteriorada, além de longa, sendo a primeira parte melhor ciclável, até à zona das Cruz das Olas, onde virámos à direita para as Gingeiras, agora com pior piso e com maior inclinação, que só nos concedeu algum alívio um pouco antes de chegar ao campo de futebol.
Quando chegámos à estrada que vem de S. Vicente da Beira, esperámos um pouco pelo pessoal mais atrasado, para depois descermos juntos para o Casal da Serra e parar na fonte, onde nos refrescámos na sua bica que jorra água com abundância. Que o diga o Roberto, que só lhe faltou dar um mergulho no pequeno tanque.
Comemos, bebemos, conversámos e antes de continuar a nossa "odisseia" oleámos as correntes das "biclas" para não falharem no restante trajecto.
Atravessámos a aldeia e demos início à subida para o Miradouro, esta um pouco mais acessível, mas com alguns troços com bastante gravilha, que nos dificultava a progressão.
Chegámos à primeira casa florestal, na confluência do estradão que vem do Louriçal e virámos à esquerda para o miradouro, sempre em subida.
No miradouro éramos aguardados pelo Rui do "Amieiro Bikes" acompanhado do sobrinho e que já hà algum tempo nos esperavam para nos acompanhar no percurso de regresso até à Soalheira, local de onde tinham partido.
Subimos os "calhaus" que compôem o miradouro para apreciarmos as belas paisagens que dalí se avistam, quando ainda tinhamos na retina as espectaculares visões paisagisticas que observámos sobre a Barragem de Santa Águeda e zonas circundantes, até onde a nossa vista podia alcançar. Soberbo!!! È isto que me faz palmilhar kms na minha "Trek". E ainda há tanto para ver e descobrir!!!Que não me faltem as pernas, que vontade há de sobra e para partilhar com os meus amigos. Assim os consiga contagiar!!!
Depois do miradouro, foi puro gozo.
Algum terreno plano até à segunda casa florestal, seguindo um pequeno sobe e desce para o Monte da Andorinha e depois sempre a abrir até Castelo Novo numa descida louca, com todos os ingredientes e a terminar numa calçada, onde o "rabinho" convém estar algo recuado, para evitar o sempre temido "salto mortal em frente".
O Agnelo furou logo no início da descida, mas recuperou bem, apenas lhe vimos o "esteiro".
Parámos em Castelo Novo e eu e o João Valente, pirámo-nos logo à entrada, para os lados da igreja, para tirar umas fotos ao Castelo, à Torre de Menagem, ao Pelourinho e à bica principal.
Só depois nos juntámos ao grupo, que nos aguardava na outra bica, um pouco mais abaixo.
Mal chegámos, nem tivémos tempo de tirar os "camelbacks", já havia malta a "clamar" por uma "bjeca". O Micaelo que diga, se não estou a falar verdade.eheheh.
Descemos então em direcção ao Restaurante "O Lagarto", que por azar estava fechado. E logo hoje, que a maioria da malta era "SLB"
Lá tivémos que tornar a subir um pouco, para apanhar o caminho que passa entre os pomares para o Borracheiro, onde o trilho se encontrava cheio de silvas, bem viçosas, que nos impediu a progressão a pedalar.
Tivémos que passar, uns desviando os ramos das silvas para progredir, e outros pela lavrada.
Dalí seguimos para a zona das Baganheiras, onde virámos à esquerda, para a Soalheira, parando no café dos Bombeiros, ávidos por uma "bjeca" e umas "cocas".
Depois da comidinha, o corpinho "desengelhou" um pouco e resolvemos continuar, não sem antes nos divertirmos um pouco com um homem que estava junto às nossas biclas e que nos saíu um "castiço" reinadio.
O Rui e o sobrinho ficaram-se por ali, pois já estavam em casa e nós encetámos o regresso à cidade pelos Lameiros da Ordem, até entroncarmos na EN.18, que seguimos até à Lardosa, isto por ter falhado uma viragem à esquerda, entretido à conversa com o João Valente. Mas ninguém refilou!!
Não chegámos a entrar na Lardosa e apanhámos o trilho para a Folha da Lardosa, Pôr da Vaca e Alcains que atravessámos em direcção a Sta Apolónia e Atacanha, chegando a Castelo Branco pelas 16h, com 91 kms percorridos em bom companheirismo e apesar de algum empeno, valeu pelas belas paisagens e alguns trilhos pela serra.
Foi um óptimo dia de "pedaladas" na companhia de bons amigos.
Vou preparar o 3º. Raid, talvez para o mês de Setembro.


sexta-feira, 6 de julho de 2007

"Passeio ao entardecer"

Pensamento
"Quem não arrisca nada arrisca ainda mais"
(Erica Jong)



Altimetria
Percurso no Google
.o0o.
Pelas 18h compareci na Pires Marques para me juntar ao grupo que tinha aaceite o convite da Teresa e do João para uma voltinha ao entardecer.
Como inicialmente não estava previsto eu participar, não confirmei, pelo que não tive conhecimento da alteração para as 18h30.
Responderam à chamada eu, o Victor, o Pedro Mendes e o Paulo Alves, formando assim um grupo de 6 elementos com ganas de dar umas pedaladas.
Saímos já próximo das 19h e rumámos ao single das Palmeiras em direcção ao Forninho do Bispo.
Aí virámos à esquerda para a Casa do Zeferino, que contornámos para nos dirigírmos para a zona das queijeiras da Rebouça até alcançarmos o estradão para o Monte do Pombal.
O victor rumou a Castelo Branco, por não se encontrar nas melhores condições, derivado ao calor que ainda se fazia sentir e o restante grupo continuou, entroncando no estradão para a Granjinha, virando depois à esquerda em direcção à Capa Rota, para apanhar asfalto até Castelo Branco, chegámos pelas 21h, com 24 kms percorridos em boa camaradagem




No próximo Domingo!!

"2º. Raid AC-Trilhos e Aventuras"

Partida às 08h da Qta Pires Marques

Não te atrases!!!

Até lá

AC

terça-feira, 3 de julho de 2007

"Volta Saudável"

Pensamento:
"O melhor espelho è um velho amigo"
(George Herbert)


.o0o.

Altimetria

Percurso no Google

.o0o.

Linda manhã solarenga e límpida

4 companheiros alegres e bem dispostos, comigo 5, que também não sou mau "rapaz". (AC; Micaelo; Filipe; Martim e Dino) Trilhos fáceis e rolantes, tirando a "excepçãozinha"
Cafézinho na Lardosa com conversa animada e boa camaradagem.
Zero furos e avarias. 57 kms com partida ás 08h15 e chegada ás 11h45.
Pois claro!!! Foi assim que decorreu a nossa manhã de BTT.

Saímos da Pires Marques pelas 08h15 pelo portal do frigorífico, agora a precisar de reparação, por ter sido vítima duma "patada" de alguém que ali descarregou a sua fúria incontida!!! e rumámos em direcção à Lardosa.
Passámos por Sta Apolónia, hortas de Escalos de Cima, cruzando seguidamente a N.18-7 para apanharmos o estradão para a Ribeira do Freixo.
Aí demos início a cerca de 500 metros de subida sem grande dificuldade, virando à esquerda para o estradão que vem da Ribeira de Alpreade.
Umas centenas de metros à frente virámos à direita em descida para a zona da Barroca do Sol Mar, para depois enfrentarmos a subida para a zona do Carapeteiro, bastante inclinada e com dificuldade acrescida por ter sido aplanada por máquinas, não prevenção aos fogos flolestais.
O pessoal aproveitando o facto da terra estar bem mexida, aproveitou para efectuar um teste ao rasto das sapatilhas e compartilhou as "ditas" com os pedais da bicla e a terra mole, por falta de aderência dos pneus da bike.

Terminada a única dificuldade do percurso seguimos o estradão que nos conduziu à Lardosa.


Alí parámos no Café para tomar a "bica" e darmos dois dedos de conversa.


Saímos em direcção ao Vale do Nuno, Casa da Fonte Caiada, Folha da Lardosa e Alcains, que cruzámos em direcção a Santa Apolónia e Atacanha.
Chegámos a Castelo Branco pelas 11h45 com 57 kms percorridos e em boa forma física.

No próximo Domingo è o dia do Raid à Gardunha.
Partida às 08h do Parque Infantil da Pires Marques
(Durante o percurso hà fontes de àgua fresca para abastecer os "camelbacks"
Até lá
AC