domingo, 25 de fevereiro de 2007

"A aventura dos doze"

Pensamento:
"Quem deseja ir longe poupa a montada".
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Surpresa:
Hoje, apesar da meteorologia indicar manhã chuvosa, compareceram à chamada, 12 aventureiros, a saber:
AC, Leonel, Dino, Pedro, Nuno Maia, Carronda, Marcelo, Marco, Arlindo, Martin, Joaquim Cabarrão e Álvaro.
Abandonámos a Pires Marques em direcção ao frigorífico (passagem para a via férrea) e rumámos em direcção à Quinta do Lombardo, onde o Leonel veio a furar na roda dianteira. Depois da azáfama do pôe a câmara, tira a câmara, á terceira foi de vez, isto porque as câmaras cedidas pelo Dino e pelo Martin estavam também elas furadas, ou melhor, trilhadas por andarem mal resguardadas na bolsa. (valeu a lição).
Depois de trocada a câmara de ar, continuámos a nossa aventura e embrenhámo-nos pelo Vale da Pereira (como eu gosto daquele lindo vale) e surge a segunda situação, também protagonizada pelo Leonel, que caíu numa passagem enlameada. Ainda lhe perguntámos se andava aos sapos, mas não, ele disse que caíu mesmo.eheheheh.
Passámos novo lamaçal e demos início ao trial que nos levou até ao Rio Ocreza, comigo a também protagonizar uma desajeitada queda, por escorreganço da roda da frente da bicla numa pedra. (Não foi por andar aos sapos)
A partir daí resolvemos ir tomar café a Caféde e entrámos no alcatrão para novamente na primeira saída para os trilhos nos aventurarmos novamente na lama, desta vez por duas centenas de metros de puro equilíbrio, que a maioria do pessoal deu nega, talvez com receio de sujar o fato.
Entrámos então na aldeia e parámos na Ti Matilde. Após aquecer o corpinho com o café, rumámos a Alcains pelas passadouras da Rabaça, que nos iam pregando a partida, pois estavam quase cobertas de água derivado às chuvadas dos dois últimos dias/noites, dificultando a passagem dos de perna curta e mais medricas, eu incluído. Valeu-nos o Pedro (rapaz corajoso) que ajudou alguns na caricata passagem. Obrigado Pedro.
A partir daí e como a maioria do pessoal não queria chegar tarde a casa, encurtámos o trajecto entrando em Alcains pela Zona Industrial e seguimos em direcção a Castelo Branco, via Santa Apolónia.
Chegámos pelas 12h30, com 38 kms percorridos em sã camaradagem e com divertimento quanto baste.


sábado, 24 de fevereiro de 2007

"Uma volta dois Concelhos"

Pensamento:
"Quem não tem um objectivo, quase nunca sente prazer nas suas acções"
"Giácomo Leopardi"

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Hoje, saí com a "Look" por estrada na companhia do meu amigo Álvaro, companheiro de longas pedaladas, quer de estrada, quer em Btt e dos meus "distúrbios" ciclísticos, entre outros, às Serras de Madrid (Puertos de Navacerrada, Morcuera, Cotos), Extremadura Espanhola por Sierra de Gata, Perales, Portillo de las Batuecas, Alberca, Santuário de la Virgen de Peña de Francia, Ciudad Rodrigo) e por cá, "pintámos a manta" a imitar trepadores pela Serra da Estrela e Senhora da Graça (Mondim Basto), fizémos a travessia do Alvão-Marão e entrámos nessas maratonices, tanto na berra, dos Portalegres, Mealhadas e afins e cuja grande dificuldade é por nós colocada com imitações de andamentos que não são os nossos e passagens de obstáculos à "pro", quando nós na maioria, somos apenas cicloturistas e gostamos de o ser.
Depois desta incursãozinha fora do contexto do post, vamos aos "entretantos".
Saímos pelo Modelo em direcção a Caféde, passámos pelo paredão da Barragem da Marateca, onde se começou a levantar vento frontal com alguma intensidade e que acabou por nos acompanhar durante todo o percurso que continuou por Louriçal do Campo, Soalheira, Atalaia, onde nos cruzámos com o Joaquim Cabarrão, o Ti João dos Escalos e outro cicloturista que não reconheci. Cumprimentámo-nos em andamento e seguimos até às Zebras, onde virámos à direita para Vale da Torre e Lardosa, passando a Ponte sobre a via férrea em direcção a Escalos de Cima, Escalos de Baixo e Castelo Branco, onde chegámos pelas 12h30, com 80 kms percorridos em dois concelhos. (Castelo Branco e Fundão)


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Altimetria

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"Amanhã Domingo 25, vamos dar uma volta de BTT. Quem nos quizer acompanhar, basta comparecer pelas 09h no Parque Infantil (triciclo não é permitido) da Qta Pires Marques.
Até lá.

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terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

"Depois da Tempestade a Bonança"

Pensamento:
"A melhor parte da vida das pessoas está nas suas amizades"
"Carlos Drumond"

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Altimetria

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Depois duma noita chuvosa, uma manhã que nasceu clara, mas com um sol tímido que se escondia entre nuvens pouco ameaçadoras e que pouco se dissiparam, acabando por se tornar uma bela manhã para a prática do BTT.
Hoje, apenas eu (AC) e o Filipe fomos à formatura, pelo que optámos por uma volta suave, tanto mais que ele queria regressar cedo.
Feito o compasso de espera não aparecesse algum companheiro atrasado, picámos as montadas pela saída das Fontainhas em direcção à Garalheira, Monte S. Luís, Vale de Lobo e parámos em Escalos de Cima para tomar a "biquinha da ordem".
Dois dedos de conversa, foto de grupo (2) tirada pelo dono do café e seguimos viagem contornando a Quinta do Visconde e adentrámo-nos no lamacento trilho que nos levou até estacão de Alcains, não para apanhar o comboio, pois preferimos as nossas bikes, continuando até Castelo Branco, via Santa Apolónia e Atacanha chegando à cidade pouco depois das 12h com 44 kms calmamente percorridos.
Apesar dos terrenos bastante enxarcados pela chuva que descarregou durante a noite, foi uma volta que me agradou bastante, quer pela forma calma e descontraída como decorreu, quer pela amena conversa que durante quase todo o trajecto mantive com o Filipe, companheiro sempre presente.
No percurso cruzámo-nos 2 vezes com um outro bettista que nesta altura do ano circulava de calções de licra e camisola simples, de manga comprida, que me fez arrepios. (meus ricos 20 anos).
"Terça Feira 27, lá estarei de novo para mais uma voltinha. Apareçam"


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domingo, 18 de fevereiro de 2007

"Lamiré sobre a Maratona de Castelo Branco # Parte II"

Pensamento:
"Eu não desejava a vitória, mas a luta"
"August Strindberg"

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Percurso no Google




Altimetria

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2 dias antes, éramos 12.
Hoje, à partida, 5.
Conclusão: 7 virtuais, 5 reais.
Como alguém comentou hoje durante o trajecto e que me abstenho de nomear: "Poucos mas bons".
A manhã adivinhava-se límpida e solarenga"
Pelas 08h, lá comparecemos junto à sede da ACCB, aos Buenos Aires, eu (AC), o Nuno Maia, o Filipe, o Mário Benjamim e o José Maria, hoje um pouco adoentado, o que o obrigou a um esforço mais intenso. Uma atitude pouco prudente, talvez, mas que mereceu o nosso respeito.
Agregámos o reboque à carrinha, carregámos as "biclas" e lá fomos até Monforte, nomeadamente, até às bombas de combustível na Devesa. Estacionámos a carrinha e fomos tomar um cafézinho no bar das bombas, conversámos um pouco e demos início ao que ali nos levou. A preparação da última parte do percurso da II Maratona de Castelo Branco.
Tudo pronto, rodas colocadas e apertadas e toca a pedalar em direcção à bonita igreja de Nossa Senhora da Ajuda, Padroeira de Monforte da Beira e em cujas traseiras será efectuado o 3º. abastecimento. Dalí partimos por uma longa rua de empedrado típico que dá acesso à serra por trilhos entre muros e pedra granítica e soalheiros olivais, para depois descermos por um outro trilho entre matagal composto essencialmente por estêva, giesta, carqueija e urze, onde a velocidade deve ser moderada, até ao eucaliptal que começaremos por circundar por um estradão corta fogo em subida suave e não muito longa até nos depararmos, após curva à direita , com uma descida inclinada de cerca de cem metros com nova curva à esquerda a 90 graus, que nos aconselha a chegar o "rabinho" para trás.
Entrados no eucaliptal sempre em descida suave, deixámo-lo com nova descida com graduação negativa, quanto baste, para nos encostarmos à ribeira e que nos proporcionou alguns dos melhores kms do percurso, pelo menos na parte que me toca, onde os trilhos são pouco definidos e requerem um pouco da nossa imaginação e cuja mãe natureza nos criou mais umas dificuldadezitas, com a última intempérie, daquelas que a gente até gosta, para treinarmos um pouco mais os nossos dotes técnicos, tornando assim o "albitrack" mais interessante.
Seguidamente entrámos em estradão que nos levou até até à Ponte Medieval do Rio Ponsul" com algumas passagens que requerem um pouco da nossa atenção e talvez umas meiazinhas "Sealkinz", aconselhadas nesta época do ano.
A nível paisagístico, uma surpresa agradável. Após deixarmos azinhais de montado da zona de Malpica e os eucaliptais e olivais de Monforte em cuja serra, ao olharmos para trás, deparamos com a aldeia no fundo da encosta, que parece contemplar todo o vale, desde a Deveza até para os lados do Ladoeiro.
Em frente, ao longe, a colina que parece abraçada pela cidade de Castelo Branco, antecedida pelo verdejante Vale do Ponsul, cujo rio serpenteia, qual ébrio caminhando, até encontrar a sua foz lá para os lados do Monte Fidalgo, onde despeja as suas águas, ainda não poluídas, no Tejo Internacional.
O rio, esse acompanhámo-lo durante alguns kms até à ponte medieval, onde com pena nossa o abandonámos, para nos dirigir-mos até à cidade, nosso ponto final.
Contudo, no casario, junto à ponte, outrora bastante movimentado por pescadores ,caçadores, veraneantes e mais recentemente por bttistas e motoqueiros, onde fomos beber uma "bjeca" à tasca da "Ti Amélia", última resistente daqueles tempos áureos de convívios em "grupetas" que ali se juntavam para saborearem a "Miga de Peixe" à moda da "Ti Amélia" e o respectivo "barbo" frito com azeitona do lavrado e nesta altura do ano, o "Buxo de Porco" à moda de Malpica e enchidos a condizer. Enfim, antiguidades.
Como estas iguarias, para alguns, já pertencem ao passado naquele local, atacámos então a bem adulta "sandocha de presunto" gentilmente cedida pelo "Nuno Maia" (já te deves ter arrependido, mas enfim, um terço já cá canta).
Baterias carregadas, dois dedos de conversa com a Ti Amélia e retomámos então a nossa jornada, naquele que, será certamente um dos troços mais esforçados pela subida que los leva até ao Forninho do Bispo.
E foi por aí, que a minha "MAV" deu a nega, afocinhando num charco de lama bem pegajoza e disfarçado, vulgo "lapacheiro", aventando-me pela "crina". Já em pé, com o orgulho ferido pelo "espojanço" que pior ainda, foi presenciado por alguns, cujos lábios se "escarrapacharam" em largo sorriso. GRRRRRRRR.!!!!!!, tentava deseperadamente puxá-la do seu "acame", tendo mesmo de recorrer às duas mãos e uma boa dose de força muscular. Não deve ter gostado da subida. Mas não havia necessidade, hoje nem levava "esporas".
Posto isto, devorámos os últimos kms e na Sra de Mércules derivado ao adiantado da hora, optámos por concluir em alcatrão, desagrupando na Boa Esperança, onde cada um seguiu o seu destino.
Esta última parte tem 31 kms e um acumulado positivo de 683m, que concluímos cerca das 14h.
Bom, meus amigos, tirando estes "divagandos", foi uma jornada espectacular que juntando as restantes, gostaria de partilhar convosco no dia 31 de Março.
Quem vier, vai certamente ficar com vontade de cá voltar. Uma coisa vos garanto. Não tendo o "plafond" dum "Portalegre" ou dum "Grândola 100" entre outros, nem grandes parcerias, nem abundância de subsídios, que possam colmatar tudo aquilo que gostaríamos de vos oferecer, temos sim, trilhos loucos para desfrutarem e disparar os vossos níveis de adrenalina, paisagens grandiosas para uns, apenas bonitas para outros, camaradagem para vos acompanhar, o essencial para vos garantir segurança e estabilidade durante a vossa prova/passeio e qualidade quanto baste nos abastecimentos e em todas as situações, mesmo inopinadas durante o percurso e mesmo fora dele, basta contactarem-nos e sobretudo, vão seguramente enriquecer o vosso album de amizades e eu pessoalmente, serei um forte candidato.
No fundo todos nós pertencemos à irmandade do "crank" e o BTT é o nosso elo de ligação.
Para ajudar a digerir esta "seca" aqui vão umas quantas foto do nosso percurso de hoje.
AC


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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

"Asfáltica"

Pensamento:
"Em circunstâncias especiais, os factos devem ser mais rápidos que o pensamento"
"Hernán Cortés"


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Ontem, convidei o Daniel para dar uma voltinha com as "asfálticas".
Assim, hoje pelas 09h30 juntámo-nos na Rotunda da Europa e combinámos uma volta de cerca de 70 kms. Rumámos em direcção a Vilares, passando pela Taberna Seca, descemos à Ponte do Ocreza e depois toca a subir até aos Vilares seguindo por Cabeço do Infante, virando à esquerda para Santo André das Tojeiras, já em terreno mais rolante. Sem parar, continuámos em direcção ao Vale da Pereira e Bugios por uma paisagem desoladora derivado aos fogos que assolaram aquela zona e descemos novamente em direcção ao Rio Ocreza para dar início a nova subida, desta vez até Sarnadinha, parando na aldeia seguinte, Alvaiade, para encher o bidon e comer uma barrita energética na bela fonte ali existente e com água que jorra em abundância vinda da serra.
Dali, rumámos a Vila Velha de Rodão pela variante, sempre em descida, onde atingi os 70 kms/h, virando à esquerda em direcção a Castelo Branco, passando pelo Coxerro, onde a inclinação é quase constante até Sarnadas. Até Castelo Branco tivémos a companhia de vento frontal, que soprava com alguma intensidade, complicando um pouco os últimos kms, pois a "endurance" nesta altura ainda é pouca e o percurso escolhido era um pouco acidentado. Mas está na altura de atacar um pouco a estrada, a fim de criar ritmo aeróbico e melhorar a minha performance que pretendo ideal lá para a primavera.
Concluido o percurso, pedalámos 76 kms e chegámos a Castelo Branco cerca das 12h45.
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

"Dia de BTT invernal"

Pensamento:
"É um dom ser capaz de reconhecer de um só golpe de vista as possibiidades do terreno"
"Napoleão Bonaparte"
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Altimetria
Percurso Google
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Logo pela manhã, cerca das 08h, espreitei pela janela e deparei com um dia de chuva e nevoeiro nada convidativo à prática do BTT, dizendo para comigo, "hoje não aparece ninguém".
Puro engano. Logo de seguida um sms do Filipe a dizer que estava pronto para a luta. Logo após, um telefonema do Pedro a dizer que também ia. Não tive alternativa, já éramos 3. Papei a malga dos "Corn Flakes" num instantinho e fui ter com a malta. Entretanto chegou o Daniel, que também não é de desistências e acabámos por ser 4 guerreiros, cujo inimigo iria ser a lama e as pedras escorregadias.
Derivado ao dia estar chuvoso e instável, resolvemos efectuar um percurso moderado sem grandes zonas técnicas, pois a lama e a água já nos iriam dar divertimento que chegasse.
Saímos pelas 09h15 com rumo à Lardosa, passando pela Atacanha, Santa Apolónia, Estação Alcains, Casal do Verdelhão, Seixeira e parámos na Lardosa para escorrer a água e lama já acumulada no "fatinho" e aquecer o "cabedal" com um cafézinho.
Depois da sujeira que fizémos no café, derivado à lama já acumulada na roupa e no "camelback", tirámos uma foto de grupo e rumámos à Barragem da Marateca, passando pelo Tanque, cruzámos a E.N.18, em direcção ao Monte Satão, fizémos umas centenas de metros na Estrada para o Louriçal e virámos à esquerda para o pontão no Rio Ocreza, na nascente da Barragem, novamente à esquerda para o Vale Paviola, Carrapiço, Fonte Nova e entrámos na Póvoa de Rio de Moinhos, não parando e seguindo em direcção ao Penedo do Corvo, onde o Daniel que já vinha há algum tempo com problemas na transmissão da bike, teve a infelicidade de se lhe partir a corrente.
O Filipe e o Pedro que tinham que ir trabalhar de tarde, seguiram destino, ficando eu com o Daniel . Colocámos um link de ligação na corrente e o problema ficou aparentemente resolvido, mas aquilo continuava a fazer barulho nas passagens de corrente, dando esticões no desviador e chupões na corrente, mas lá continuámos, tentando chegar a Castelo Branco.
Já à entrada da cidade, a corrente num ressalto, puxou o desviador, torcendo-o assim como o "drop out", pondo fim à tentativa do Daniel de chegar a casa a pedalar. Não havia nada a fazer senão empurrar a bicicleta até a casa. O Daniel telefonou então ao Pai para o ir buscar e eu continuei de bicicleta até casa.
Apesar destes pequenos precalços, que fazem parte do dia a dia de quem anda de bicicleta, foi uma manhã espectacular. Nada nos fez arrepender de ter saído. Nem a chuva, o nevoeiro inicial, as poças de água, a lama, as pedras escorregadias, nada. Foi um gozo danado, fazer gincana durante todo o percurso, com a bicicleta a atravessar-se constantemente na água e lama e esperar a todo o momento o "espojanço". Toda a malta se aguentou em cima da máquina, foi giro.
Com todos estes contratempos, acabei por chegar a casa pelas 14h, com 63 kms percorridos e uns quilos de lama no fato. Ainda bem que a minha Maria não estava em casa. Se me visse naquele estado...???????????
Hoje, derivado ao dia chuvoso e estado dos terrenos, apenas tirei 2 ou 3 fotos logo no início, para não danificar a máquina, que tive que acondicionar e guardar.

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Ribeira de S. Bartolomeu

A caminho da Lardosa

Quando m.... um português..!!!!!

Foto de grupo

bicla de serviço

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"Terça feira, 20 há mais. Apareçam. Saída às 09h do P. Infantil na Pires Marques"

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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

"Volta de fim de tarde"

Pensamento:
"Uma paisagem qualquer é um estado de alma"
"Henri Amiel"

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Hoje, telefonou-me o Nuno Maia a convidar-me para uma volta de fim de tarde, pois queria testar o seu último "up grade" na Treck 8900, ou seja, umas novíssimas Crossmax XL, calçadinhas com pneus "Maxxis Cross Mark UST 2.1".
Inicialmente não estava para aí virado, pois não costumo andar de tarde, muito menos nesta altura do ano, pois a noite aproxima-se depressa.
Mas não resisti, e apesar de ter dado "uma nega" lá resolvi telefonar ao Nuno a combinar a hora de saída.
Saímos da minha garagem pouco depois das 16h em direcção ao Matadouro, descemos para a passagem da via férrea utilizada pela malta estudante da EB do Bairro das Perdizes. (Senhores deputados, vereadores e outros importantes, que dizem representar-nos, têm ali uma boa oportunidade de representar a malta estudantil e melhorar aquela passagem, que é um autêntico perigo para quem ali passa. Melhorem-na, eliminem-na, ou façam uma superior. A malta agradece e regista. Daqui por 2/3 anos serão eleitores. Quiçá...!!!!!.).
Bem, já desabafei, agora vamos continuar.
Mais á frente apanhámos um trilho junto à Rotunda na Av. do Brasil, na Carapalha que nos levou em direcção à Malhada dos Pinheiros, Tapada do Chinque terminando no Forninho do Bispo onde rumámos depois para o Monte do Zeferino, Cutileiro e descemos para o Pombal, passámos o Monte Sordo e no Monte Jambum virámos à direita para a penosa subida que nos leva ao talefe do Alcaide, Casa dos Malpiqueiros e de novo no Forninho do Bispo, seguindo desta vez para a Srª. de Mércules e já por alcatrão até à Pires Marques, onde chegámos já de noite, pelas 18h30, com 25 kms percorridos num bonito percurso sobe e desce.
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terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

"Manhã radiante de sol e de amigos"

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Pensamento:
"A actvidade enriquece mais que a prudência"
"Luc C. Vauyenargues"
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Voltaram as manhãs radiantes de sol e com elas, a rapaziada também vai aparecendo.
Hoje, fomos 7, que nos juntámos no P.Infantil da P.Marques. Eu, o Paulo Alves, o Filipe, o Marco, o Daniel, o João Valente e o Rui Macedo. O Marco apresentou uma proposta para irmos fazer uns "single tracks" bastante técnicos" e inclinados que conheceu recentemente lá para os lados dos Cebolais, mas sinceramente" venho duma semana em que andei bastante gripado e alguns dias acamado e não estava nada à vontade para percursos demasiado técnicos. desculpa lá Marco fica para a próxima. Está prometido.
Rumanos então em direcção ao bonito Vale da Pereira, zona de excelência para a prática do BTT de lazer, não dá para imitar "downiller's", "frerider's" e outros saltitantes, mas apenas andar de BTT, apreciar paisagens e exibir a "digital",mas também dá para nos divertirmos um pouco.
Assim; imersos na "colectânea" de carvalhos, que sendo árvores de folha caduca, fazem que os solos verdejantes repletos de folhagem, nos proporcionem momentos de grande admiração pela paisagem que nos envolve. Ainda no Vale e por entre giestal e carvalhal, delineamos um bonito single track que los levou à margem esquerda do Rio Ocreza, que cruzámos mais adiante na ponte da estrada de Caféde. Já em direcção ao Palvarinho, embrenhámo-nos nalguns trilhos a ser percorridos na "Rota do Gaio", que não vou nomear por motivos óbvios, mas que vos digo serem espectaculares e cujo passeio, agendado para 4 de Março recomendo vivamente. Basta ter sido delineado pelo meu amigo "Roberto", profundo conhecedor da zona, para vos garantir espectacularidade no percurso.
Como a malta também gosta do cafézito, parámos nas bombas de combustível sitas no cruzamento do Palvarinho.
Seguidamente, rumo à aldeia com passagem pelo espectacular "single" entre hortas e que dá entrada pelo lado da igreja . (obrigado RARN por no-lo teres ensinado)
Depois da fotos de grupo junto ao lavadouro comunitário e antes que se acabasse a adrenalina rápidamente nos deslocámos em direcção à espectacular descida para a Ponte de Ferro.
Frenética, simplesmente, com a malta a tentar exibir ao máximo os seus dotes fotogénicos (algumas máquinas não aguentam) e uma pose mais "pró" ao passar junto à "digital" que os captava numa curva apertada e novamente umas dezenas de metros mais adiente, desta vez, pela lente da "digital" do Paulo. Foi lindo.
Paramos pouco tempo na Ponte de Ferro para tirar umas fotos e depois, aquela subida. Bem, aquela subida até ao Moinho que não tem tanta graça. A malta refila, mas no fundo até gosta.
Uns breves momentos de espera para reagrupar e toca a pedalar que se vai fazendo tarde, apesar de já se verem os telhados, como se ousa dizer, em direcção ao Monte da Barreira para fazer a não muito longa descida para o pontão, mas que dá um gozo danado, seguindo depois o trajecto em direcção à Cova do Gato, onde cada um tomou o seu rumo. Chegámos a Castelo Branco pelas 13h om 42 kms percorridos.
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