terça-feira, 27 de março de 2007

"Rota das Vacas"

Pensamento:
"A falta de amigos faz com que o mundo pareça um deserto"
(Francis Bacon)
.o0o.
Hoje, a previsão meteorológica era de céu nublado e com ocorrência de chuva ou chuviscos.
Ao invés, a manhã nasceu um pouco fria mas solarenga e límpida o que nos proporcionou uma bela manhã de BTT.
Compareceram na Pires Marques o Dino e o Filipe que comigo partilharam mais esta pequena aventura por campos cobertos de lindos mantos verdes, bordados aqui e ali por grandes extensões de flores campestres que lhes confere lindas e variadas cores, lembrando o "Power Flower" do PJFA.
Mas não há bela sem senão e esses belos campos estavam também hoje cobertos de gado vacum.
Eram o8h40 quando saímos da Pires Marques em direcção ao já célebre portal do frigorífico que dá acesso à linha férrea.
Tomámos a direcção de Santa Apolónia, onde virámos para apanhar a vereda que nos conduz à estrada para a Estação.
Dalí continuámos para Escalos de Cima, onde não entrámos, contornando para a zona dos Barros.
Ao chegar junto a Barragem do Vaz Preto, assim conhecida, uma contrariedade. Uma manada de vacas assentou arraiais mesmo junto ao portal por onde pretendia-mos passar e que supostamente era liderada por uma outra imponente vaca negra como azeviche e que nos olhava frontalmente, impondo algum respeito, o que nos amedrontou um pouco, tanto mais que na vacada havia algumas crias bastantes jovens e que as mães (vacas) protegiam adoptando poses protectoras.
Como, quer eu quer o Filipe, já fomos protagonistas de episódios com vacas, não estávamos nada interessados em novos episódios e receámos avançar. Por sua vez, o Dino também não é fã de tal gado, não se mostrando muito à vontade, pelo que logo alí fizémos uma espécie de assembleia para decidir o rumo a tomar, se continuar, se voltar atrás.
Mas voltar atrás era quase um acto de cobardia e enchendo o peito de ar, resolvemos não retroceder, mas também não avançámos em direcção às vacas. Ficámo-nos pelo meio termo e saltámos a aramada cerca de 200 metros antes das "ditas cujas" para nos dirigirmos para o outro portal que dá acesso ao "arraial", mas a sorte estava a ser madrasta, pois também este portal parecia estar guardado por vacas. Sentimo-nos encurralados a parámos para observar o movimento destas ao mesmo tempo que procurávamos uma saída alternativa que nos tirasse daquele local em caso de necessidade.
Mas afinal as vacas eram mansas e parecendo compreender a nossa aflição, abandonaram pachorrentamente a zona do portal, que rápidamente atingímos e raspámo-nos dali para fora, parando no Restaurante das Bombas de S. Gens, para tomar café.
Para culminar, o Dino que não se "borrou" com as vacas, aguentou quando se escapuliu para o WC, voltando pouco depois para pedir a chave, pois a porta estava fechada. Quando regressou notava-se leveza naquela expressão facial.
Dalí rumámos à Lousa, por trilhos curtidos e ladeados por bonitas paisagens que nos fez sentir únicos em toda aquela grandeza e explendor. Sendo bêtetista, sinto-me um priveligiado por residir no interior, conseguindo pedalar dezenas de kms sem a presença do betão e do buliço dos grandes centros em perfeita autonomia e harmonia com a natureza.
Atravesámos seguidamente a Lousa na direcção do depósito da água virando para Escalos de Baixo, passando no seu limite urbano e tomámos azimute para o Monte de S. Luís e Castelo Branco, onde chegámos pelas 12h30 com 60 kms percorridos em ritmo certo à média horária de 17 kms.
Foi uma manhã agradável e divertida, mesmo com a peripécia das vacas, que contribuiu para a tornar engraçada.
.o0o.
Até à Páscoa, vou dar descanso às minhas bikes. Quanto a mim, algum trabalho com os últimos preparativos da Maratona de Castelo Branco, onde colaboro e no Domingo, dia 1, piro-me com a família para os Picos da Europa, para passar uns diazitos de férias, diferentes da rotina do dia a dia.
Regresso pela Páscoa.
Até lá.


domingo, 25 de março de 2007

"Onze Indomáveis Bêtetistas"

Pensamento:
"A civilização é uma ilimitada multiplicação de necessidades desnecessárias"

(M. Twain)
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Hoje a saída era às 08h30.
Apesar de coincidir com a mudança da hora para o horário de verão, compareceram na P. Marques 11 bêtetistas prontos a pedalar. AC, Joaquim Cabarrão, Marcelo, Pedro Antunes, Álvaro, Nuno Maia e o cunhado, cujo nome de momento não recordo, Martin, Arlindo, Agnelo e Jorge Palma.
Com uma manhã airosa e propícia a pedalar, saímos pouco depois das 08h30 em direcção á Capa Rota por alcatrão, tomámos o trilho para o Compasso de Baixo, um pouco técnico de início, mas que seu gozo e logo ali elevou os níveis de adrenalina da malta, sempre em descida até ao pontão da Ribeirinha.
Seguiu-se uma longa subida que nos pôs a arfar durante algum tempo e que culminou nos Bonchalinos. Entrámos depois no eucaliptal, onde o cunhado do Nuno Maia nos deixou para rumar a Castelo Branco, por sentir algumas dificudades e que atravessámos até entrarmos na estrada alcatroada para Belgais, que seguimos durante umas centenas de metros até virarmos à esquerda para a cumeada da qual se avista todo o Vale do Ponsul, com paisagens deslumbrantes.
Aí parámos um pouco para tirar umas fotos e conversar um pouco. Entrámos depois por um caminho que contorna o eucaliptal, já quase cortado e que nos deliciou com algumas passagens técnicas e descidas de chegar o rabinho para tras. Que o digam o Pedro e o Agnelo que ao passaram por mim até me abanaram o capacete com a desloação do ar. E eu a pensar que ia com velocidade. eheheh!!!
E mais uma vez a lógica não fugiu à regra. Quem desce, também tem que subir e foi o que se seguiu até à Parrocha, onde de novo entrocámos na estrada de Belgais que pisámos por umas dezenas de metros para virar depois à direita por uma descida rápida que dá acesso à Teixeira. Mas antes de chegar ao casario parámos para assistirmos à passagem dum passeio TT de quads, motos e jipes, que deu para nos divertirmos um pouco com as peripécias de alguns participantes.
Dirigimo-nos seguidamente para S. Luís, onde fizémos nova paragem, pois ainda era cedo e que aproveitámos para conversar e dizer algumas piadas.
Dalí retomámos o regresso à cidade, com passagem pela Garalheira, onde chegámos pelas 12h15 com 38 kms percorridos, que apesar de alguma dureza, foram agradáveis, quer pelo trajecto, quer pelos companheiros que hoje se juntaram e que tornaram a aventura de hoje numa bela manhã de BTT.
O andamento de hoje imprimido pelo grupo foi suave e acessível a qualquer bttista, apenas o percurso poderia apresentar alguma dificuldade, mas valeu pela componente paisagística, pelos trilhos pisados e sobretudo pelo companheirismo.
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Terça Feira, dia 27, no P. Infantil da P. Marques. Vem pedalar connosco.
Até lá.
.o0o.


terça-feira, 20 de março de 2007

"Puro & Duro"

Pensamento:
"Quem não sobe nas altas montanhas, não conhece a planície"
(Provérbio Chinês)

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Hoje, a manhã nasceu fria e ventosa e pouco convidativa a pedalar, mas mesmo assim foram 3 os que se apresentaram para a voltinha das Terças Feiras. AC, Filipe e Martin.
Como hoje o pessoal era de pé ligeiro e como tal, resolvemos escolher um trajecto puro e duro.
Saímos da Pires Marques já próximo das 09h30, pelo Quinteiro, passámos ao S. Martinho, Vedulho, Sapateira e Carreira de Tiro, onde experimentámos as primeiras "rampinhas".
Rumámos ao Valongo e descemos para a Ribeira da Paiteira numa descida espectacular. Seguiram-se um trio de subidas com peito até Maxiais, onde parámos para tomar café, comer algo e descansar um pouco.
Já com a coragem renovada, saímos dos Maxiais pela zona do arrabalde e seguímos por uma "quelha xistosa" e de pedra solta e passámos pelos Vales da Dona e Quedas até apanharmos o alcatrão da Estrada de Cebolais, que seguimos duas centenas de metros até ao início da subida para as Olelas, onde fizemos nova paragem, desta vez para nos deliciarmos com a espectacularidade da paisagem que dali se avista.
Descemos depois para a Represa, pedalando no final por um estreito single track, pena ser curto, e após passar o tunel sob o IP2, virámos à direita para um troço da antiga EN18, cruzámos a linha férrea e saímos após a passagem inferior também do IP2, para o estradão que los levou às portas de Benquerenças, onde não entrámos, seguindo em direcção à Azenha da Foz da Líria, onde nos deliciámos com mais uma rápida descida. Parámos um pouco para apreciar a paisagem, tirar umas fotos e ganhar coragem para a subida seguinte, dura e técnica devido à erosão dos terrenos provocada pelas águas e agravada com a passagem do rally por aquele local, que nos levou ao cume, por onde seguimos entre a Ribeira da Líria e o Rio Ocreza até à Taberna Seca, num constante sobe e desce, mais sobe que desce, onde paramos novamente para nos refrescar-mos na fonte do Largo, mas não é só a taberna que está seca, o fontanário também não verte água. Abençoados camelback's.!!!
Já com a cidade como fundo, seguimos pela Várzea Redonda, Penedo Gordo, Figueiredo e cruzámos a estrada de Caféde em direcção à Tapada das Figueiras, chegando a Castelo Branco pelas 13h20 com 60 puros e duros kms percorridos a bom ritmo.
Foi um percurso "bem puxadinho", mas fiquei bastante agradado, pois o meu joelho direito desta vez não me defraudou. Estou um pouco mais animado. Vamos ver se é para continuar.!!!
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No próximo Domingo, dia 25, quem quiser pedalar connosco, compareça no P. Infantil da Pires Marques pelas 08h30 (novo horário). O percurso será sempre adaptado ao grupo presente.
.o0o.


domingo, 18 de março de 2007

"Sem perder a cidade de vista"

Pensamento:
"É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe."
"Epíteto"
.o0o.
Este Domingo nasceu solarengo e a antever uma bela manhã para a prática do BTT.
Compareceram na Pires Marques 7 companheiros ávidos por pedalar. AC, Álvaro, Ricardo, Marcelo, Arlindo, Agnelo e Jorge Palma.
Soube que um outro grupo ali estivera pelas 08h30, mas o horário combinado era para as 09h e eu não tive conhecimento de qualquer alteração de horário. Tive pena de não nos termos juntado, o que faria certamente um belo grupo.
Saímos os 7 pouco depois das 09h sem rumo bem definido, mas com vontade de pedalar, com a condicionante de ser uma volta mais "soft", pois alguns companheiros ainda não atingiram a performance ideal para grandes trajectos, ou trilhos mais "hard", o que todos concordaram.
Acabámos por efectuar um belo passeio sem perder a cidade de vista, por trilhos engraçados e belas paisagens.
Assim dirigimo-nos aos Maxiais pelo trilho junto à linha da "REFER", e subimos ás Olelas, onde paramos um pouco para abservar a bela panorâmica que dali se vislumbra., com a cidade como plano de fundo.
Seguidamente descemos para a Estalagem pelo single track e passámos sob o túnel para efectuar uma passagem singular e apanhar o trilho que nos levou à abandonada Aldeia da Azinheira, acabando por efectuar a paragem para tomar café nas Benquerenças e conversar um pouco.
Dalí rumámos a Castelo Branco seguindo o trilho junto à A23 e IP2 entrando na Zona Industrial, lado sul, pelo Baixo da Maria, virando depois à esquerda após o aterro, apanhando o estradão para o Ribeiro da Seta e mais à frente virámos à direita num portal para nos divertimos um pouco numa lavrada antiga, onde cada um escolhia o seu "single". Passámos junto à poluida barragem da Talagueira, onde encontrei dois pescadores (alí o peixe deve ser gordito e bem proteico) e parámos no topo da barragem para tirar umas fotos. Saímos pelo portal da Padaria do Montalvão e rumámos à Piscina Municipal onde nos despedimos.
Fizémos 40 kms divertidos e em boa camaradagem.
Cheguei a casa pelas 12h30.
.o0o.
Terça Feira, dia 20, quem quiser dar umas pedaladas por aí, compareça no P. Infantil da PiresMarques,pelas 09h00.
Até lá.!!!!!!


sábado, 17 de março de 2007

Passeio pela planura"

Pensamento:
"O homem é feito para a luta, não para o repouso.
"Saint-Exupéry"
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Hoje seria uma volta pelo percurso da Maratona ACCB, nomeadamente entre Malpica e Monforte, ou Ponsul, se não houvesse desistências de última hora,
Porém como já havia assumido compromisso com o Nuno Maia para ir pedalar, a que se juntou o Álvaro, resolvemos escolher outro percurso e resolvemos ir até Alpedrinha e voltar.
Saímos pelas 09h10, pois novamente aguardámos por quem não apareceu e assumimos um andamento calmo em direcção a Alpedinha passando por Alcains, Por da Vaca, Lardosa, Monte do Vidal, Vale Topinho, Vale do Salgueiro e parámos no Restaurante "A Pedreira" na Atalaia, para tomar café.
Derivado ao adiantado da hora, pois já passava das 11h e o Nuno Maia teria que estar cedo em casa, já não fomos a Alpedrinha e regressámos pela Estação de Castelo Novo (P. Atalaia), Escalado, Baganheiras, Soalheira, Vale das Escusas e Lardosa. Já perto de Alcains e para ganhar algum tempo, entramos em alcatrão,na E.N.18 que percorremos até ao cruzamento para Santa Apolónia e virámos à direita na Pedra da Légua, chegando à cidade pelas 13h15, com 73 kms percorridos a baixo ritmo, pois o Nuno Maia ainda não estava preparado para estas quilometragens, mas aguenta-se bem, apenas necessita de continuar sempre que possa.
Foi um passeio relaxante e que nos levou quase ao sopé da Serra da Gardunha, que olhámos em todo o seu explendor e que parecia convidar-nos para nela dar-mos um passeio. Fiquei com vontade. Apenas preciso de companhia. Lá mais para a frente.!!!
.o0o.
Amanhã, quem quiser pedalar connosco, compareça pelas 09h no P. Infantil da Pires Marques.


terça-feira, 13 de março de 2007

"Passeio Ameno"

Pensamento:
"Nenhum gesto de gentileza, por menor que seja, é perdido".
"Esopo"
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Hoje, apenas compareceu o Paulo para o habitual passeio das terças feiras.
Saímos cerca das 09h30, após alguns minutos de conversa com o Nuno Maia, que não foi connosco, e resolvemos pedalar um pouco ao acaso.
Dirigimo-nos à Carapalha para apanhar o trilho que passa pela Malhada dos Pinheiros e Tapada do Chinque, em direcção ao Forninho do Bispo.
Seguidamente virámos à direita para o Monte do Zeferino, onde o Paulo me propôs fazer uma descida radical, apesar de curta, segundo disse, mas eu cortei-me e seguimos então para o Cutileiro para apanhar a descida para o Monte do Pombal e pouco depois deparamos com o trilho congestionado pelo que parecia uma greve "ovina" contra a tosquia artesanal, tal era a quantidade de ovelhas que saltaram para o caminho quando nos aproximámos e nos guiaram durante uma centena de metros, ou seja, até ao início da descida.
Chegados ao Pombal, fiquei um pouco decepcionado ao ver os terrenos de azinhal todos surribados por uma máquina de grande porte que ali trabalhava e que havia destruído parte dos trihos que ali me levaram, como um single track, que tarde ou nunca voltarei a trilhar.
Mas isso não nos desmotivou, pelo contrário, atacámos o caminho feito pela máquina, seguindo o traçado deixado pelas lagartas, o que nos provocou uma grande tremideira. Mais à frente entroncámos então num dos caminhos que tinha delineado percorrer e seguímo-lo até ao local onde este foi destruído pelas erosão das águas da Ribeirinha e onde esta tem a sua foz com o Rio Ponsul.
A paisagem naquele local é magnífica e eu e o Paulo aproveitámos para tirar algumas fotos, biclas incluídas. O Paulo aproveitou para levar a sua "Canyon" até às águas da Ribeirinha, onde a colocou. Seguidamente tomou várias poses, como se de um ritual se tratasse, o que me levou a pensar a "Canyon" estaria a ser batizada nas águas agora calmas da Ribeirinha. Aquela bike deve ser muito mimada!!!
Após a breve cerimónia, rumámos à outrora Casa do Estrelo, onde tomámos uma suave subida, por entre estevas ainda jovens, que los levou ao caminho principal que dá acesso à Garalheira de quem vem da Granjinha e que acabámos por seguir, por o trajecto que pretendiamos fazer pelos Quintalreis, por alguém denominado "Carrossel" estar impraticável, tal o volume de eucaliptos caídos nos caminhos, fruto das últimas intempéries.
Tentámos ainda seguir um outro trilho para o Casal dos Mourões e Capa Rota, mas não nos atrevemos, por ali estarem a proceder ao corte de eucaliptos.
Mais à frente, nova tentativa, desta vez pelas Sesmarias, mas uma descida demasiado radical e com um socalco assustador, fez-nos desistir e continuar pela Garalheira. Parámos seguidamente na fonte existente junto ao caminho, verificando com tristeza que esta já estava um pouco abandonada e que já fora quase tocada pelo fogo. Ainda assim ali parámos um pouco para a foto e comer algo, para conclusão do passeio.
Sendo já 11h30 regressámos à cidade sem mais delongas, seguindo por asfalto e entrando na cidade pelas Fontainhas cerca das 12h30, com 30 kms percorridos nas almas e em conversa amena com o Paulo, um bom companheiro, que também gosta dum passeio sem "stress".
Haverá muitas mais oportunidades.
Até lá.!!!
.o0o.


domingo, 11 de março de 2007

"Trilhos da Açafa"

Pensamento:
"A verdade nunca é injusta; pode magoar, mas não deixa ferida."
"Eduardo Girão"
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Este ano resolvi participar nos "Trilhos da Açafa" em Vila Velha de Rodão, depois dos comentários positivos que tenho ouvido relativamente ao evento do ano passado.
Cheguei a Vila Velha de Rodão pelas 08h30 e fiquei logo impressionado com a recepção.
Parque fechado para viaturas, simpatia, pequeno almoço farto e variado, enfim, um luxo por 15 euros. Quem assim organiza por este preço, que dizer de quem leva 20, 25 e quase 40, como em Portalegre, com prestações nem sempre superiores.
Alí revi alguns amigos que já não via à algum tempo e deu para conversar um pouco.
Dada a partida, lá fomos nós dar a voltinha da "praxe" pela povoação , logo com uma subida para os Bombeiros e saída à direita em direcção ao Coxerro.
O percurso mantinha-se plano e por estradões que nos conduziram pelo Monte do Lucriz e Vale Pousadas.
A partir daqui demos início à primeira dificudade do dia, com a subida da Ladeira de S. Gens até Cebolais de Baixo. Seguimos depois para Sarnadas, passagem no bonito Vale do Morgado, Rodeios, saindo junto à Capela da Senhora da Paz para nos embrenharmos seguidamente num bonito "single track" que abandonámos para rumar a Vale do Homem, Vale da Pereira, Tojeirinha e Alvaiade, onde se encontrava segundo abastecimento.
A partir daqui, salve-se quem puder. Deu-se início à subida para o alto da Serra do Pedrigão, que apesar de ser em estradão com bom piso até à antena eólica, era longa e o pessoal já acusava algum desgaste.
Lá bem no alto, liberdade total para apreciarmos a deslumbrante paisagem que dali se avista.
Indescritível.
Seguiu-se uma descida radical com sobe e desce na vertente oposta da serra que contornámos a 180 graus, seguindo depois à meia encosta, paralelo ao caminho feito anteriormente pelo cume.
Segui-se uma descida perigosa, devidamente assinalada, que nos levou até ao Perdigão. Mas o descanso foi de pouca dura, pois logo ali se iniciou a subida da Serra do Penedo Gordo e no alto, nova descida perigosa, também assinalada e alguns kms depois, a última e mais complicada descida perigosa, a do Cabeço da Achada, algo comprida e que terminou em Vila Velha de Rodão, pondo fim ao suplício que foi o último terço do passeio.
Pessoalmente gostei bastante do trajecto, apesar de o considerar com uma dureza notável, mas as paisagens que nos foram oferecidas durante o percurso e algumas passagens singulares, valeram todo o esforço dispendido e para mim, bastava-me o explendor que pude observar do alto da Serra do Perdigão. Vou lá voltar certamente.
Consegui ler bem o percurso pelas marcações efectuadas e apenas um reparo.
Senti-me abandonado, assim como os meus companheiros na chegada aos Bombeiros, onde as marcações desapareceram, não havia ninguém da organização para dar qualquer informação e já no local da partida, que presumímos que fosse o da chegada, também não havia ninguém. Valemo-nos dum outro participante para nos indicar o local de banhos.
hà que ter presente que o passeio só acaba com a chegada do último participante, que fez a sua inscrição tal como o primeiro.
Em termos gerais adorei o passeio e o almoço foi excelente e servido à vontade de cada um e sem restrições. Foi óptimo.
Para o ano se puder, lá estarei novamente.
.o0o.
Terça Feira, dia 13 de Março, quem quiser dar umas pedaladas, compareça no P. Infantil da Pires Marques pelas 09h, como habitual.
Até lá.
.o0o.


sábado, 10 de março de 2007

"Passeio das Palmeiras"

Pensamento:
"Nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha."
"autor desconhecido"
..o0o.
Hoje fui experimentar a minha nova Trek EX9.5 no Passeio das Palmeiras.
Pelas 08h15 lá compareci junto à sede da Associação como indicado e onde já se encontravam alguns companheiros.
Efectuei o pagamento da minha inscrição no Secretariado, revi alguns amigos a colaborar no Passeio e mantive-me por ali na conversa até ser dada a partida, após um breve "breafing" do Martin.
Compareceram a este passeio menos betetistas que o esperado, derivado talvez por amanhã ser o Passeio de Vila Velha de Rodão, denominado "Os Trilhos da Açafa", que bastante êxito teve o ano passado e ainda por ter havido na semana passada no Palvarinho "A Rota do Gaio". Isto tudo na nossa zona e com intervalo de uma semana.
Foi pena, o Martin merecia melhor para a sua primeira vez, segundo creio, na organização de passeios de BTT. Mas mais vale margem para subir do que para descer.
Haverá que ponderar no próximo ano a data para o passeio.
Contudo, quem participou gostou, pelo que me apercebi, e eu fui um deles. Apesar de conhecer bem os trilhos por onde foi delineado o passeio, notei haver cuidado na escolha do percurso e hà que referir que quando se vai para os lados do Ponsul o nível de dificuldade é sempre mais elevado. O abastecimento estava óptimo e bem situado. As sandes e os bolos cortados em metades foi ideia de mestre, pois evita desperdício. Para mim apenas um pequeno senão, que não pretendo seja crítica e se for considerada, que seja construtiva: o facto de não haver um sumozito a acompanhar a sandocha e o bolito. Mas o facto não é assim tão relevante. Não participei em toda a dinâmica do passeio por pedalar quase sempre com os últimos, por opcão, neste caso, com o Roberto e com o Filipe e um ou outro companheiro ocasional.
Entretanto o Filipe a seguir ao abastecimento teve que ir mais rápido por necessidade de chegar mais cedo.
Assim continuámos eu e o Roberto e mais à frente um outro companheiro cujo nome desconheço e que apenas sei residir em Benquerenças.
Na subida da Ribeirinha fomos brindados com algo simplesmente espectacular. Dois veados resolveram atravessar o caminho mesmo à nossa frente, a poucos metros e que permitiram que a nossa visão os comtemplasse cerca de uma centena de metros. Mas não fomos só nós que ficámos estupefactos. Um dos animais ao correr e olhar para nós, acabou por dar um valente trambolhão ao tropeçar num tronco de eucalipto. Foi divertido.!!.
Nos últimos 6 ou 7 kms o Roberto teve que acelerar também um pouco por ter recebido uma chamada de casa e eu fiquei com o companheiro de Benquerenças, que decidi não abandonar por este já vir em bastante dificuldade e condicionado pelas cãibras pelo que os últimos kms foram percorridos a uma média de 4/5 kms/h. Mas chegámos e isso foi o mais importante.
Tive imensa pena de não poder almoçar nas Palmeiras e poder desfrutar de toda aquela camaradagem, mas fica certamente para o ano. Não irei faltar.
Amanhã é outro dia e lá vou eu conhecer pela primeira vez "Os Trilhos da Açafa", pois o ano passado não pude participar.
Até amanhã.!!!
.o0o.


"TREK FOR EVER"

Pensamento:
"Os anos ensinam muitas coisas que os dias desconhecem"

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A minha "MAVERICK" foi-se.!!!!!
Pois é: por razões que a razão desconhece, troquei o quadro da minha "Maverick".
Era para mim uma GRANDE MÁQUINA". Espero que o novo dono a desfrute como eu a desfrutei e que lhe dê gozo como eu gozei. "ADEUS MAV" espero um dia encontrar-te num qualquer trilho montada por alguém que te trate tão bem como eu te tratei, ressalvo qualquer maldadezita, ou algum banhito mais tardio.
Foi uma companheira de muitos kms, mas a culpa foi da "Trek"
Em Novembro de 2006 comprei um quadro "Trek 8900" e montei uma HT.
Não estou nada arrependido pois fiquei maravilhado com as prestações do quadro. Faz uma bike bastante maleável e certinha nos trilhos mais trialeiros.
Passado algum tempo começou a formar-se na minha mente a vontade de adquirir também uma suspensão total da "Trek".
Fiz alguma pesquisa, falei com amigos e fiquei apenas com uma dúvida.?? EX ou TOP FUEL.
Acabei por escolher a "EX" por concluir que a mesma é uma bike mais maratonista e adequada a longos passeios e com uma geometria mais confortável.
Preteri a "TOP FUEL" pela razão inversa, por ser uma bike com uma geometria mais racing e desenhada para XC, logo, não tão vocacionada para longas jornadas e conforto. É a minha opinião e a que me ajudou na decisão. Certamente haverá outras, mas a bike era para mim.!!!!
Assim, adquiri um quadro Trek EX 9.5 em Carbono OCLV 110 equipado com amortecedor FOX RP 23, 90/110/130 mm com propedal e montei-lhe uma suspensão FOX TALLAS RLC também com 90/110/130 mm de curso com controlo de compressão, rebound e bloqueio no topo da perna direita.
Montei-lhe ainda o novíssimo pedaleiro "COBALT SL" da "Crank Brothers" com movimento pedaleiro em titânio, uma rodas "Mavick Cross Max SLR" (que ainda não chegaram), um selim "SMP Stratos", guiador, avanço e espigão de selim em carbono, da "Bontrager" mantendo o desviador traseiro e trigers da "SRAM X0" e travões "AVID JUICY SEVEN CARBON".
Experimentei-a hoje no Passeio das Palmeiras.
Estava ansioso e ao mesmo tempo com receio de ter feito asneira, pois a Maverick não é uma bike qualquer.
Nada disso aconteceu.
Inicialmente senti-me um pouco estranho, achei-a bastante leve a nível de direcção, mas quando cheguei aos trilhos comecei a efectuar diversas experiências nas várias combinações de cursos e em várias situações de terreno e fiquei eufórico, pois gostei da mudança.
Senti-me mais confortável, isto também derivado às prestações dadas pelos novos cursos de suspensão/amortecedor e ainda pelo facto de ter mudado de Rock Shox para Fox.
Mas queria mesmo era verificar como esta se comportava a subir e a descer.
Nos primeiros kms do passeio havia uma subida, tipo parede, e foi mesmo aí que fiz a primeira experiência. Fechei os olhos e disse: que se lixe, se cair, caí.!! Isso não aconteceu, pelo contrário, subi com a "avózinha" colocada, é verdade, mas subi e com a trajectória controlada o que me agradou bastante. A máquina deu-me muito boas indicações a subir, nada a apontar: é bastante fiável nas trajectórias. Passa por onde queremos que ela passe.
Agora faltava as descidas e logo havia uma descida considerada perigosa pela organização.
Eu, que o ano passado fizera aquela descida na "Maratona ACCB" e me cortei bastante, desta vez quis arriscar um pouco mais, pois tinha boas sensações relativamente à máquina e lá vou eu.
Nem me apercebi que a descida era perigosa, (para quem) e a "Trek" a trabahar a 130 mm absorveu tudo o que havia para absorver duma forma confortável e demonstrando estabilidade, o que mais me agradou. Fiquei convencido. Como ainda estava habituado à "Maverick" apenas tenho que controlar a travagem de forma diferente quando trabalho a 130 mm derivado ao afundamento da suspensão. È uma questão de tempo.!!!
Conclusão.!!!
Fiquei satisfeito e nada arrependido.
Por isso: "TREK FOR EVER" hard ou soft

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terça-feira, 6 de março de 2007

"Quem pedala por gosto não cansa"

Pensamento:
"Onde há sofrimento há terreno sagrado.
"Oscar Wilde"

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Hoje juntámo-nos 4 na Pires Marques: AC, Filipe, Martin e Marco.
Apesar da manhã ventosa e ameaçadora de chuva, lançámo-nos aos trilhos.
Depois duma "Rota do Gaio" com algum desgaste físico, lá para os lados do Palvarinho, resolvemos ir pedalar para o lado oposto.
Por isso, decidimos percorrer parte da Mini Maratona ACCB (Castelo Branco).
Saímos em direcção aos Maxiais onde demos início à maravilhosa e longa descida até ao Ribeiro do Barco, subimos para o Pereiral e de novo a descer para o Cabeço do Pico. Passámos a Ponte sobre o Rio Ponsul e toca a subir para os Lentiscais, onde tomámos o café no Centro Social.
Dois dedos de conversa: barrinha energética para o "bucho" e encetámos o regresso com uma pequena incursão nos trilhos da segunda parte dos 100 kms da Maratona ACCB pelo Monte do Pardal, descendo depois para o Vale da Baralha passando a ribeira com o mesmo nome, para o Monte da Assentada, indo eu e o Martin pelo trilho da Mini Maratona e o Filipe e o Marco por outro trilho com uma descida técnica, que eles tanto gostam, reunindo-nos posteriormente na Tasca da Ti Amélia no Ponsul.
Aí, o Marco abandonou-nos, seguindo por alcatrão por já estar um pouco atrazado e nós rumámos ao Monte do Chaveiro passando por duas vezes a Ribeira da Sapateira para o Monte do Clérigo após uma subida das de verdade, onde o meu altímetro acusou 25% de inclinação na última curva para o arraial. Ladeámos a Lixeira e rolámos cerca de 300 metros em alcatrão para seguidamente voltar à direita em nova subida para o Monte do Vedulho passando no sopé do Cabeço de S. Martinho e seguimos em direcção ao Quinteiro pelo single track das Palmeiras, Bairro onde me despedi do Martin e do Filipe, chegando a casa pelas 13h15 com 46 kms percorridos em terrenos algo complicados, mas compensados plenamente pela beleza dos trilhos e paisagens circundantes.
Foi um bonito passeio.
.o0o.

domingo, 4 de março de 2007

"A Rota do Gaio"

Pensamento:
"É quando nos esquecemos de nós mesmos que fazemos coisas que merecem ser recordadas.
"autor desconhecido"
.o0o.
Estava espectante quanto à "Rota do Gaio", isto por conhecer alguns dos trilhos nela inseridos.
Fiquei também surpreendido pela aderência do pessoal a este tipo de passeio.
Oh Roberto...!!! 134 participantes.!! Ena pá:!! C'um catano... Isto faz inveja a algumas das ditas maratonas. Ou será que o pessoal já procura mudança. Sejamos coerentes, cá para mim certamente tem também a ver om o facto de ser o primeiro passeio da época cá na zona do "burgo" e o pessoal estar com o "sangue na guelra".
Curioso, lá me dirigi para o local da concentração, junto ao Campo de Futebol do Palvarinho.
Cheguei pelas 08h30 e já bastantes participantes por ali se viam na azáfama da preparação das bikes.
A aldeia tinha uma nova vida.
Bem, dirigi-me ao secretariado e lá paguei os meus 10 euritos, até no preço os organizadores foram modestos e recolhi o meu dorsal, à escolha, onde é que já se viu isto, e fui preparar a minha "burra" para a batalha que se avizinhava.
Hora de partida,. Um breve "breafing" do Roberto e toca a pedalar.
Como era bonito ver toda aquela malta junta a pedalar num longo cordão colorido. mas foi sol de pouca dura. O vício da competição da treta, que ainda se vive no espírito de alguns, foi corroendo toda aquela beleza. hà sempre quem se iluda e tente acompanhar os "TGV'S". Depois, bem depois, é vê-los arrastarem-se pelos trilhos a partir de metade, ou no último terço do passeio, onde qualquer pequena pendente, se torna numa terrível subida.
E o que se ganha? Nada. Absolutamente nada. Pelo contrário. Tudo se perde.
Perde-se o convívio com os amigos nos trilhos.
Perde-se a oportunidade de criar novas amizades.
Perde-se as pequenas peripécias: a partipação nas brincadeiras ao longo do percurso vividas em sã camaradagem: de poder ajudar os outros e sermos correspondidos quando estamos em dificuldade.
Perde-se toda a grandeza da paisagem envolvente, a magnitude das pequenas coisas: percursos de água, trilhos semi-inventados no arvoredo: single tracks que nos fazem delirar.
E o que vêm?? Nada. Apenas terra, pedras água e lama.
Chegam em primeiro lugar, é certo: e depois??
Depois: esperam: esperam e tornam a esperar, até que o pessoal começa a chegar e vai contando as histórias que protagonizaram durante a jornada, ou que presenciaram.
E eles?? Nada têm para contar, apenas que foram os primeiros.
E o que ganharam?? Nada. Eu acho que perderam tudo...!!!
Bem: um desabafozito de vez em quando não faz mal a ninguém e eu já desabafei.
Agora, relativamente ao passeio e ao percurso, a nota média/alta ajusta-se, mas não no sentido que o Roberto lhe quiz dar, a dureza.
Para mim, nota alta na forma como organizou o percurso, bem cuidado e todo ele ciclável. Nota alta na escolha dos trilhos, na forma com inseriu os single tracks no percurso, um mimo, creio que toda a gente se divertiu, uns com mais adrenalina, outros com mais receio. A lama, nesta altura do ano, onde a não hà?? Então não é divertido dançar-se um pouo em cima da bicla e tentar ultrapassar aquela zona enlameada. E depois..!! Se cairmos apenas se suja o fato e algum ferimentozito no orgulho. E as descidas, quem não se divertiu!!! Duma forma ou de outra todos as fizémos, assim como as subidas. Como é que se desce sem ter que se subir antes, ou depois.
Criticas sempre as haverá: é inultrapassável. hà sempre quem tenha algo a dizer.
Mas eu gostei plenamente do traçado, da paisagem, da camaradagem, do abastecimento: farto, bem programado e para todos os gostos. O almoço estava porreiro. Quem não gostasse ou entendesse que a feijoada, que estava óptima, era algo pesada, tinha os grelhados.
Amigo Roberto, para mim apenas terás que mudar uma coisa no próximo ano: o último digito do ano: de 2007 para 2008.
Parabéns e bem haja pelas horas de puro divertimento que me proporcionaste.
Não desistas. A malta iria ficar arreliada.
Até breve
Quem ainda não ficou saciado com a Rota do Gaio, no Palvarinho e queira continuar a dar umas pedaladas, compareça na próxima terça feira, dia 6, no P.Infantil da P. Marques pelas 09h para pintarmos a manta, algures por aí...!!!
Até lá.


quinta-feira, 1 de março de 2007

"Uma espreitadela à Rota do Gaio"

Pensamento:
"Tudo o que não é paixão tem um fundo de aborrecimento.
"Henri Montberlant"


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Na passada terça feira não pude acompanhar o grupo, por isso, resolvi ir hoje dar umas pedaladas.
5 companheiros responderam à chamada, AC, Dino, Filipe; Marco e Tó Zé.
Beneficiámos duma manhã solarenga a antever a primavera que já estará por aí, ideal para a prática do BTT.
Fizémo-nos aos trilhos pouco depois das 09h rumando em direcção ao frigorífico, (sempre vazio: qualquer dia pomos lá umas bjecas. eheh) Carvahos, EN.18, passando pelo Couto do Abrunhosa e entrando novamente em alcatrão na EN.511 até à Ponte sobre o Rio Ocreza, onde cerca de 2 centenas de metros adiante voltámos novamente à esquerda em direcção da Senhora do Valverde percorrendo alguns tramos da "Rota do Gaio" agendada para o próximo Domingo no Palvarinho, aldeia onde chegámos através de um dos bonitos"single tracks" que nos irá deliciar no Domingo. Tenham paciência, já só faltam dois dias.
Seguimos depois até à Ponte de Ferro por uma rápida e algo técnica descida e como antítese a subida para o moinho, compensada logo depois pela curta e adrenalínica descida do Cabeço da Barreira com passagem pelo pontão sobre a Ribeira da Líria e atravessando certamente pela última vez os terrenos do Godinho, que já estão quase todos estacados e aramados e com portões já assentes, certamente irão ser fechados. Logo veremos.
Chegámos a Castelo Branco pela Cova do Gato cerca das 12h30 com 42 kms percorridos, sem incidentes.
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Terça Feira, dia 6, quem quiser dar umas pedaladas apenas tem que comparecer pelas 09h no P. Infantil da Pires Marques.
Até lá.