quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

"Em busca do trilho perdido"

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Pelas 09h, juntei-me ao Filipe e ao Dino, que já me aguardavam no P. Infantil da P. Marques.
Pouco depois saímos em direcção à Cova do Gato porque eu queria encontar um trilho antigo que sabia existir no Rouxinol e que descia para a zona da Ponte de Ferro.
Passámos pelo Lombardo, subimos ao Cabeço da Barreira e chegámos ao Rouxinol. Por ali andámos, para trás e para a frente, em busca do trilho perdido, até que descemos junto a uma das novas antenas ali existentes e junto desta, lá descobrimos o velho trilho.
Seguimo-lo durante umas dezenas de metros e depois a desilusão. O mesmo já não é ciclável.
Que pena, pois era um "single track" espectacular até as casas do Rouxinol.
Voltámos atrás e seguimos até ao Penedo Gordo, onde apanhámos um trilho que nos levou à Ribeira a Liria, ainda com grande caudal.
Após várias peripécias por trilhos ovelheiros, lá conseguimos encontrar um local para passar a ribeira, mas com o "pézinho molhado, pois então".
Passada a Ribeira, subimos até à EN.233 que cruzámos e entrámos por um trilho junto à Quinta do Bicho, que nos levou à Ribeira da Velha, com passagem pelo Barro e nova subida, desta vez em direcção ao Valejo e posteriormente ao Baixo da Maria que atravessámos em direcção às obras de ampliação da Z.Industrial.
Daí apanhámos o estradão em direcção ao Ribeiro da Seta, mas não chegámos lá, virando antes à direita, onde inventámos um single track que nos levou à Barragem da Talagueira, onde encontrámos alguns pescadores desportivos. (Será que comem aquele peixe. Baaahhhh.)
Chegámos cedo a Castelo Branco, cerca das 12h, pois eu vinha com um problema no joelho direito e acho que fiz asneira ter ido hoje pedalar.
Hà alguns dias atrás, dei um toque no joelho, numa pequena queda.
Agora vou pagar a factura e estar uns dias sem pedalar, vamos ver quantos...?
Seguramente uns quinze dias, para debelar a lesão.
"Então Inté"
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A Jornada de hoje


Kms percorridos 39
Altitude Máxima 422 mts
Altitude Mínima 277 mts
Pendente máxima positiva 20%
Pendente Máxima negativa 21%
Pendente Média 4%
Acumulado 688

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Mapa Percurso


Altimetria

Baixo da Maria

Barragem da Talagueira

Dino

Cabeço da Barreira habitado

Panorâmica da Ribeira da Líria

Barros

O Filipe e o Dino no pontão que dá acesso ao Cabeço da Barreira

O trilho perdido

O Filipe com pézinho molhado

Com o Filipe e o Dino

Cá estou eu

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domingo, 24 de dezembro de 2006

"Passeio Domingueiro"

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Vésperas de Natal
Manhãs frias e radiantes de sol, que tímidamente tenta romper com algum gelo que se forma durante a noite, assim tem sido nesta quadra natalícia.
Quando cheguei à centralbikes, pelas 09h10, apenas ali se encontravam a Cristina Salavessa e o Rui Beato.
Pouco depois chegou o Luís e a esposa Crisálida. esperámos até às 09h20 e saímos ao encontro da malta dos Cebolais, com o Agnelo a apanhar-nos junto à passagem de nível que dá aesso à Zona Industrial na E.N.18.
Encontramos a malta próximo do Cruzamento dos Maxiais.
Dos 5 iniciais, passámos a ser 12, um grupo à antiga.
Rumámos aos Maxiais e divertimo-nos logo nas primeiras descidas, onde os mais afoitos deixaram embalar as biklas e os mais prudentes testaram os travões.
No último troço de descida para o Ribeiro da Paiteira, um companheiro furou, pelo que fiquei junto ao Ribeiro à espera dos atrazados e tirar algumas fotos, recebendo um pouco mais tarde a companhia do Agnelo e ambos esperámos pelo pessoal.
A malta chegou e continuámos o trajecto, mas ao chegar ao alto já não vimos o restante pessoal, ficando em dúvida quanto ao caminho que tomaram. Ali nos transformá-mos em "pisteiros" à moda india e toca a seguir rastos de bicicleta para os encontrar, mas a coisa correu mal e fomo-nos enfiar no meio da lenha. Bom, não fomos mesmo talhados para aquilo, ficamo-nos pelas voltinhas de bicicleta. Descoberto o rumo dos primeiros, lá fomos ao seu encontro e já agrupados, toca a descer por descidas algo inclinadas até à Ribeira da Pipa, com passagem pelas Casas Velhas, porque a partir dali a porquinha iria torcer o rabo.
Começá-mos logo com uma subidinha a servir de teste a algumas sapatilhas (sapatos), pois de bikla só para alguns. Poucos.
Subímos ao Monte do Fagundes e continuámos por estradão até à variante da Carapalha e dai à E.N.18, onde nos despedimos da malta dos Cebolais, com votos de Boas Festas e algumas trocas de números de telemóvel para voltinhas futuras.
Chegámos a Castelo Branco pelas 12h30 já a pensar na postinha do "Fiel Amigo" (Não é o Boby, o que estavas a pensar, é o bacalhauzinho) e nas prendinhas no sapatinho. (velhos tempos)
Da malta que hoje se juntou alguns apenas os conhecia de vista, pelo que, vou postar algumas fotos sem comentários.
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Total Kms 35
Acumulado 641
Pendente máxima positiva 20%
Pendente máxima negativa 20%
Pendente média 4%
Altitude máxima 411 mts
Altitude mínima 144 mts


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Altimetria

Percurso



















Panorâmica do Monte do Fagundes



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sábado, 23 de dezembro de 2006

"Passeio aventura com subida ao Castelo do Rei Wamba"

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Ontem, o Arlindo Cabrito contactou-me por telefone a convidar-me para uma voltinha com a malta da Centralbikes, que obviamente não pude recusar.
Como préviamente combinado, pelas 09h lá compareci, junto à Centralbikes, levando a reboque o Dino, que encontrei pelo caminho e dois rapazes que com ele tinham combinado ir pedalar.
Manhã fria dos primeiros dias de inverno, com a malta que ia chegando lançando alguns queixumes sobre a frieza que os mantinha com os dedos dos pés e das mãos gelados, apesar do sol radiante que fazia antever um belo dia.
No grupo que ali se juntou, alguns já conhecia e outros não, éramos 9, nomedamente, o Agnelo, o Arlindo, o Galvão, o Miguel, o Nuno, o Dino, dois rapazes que não conhecia e cujos nomes também não sei e eu.
Como ninguém tinha uma ideia definida, para onde queria ir, o Agnelo sugeriu irmos até às Portas de Rodão, zona de inegável beleza, toda a gente concordando e toca a cravar as esporas (cleats) nas nossas montadas e a caminho...
O Agnelo, betêtista experiente, teve o bom senso de conduzir o pessoal nos kms iniciais pela antiga EN.18 até ao cruzamento das Benquerenças, para que toda a malta pudesse fazer o "aquecimentozinho", quem se lembrou desse pormenor, claro.
Entrámos em terra batida pelo caminho paralelo à A.23 e no cruzamento para a Azinheira um dos dois rapazes que nos acompanhavam, ia com problemas no eixo pedaleiro, regressando ambos à cidade.
Passámos então a sete e continuámos, passando pelos Amarelos, Vale do Morgado, Rodeios, onde fizemos nova paragem, para nos despedir-mos do Sr. Galvão, Dino e Miguel, que a partir dali rumaram a Castelo Branco, por necessitarem de chegar mais cedo.
Sobrámos então 4, eu, o Agnelo, o Arlindo e o Nuno, que teimosamente quisémos levar o objectivo inicial até ao fim. Seguimos o caminho, com passagem junto à linda capela de Nossa Senhora da Paz, embrenhando-nos seguidamente em zona de eucaliptal, com passagem no Vale do Homem e Alvaiade, subindo por um estradão paralelo à En.18, que nos levou até à antiga estrada da Foz do Cobrão, voltando à esquerda para apanhar a passagem superior da A.23 na Portela da Milhariça, onde nos deparámos com belas paisagens sobre aquela via rápida e para nós, também uma rápida e algo perigosa descida.
Como quem desce, também tem de subir, lá "gingámos" encima das biklas na zona do Penedo Gordo até à estrada que dá acesso às antenas da Serra das Talhadas.
Ali nos demorámos algum tempo a apreciar as belas paisagens a perder de vista e onde tirámos umas fotos para mais tarde recordar, que ir lá acima não é "bife" para todos os dias.
Valeu-nos depois a descida (a fazer com algum cuidado) que los levou até ao Castelo dos Mouros, conhecido pelo (Rei Wamba), onde mais uma vez nos deliciámos, com a espectacularidade das paisagens que dali se avistam. Para a Esquerda, a Ponte sobre o RioTejo e a baía que se estende até à zona portuária.
Olhando em frente a imponente Garganta das Portas de Rodão. Para a direita, o Rio Tejo serpentendo a perder de vista.
Que maravilha.
Um esforço que vale bem a pena e que nos faz viver momentos maravilhosos de paz e imensidão.
Como estávamos longe de casa, já era um pouco tarde e a malta já acusava algum cansaço, descemos para o Porto do Tejo por alcatrão que nos fez disparar a pouca adrelanina que ainda nos restava e fomos parar nas bombas de combustível junto à "Unibaga", não para abastecer as biklas, mas para tomarmos um cafézinho, que já fazia falta.
Dali seguimos para Castelo Branco sempre por alcatrão com chegada à cidade pelas 14h30, pois já havia alguns "empenos" no grupo.
"Obrigado Agnelo por este belo "passeio".


Total Kms 77
Acumulado 1235
Pendente Positiva 24%
Pendente Negativa 25%
Pendente Média 3%


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Esperando por pelos restantes companheiros
O Miguel e o Sr. Galvão
O Dino e o Nuno
O Miguel, o Sr. Galvão e o Arlindo
Passagem nos Rodeios (Agnelo)
Vista sobre o Rio Tejo
O Sr. Galvão
Tejo à Vista
O Miguel
Passagem no Porto do Tejo
Panorâmica sobre a Ponte sobre o Tejo
O Agnelo em estilo
Eu com o Nuno no Castelo do Rei Wamba
Garganta das Portas de Rodã0
Passagem superior em Rodeios
Descida na Portela da Milhariça
Com o Arlindo e o Miguel
Zona do Penedo Gordo
Com o Arlindo e o Nuno

Bonito trilho na zona de Vale do Homem

A preparar uma foto

Com o Agnelo e o Nuno

Com o Armindo

Serra das Tajadas

No Castelo dos Mouros (Rei Wamba)

Portas de Rodão

Torre do Castelo do Rei Wamba



Rio Tejo


Panorâmica sobre o Rio Tejo

Capela junto ao Castelo do Rei Wamba

Curiosidade




Panorâmica vista da Serra das Talhadas

Torre do Castelo do Rei Wamba

Horizonte

Vale do Homem

A.23 vista da Passagem superior na Portela da Milhariça


Pequena barragem no Penedo Gordo

Estação dos Rodeios
Paisagem no Vale do Morgado

Alvaiade
Capela de Nossa Senhora da Paz
A.23 , E.N.18 e o nosso trilho


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